CNH Industrial divide operações para dobrar lucro

Nova York — Em apresentação a investidores na Bolsa de Valores estadunidense a CNH Industrial anunciou que separará suas empresas em dois grupos. A divisão colocará as divisões de veículos comerciais, fabricante de motores e transmissões na operação denominada On-highway e as empresas que atuam no segmento agrícola e de construção na organização Off-highway. Os respectivos nomes dessas novas unidades de negócios serão apresentados em futuro proximo. E essas duas empresas terão ações negociadas na Bolsa de Nova York a partir do primeiro trimestre de 2021.

 

Caoa pretende produzir caminhão Ford e carro chinês

São Paulo – Nas últimas três semanas tornaram-se intensas as conversas dentro do círculo que envolve a compra da Ford Taboão, uma discussão que resultou, segundo João Doria, governador estadual, “na execução da primeira fase da aquisição da fábrica instalada em São Bernardo do Campo”.

 

Ford e Caoa, empresa que agora detém a preferência na compra, tratarão a portas fechadas do processo de due dilligence para se chegar a um preço e, por fim, a um desfecho.

 

Prefeitura de São Bernardo tenta recolocar ex-trabalhadores Ford

São Paulo – A Prefeitura de São Bernardo do Campo tem reuniões agendadas na semana que vem com executivos da Mercedes-Benz e da Volkswagen para tentar abrir as suas portas para ex-funcionários da Ford Taboão. A medida é similar à adotada pelo município com a General Motors, da vizinha São Caetano do Sul, há duas semanas, atitude que foi bem vista pelo presidente Carlos Zarlenga – mesmo sem ter estabelecido compromisso de absorção de pessoal.

 

Chega ao Brasil a décima-segunda geração do Toyota Corolla

São Bernardo do Campo, SP – O primeiro automóvel híbrido produzido em série no Brasil começa a chegar às concessionárias Toyota. A décima-segunda geração do Corolla que sai das linhas de Indaiatuba, SP, oferece em sua versão topo de linha a possibilidade de o consumidor optar pela inédita – e importada – motorização híbrido flex, por R$ 124 mil 990.

 

O primeiro híbrido nacional. E o primeiro híbrido flex do mundo.

São Bernardo do Campo, SP – Dentro do capô do Toyota Corolla Altis trabalham, ao lado de um motor 1.8 litro a combustão que permite abastecimento com etanol e a gasolina, dois motores elétricos conectados ao sistema de tração e a uma bateria. A tecnologia híbrida não é exatamente uma novidade na indústria automotiva global, mas o sedã produzido pela Toyota em Indaiatuba, SP, é o primeiro made in Brazil equipado com o sistema.

 

Corolla agora tem motor 2.0 de Porto Feliz

São Bernardo do Campo, SP – Embora a novidade mais marcante da décima-segunda geração do Toyota Corolla produzida em Indaiatuba, SP, seja a opção de motor híbrido flex em uma das versões, a produção local de um motor a combustão é também um marco importante para a companhia no País. Será a primeira vez que o sedã trará sob o capô um motor produzido em Porto Feliz, SP, que recebeu R$ 600 milhões em investimentos para ter em suas linhas o 2.0 Dynamic Force.

 

Quinze novos fornecedores integram a base do Corolla

São Bernardo do Campo, SP – A Toyota elevou em 16% a quantidade de peças e componentes nacionalizados para a décima-segunda geração do Corolla, na comparação com a anterior. De acordo com Celso Simomura, vice-presidente de compras e engenharia, são mais de 1,3 mil part numbers para as versões 2.0 flex e 1.8 híbrido flex, fornecidos por 116 empresas – 8% mais –, das quais quinze desenvolvidas para esta nova geração.

 

Negociação Ford-Caoa segue por mais 45 dias

São Paulo – O destino da fábrica do bairro do Taboão, em São Bernardo do Campo, SP, obtida pela Ford em 1967 por meio da compra das operações da Willys Overland, ainda não foi oficialmente selado: na terça-feira, 3, o governador João Doria convocou a imprensa ao Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, para anunciar que as empresas entraram no processo de due dilligence. A novela seguirá por mais 30 a 45 dias.

 

Abeifa admite rever mais uma vez as projeções

São Paulo – A revisão para baixo das projeções de vendas de veículos das associadas da Abeifa, feita em julho, dificilmente será alcançada, segundo o seu presidente José Luiz Gandini. Em nota divulgada na terça-feira, 3, ele admite que dificilmente as associadas venderão 40 mil unidades até o fim do ano: de janeiro a agosto foram 22,2 mil veículos, recuo de 10,7% com relação ao mesmo período do ano passado.