Frigo King inicia exportação para a Argentina

São Paulo – A Frigo King anunciou a sua chegada ao mercado argentino. O primeiro lote de exportação já foi enviado, com vinte máquinas destinadas a refrigerar a carga dentro dos implementos. 

A expectativa é de que este lote seja comercializado até o dezembro por um distribuidor local, que fechou o negócio com a Frigo King durante a rodada de negócios realizada em setembro. Com a negociação fechada a empresa passa a exportar para mais de 25 países.

Anfir volta da Argentina com US$ 17 milhões em perspectivas de negócios

São Paulo – A Anfir, entidade que representa o setor de implementos rodoviários, em parceria com a ApexBrasil, levou 35 empresas para rodada de negócios na Argentina, que gerou US$ 4,2 milhões de negócios fechados e uma perspectiva de mais US$ 13 milhões nos próximos doze meses.

As negociações passaram por duas cidades: Córdoba em 16 de setembro e Buenos Aires nos dias 17 e 18. Também foi realizado um seminário para apresentar o cenário econômico da Argentina e outros temas, como comércio exterior e pormenores de importações para o mercado argentino. 

Participaram do evento Brasfit, Braslux, Catarina, Comlink, Frigo King, Facchini, Forbal, Joinville, Germani, Grimaldi, Guerra, Hallco, Hubner, Hyva do Brasil, Ibiporã Implementos Rodoviários, Labor, Librelato, Manos, Marrucci, Metalesp, Rivertec, Metanox, MGN, Moderna, Morumbi, Randon, RAV Componentes, Rhodoss, Rodovale, Rossetti, Sansuy, Silpa, Thermo Star, Unylaser e Zurlo.

Ferrari aumenta potência do seu lucro, que contradiz sustentabilidade

Todo o discurso sobre adequar a sociedade a princípios civilizatórios de sustentabilidade socioambiental não parece colar no andar mais alto do estrato social. Nestas coberturas, onde se multiplicam piscinas de borda infinita, que abrigam as pessoas mais ricas do planeta, ninguém pergunta ou se importa com quantos gramas de CO2 emite o novo Ferrari 849 Testarossa V8 híbrido plug-in, com seus desnecessários e perdulários 1 mil 50 cavalos, que na Europa custa de € 460 mil a € 650 mil – algo como R$ 2,9 milhões a R$ 4 milhões pelo câmbio atual.

Poucas pessoas no mundo podem exaltar sua própria riqueza por meio do desperdício de recursos com uma marca icônica de luxo, mas no caso da Ferrari é público mais que suficiente para sustentar o maior lucro do mundo por carro vendido, garantido por quem aceita e até se acotovela para pagar pequenas – pequenas para eles, diga-se – fortunas por um veículo que, a despeito de sua incontestável beleza, esportividade e exclusividade, não serve para muita coisa além de ser uma joia automotiva que passará a maior parte do tempo guardada em uma garagem, com esporádicas seções de exibicionismo em vias que não permitem nem um sexto da velocidade máxima disponível.

Pois são essas poucas pessoas com altos padrões de insustentabilidade socioambiental que, no primeiro semestre deste ano, compraram 7 mil carros da Ferrari, marca que atualmente tem sete modelos em linha – sem contar algumas séries especiais – que na Europa custam de € 230 mil, caso do Roma Spider, aos € 700 mil de um Purosangue V12, de 725 cv, o primeiro Ferrari quatro portas para quatro ocupantes.

Lucro turbinado

Os mais recentes resultados financeiros da Ferrari comprovam que, mesmo vivendo sob o maior ciclo de transformação da história rumo à eletrificação, o que dá lucro na indústria automotiva não são ações de sustentabilidade mas motores a gasolina de tão alta quanto descabida potência, empacotados por belos designs, fino acabamento e – acima de tudo – uma marca icônica capaz de cobrar preços que superam em muito o seu valor material.

Com plano iniciado há cerca de dez anos que envolveu a separação acionária do Grupo Fiat – mas permanecendo sob controle da família Agnelli por meio da holding Exor NV, a mesma que também controla a hoje Stellantis – e o lançamento de renovados e novos produtos, a Ferrari praticamente dobrou suas vendas, que saltaram de 7,6 mil unidades em 2015 para 13,7 mil em 2024.

