Aliança pela Mobilidade Sustentável foca na eletrificação da frota brasileira

São Paulo – Criada há três anos a Aliança pela Mobilidade Sustentável, iniciativa liderada pela 99 com foco em eletrificação da frota, superou as metas traçadas em sua fundação. E por muito: só na plataforma foram mais de 36 mil veículos cadastrados diante de uma meta de 10 mil unidades. Agência AD Entrevista conversou com Thiago Hipólito, fundador da Aliança e diretor de inovação da 99, sobre os objetivos e novas metas. Os principais pontos da conversa estão a seguir:

Como surgiu a ideia e qual o objetivo da Aliança pela Mobilidade Sustentável?

A 99 tem a sustentabilidade no coração do negócio e, por isto, tomou a iniciativa de fundar a Aliança com o objetivo de criar soluções que contribuam para o futuro do transporte sustentável, com foco em eletrificação e em descarbonização. A ação teve início em 2022 com o estímulo à adoção de veículos eletrificados no Brasil, começando justamente por quem mais roda nas cidades: motoristas e motociclistas parceiros da 99. A lógica foi simples: se quem dirige todo dia conseguir acessar tecnologia mais limpa com custo menor a transição para uma mobilidade de baixo carbono ganha escala muito mais rápido. A partir daí a 99 articulou uma coalizão de empresas de vários elos da cadeia, como montadoras, locadoras, companhias de energia e de infraestrutura de recarga, instituições financeiras, empresas de tecnologia e de crédito de carbono, para atuar de forma coordenada em veículos, recarga, financiamento, dados e descarbonização. O objetivo central da Aliança é colocar a mobilidade urbana brasileira em direção a um modelo mais limpo, acessível e eficiente, criando condições reais para que veículos eletrificados sejam uma opção viável no dia a dia, especialmente para quem depende da mobilidade como fonte de renda.

Quais foram as metas traçadas na sua criação? Todas foram alcançadas?

Quando foi lançada a Aliança estabeleceu três grandes metas até 2025: contribuir para que veículos eletrificados atingissem cerca de 10% das vendas de carros leves novos no Brasil até 2025 – um salto relevante com relação aos patamares de 2021 e 2022 –, tornar viável a instalação de 10 mil estações públicas de recarga no País, atuando em parceria com empresas de energia, infraestrutura e varejo, e chegar a 10 mil veículos eletrificados rodando via 99, usando a base de motoristas parceiros como vetor para escalar a tecnologia. Nosso balanço mais recente mostra que as metas da Aliança foram alcançadas e superadas: a coalizão já ajudou a colocar 212 mil veículos eletrificados, carros e motos, nas ruas, o que representa 37% da frota eletrificada nacional, estimada em 566 mil 587 unidades pela ABVE. Destes mais de 36,3 mil carros eletrificados estão cadastrados na plataforma da 99, que já realizou mais de 38 milhões de viagens em carros eletrificados e mais de 1 milhão em motos eletrificadas. Em infraestrutura a Aliança responde hoje por 5 mil dos 16 mil pontos de recarga públicos no Brasil, cerca de um terço da rede nacional.

Recentemente novas metas foram estabelecidas. Quais são?

Com o rápido avanço do setor a Aliança atualizou suas ambições, definindo novas metas para 2030: mais de 300 mil veículos eletrificados em múltiplas categorias ligados à 99 e à Aliança, desdobrados em 130 mil carros elétricos ou eletrificados, 70 mil motos elétricas, 100 mil e-bikes e 10 mil vans e caminhões elétricos. E 60 mil estações de recarga espalhadas pelo Brasil, formando um ecossistema de recarga muito mais capilar e acessível do que o atual. Para além de 2030 queremos chegar, em 2040, a um ecossistema de mobilidade verdadeiramente sustentável, inclusivo e escalável, com impacto positivo em emissões, qualidade do ar e custo de deslocamento para motoristas parceiros e passageiros, sempre com a tecnologia como aliada na gestão de frota, recarga e eficiência.

