Volkswagen entrega 25 ônibus ao Grupo Piedade

O Grupo Piedade, empresa de transporte urbano de passageiros presente em mais de dez cidades de Santa Catarina e Paraná, acaba de renovar sua frota com 25 Volksbus.

 

O novo lote é composto pelos Volksbus 9.160 OD, 15.190 OD, 17.230 OD V-Tronic 17.230 ODS V-Tronic. Parte deles são  equipados com transmissão automatizada e também com  suspensão pneumática. 

 

Rodrigo Corleto, empresário do Grupo Piedade, lembra que a parceria com a MAN Latin America já dura cerca de 20 anos: “A MAN Latin America saiu na frente em diversos momentos desde que começamos nossa parceria, com destaque na oferta dos motores Euro 5 com tecnologia EGR, que dispensa o Arla 32. Continuo apostando nas novidades, agora com a suspensão pneumática”.

Jorge Carrer, gerente executivo de Vendas da MAN Latin America, disse que a fabricante “está atenta às solicitações do mercado, para entregar aos transportadores e passageiros inovações que ampliem o conforto a bordo e potencializem a produtividade das frotas”.

 

Foto: Divulgação.

Produção nacional de aço cresce 9,9% em 2017

A produção de aço das usinas brasileiras cresceram 9,9% em 2017, atingindo um volume de 34,4 milhões de toneladas ante 31,3 milhões de toneladas produzidas em 2016, mostrou balanço da Worldsteel divulgado na quarta-feira, 24. A entrada em operação da usina de Pecém, no Ceará, e a crescente demanda de aço para exportações foram os vetores que permitiram o aumento da produção do insumo. Com a marca, o País mantém o posto de nono maior produtor global em lista liderada pela China.

 

Ainda que produção tenha aumentado, a expectativa é de que o seu consumo no mercado interno ainda seja pequeno. Segundo posicionamento do Instituto Aço Brasil, que representa as usinas nacionais, a expectativa é de que 2017 tenha registrado alta de 1,2% nas vendas internas, pouco para reverter as perdas acumuladas de 2013 a 2016. As empresas acreditam que o produto nacional tenha perdido competitividade internamente frente ao aço importado de Rússia, tema de forte debate que acontece entre o governo e o setor.

 

No ano passado, a produção global de aço foi de 1 bilhão 691 milhões 200 toneladas, volume 5,3% maior que o registrado no mundo todo em 2016. A China segue como o maior produtor mundial do material, tendo sido responsável, em 2017, por 49,2% da produção global. As usinas chinesas produziram 831,7 milhões de toneladas, volume 5,7% maior do que o verificado em 2016.

 

O segundo maior produtor foi o Japão, com 104,7 milhões de toneladas, leve queda de 0,1% ante o resultado apresentado em 2016. Índia, em terceiro lugar, produziu 101,4 milhões de toneladas, alta de 6,2%. Na sequência, os Estados Unidos fecharam o período com uma produção de 81,6 milhões de toneladas, 4% mais que em 2016. A Rússia fecha o grupo dos cinco maiores produtores com uma produção de 71,3 milhões de toneladas, crescimento de 1,3% frente 2016.

 

Foto: Divulgação.

FCA pode lançar versão menor do Jeep Renegade

De olho nos mercados onde os veículos pequenos vendem bem, a Jeep avalia lançar um veículo menor do que o cronômetro de subcompacto Renegade, disse o chefe da marca, Mike Manley, conforme informações divulgadas pelas agências internacionais.

 

O novo jipe seria direcionado para clientes na Europa e em outros mercados globais, mas não os Estados Unidos.

 

Este novo modelo poderia ser produzido na fábrica de automóveis Fiat Chrysler em Pomigliano, na Itália, de acordo conforme relatório do La Stampa, jornal parcialmente detido pela Exor, acionista majoritário da FCA. A FCA atualmente constrói o minicarato Fiat Panda em Pomigliano.

 

Fontes afirmam que, se construído, o pequeno Jeep seria baseado na plataforma Mini da FCA, que sustenta o Fiat Panda e 500 minicars, bem como o Lancia Ypsilon. Os 500 e Ypsilon são produzidos na planta de Tychy na Polônia. A próxima geração da Fiat Panda, prevista para 2020, será transferida para a Polônia da Itália.