Com isto faturamento e lucros também se multiplicaram: em dez anos as vendas globais saíram de € 2,8 bilhões para € 6,7 bilhões, um salto de 139%, e o lucro líquido cresceu mais de cinco vezes, de € 290 milhões, em 2015, para € 1,5 bilhão no ano passado.

Estes resultados fazem da Ferrari a empresa automotiva mais lucrativa do planeta com relação ao volume de carros que vende, com ganhos que continuam a crescer ano a ano. No primeiro semestre de 2025 os 7 mil carros vendidos garantiram faturamento de € 3,6 bilhões, um crescimento de 8,5% com relação ao mesmo período de 2024, enquanto o lucro líquido de € 837 milhões avançou ainda mais, 9,4%, mesmo com número de unidades vendidas sem crescimento, na prática estável.

Maior lucro por carro

Mesmo com os mercados onde atua em retração a Ferrari segue ganhando dinheiro, basicamente porque seus clientes não se incomodam muito com aumento de preços e seguem fazendo filas de espera para receber seu carro com a indefectível marca do cavalino rampante.

Segundo cálculos do especialista Felipe Muñoz, analista global da Jato Dynamics baseado em Turim, Itália, no primeiro semestre a Ferrari lucrou € 118 mil por carro vendido, quase € 10 mil a mais do que os € 108,7 mil por unidade de um ano atrás, um aumento de 8,7%.

Analisando os balanços de 34 fabricantes de veículos do mundo Muñoz chegou à conclusão que a Ferrari não é só a mais lucrativa do mundo como também abriu distância abissal para as demais.

Segunda no ranking elaborado pelo consultor, a JLR, antiga Jaguar Land Rover, no mesmo semestre precisou vender 23 carros para obter o mesmo lucro de um Ferrari vendido. Este número aumenta para 24 no caso da Porsche – outrora a mais lucrativa do setor –, sobe para 47 da Mercedes-Benz, 58 do Grupo BMW – que também inclui Mini e Rolls-Royce – e 62 da Tesla.

Esta relação cresce ainda mais nos grupos fabricantes de grandes volumes: para atingir o lucro de um Ferrari vendido a GM precisa vender 69 carros de suas marcas, a compatriota Ford precisa de 673, a Toyota de setenta, 116 do Grupo Volkswagen – que inclui marcas de alto valor agregado como Audi e Bentley – e a GWM necessita de 89 – é a chinesa mais bem colocada no ranking.

Como era de se esperar, pela prática de preços baixos, os fabricantes da China trabalham com margens baixas. A BYD, uma das melhores colocadas, precisa vender 113 veículos de suas quatro marcas para alcançar o lucro de um Ferrari, enquanto a penúltima colocada Geely necessita de 1 mil 225 unidades e a Leapmotors, na última posição, no primeiro semestre vendeu nada menos do que 6 mil 667 carros para lucrar o mesmo que apenas um cavalinho italiano.

Mas Muñoz observa que, apesar de seguir mostrando lucros crescentes e vistosos, o ritmo de crescimento dos resultados da Ferrari vem caindo nos último anos, mesmo após o lançamento do Purosangue, em 2022, o primeiro quatro-portas da marca que poderia ter trazido volumes maiores, por ter inserido a fabricante em segmento no qual ela nunca atuou. Talvez nem precisasse, pois é um público diferente, mais racional e menos apaixonado, do qual costuma ser mais difícil se obter tanto lucro, pois há opções bastante luxuosas e mais baratas.

Eletrificação perdulária

A Ferrari também faz suas apostas na eletrificação, mas sempre preservando a desnecessária e perdulária alta potência: em 2019 lançou o SF90 Stradale, seu primeiro híbrido plug-in, e em 2021 veio o segundo, o 296 GTB/GTS – o primeiro da marca a economizar cilindros, com motor V6 de 221 cv que com a ajuda dos motores elétricos chega a 830 cv. Este ano, para suceder o Stradale, foi apresentado o 849 Testarossa com evoluído powertrain híbrido plug-in que combina o V8 a gasolina de 830 cv com três motores elétricos de 220 cv, ultrapassando assim os 1 mil cavalos.

