São Paulo – A Anfavea, a Fenabrave, o Sindipeças, a CNT, o IBP, a Federação Brasilcom, a Abicom, a Fecombustíveis e a SindTRR divulgaram na quinta-feira, 13, um documento na qual se posicionam contrária ao aumento da mistura do biodiesel no óleo diesel, prevista para ocorrer nos próximos anos.
Na verdade a mistura já teria que ter subido para 13%, mas foi mantida em 10% – e este índice deverá seguir na mesma faixa nos próximos meses. E 10% é o que a Anfavea considera seguro como mistura máxima:
“Os problemas de cristalização, higroscopia, baixa filtrabilidade e formação de borras do biodiesel, que já ocorrem com a mistura atual, associados aos recentes aumentos de teor compulsório, têm provocado danos a máquinas e motores, diminuição da vida útil e baixa performance de equipamentos, além de aumento dos custos de manutenção e prejuízos aos mais diversos setores da economia e seus consumidores”, diz o comunicado.