 

A necessidade de um modelo para substituir o Panda em Pomigliano é um dos impulsionadores do caso de negócios para um Jeep menor que o Renegade, juntamente com o crescente apetite dos europeus por SUV urbanos pequenos.

 

Fonte: Divulgação.

Pesquisa da CNI confirma a retomada da economia

A atividade econômica está em processo de recuperação. É o que mostra pesquisa divulgada na quarta-feira, 24, pela Confederação Nacional da Indústria, CNI. 

 

O indicador de evolução da produção ficou em 42,4 pontos e o de número de empregados foi de 47,6 pontos em dezembro. Embora tenham fechado o ano abaixo da linha divisória dos 50 pontos, que separa o aumento da queda da produção e do emprego, os dois índices ficaram acima do registrado nos últimos anos, informa a Sondagem Industrial.

 

 

A utilização média da capacidade instalada caiu para 64% em dezembro e ficou quatro pontos porcentuais abaixo da registrada em novembro.

 

De acordo com a CNI, “é comum que a utilização da capacidade instalada recue na passagem de novembro para dezembro, tendo em vista o fim das encomendas para as festas de fim de ano”. Mesmo com essa retração, a utilização da capacidade instalada de 2017 é a maior para o mês dos últimos três anos. O nível de estoques em relação ao planejado fechou o mês em 49,5 pontos, próximo da linha divisória dos 50 pontos. Isso indica que as indústrias fecharam o ano com os estoques dentro do planejado.

 

Expectativas positivas – O cenário mais favorável melhorou as perspectivas dos empresários para os próximos seis meses. Todos os indicadores de expectativas ficaram acima dos 50 pontos em janeiro. Isso mostra que os industriais esperam o aumento da demanda, das compras de matérias-primas e das exportações.

 

Com isso, os empresários também estão mais dispostos a fazer investimentos. O índice de intenção de investimentos aumentou 0,8 ponto e ficou em 53 pontos em janeiro, o maior desde maio de 2014. O indicador de intenção de investimentos varia de zero a cem pontos. Quanto maior o índice, maior é a disposição dos empresários para investir.

 

Foto: Fotos Públicas – David Alves/Palácio Piratini.

MDIC: Rota 2030 será aprovado até o fim de fevereiro

O Rota 2030, nova política do setor automotivo, que sucederá o Inovar-Auto, encerrado no dia 31 de dezembro, será aprovado até o fim de fevereiro, segundo o ministro interino do MDIC, Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima, que participou do evento de comemoração dos 60 anos da Toyota no Brasil, realizado na terça-feira, 23, em São Paulo.

 

“Temos detalhes finos para serem ajustados, mas o programa deve ser aprovado até o fim do mês que vem. O presidente da República sinalizou a aprovação do programa dentro deste período durante últimas reuniões realizadas em Brasília”.

 

Segundo o ministro, esses ajustes finos são mais técnicos, mas uma das questões envolvidas são os incentivos à pesquisa e desenvolvimento, como isso será repassado para as montadoras é uma questão que ainda não foi definida com o Ministério da Fazenda. “Todos os lados tiveram que ceder em algumas definições para que o programa chegasse à fase final de aprovação”.

 

Um fator que já está definido dentro de pesquisa e desenvolvimento é que importadores e fabricantes nacionais tenham as mesmas condições e benefícios com relação aos investimentos. Outro ponto que também já foi definido e visa impulsionar o mercado de híbridos e elétricos no País é o IPI para esses veículos, que cairá de 25% para 7%. “A medida que reduzirá o IPI deverá ser aprovada nos próximos dias”.

 

Foto: Divulgação.

Toyota comemora 60 anos no Brasil e aposta em veículos híbridos para o futuro

A Toyota do Brasil comemorou 60 anos no País durante evento realizando na terça-feira, 23, em São Paulo, e o CEO da empresa para América Latina e Caribe, Steve St. Angelo, destacou as grandes mudanças que estão acontecendo na indústria automotiva mundial: “Todo mundo está focado nos autônomos, compartilhamento de veículos, motores elétricos e a Toyota também fará as suas mudanças para o futuro. Não podemos ter medo, temos que trabalhar para que o impossível se torne realidade”.

 

“Estamos trabalhando para desenvolver nossos futuros carros com motorizações elétricas, híbridas e movidas a célula de hidrogênio”, afirmou o CEO, que também garantiu que até 2025 todos os modelos produzidos pela Toyota terão opção híbrida e cada região decidirá quais carros são mais viáveis para serem comercializados.