Agora é esperada a apresentação do primeiro Ferrari 100% elétrico que, apesar da fonte energética considerada mais limpa, deverá ter cavalaria tão perdulária – e por isto inútil – quanto o resto da família. Resta saber se na era da eletrificação a Ferrari continuará ganhando dinheiro ou começará a perder lucros, como vem acontecendo com a maioria dos fabricantes que perdem a essência ao migrar para os elétricos e hoje são comparáveis a marcas chinesas mais baratas.

O que em nada muda é a essência do andar de cima, ou da maioria dos ricos seus habitantes: seja um carro a combustão ou elétrico o negócio é gastar dinheiro, recursos e energia como se não houvesse amanhã. É provável que não haja mesmo.

Custo de instalação cai e rede de eletropostos cresce 50% no Brasil

São Paulo – O número de eletropostos públicos instalados no Brasil chegou a cerca de 18 mil unidades até o começo de outubro, de acordo com dados da ABVE, Associação Brasileira do Veículo Elétrico. Esse número representa avanço de 50% sobre os 12 mil eletropostos que o País tinha no fim de 2024, e os carregadores rápidos tiveram avanço mais relevante, chegando a 4 mil unidades, contra 1,5 mil em dezembro.

Para Ayrton Barros, diretor de infraestrutura da ABVE, o Brasil ainda está longe do número ideal de eletropostos, que é de um para cada dez carros elétricos e híbridos plug-in: o cenário atual é de um para dezoito. Mas o avanço da rede de eletropostos rápidos melhorou bastante o cenário:

“Mais do que dobramos o número de carregadores rápidos disponíveis, o que traz uma grande melhora na qualidade do serviço oferecido aos proprietários de elétricos e híbridos plug-in”.

Para Henri Karam, diretor de comunicação e de relações públicas da BYD, o movimento foi natural, com as empresas investindo cada vez mais em recarga após o crescimento da frota de veículos elétricos. A BYD tem cerca de cem eletropostos rápidos instalados no País e mais algumas dezenas serão instaladas nas próximas semanas, afirmou o Karam.

A velocidade da recarga também tem avançado e, depois de muito desenvolvimento, a BYD conseguiu produzir um carregador que entrega 400 quilômetros de autonomia em 5 minutos — e ele será instalado no Brasil:

“Era um pedido do nosso CEO global que a engenharia desenvolvesse um eletroposto que carregasse o carro elétrico no mesmo tempo que um a combustão demora para abastecer. Fizemos isto e em breve estará disponível no Brasil”.

Davi Bertoncello, um dos fundadores da Tupi Mobilidade, empresa que desenvolve softwares para a gestão de eletropostos, lembrou que com o avanço da tecnologia o custo do investimento diminuiu e isto tem ajudado no crescimento da rede de recarga. No passado um eletroposto rápido custava em torno de R$ 1 milhão e, agora, com esse valor, é possível instalar de sete a até dez unidades, dependendo da potência:

“Hoje o custo do investimento na infraestrutura de recarga é até dez vezes menor do que em 2019. Dessa forma muitos empresários de outros segmentos começam a ter interesse na instalação dos eletropostos, como os donos de postos de combustível”.

Tributação precisa avançar

O advogado Edgar Junqueira Freire, do Escritório Rolim, fez um estudo para atender a demanda da ABVE para mostrar que a operação de um eletroposto deve pagar apenas o ISS, imposto sobre serviços, uma vez que é uma prestação de serviços e não a venda de um produto, como um carro ou um sorvete, na qual é cobrado o ICMS pelo governo de cada Estado.

O problema é que não foi definido de forma clara e traz insegurança jurídica para o segmento. O advogado entende que precisa haver um alinhamento de estados e municípios para que seja cobrado apenas o ISS, e não o ICMS. No cenário muda de região para região, dificultando muitas vezes o investimento e crescimento da rede:

“É preciso que esta conversa seja levada à frente e que a legislação tributária dos eletropostos seja clara, para que as empresas possam operar sem riscos. No nosso ponto de vista o ISS é o mais adequado”.

