São Paulo – Com o objetivo de encerrar 2024 com frota 17% maior do que a registrada no ano passado e alcançar 100 mil veículos aLM Soluções de Mobilidade realizou recentemente sua décima emissão de debêntures, desta vez no valor de R$ 1,5 bilhão.
A LM é empresa de locação e gestão de frotas controlada pela VWFS, Volkswagen Financial Services Brasil. A emissão, realizada em série única, com amortização em cinco anos e remuneração de CDI mais 1,7% ao ano, contou com a coordenação dos bancos UBS BB e Bradesco BBI.
São Paulo – Pesquisa da Serasa Experian apontou que o valor médio da parcela no financiamento de veículos no Brasil alcançou R$ 1 mil 202,00 em março e só não superou a cifra de fevereiro, de R$ 1 mil 204,00. O estudo tomou como base o Indicador de Cadastro Positivo.
O levantamento apresentou correlação clara da renda com o valor da parcela: enquanto na faixa de até um salário mínimo a prestação era de R$ 665,00, e de dois a três salários mínimos de R$ 724,00, acima de dez o tíquete médio foi de R$ 2 mil 99,00.
Os valores médios mais elevados em março estavam nas regiões Centro-Oeste e Norte, respectivamente com valores de R$ 1 mil 294,00 e R$ 1 mil 251,00. Na outra ponta apareceu a Região Sul com R$ 1 mil 170,00.
Em termos de gênero a prestação do masculino girou em torno de R$ 1 mil 214,00, e do feminino R$ 1 mil 183,00. E com relação às idades o maior valor médio, R$ 1 mil 255,00, foi observado no conjunto de pessoas de 51 a 60 anos. Jovens de até 25 anos tiveram a menor cifra, de R$ 851,00.
Os dados do Cadastro Positivo mostraram, ainda, que a pontualidade de pagamento atingiu 80,2% no período. Trata-se do menor patamar atingido ao longo da série histórica. Janeiro e fevereiro tiveram, respectivamente, porcentuais de 85,1% e 84,6%.
Quanto ao gênero as mulheres tiveram percentual levemente maior, com 80,4%, frente a 80,3% dos homens. E quanto maior a renda maior a pontualidade: acima de dez salários-mínimos, 91,3%, de dois a três 71%, e até um 59,9%. Por região do País, o Sul e o Centro-Oeste registraram os maiores porcentuais, 81,4% e 81%, respectivamente. O menor índice foi o do Nordeste, 79%.
Com relação à idade a maior assiduidade no pagamento está no grupo acima de 51 a 60 anos, com 82,2%. A faixa etária de até 25 anos registrou a menor taxa, de 71,9%.
São Paulo – A Caio entregou à Pêssego Transportes, que opera na Zona Leste da cidade de São Paulo, o primeiro ônibus elétrico comprado pela empresa, encarroçado com a carroceria eMillennium. O veículo foi encarroçado sobre chassi Mercedes-Benz, com sistema de tração elétrico fornecido pela Eletra e-Bus e baterias WEG.
Com 12m50 de comprimento tem capacidade para transportar 71 passageiros.
São Paulo – A Volvo comercializou 95 ônibus B320R em Curitiba, PR, que serão usados no transporte público em todas as regiões da cidade. Os veículos serão produzidos com chassi Padron, de 13m20, e encarroçados pela Marcopolo e pela Caio, com entrega prevista até dezembro.
Os veículos foram comprados pelo Expresso Azul, Autoviação Redentor, Viação Cidade Sorriso, Transporte Coletivo Glória, Autoviação São José dos Pinhais e SPE Via Mobilidade.
A negociação faz parte do processo de renovação de frota da cidade, que já chegou a 1,1 mil ônibus, segundo comunicado divulgado pela Volvo.
O B320R é dotado de motor D8K Euro 6 de 320 cv de potência e parecido com os motores usados na linha de caminhões VM.