 

Para a região da América Latina, o executivo falou que em um futuro próximo a mobilidade será baseada em veículos híbridos: “Acreditamos que na região esses veículos são a melhor opção, pois não consomem eletricidade e não sobrecarregam a rede de energia, não precisam de infraestrutura, ninguém precisa investir nisso no momento. Por isso esses carros podem ser a solução para que no futuro os desenvolvimentos continuem até que se chegue no veículo 100% elétrico”.

 

Além dos motivos citados por ele, existe o fator Prius, carro híbrido da empresa com grande volume de vendas no mundo e em crescimento no Brasil, com mais de 2,4 mil unidades comercializadas no País no ano passado e crescimento de 400% na comparação com o ano anterior. Para esse carro, a Toyota já tem planos futuros, com uma motorização híbrida flex:

 

“Já estamos testando algumas unidades do Prius flex, desenvolvidas no Brasil e em março falaremos mais sobre este assunto, mas acredito que os híbridos flex serão as motorizações mais limpas no futuro e o desenvolvimento está acontecendo no Brasil”.

 

Durante o evento a empresa também destacou que estuda a implantação do terceiro turno em sua fábrica de Sorocaba, interior de São Paulo, que atualmente utiliza a capacidade máxima de produção, mas que caso isso aconteça, o volume de produção deve ser impactado positivamente apenas a partir do quarto trimestre do ano.

 

Balanço 2017 e projeções para 2018 – No ano passado a Toyota registrou o seu segundo melhor ano de vendas no Brasil, com pouco mais de 190 mil unidades comercializadas, alta de 5% na comparação com 2016, quando foram emplacados 180 mil 881 carros. O grande responsável por esse crescimento foi o Corolla. Com bom volume de vendas o sedã encerrou o ano com 47% de participação no seu segmento, mas a empresa também destaca o bom desempenho de vendas de alguns modelos: Etios, Hillux e SW4.

 

Para 2018 a expectativa da fabricante é que as vendas cresçam de 5% a 7%, produção com alta de 7,4% e as exportações com avanço acima de 7,3%.

 

Foto: Divulgação.

Porque o Virtus pode dominar o mercado de sedãs

Não à toa a Volkswagen está otimista como o Virtus, sedã feito na fábrica Anchieta e lançado na segunda-feira, 22, em São Paulo. As vendas começam em fevereiro.

 

O veículo, produzido na versátil plataforma MQB, tem ótimo espaço interno por conta da distância entre-eixos de 2,65 metros – exatamente a medida do Jetta – e um dos maiores porta-malas da categoria, com 521 litros. Mas, talvez, o seu desenho seja um predicado que vai atrair os olhares do cliente, antes de qualquer coisa.

 

Ele é sóbrio, com trabalhos na superfície como o vinco destacado por toda a lateral e a curvatura do teto bem ao gosto dos consumidores de sedãs premium. E uma traseira com personalidade única nos modelos VW.

 

Esse design, criado exclusivamente para o consumidor brasileiro, é assinado pela equipe liderada por José Carlos Pavone, chefe dessa área para América do Sul. Pavone e seu irmão gêmeo, Marco Pavone, são cria da Volkswagen do Brasil e duas autoridades no assunto dentro da empresa. Marco é o chefe de design exterior da VW no mundo.

 

Tudo bem que Pavone, o José Carlos, repetiu a dianteira do Polo no Virtus. O conjunto é que vai entrar na conta do cliente na faixa dos 40 anos, de acordo com estudos da fabricante. Um público até mais jovem pode encontrar no Virtus as virtudes (com perdão do trocadilho) do seu próximo carro novo. À primeira vista, o design realmente aguça a curiosidade para conhecer um pouco mais esse novo veículo.

 

Outro forte argumento é a segurança. No dia do seu lançamento Virtus ganhou cinco estrelas para todos os ocupantes na avaliação da Latin NCAP. Nesse quesito a construção tanto do Polo, quanto agora do Virtus, e todos os equipamentos de segurança ativa e passiva de série evidenciam um novo padrão para os carros fabricados no País.

 

Ele também é o primeiro VW nacional a contar com um manual cognitivo. Usando inteligência artificial da tecnologia IBM Watson esse sistema responde ao usuário questões sobre o veículo, incluindo todas as informações contidas no – provavelmente ultrapassado em alguns anos – manual do proprietário. Para os adictos em tecnologia a boa oferta do pacote de conectividade, também herdado do Polo, e ainda esse manual cognitivo, pode ser um argumento e tanto.

