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Receita das autopeças deverá recuar de 25% a 30%

São Paulo – Em sua última Pesquisa Conjuntural o Sindipeças estimou em 25% a 30% a queda no faturamento das fabricantes de autopeças até o fim do ano, comparado com 2019. Até agosto as receitas recuaram 33,6% na comparação com os primeiro oito meses do ano passado, com maior impacto na receita com as vendas às montadoras, queda de 41%, e exportações em dólares, 40,8%. No mercado de reposição as perdas somaram 9,9%.

São Paulo – Em sua última Pesquisa Conjuntural o Sindipeças estimou em 25% a 30% a queda no faturamento das empresas fabricantes de autopeças até o fim do ano, comparado com 2019. Até agosto a receita recuou 33,6% na comparação com os primeiro oito meses do ano passado, com maior impacto sobre as vendas às montadoras, queda de 41%, e exportações em dólares, 40,8%. No mercado de reposição as perdas somaram 9,9%.

Em agosto os recuos foram menos acentuados com relação a agosto de 2019: 12,7% no total, com as vendas às montadoras retrocedendo 19,8% e as exportações em dólares 26,7%. Na reposição o resultado foi positivo: crescimento de 7,3%.

Foram positivas também as comparações de agosto sobre julho: 18,2% de aumento no faturamento total, com alta de 23,1% na receita com as montadoras, 16,1% nas exportações em dólares e 3,5% na reposição.

Pelo segundo mês seguido houve crescimento nos empregos do setor: alta de 1% na passagem de julho para agosto. No acumulado de janeiro a agosto, porém, o saldo é 9,5% negativo.

O Sindipeças destacou também que a ociosidade no pátio industrial voltou a patamar similar ao pré-pandemia, com 66% de utilização das fábricas.

Foto: Peoplecreations/freepik.

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