Apenas 388 unidades separam a líder em vendas no mercado brasileiro de caminhões, MAN, da segunda colocada, Mercedes-Benz, a um mês do fechamento do ano. Em teoria a briga pela liderança está em aberto, mas muito dificilmente haverá alguma alteração nas posições, dado o baixo volume de vendas do segmento em todo o ano.
O mercado encolheu 46,5% de janeiro a novembro, para 65,8 mil unidades. Destas, 18 mil foram de caminhões MAN, volume 44,8% inferior na comparação dos períodos, e 17,7 mil Mercedes-Benz, queda de 45% na mesma base de comparação.
Em novembro as duas marcas venderam pouco mais de 1,3 mil unidades cada, com vantagem para a MAN, que registrou 1 mil 393 licenciamentos, ante 1 mil 325 da M-B.
O volume é quase duas vezes superior da terceira colocada, Ford, que teve 713 emplacamentos no mês passado. No acumulado do ano a marca registrou 12,1 mil unidades comercializadas, queda de 29,9% – bem abaixo da média e que permitiu à marca ascender à terceira posição, superando a Volvo.
Volvo, quarta, Scania, quinta e Iveco, sexta, apresentaram queda forte, superior à do mercado. As seguintes – Hyundai e DAF –, ao contrário, registraram crescimento, mas sobre uma base baixa.

Ônibus – No segmento de chassis a história já está resolvida: a M-B lidera novamente o mercado, com 49,8% das vendas, e não será superada pela MAN, vice-líder com 21,6% das vendas.
Destaque para o desempenho da Iveco, com 81,3% de crescimento e agora quarta mais vendida, superando as suecas Scania e Volvo.

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