 

São três versões do Virtus que chegam às lojas no início de fevereiro. MSI 1.6 a partir de R$ 60 mil, Confortline 200 TSI de R$ 73, mil 500 e Highline 200 TSI de R$ 80 mil. Com opcionais, como o painel do motorista digital, de TFT, os preços podem aumentar em até R$ 5 mil.

 

O conjunto da obra, como foi ressaltado durante a apresentação de lançamento, pode levar o Virtus ao topo da preferência nacional dentre os sedãs. Motores eficientes e desempenho digno da linhagem VW, uma construção primorosa, espaço, tecnologia e personalidade. Tudo isso levou a fábrica de São Bernardo do Campo, SP, ao terceiro turno de produção, outro sinal de otimismo da companhia em seus novos produtos.

 

A expectativa é que sejam comercializadas 3 mil unidades do Virtus mensalmente no Brasil. As versões com motorização 200 TSI tendem a ser as mais procuradas pelos consumidores.  

Nova VW Brasil para o mundo

O sedã Virtus apresentado na segunda-feira, 22, em São Paulo, representa o segundo passo da nova Volkswagen do Brasil revelando, sobretudo, a importância da operação na América do Sul para a expansão dos negócios não só na região, mas também em outras freguesias. O Virtus é o primeiro sedã global produzido na plataforma MQB feito exclusivamente no Brasil e que será vendido em 32 países: os 29 da região SAM além de países na África, Ásia e Oriente Médio. “Estamos finalizando as negociações para levar esse modelo produzido aqui para outros continentes”, disse Pablo Di Si, presidente da VW no País e na região.

 

Maior exportador da indústria automotiva brasileira, a Volkswagen realmente está direcionando seus esforços para ganhar participação em mercados que em um passado recente não tinham tanta relevância na estratégia da companhia. Além de produtos inéditos, como o Polo e Virtus, dois modelos com design exclusivo para mercados emergentes – desenvolvidos no Brasil –, uma mudança conceitual importante é a forma como as equipes estão debruçadas no crescimento da marca em outros países: “Temos um núcleo reunido em São Bernardo do Campo que estuda e define o portfólio para cada país da região, além de trabalhar outros atributos como o desenvolvimento da marca, a rede de concessionários, a forma como os veículos são vendidos para aquele cliente específico e como será o atendimento pós-venda. Podemos dizer que é um olhar customizado para cada especificidade desses países”, diz Thomas Owsianski, vice-presidente de vendas e marketing para a América do Sul.

 

Em 2017 as exportações da VW deram um salto de 52% com relação ao ano anterior, enquanto toda a indústria cresceu 46,5%, atingindo o maior volume da história, com 762 mil unidades. Di Si acredita que o Virtus pode contribuir para aumentar o volume de 163,3 mil unidades embarcadas no ano passado. “Estou otimista que vamos fechar muitos acordos de exportação este ano oferecendo produtos mais relevantes para os clientes em todo o mundo.”

 

A estratégia de exportação da VW não se resume aos veículos prontos. As outras fábricas da companhia no Brasil também estão capacitadas a fornecer componentes para o resto do mundo. O primeiro caso é a exportação de motores EA211 1.4 TSI produzidos em São Carlos, SP, para equipar Jetta, Golf e Golf Variant feitos no México. Um contrato de 250 mil motores brasileiros que serão exportados até 2020.

 

Di Si também comemora um novo acordo, dessa vez com a Alemanha, para exportar os motores feitos em São Carlos. Ainda em definição de volume de motores e o prazo desse contrato, a exportação para a Alemanha terá início em 2019.

 

Brasil – A expectativa da VW é ambiciosa com o Virtus. “Queremos ser líderes no segmento de sedãs compactos premium”, disse Di Si. Sem oferecer uma pista de qual volume de vendas que está trabalhando o executivo afirma que, considerando as três versões do Virtus, MSI 1.6, Confortline e Highline 200 TSI, a VW possa disputar o mercado a partir dos sedãs de entrada, (o Hyundai HB20 S é um exemplo), até com modelos de outras categorias, como o Toyota Corolla e também o próprio VW Jetta.