Quantas empresas compõem a Aliança pela Mobilidade Sustentável? Existem mais negociações? 

A Aliança pela Mobilidade Sustentável conta, atualmente, com 31 empresas parceiras. São elas 99, BYD, IturanMob, MercadoLivre, BV, Santander, Caoa Chery, Movida, Unidas, Raízen, Enel X, EzVolt, Tupi Mobilidade, Vibra, Zletric, Dahruj Rent a Car, 99Moto, iFood, Osten, Vammo, Riba, AYA Earth Partners, BVM12, GAC, Kinto, BR22, Seteloc, Bebike, Bliv, Serttel e GoMoov. E, sim, há várias empresas interessadas em fazer parte do ecossistema Aliança. Em breve teremos novidades.

Quais os requisitos para fazer parte da Aliança?

Para fazer parte da Aliança pela Mobilidade Sustentável o requisito principal é o compromisso e a atuação prática no ecossistema de mobilidade de baixo carbono, envolvendo setores como tecnologia, energia, montadoras, transporte por aplicativo, bancos e infraestrutura, com foco em criar um futuro mais verde e inclusivo no Brasil, especialmente em eletromobilidade. O ponto central é impulsionar veículos elétricos, carros, motos, bicicletas, vans, caminhões e mais, e a infraestrutura de recarga no país, com metas claras relacionadas à eletrificação, descarbonização e ampliação da infraestrutura de recarga.

Qual a visão que a Aliança tem sobre o mercado brasileiro? Está avançando na velocidade desejada? O que pode ser feito para tornar o acesso a tecnologias sustentáveis mais democrático?

O Brasil vive um momento de virada na eletromobilidade. O mercado ainda é pequeno em participação de frota mas cresce em ritmo muito superior ao restante do setor automotivo. Segundo a ABVE 2025 fechou com 223 mil 912 veículos leves eletrificados vendidos, alta de 26% com relação a 2024, e participação de 9% nas vendas totais de veículos leves, chegando a 13% em dezembro. Para nós, da Aliança, o ritmo é forte, mas ainda há um grande caminho para que a mobilidade limpa deixe de ser exceção e vire padrão, principalmente fora dos grandes centros. Para democratizar o acesso a própria atuação da Aliança aponta alguns caminhos concretos: focar em quem roda mais, como motoristas parceiros e motociclistas parceiros da 99. A criação de categorias como a 99electric-Pro mostram que, com o modelo certo, motoristas podem ganhar até 60% mais por viagem e reduzir custos mensais de combustível para algo de R$ 600 a R$ 900, contra até R$ 3 mil em veículos a combustão. Outros pontos seriam destravar infraestrutura de recarga, oferecer modelos de financiamento e locação sob medida para veículos elétricos e políticas públicas integradas. No Brasil a Aliança se coloca como parceira técnica de governos para compartilhar dados, apoiar o planejamento de recarga e discutir incentivos focados em frotas de alta quilometragem e em regiões periféricas, onde a mobilidade mais impacta renda e acesso.

As comunicações da Aliança enfatizam muito a eletrificação. Não está dentro do escopo incentivar combustíveis renováveis, como o etanol, com a eletrificação?

A Aliança foi desenhada com foco em eletromobilidade: veículos elétricos e eletrificados, infraestrutura de recarga, financiamento e soluções digitais ligadas a esse ecossistema.  Isso não significa, porém, que outras rotas de descarbonização, como o etanol, não sejam relevantes. Ao contrário o próprio contexto brasileiro mostra que combinar eletrificação com biocombustíveis pode ser extremamente eficiente. Na prática a Aliança escolheu focar onde consegue gerar impacto mais direto e imediato: a eletrificação da frota ligada à 99 e aos seus parceiros. No entanto dados do programa 99Abastece, que oferece descontos que podem chegar a R$ 1 mil por mês, diretamente no app, sem burocracia, mostram que 75% dos abastecimentos são com etanol, então os descontos para esses motoristas são maiores. A eletrificação e os combustíveis renováveis não são opostos, mas complementares. A Aliança atua na frente elétrica mas reconhece que o Brasil tem uma vantagem competitiva relevante em etanol, o que abre espaço para soluções combinadas no futuro.