São Paulo – Ariel Mógor será o novo gerente de marketing e relações públicas da Honda Automóveis a partir de 1º de novembro, reportando-se diretamente a Marcelo Langrafe, diretor comercial, e a Roberto Akiyama, vice-presidente comercial. O executivo trabalha na companhia desde 2013 e seu último cargo foi gerente de planejamento de produto.
A montadora também anunciou que Leandro Ramos será o novo supervisor da área de relações públicas, acumulando também a função de supervisor de eventos da Honda Automóveis.
São Paulo – Os planos próximos da Volkswagen na Alemanha incluem o fechamento de três fábricas e a demissão de milhares de funcionários, bem como a redução do efetivo nas demais plantas que mantém no país, afirmou a chefe do conselho de trabalhadores da empresa, Daniela Cavallo, à agência de notícias Reuters:
“A direção está falando muito sério a respeito disto. Não é barulho durante a rodada de negociação”, disse ela aos trabalhadores. “Este é o plano do maior grupo industrial da Alemanha para começar a liquidação em seu país de origem”.
Quais serão as unidades e quantos dos cerca de 300 mil trabalhadores serão afetados não foram especificadas. Segundo Cavallo tanto a direção como os trabalhadores concordam a respeito dos problemas a serem enfrentados mas “estão quilômetros de distância a respeito de como responder a eles”.
A direção e os trabalhadores da Volkswagen estão em queda de braço diante da situação financeira da principal marca do Grupo VW, que enfrenta pressão diante do aumento dos custos de energia e trabalhistas, da competição asiática, do enfraquecimento da demanda na Europa e na China e da transição para a eletrificação que tem dado passos mais lentos do que o esperado.
Propostas serão apresentadas aos trabalhadores na quarta-feira, 30, quando uma reunião da direção com os líderes trabalhistas está agendada após a divulgação dos resultados financeiros do terceiro trimestre. Segundo o CEO Thomas Schaefer as fábricas alemãs estão com custos de 25% a 50% acima do planejado.
Trabalhadores interromperam a produção na segunda-feira, 28, em onze unidades produtivas da Volkswagen na Alemanha em protesto contra os planos de redução de custos que, segundo a publicação alemã Handelsblatt, incluem corte de 10% e congelamento de dois anos sobre os salários.
São Paulo – Após a aprovação do Mover, Programa Mobilidade Verde e Inovação, Leonardo Augusto de Magalhães Gaban, responsável pela área comercial do segmento automotivo da Braskem, passou a ser muito mais procurado por fabricantes de veículos. A petroquímica há mais de dez anos trabalha com a produção do polietileno verde, nome de guerra do plástico verde, componente que deverá ter demanda crescente pelo setor embora já seja muito usado em embalagens e em bens de consumo.
Segundo Gaban o Mover exige mais aplicação de materiais verdes e reciclados na produção dos veículos, o que fez com que montadoras procurassem a Braskem: “Depois que o Mover foi aprovado quase toda semana temos reunião com alguma montadora para conversar sobre o uso do plástico verde. Elas querem conhecer o nosso portfólio, debater as aplicações”.
O material é uma boa alternativa para colaborar com a emissão do CO2 no processo produtivo do veículo, substituindo o plástico convencional, produzido a partir do petróleo. A grande diferença é a matéria-prima, uma vez que o plástico verde é extraído a partir do álcool da cana-de-açúcar, que em todo o seu ciclo de produção tem uma pegada de carbono negativa, capturando mais CO2 da atmosfera do que emite.
Yuri Tomina, responsável pela área de soluções sustentáveis de bens de consumo e embalagens da Braskem, disse que a cada tonelada de plástico verde produzido são capturadas 2,3 toneladas de CO2 da atmosfera, considerando todo o ciclo da cana-de-açúcar até ser transformado em álcool, enquanto que a produção de 1 tonelada de plástico tradicional emite, em média, 3 toneladas de CO2:
“Esta é a grande vantagem do plástico verde na comparação com o tradicional, e que pode ajudar muito nas metas de redução de emissões das montadoras. O material sustentável tem as mesmas características do que aquele que usa matéria-prima fóssil e, por isso, pode ser adotado pelos fornecedores na produção de qualquer tipo de componente que é feito a partir do plástico convencional”.
