Volkswagen e-Delivery ficou para 2021

São Paulo – O lançamento do caminhão elétrico Volkswagen e-Delivery está programado para ocorrer no primeiro semestre do ano que vem, apesar de o cronograma inicial estipulado pela montadora ter sofrido atrasos por causa da pandemia da covid-19, que paralisou a produção de veículos no País no segundo trimestre. O atraso no cronograma foi divulgado pelo presidente Roberto Cortes durante o Seminário AutoData Megatendências do Setor Automotivo, a Revisão das Perspectivas 2020, na primeira semana de julho: “A pandemia provocou um certo atraso no planejamento, de dois a três meses, mas o lançamento do e-Delivery está programado para acontecer em algum momento no primeiro semestre do ano que vem”.

FNM retorna ao mercado com motor elétrico

Caxias do Sul, RS – Com expectativa de fazer as primeiras entregas até o final do ano, a histórica marca de caminhões FNM voltará a fazer parte da rotina diária das ruas e estradas brasileiras – e de forma alinhada às novas demandas do mercado por veículos sustentáveis. A primeira marca de caminhões do Brasil, que iniciou produção em 1949, retorna com modelos elétricos, elevado nível de tecnologia e de conectividade, bem como um novo formato de negócio, com vendas pela internet, planilha aberta e sob demanda.

Importadoras mantêm busca pela redução de imposto

São Paulo – As importadoras de veículos associadas à Abeifa seguem em busca da redução do imposto de importação junto às autoridades do governo federal com quem mantêm contato. Segundo João Oliveira, presidente da entidade, a redução dos atuais 35% para 20%, mais do que abrir campo para desempenho comercial melhor do que o visto por ora, fortaleceria a operação das empresas.

Vendas na Europa caem 22% em junho

São Paulo – O mercado europeu registrou, em junho, 949,7 mil carros de passageiros comercializados, volume 22,3% inferior ao do mesmo mês do ano passado, informou a Acea, associação que representa as fabricantes de veículos da União Europeia. A boa notícia é que este resultado superou em 63,4% o de maio.

Não são palavras ao vento

São Paulo – Palavras recentes de presidentes de empresas produtoras de veículos no Brasil, colocando em dúvida sua capacidade de reterem, até dezembro, o padrão atual de empregos não podem, nem devem, ser interpretadas como palavras ao vento: Antonio Filosa, da FCA, Carlos Zarlenga, da GM, e Pablo di Si, da Volkswagen, estavam falando muito seriamente. A situação projetada é tal que outro executivo de primeiro time, que falou a AutoData em off the record, considerou-se “cautelosamente pessimista” com as perspectivas até 2025.

Quinzena registra 77,5 mil veículos novos

São Paulo – Até a quarta-feira, 15, foram emplacados 77,5 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus no Brasil, segundo dados preliminares do Renavam obtidos pela Agência AutoData. Com onze dias úteis a média diária da primeira quinzena de julho alcançou 7 mil 45 unidades, 38% acima das 5,1 mil unidades emplacadas por dia útil da primeira metade de junho.

Volkswagen quadriplica produtividade na estamparia com nova prensa

São Bernardo do Campo, SP – A fábrica Anchieta da Volkswagen, que um dia já foi chamada de Cidade Volkswagen, é uma das pioneiras no País, juntamente com as vizinhas Mercedes-Benz e Scania – bem como o era a igualmente próxima Ford Taboão, de origem Willys, que deixou de funcionar no ano passado. Com isso carrega tanto glórias como desafios: alguns equipamentos da estamparia, uma das áreas mais difíceis e caras para se mexer, datam de 45 anos atrás.

Política industrial do governo terá consequências, alerta Di Si

São Bernardo do Campo, SP – O presidente e CEO da Volkswagen América Latina, Pablo Di Si, praticamente jogou a toalha no que diz respeito à possibilidade de o governo federal oferecer algum tipo de auxílio ou colocar em prática programas para a indústria automotiva nacional superar as dificuldades econômicas causadas pela pandemia da covid-19. m entrevista durante a inauguração de uma nova prensa na área de estamparia da fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo, SP, na quarta-feira, 15, o executivo afirmou que o atual governo “tem uma visão, que respeito, de não atuar diretamente em segmentos como aeronáutico, automotivo etc. Sabemos que não é algo contra uma indústria específica ou uma empresa, mas decidiram que não intervirão. É a decisão. E terá consequências”, alertou, ainda que ele não tenha especificado exatamente quais seriam.