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Aço: Brasil busca acordo antes de recorrer à OMC.

Governo brasileiro desenvolve consultas com os de outros países igualmente afetados

O presidente da República recebeu na segunda-feira, 12, o diretor geral da OMC, Organização Mundial do Comércio, Roberto Azevêdo, e conversaram sobre a decisão dos Estados Unidos de aplicar tarifas para importação de aço e alumínio. Após o encontro Azevêdo disse que o governo brasileiro está conversando com os de outros países afetados pela medida e estudando possibilidades de entendimento:

 

“Pelo que eu pude depreender o governo brasileiro está em contato com outros países para estudar quais alternativas seriam mais adequadas, do ponto de vista brasileiro e até coletivo. Percebi que o governo brasileiro está perfeitamente atento a todos esses desdobramentos, está aberto para uma tentativa de entendimentos.

 

Segundo ele o Brasil não afasta a possibilidade de recorrer à própria OMC contra a medida, embora esse plano não esteja sendo adotada no momento: “Não sei se há uma determinação de recorrer ao mecanismo de solução de controvérsias da OMC. Entendo que o governo brasileiro não exclui essa possibilidade, mas estuda outras várias alternativas que estão sobre a mesa”.

 

A tarifa adicional de 25% sobre as importações de aço e de 10% sobre as de alumínio, adotadas pelo governo dos Estados Unidos, preocupam o Brasil, conforme informou o Mdic. De acordo com o Ministério a restrição comercial afetará as exportações brasileiras de ambos os produtos e pode resultar em contestação brasileira nos organismos internacionais.

 

 

aumovio

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