E outras tecnologias sustentáveis?

A eletrificação é o ponto de partida da Aliança mas não o ponto final. O desenho das metas até 2030 já traz uma visão de mobilidade sustentável mais ampla, que combina diferentes modais, tecnologias de energia, dados e modelos de negócio para reduzir emissões e tornar o transporte urbano mais acessível para motoristas parceiros e para a população. A coalizão também apoia modelos inovadores como battery swap para motos elétricas, hubs de recarga rápida, micromobilidade elétrica, como bikes e patinetes, e soluções de gestão de energia para frotas. Além da Aliança atuar como aceleradora há outras camadas tecnológicas relevantes para uma mobilidade mais sustentável, nas quais a 99 e parceiros já atuam e nas quais a coalizão se ancora.

Omoda Jaecoo anuncia Alessandra Santos como diretora executiva de RH

São Paulo – Alessandra César dos Santos é a nova diretora executiva de recursos humanos da Omoda Jaecoo. Caberá à executiva liderar a estruturação, o desenvolvimento e o engajamento do pessoal da marca do Grupo Chery no Brasil.

Com 28 anos de experiência em recursos humanos e relações trabalhistas Santos construiu trajetória na General Motors. Recentemente ocupava posição de liderança na América do Sul e, anteriormente, como diretora global de RH, foi responsável por projetos multiculturais, englobando América Latina, América do Norte, Europa e Ásia.

Esteve à frente de projetos estratégicos de transformação organizacional, governança trabalhista, desenho de cultura em países como Rússia e Colômbia, gestão de riscos, reestruturações de larga escala e estabelecimento de modelos globais de RH em mais de vinte países.

Santos cursou administração de empresas na FMA da ASU, Associação de Gestão Financeira da Universidade Estadual do Arizona, e tem MBA em gestão de recursos humanos na FGV.    

Primeiro ônibus articulado elétrico de São Paulo é entregue pela Eletra

São Paulo — A Eletra entregou à Viação Metrópole Paulista os três primeiros ônibus elétricos articulados de São Paulo. Com 21m50 de comprimento e capacidade para 146 passageiros o modelo é equipado com o conjunto elétrico mais potente do mundo para aplicações em ônibus: são dois motores gerando 355kW, cerca de 483 cv. O powertrain é desenvolvido em parceria com a WEG. 

Outro destaque de desempenho do novo modelo é a agilidade para trafegar com segurança em rampas de até 20% de inclinação, o que representa desempenho equivalente ao de um ônibus a diesel comum, emitindo zero poluentes e reduzindo também a poluição sonora.

Até agora, a Eletra forneceu 105 ônibus elétricos às empresas Transunião e Allibus, com atuação na Zona Leste da Capital paulista. 

Cassiano Braccialli é o novo diretor de marketing da Takao

São Paulo – A Takao anunciou a contratação de Cassiano Braccialli como seu novo diretor de marketing. O executivo, que já trabalhou por quase seis anos na companhia, tendo como último cargo o de diretor de marketing e relações institucionais, retorna com a missão de fortalecer o posicionamento da marca e impulsionar novos negócios.

Segundo a Takao o executivo reúne sólida experiência em marketing, desenvolvimento de marcas e expansão de mercados, tendo liderado projetos e operações em empresas do setor. Com trajetória trilhada no ramo desde 2012 Braccialli já passou por Commercial PPA America, onde trabalhou por um ano nos Estados Unidos, Wir Automotiva e MotorFort.

Graduado em administração de empresas com ênfase em marketing pela ESPM, o executivo tem MBA em marketing pela USP.

Acordo Mercosul-União Europeia exigirá preparação imediata do setor automotivo

São Paulo — O Linha de Montagem AutoData abre sua temporada 2026 discutindo um dos temas mais estratégicos para o futuro da indústria automotiva brasileira: as oportunidades que poderão surgir com o possível acordo comercial do Mercosul com a União Europeia e, principalmente, o que as empresas instaladas no Brasil precisam fazer desde já para se posicionarem nesse novo cenário.