Assim, é possível estimar até 3 mil unidades do Virtus negociadas ao mês em um mercado que acredita em incremento das vendas impulsionada pela estabilidade nos fundamentos da economia e na oferta de crédito, ainda tímido, diga-se.  

 

Dessa forma, Di Si abre um enorme sorriso de otimismo quando perguntado sobre o desempenho da sua empresa em 2017. Em janeiro, até o momento, as vendas cresceram 22% e a VW, segundo ele, já está a um ritmo mais acelerado, aumentando em 38% a entrega de seus veículos aos clientes.

 

“No último seminário de AutoData estimei um crescimento do mercado total em 10%. Acho que foi uma projeção conservadora. Mas estava há uma semana no Brasil, tinha acabado de chegar. Passado alguns meses acredito em incremento de até 15% este ano, com a VW crescendo mais que a média do mercado. Com o Polo e agora o Virtus vamos buscar a vice-liderança de vendas em 2018”.

BorgWarner projeta receita de US$ 10,6 bilhões em 2018

A fabricante de componentes BorgWarner esperar encerrar o ano com faturamento de US$ 10,6 bilhões em sua operação global, o que representaria crescimento de 7% sobre o faturamento obtido ano passado. Para os próximos três anos, a expectativa é que a receita chegue a US$ 11,5 bilhões, ficando a cargo da região das Américas, onde o Brasil está inserido, a fatia de 38% do total.

 

A empresa acredita que a consolidação das aquisições feitas nos últimos anos, como foi o caso da Sevcon, permita alcançar os resultados no prazo estabelecido. No entanto, a intensificação dos seus esforços no campo da eletrificação, área onde tem feito uma série de lançamentos de componentes, deve ser o caminho trilhado com vistas ao aumento das receitas. Tanto que a companhia vê o mercado chinês, que tem recebido fortes investimentos em eletrificação, como responsável por 41% do faturamento global da empresa até 2020.

 

Ainda que seu principal mercado na região seja os Estados Unidos, a companhia tem feito movimentos interessantes no Brasil, onde possui produção. A empresa fabrica principalmente turbocompressores e motores de partida. Os turbos são feitos na unidade de Itatiba, SP, e equipam os Volkswagen Up!. Em Brusque, SC, a companhia produz os motores de partida dos Chevrolet Spin, Montana, Cobalt e Onix. Afora o mercado de OEM, a empresa também atua no de reposição.

 

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Grupo Volkswagen Caminhões vende 12% mais em 2017

A divisão de caminhões do Grupo Volkswagen, que controla as empresas MAN, Scania e Volkswagen Caminhões, vendeu globalmente 205 mil veículos em 2017, um volume 12% maior do que o registrado em 2016, segundo balanço divulgado na terça-feira, 23. A operação das empresas no Brasil, aponta o documento, contribuíram para o desempenho comercial no período.

 

As vendas da MAN aumentaram 8% em relação a 2016, chegando a 89 mil 990 veículos. As vendas da Scania cresceram 12%, emplacando um total de 90 mil 780. A VW Caminhões e Ônibus vendeu 25 mil 880 unidades, um aumento de 27%. Esse crescimento impressionante nas vendas foi impulsionado pelas exportações e pelo desenvolvimento positivo observado no mercado nacional.

 

Andreas Renschler, diretor executivo da divisão de veículos comerciais, disse que portfolio da empresa tem se mostrado atraente ao mercado e isso também foi um fator que ajudou as vendas a se elevarem: “As empresas registraram números de vendas extremamente positivos no segundo ano fiscal consecutivo desde que a companhia foi fundada. A oferta é atraente para mercado de veículos comerciais”.

 

Por região, o grupo vendeu 106 mil 580 veículos na Europa, volume praticamente igual ao ano anterior, segundo o Grupo VW. As vendas na América do Sul subiram 30% para 29 mil 590 veículos. No Brasil e na Argentina, houve crescimento nos volumes de vendas como resultado das reformas e impulsos do governo fornecidos pelo setor agrícola.

 

Ônibus – No ano passado o grupo vendeu 19 mil 220 ônibus, 8% mais que no ano anterior. Isso foi principalmente ajudado pelas maiores vendas no Brasil, apesar do mercado ainda estar passando por recuperação. “Apesar disso, não perdemos visão de nossos clientes e do mercado. Conseguimos expandir nossa posição forte graças aos nossos produtos”.

 

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