A expectativa de Freire é que a reforma tributária traga melhorias para o setor de recarga, tornando o sistema de tributação mais claro. Mas como o sistema atual de cobrança seguirá em vigor com a reforma, de 2026 a 2032, é importante que se defina também dentro das regras atuais, pois as empresas terão que conviver com os dois modos de tributos durante o período de transição.

Especial GWM: Muitas transformações antes de começar a produzir.

Um comunicado em 18 de agosto de 2021 confirmou os rumores de que a Mercedes-Benz negociava a venda da sua fábrica de Iracemápolis, SP, paralisada desde dezembro, para um fabricante chinês. O terreno de 1,2 milhão de m2, edificações e alguns maquinários foram adquiridos pela ainda desconhecida Great Wall Motor. Nem o valor da transação foi divulgado. A econômica nota distribuída à imprensa informava que seriam criados 2 mil empregos e continha uma declaração do vice-presidente da GWM, Liu Xiangshang, enfatizando que “este investimento criará mais empregos diretos e indiretos na região e impulsionará o desenvolvimento de P&D local, promovendo a transformação e atualização da estrutura industrial, contribuindo com mais lucros e impostos para o governo brasileiro”.

Quase seis meses depois, em janeiro de 2022, a Great Wall Motor tomou posse oficial da fábrica e revelou seu ciclo de investimento de mais de R$ 10 bilhões no Brasil até 2032, com os primeiros R$ 4,4 bilhões aplicados para a produção em Iracemápolis. A equipe estava em formação e as primeiras informações davam conta de que seria uma fábrica exclusiva para modelos eletrificados e que a capacidade nominal seria ampliada para 100 mil unidades, ante as 20 mil da operação Mercedes-Benz. A realidade dá conta de que muitas reviravoltas ocorreram desde aquele momento até o início da produção de três modelos, em 2025, dois deles equipados só com motor a diesel, sem eletrificação.

Para arredondar o projeto industrial que demorou quase três anos para iniciar atividades a GWM buscou um dos profissionais brasileiros mais experientes no desenvolvimento de linhas produtivas: Márcio Alfonso, que participou da equipe que levantou a moderna e inédita fábrica da Ford no Nordeste brasileiro, liderou a produção global do Ecosport a partir da unidade de Camaçari, BA, e depois criou padrões internacionais multiplataforma e multimarcas para a Caoa-Chery em Anápolis, GO.

MUDANÇAS DESAFIADORAS

Esta reportagem foi publicada na edição 425 da revista AutoData, de Setembro de 2025. Para ler ela completa clique aqui.

Foto: Divulgação/GWM

Mercedes-Benz lança plataforma de agendamento de serviços de vans

São Paulo – A Mercedes-Benz Cars & Vans lançou no Brasil a sua plataforma digital para agendamento de serviços e revisões de vans. A plataforma DSD Book, digital service drive, já está em operação em mais de cinquenta países e começou a funcionar no País na segunda-feira, 6.

Por meio da DSD Book é possível agendar revisões e outros serviços online, digitalizando a experiência de pós-vendas, algo que já era feito nos automóveis da empresa. A meta da Mercedes-Benz Cars & Vans, aqui, é que 10% dos clientes passem a realizar o agenda online até o fim do ano que vem.

Produção de veículos segue desacelerando ritmo na Argentina

São Paulo – De janeiro a setembro saíram das linhas de produção, na Argentina, 379,2 mil veículos, 4,6% acima dos nove meses do ano passado. Apesar do resultado positivo o ritmo de crescimento vem diminuindo mês após mês: no acumulado até agosto havia alta de 6,2% em comparação ao mesmo período no ano passado e, até julho, de 10,1%.

Os dados foram divulgados pela Adefa, que representa as montadoras. Neste mesmo período as exportações recuaram 9,1%, somando 199,8 mil unidades nos nove meses do ano.

Em setembro a produção de 47,1 mil veículos superou em 5,8% a de agosto. No entanto, frente ao mesmo mês em 2024, houve recuo de 5%.

Foram exportadas no mês passado 26,4 mil unidades, 3,6% acima de agosto mas 17,2% aquém de setembro de 2024.