Para esta edição o programa recebeu André Senador, profissional de comunicação com longa trajetória no setor automotivo e que, nos últimos anos, aprofundou-se nos temas de ESG, área na qual possui doutorado.

Radicado hoje em Portugal Senador teve a oportunidade de acompanhar de perto as discussões no continente europeu sobre a formação de um mercado integrado que poderá reunir mais de 700 milhões de consumidores.

Em passagem recente pelo Brasil o executivo lançou o livro ESG e Comunicação para o Desenvolvimento Sustentável – A Transformação das Marcas de Automóveis, no qual analisa como a sustentabilidade deixou de ser um tema periférico para se tornar um propósito corporativo estratégico para marcas e organizações.

Na avaliação de Senador os efeitos práticos de um eventual acordo Mercosul–União Europeia tendem a se materializar a partir de 2028 ou 2029. Ainda assim ele é categórico ao afirmar que a preparação precisa começar imediatamente.

“Estamos falando de um movimento que exigirá mudanças estruturais. As empresas que quiserem aproveitar essas oportunidades terão de iniciar agora sua adaptação.”

Segundo o especialista a União Europeia encontra-se hoje um degrau à frente do Brasil, especialmente no campo da legislação ambiental. Esse descompasso deve pressionar fornecedores e fabricantes brasileiros que pretendam integrar essa nova cadeia global de valor.

Com o acordo o avanço do global sourcing permitirá que montadoras utilizem componentes de qualquer região do mundo. Neste contexto empresas que não estiverem alinhadas de forma consistente às práticas de ESG poderão perder competitividade em curto espaço de tempo.

Apesar dos desafios André Senador vê grande potencial no parque industrial brasileiro. Para ele, porém, será necessário acelerar avanços, sobretudo nas questões ambientais, para que o País consiga se integrar plenamente a essa nova realidade: “A sustentabilidade, na Europa, caminha para ter um peso equivalente ao da segurança veicular, por exemplo. Ela deixa de ser diferencial e passa a ser requisito básico”.

A entrevista completa com André Senador pode ser conferida no primeiro Linha de Montagem AutoData de 2026.

Seara e Iveco unem-se para reduzir emissões no transporte urbano de cargas

São Paulo – A Seara e a Iveco formalizaram parceria para promover soluções de baixa emissão de poluentes para o transporte urbano de carga. A colaboração tem como base o Daily Multifuel, caminhão-conceito urbano desenvolvido pela montadora que promete alcançar até 95% de redução nas emissões de CO2.

O novo integrante da linha Daily roda com três combustíveis: gás natural, biometano e etanol. Outro pilar da parceria das empresas se dá com o conceito de economia circular: a JBS, dona da Seara, está avaliando gerar biometano a partir dos resíduos gerados de sua própria indústria. A ideia é criar um modelo de ciclo fechado produzindo combustível a partir de subprodutos de fabricação de alimentos.

Atvos e Scania juntam forças para iniciar operação de frota a biometano

São Paulo – A Atvos fechou parceria com a Scania para modernizar sua frota com caminhões movidos a biometano para o transporte de cana-de-açúcar. A aquisição dos veículos integra projeto de logística de baixo carbono, que inclui o uso de energia renovável em até 40%, no médio prazo.

Em paralelo a Atvos está construindo sua primeira fábrica de biometano em Nova Alvorada do Sul, MS, que deverá abastecer a própria frota da empresa a partir de resíduos da cana-de-açúcar. A unidade ocupará área de 150 mil m2 e terá capacidade instalada de 28 milhões de m3 de biometano por ano. 