Yuri Tomina, responsável pela área de soluções sustentáveis de bens de consumo e embalagens
A Braskem produz o plástico verde na sua fábrica em Triunfo, RS, desde 2010. Tem capacidade anual de 260 mil toneladas, e grande parte é exportada para Ásia, Europa e Estados Unidos, mas nos próximos anos a expectativa é de que boa parte deste volume seja consumido aqui mesmo.
Desta forma a empresa estuda um novo investimento com um parceiro na Tailândia para produzir mais 200 mil toneladas por ano e atender outras demandas globais, decisão que deverá ser aprovada, ou não, até o ano que vem. Caso a opção seja investir nesta fábrica a produção deverá começar em 2027 ou 2028.
Com relação ao preço do plástico verde na comparação com o tradicional Magalhães disse que é difícil chegar a um porcentual de variação porque as matérias-primas são distintas, mas lembrou que o plástico tradicional tem seu preço baseado em indicadores globais, principalmente o petróleo. Já o preço do plástico verde está muito ligado ao preço do álcool e, em épocas de entressafra da cana-de-açúcar, pode subir um pouco mais.
Alguns exemplos de componentes que hoje são feitos de plástico comum e podem ser substituídos pelo verde são protetores de caçamba para picapes, dutos de ar-condicionado, reservatórios de água e de outros fluídos.
Avanço dos reciclados
A Braskem espera que ocorra uma demanda maior por resinas plásticas produzidas a partir de materiais reciclados, também puxada pelo Mover. Neste segmento a empresa já atua há alguns anos e é a responsável por toda a economia circular, coletando os resíduos que podem ser reciclados e usados como matéria-prima e cuidando de todos os elos da cadeia produtiva, desde a origem até a reciclagem.
A expectativa é de que as montadoras aumentem a procura por componentes produzidos a partir de resinas plásticas recicladas nos próximos anos para reduzir a pegada de carbono gerada na produção dos veículos.
Etanol de milho também está no radar
Nos Estados Unidos a Braskem produz o polipropileno, outra família de resinas plásticas muito usada para fabricar painéis automotivos, e estuda substituir o petróleo usado como matéria-prima por álcool extraído a partir do milho pois o país é o maior produtor deste tipo de carburante no mundo.
Tomina disse que o projeto está na fase de discussão interna e de prospecção de clientes, sendo que a tecnologia usada por lá será igual à adotada no Brasil para extrair o plástico verde da cana-de-açúcar.
Itupeva, SP – A partir de janeiro de 2025 todas carretas rodoviárias produzidas no Brasil deverão obrigatoriamente incorporar o EBS, sistema eletrônico de frenagem e estabilidade que representa um salto tecnológico na segurança de caminhões e seus implementos, pois evita acidentes com tombamento do cavalo mecânico e da carga rebocada. Seguindo a oportunidade aberta pela legislação a subsidiária brasileira da Knorr-Bremse tornou-se o primeiro fornecedor a produzir o seu iTEBS X no País.
Após investimentos de R$ 12 milhões na engenharia, para adaptar o equipamento às necessidades brasileiras, e mais R$ 6 milhões em novos maquinários para montar a célula de produção na fábrica de Itupeva, SP, a Knorr-Bremse deu o pontapé inicial na linha do iTEBS X este mês. A matriz, na Alemanha, iniciou há cinco anos o desenvolvimento da nova geração do sistema e começou a produzir para a Europa no ano passado. O Brasil é a primeira unidade do grupo a produzir o equipamento fora do mercado europeu – Estados Unidos e Ásia só iniciam a produção local em 2025.
Segundo Antônio Silva, gerente de vendas de sistemas para implementos rodoviários da Knorr-Bremse South America, todos os grandes fabricantes de carretas no País já começaram a colocar suas encomendas: “Poderemos atender a toda a produção deles. Projetamos capacidade de fornecer até 90 mil módulos por ano. Aumentaremos gradativamente o ritmo conforme a demanda mas já planejamos a primeira expansão da linha para junho do ano que vem. Temos planos ambiciosos: primeiro atenderemos clientes no Brasil e depois começaremos a exportar daqui para toda a América do Sul”.