Na análise do presidente da Adefa, Martin Zuppi, o setor continua mantendo um saldo positivo: “Por um lad, a produção e as vendas seguem acumulando desempenho melhor do que em 2024. Por outro as exportações reagiram no mês, embora na comparação anual continuem com dificuldades de ampliar os volumes e de acessar novos mercados, o que representa desafio estratégico para um setor com forte perfil exportador”.

As vendas no país, de acordo com dados da Acara, entidade que representa os concessionários, somaram de janeiro a setembro 500,1 mil unidades, alta de 60,4% com relação ao mesmo período de 2024. No mês passado os emplacamentos de 55,8 mil unidades superaram em 27,8% os de setembro do ano passado e em 1,7% os de agosto.

Zuppi reiterou a importância do trabalho conjunto dos setores público e privado visando a melhorar a competitividade: “Como uma das prioridades está a redução da carga tributária para consolidar ambiente mais favorável ao investimento e ao desenvolvimento produtivo e exportador.”

Instituto MBCBrasil é lançado para acelerar a descabonização da mobilidade

São Paulo – Nascida MBCB, Acordo de Cooperação Mobilidade de Baixo Carbono para o Brasil, coalizão que envolve fabricantes de veículos, fornecedores, empresas do setor de bioenergia, entidades de tecnologia e engenharia e sindicatos, a iniciativa agora se transforma em entidade: Instituto MBCBrasil.

Com o objetivo de acelerar a descarbonização da mobilidade com soluções técnicas e atuação estratégica o Instituto MBCBrasil foi oficialmente lançado para estruturar sua atuação em três eixos estratégicos: descarbonização viável, tecnologias da bioeletricidade e transição energética justa. 

O objetivo é buscar interlocução técnica e política com entidades e participantes do setor da mobilidade, articulando com iniciativas públicas e privadas, promovendo letramento e conscientização sobre o tema, além de propor e apoiar políticas públicas e investimentos que incentivem a adoção de soluções adequadas ao contexto brasileiro.

A nova entidade já reúne representantes de Abimaq, Abiogás, Abipeças, AEA, Alcopar, Bioind, Biosul, Bosch, Bruning Tecnometal, Conarem, Copersucar, Cummins, IPT, John Deere, Mahle, SAE Brasil, Scania, SIAMIG, SIFAEG, Sindaçúcar PE, Sindaçúcar AL, Sindalcool PB, Stellantis, Toyota do Brasil, Tupy-MWM e Unica.

José Eduardo Luzzi é o presidente do conselho de administração e Orlando Merluzzi o gestor operacional. 

RX abre segundo lote de ingressos para o Salão do Automóvel

São Paulo – A alta demanda pelo Salão Internacional do Automóvel de São Paulo esgotou o primeiro lote de ingressos, o que levou a RX, organizadora do evento, a antecipar a abertura das vendas do segundo. A trigésima-primeira edição do evento será realizada de 22 a 30 de novembro, no Distrito Anhembi.

Os valores das entradas passaram por reajuste de R$ 145 para R$ 162, em fins de semana, e de R$ 58 para R$ 63 a meia entrada em dias de semana. Os ingressos VIP, que dão acesso ao Dream Lounge, foram de R$ 530 a R$ 640 nos fins de semana.

As vendas são realizadas exclusivamente pelo site oficial www.salaodoautomovel.com.br.

Rodolfo Possuelo é o novo diretor de pós-vendas da Nissan do Brasil

São Paulo – Rodolfo Possuelo, responsável pelo pós-venda da Nissan América Latina, passou a acumular as funções da diretoria de pós-venda para o Brasil, o maior mercado da região. Retorna à função que assumiu em 2017, quando foi contratado.

Possuelo liderou também a área de satisfação dos clientes e desenvolvimento de rede e depois foi diretor de vendas. Em 2022 foi alçado a diretor comercial, responsável por vendas, pós-vendas, qualidade e desenvolvimento de rede.

Em 2024 assumiu a diretoria de pós-vendas para a América Latina, a partir do escritório da empresa em São Paulo. Formado em administração pela Universidade de Brasília, tem MBA em marketing pela Fundação Getúlio Vargas e acumula quase trinta anos de experiência na indústria automotiva.