ABVE e KPMG produzirão estudo sobre pegada de carbono de eletrificados

São Paulo – A ABVE, Associação Brasileira do Veículo Elétrico, e a KPMG assinaram contrato para a produção de estudo sobre a pegada de carbono dos veículos eletrificados no Brasil. Será mapeado quanto é emitido na fabricação e na circulação destes carros, levando em conta fatores da realidade local como matriz energética mais de 90% renovável e capacidade de produção de terras raras e minerais essenciais à mobilidade elétrica.

O estudo será produzido durante o primeiro semestre por equipe multidisciplinar da KPMG Brasil. Um resumo das conclusões será apresentado no evento de 20 anos de fundação da ABVE, programado para o início de junho em São Paulo.

Vendas de veículos usados crescem 9,3% em janeiro

São Paulo — Foram comercializados em janeiro 1,3 milhão de veículos usados e seminovos, volume que supera em 9,3% o total registrado no mesmo mês de 2025. Segundo a Fenauto, que divulgou os dados, o desempenho ganha mais relevância frente ao fato de que o ano passado registrou recorde histórico de vendas.

O presidente da entidade, Éverton Fernandes, avaliou que a base de comparação elevada e o crescimento interanual demonstram que a confiança do consumidor no mercado de usados permanece sólida. Ainda que, na comparação com dezembro, tenha havido retração de 24,5%, movimento considerado natural pela entidade devido às despesas típicas de início de ano, como IPVA, IPTU e matrículas escolares.

“Tivemos um resultado excepcional em 2025. É natural que o mercado passe por essa estabilização no período que antecede o carnaval. E mesmo com um calendário desafiador em 2026, que inclui Copa do Mundo e eleições, eventos que tradicionalmente alteram o ritmo do comércio, estamos confiantes na continuidade dos bons negócios.”

Volkswagen Gol lidera o comércio de usados

Em janeiro o automóvel usado mais vendido foi o Volkswagen Gol, com 56,3 mil unidades, seguido do Chevrolet Onix, com 35 mil, e do Hyundai HB20, com 34,1 mil.

Quanto aos comerciais leves, o primeiro lugar ficou com a Fiat Strada, 29,7 mil, o segundo com a Volkswagen Saveiro, com 17,7 mil, e o terceiro com a Toyota Hilux, com 14,5 mil.

Dentre os comerciais pesados, de acordo com dados da Fenauto, destaque para o Volvo FH, com 2,3 mil vendas, Ford Cargo, com 1,8 mil e Ford F4000, com 1 mil.

Toyota cria centro de biocombustíveis no Brasil

São Paulo – Parte dos R$ 11,5 bilhões do atual ciclo de investimento da Toyota no Brasil, que vai até 2030, foi utilizado para a criação de inédito centro de desenvolvimento para biocombustíveis no universo da maior fabricante de veículos do mundo.

Sem informar o valor aplicado na iniciativa Evandro Maggio, presidente da Toyota no Brasil, disse que a equipe já está formada e atuando: “São 40 engenheiros que já estão trabalhando em local específico na fábrica de Sorocaba”.

O objetivo é aproveitar o conhecimento nacional adquirido ao longo do tempo no desenvolvimento e aplicação de biocombustíveis nos veículos feitos no País. “Os biocombustíveis se encaixam no conceito da Toyota de oferecer diversas soluções para neutralizar o carbono na mobilidade”.

A Toyota foi pioneira na aplicação da tecnologia híbrido flex no Brasil e no mundo e acredita que outras formas de reduzir drasticamente as emissões podem ser aplicadas em nível global. A fabricante também demonstrou sua tecnologia híbrido flex brasileira na Índia, país que utiliza o etanol em sua matriz energética.

Outra iniciativa que será alvo de investigação e desenvolvimento deste inédito centro é a utilização de biometano. Um protótipo apresentado na Agrishow ano passado está rodando em testes em usinas no Estado de São Paulo.

Maggio acredita que essas soluções são alternativas bastante competitivas à eletrificação pura, assim como a própria Toyota, uma das poucas fabricantes globais a nunca colocar todas as fichas nos elétricos movidos a bateria. “Vemos com otimismo o desenvolvimento dos trabalhos deste laboratório”.