O ritmo inicial de produção do iTEBS X será de 180 unidades por dia, equivalente a cerca de 2,5 mil por mês e 35 mil por ano, em dois turnos de trabalho: “Precisamos começar a produzir agora para atender as encomendas que já estão a chegando dos fabricantes de implementos, que daqui a menos de três meses precisam começar a produzir as carretas com o equipamento”, justificou o diretor técnico Humberto Torrecillas, que coordenou o projeto de nacionalização. “Já estamos trabalhando nesta nacionalização há dois anos, quando tomamos a decisão de fazer o investimento”.
Torrecillas: projeto de dois anos com desenvolvimento global e adaptação local.
Além dos fabricantes OEM, Silva afirmou que já recebeu consultas de grandes embarcadores e transportadores interessados em fazer retrofit em suas carretas, trocando o sistema de freios antigo pelo novo iTEBS X. Ele estimou que este negócio adicional poderá representar de 10% a 15% das vendas do novo módulo: “É vantajoso para o transportador porque aumenta muito a segurança do veículo e reduz o custo do seguro. Hoje o roubo de carga não é mais o maior prejuízo, mas sim os acidentes graves com tombamentos”.
Apesar de o equipamento acrescentar custos às carretas Silva avalia que, ao contrário do que aconteceu com os caminhões em 2023 com a adoção de motorização Euro 6, “não está acontecendo pré-compra de semirreboques e isto não deverá causar grande queda na venda de implementos em 2025, até porque o aumento de preço não é tão elevado”.
Produção enxuta
Apenas três pessoas a cada turno operam as três estações de montagem e duas de testes da célula de produção do iTEBS X em Itupeva: o processo todo é conduzido e monitorado por um programa de computador desenvolvido na própria unidade, que não deixa o operador executar nenhuma ação errada, e 100% dos módulos produzidos passam por teste de funcionamento antes de serem despachados aos clientes.
“Planejamos a célula para aumentar rapidamente a produção: quando for necessário poderemos aumentar o fluxo e adotar mais um turno de trabalho”, afirmou Torrecillas. “Por isto já instalamos duas estações de testes, que é o ponto mais crítico do processo, porque produzimos aqui exatamente com a mesma qualidade da Europa.”
O iTEBS X iniciou sua história no Brasil com índice de nacionalização de 45% e 55% de componentes importados – incluindo o mais importante deles, a central de processamento eletrônico, o cérebro do sistema. “Nossa intenção é aumentar a localização para 60% até junho de 2025, porque isto reduzirá bastante o custo de imposto de importação”, indicou Antônio Silva
Adaptação ao Brasil
Torrecillas disse que a nacionalização do iTEBS X seguiu o protocolo da centenária Knorr-Bremse, que fornece a fabricantes OEM e mercado de reposição sistemas de freios para veículos pesados e trens e colunas de direção para caminhões, com presença em trinta países: “Temos escala global de desenvolvimento na matriz com montagem local e todas as adaptações necessárias para cada mercado. Nosso projeto industrial foi feito em conjunto com fábricas na Alemanha, Hungria e Índia”.
O engenheiro diz que para o Brasil, onde mais de 85% dos caminhões e carretas usam suspensão mecânica, foi necessário desenvolver um algoritmo diferente do iTEBS da Europa: “Para funcionar o sistema precisa calcular o peso total do veículos, o que é fácil de saber quando se usa suspensão pneumática, que equipa 95% dos veículos pesados que rodam nas estradas europeias. Aqui precisamos fazer o módulo estimar o peso de acordo com a pressão dos freios”.
A partir do iTEBS Plus, projetado na Alemanha para funcionar com suspensões pneumáticas, a subsidiária brasileira da Knorr-Bremse desenvolveu dois sistemas: um com mais funções e caro e outro mais simples, com funções básicas, mais barato, lembrou o gerente de vendas Silva: “O cliente escolhe de acordo com a necessidade dele pois a diferença de preços é pequena”.
