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China reduz protecionismo no setor automotivo

Grupos estrangeiros poderão deter mais de 50% das empresas locais

A o governo da China decidiu reduzir, progressivamente, as restrições que impedem que empresas automotivas estrangeiras detenham participação majoritária em uma subsidiária chinesa até 2022, de acordo com pronunciamento do presidente Xi Jinping, divulgado pelo site Flash de Motor, editado em Caracas, Venezuela, na quarta-feira, 18.

 

A medida visa a abrir esse pedaço da economia chinesa para empresas de fora e a colocar fim aos obstáculos que alimentaram disputa comercial com os Estados Unidos e estreitaram as relações com outros parceiros comerciais.

 

Hoje grupos estrangeiros não podem ter mais do que 50% de uma empresa na indústria automotiva chinesa e são obrigados a se associar a empresas chinesas, ex-estatais. As mudanças virão inicialmente para a produção de veículos elétricos e híbridos ainda este ano, em 2020 para veículos comerciais e em 2022 para carros particulares.

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