Salto tecnológico
O módulo iTEBS X da Knorr-Bremse: segurança ativa dos caminhões estendida às carretas.
A obrigatoriedade de uso do sistema eletrônico de frenagem e estabilidade também nas carretas – para caminhões já é obrigatório desde o começo deste ano – representa um salto tecnológico de segurança para o transporte rodoviário de cargas.
Diferentemente do ABS – obrigatório para caminhões e carretas desde 2014 – que somente evita o travamento das rodas quando se pisa no freio, o EBS atua independentemente da vontade do motorista: quando o sistema entende que o veículo entrou em uma curva e a aceleração lateral da composição vai para o lado oposto o módulo começa automaticamente a acionar os freios em diferentes rodas para corrigir o rumo e evitar o tombamento – o funcionamento é parecido com o do ESC ou ESP, controle eletrônico de estabilidade hoje já obrigatório em todos os automóveis e comerciais leves vendidos no País.
O iTEBS X da Knorr-Bremse integra à carreta várias funções de segurança ativa: os principais são controle de estabilidade RSP/RSS, anti-bloqueio das rodas ABS e monitoramento de pressão dos pneus TPMS.
Silva aponta mais uma vantagem: o módulo iTEBS X gera milhares de dados sobre a condução do veículo que podem alimentar os sistemas de telemetria, para monitorar e orientar o comportamento dos motoristas. “Se os dados apontam, por exemplo, que o sistema de controle de estabilidade precisou atuar muitas vezes em vários trechos da viagem para evitar acidentes, é uma informação que pode gerar uma ação para corrigir alguma imprudência que o motorista tenha cometido.”
O iTEBS também se integra aos ADAS, sistemas avançados de assistência ao motorista, atuando em conjunto para corrigir a direção ou evitar acidentes.
A fábrica
A Knorr-Bremse está no Brasil desde 1977, manteve fábrica em São Paulo, no bairro de Santo Amaro, até 2013, quando transferiu a sede sul-americana e todas as operações industriais para Itupeva, em um terreno de 150 mil m2 no qual instalou planta e escritórios que ocupam 30 mil m2. “Hoje temos sistemas de produção que são referência mundial para o grupo”, afirmou Torrecillas.
A planta tem 120 fornecedores locais e quase o dobro disto de internacionais. Trabalham oitocentos empregados diretos na unidade, que abriga 65 células de usinagem e montagem para produzir catorze famílias de produtos, com 30% da produção destinada ao mercado de reposição e 70% para fabricantes OEM, no Brasil e toda a América do Sul.
São Paulo – Serão dois os primeiros híbridos flex lançados pela Stellantis, desenvolvidos e produzidos no Brasil: os Fiat Fastback e Pulse estreiam a tecnologia a partir de novembro, segundo informou a empresa em comunicado.
O motor T200, o 1.0 turbo produzido em Betim, MG, será adotado nestes dois primeiros modelos, também montados na fábrica mineira, possivelmente com a tecnologia MHEV, a híbrida leve.
Segundo Alexandre Aquino, vice-presidente da Fiat para a América do Sul, a marca lidera uma nova era de transformações: “Escolhemos iniciar em um importante segmento com nossos SUVs mais desejados, o Pulse e o Fastback, que serão responsáveis por impulsionar essa revolução”.
São Paulo – A Tupy e a MWM reconheceram dez fornecedores que se destacaram em 2023, em um universo de mais de 5 mil empresas da cadeia de suprimentos. Este foi o primeiro ano em que as duas companhias realizaram evento em conjunto para fazer as homenagens do Supplier Awards.
Os fornecedores foram avaliados com critérios baseados em qualidade, sustentabilidade, desempenho de entrega e flexibilidade, capacidade tecnológica, desempenho no desenvolvimento de novos produtos, postura comercial e contribuição em reduções de custo.
Confira abaixo as categorias e os fornecedores premiados no evento:
Excelência em qualidade: Braspo Si Group WEG
Excelência em desenvolvimento e redução de custos Milbra