Tera adiciona R$ 3,2 bilhões ao orçamento de compras da Volkswagen

A produção do SUV Tera no Brasil gera impactos econômicos significativos e injeta novos recursos em toda a cadeia de produção no País. Somente até o fim deste ano, segundo calcula a Volkswagen, o novo modelo será responsável por adicionar pouco mais de R$ 3,2 bilhões ao seu orçamento de compras, valor equivalente a 12% do total de R$ 26,3 bilhões que estima gastar no País, em 2025, com aquisição de componentes e serviços.

Ainda de acordo com a fabricante o Tera é cliente de 58% dos 414 fornecedores da Volkswagen no Brasil. Ele nasce com elevado índice de nacionalização de 80%: dos seus 241 fornecedores de componentes 230 são empresas instaladas no Brasil e 21 delas estão localizadas no Vale do Paraíba, região que abriga a fábrica de Taubaté, SP, que desde março produz o novo SUV, com adição de 1 mil 825 novas peças à linha de montagem.

Graças aos seus avanços tecnológicos e grande índice de conteúdo local o Tera atraiu quatro novos fornecedores para a Volkswagen, que até então não a atendiam.

Não existe nenhum plano formal divulgado de aumento de nacionalização do Tera, mas o objetivo latente da empresa é de sempre elevar o grau de localização do produto para controlar custos e evitar riscos cambiais.

A geração de empregos em toda a cadeia também é expressiva: com o aumento das compras estimuladas pelo Tera a Volkswagen calcula a abertura de 2,6 mil postos de trabalho em todos os fornecedores do novo SUV.

Esta reportagem foi publicada na edição 422 da revista AutoData, de Junho de 2025. Para ler ela completa clique aqui.
Foto: Divulgação/VW

Stellantis inaugura centro de testes para veículos eletrificados

São Paulo – A Stellantis inaugurou no Polo Automotivo de Betim, MG, um centro de testes de colisão para veículos híbridos e elétricos. O evento de lançamento da nova estrutura do Safety Center South America contou com a presença do CEO global Antonio Filosa. 

De acordo com a companhia, a modernização do espaço representa importante avanço tecnológico, ao ampliar a capacidade de desenvolver localmente soluções inovadoras dedicadas à segurança veicular.

No Safety Center equipe especializada com mais de cinquenta engenheiros conduz rigorosos protocolos de avaliação. Segundo a Stellantis os testes de colisão para veículos híbridos e elétricos seguem procedimentos similares aos aplicados em veículos a combustão, mas com foco em aspectos críticos relacionados às baterias e sistemas elétricos.

Antes da realização dos testes de impacto é feita inspeção completa das baterias, com análises visuais, testes elétricos e verificação de isolamento. Durante os ensaios, tecnologias avançadas monitoram sinais de curto-circuito, fuga térmica e risco de incêndio, garantindo controle total do processo.

Após a colisão a área é isolada e equipes técnicas, junto à brigada de incêndio, seguem diretrizes especiais para veículos de alta voltagem. Caso seja detectado risco de incêndio ou falha no isolamento elétrico, o protocolo prevê o resfriamento do veículo com água, por meio de um tanque de imersão, desenvolvido especificamente para conter emergências envolvendo baterias de alta voltagem.

Venda de importados da Abeifa cresce 33% no primeiro semestre

São Paulo – As vendas de veículos importados das associadas da Abeifa, entidade que representa os importadores locais, somaram 59,5 mil unidades no primeiro semestre, alta de 32,6% na comparação com igual período do ano passado, de acordo com os dados divulgados pela entidade na sexta-feira, 11.

Um dado relevante é que praticamente todos os carros vendidos pelas associadas da Abeifa possuem algum nível de eletrificação, representando 55,5 mil unidades, cerca de 93,3% das vendas totais de janeiro a junho.

Após esse resultado a Abeifa decidiu manter as suas projeções para 2025, mirando um volume superior as 120 mil unidades, o que representará alta de 15% sobre o ano passado, de acordo com o seu presidente Marcelo Godoy:

“É quase uma tradição termos mais vendas efetivas no segundo semestre do ano, algo em torno de 10% mais em relação ao primeiro. Como o setor de veículos está agitado com a chegada de novas marcas internacionais e as montadoras locais também estão reagindo com diversos lançamentos, acreditamos que nós, da Abeifa, também acompanharemos esse movimento muito positivo de novidades e de vendas”.

A BYD liderou com grande margem as vendas de janeiro a junho, com 47,7 mil unidades comercializadas. Em segundo lugar ficou a Volvo com 4,5 mil vendas, enquanto a Porsche somou 2,8 mil emplacamentos, na terceira posição. 

As vendas em junho chegaram a 7,8 mil unidades, volume 29,6% maior do que o vendido em igual mês do ano passado, mas 11% menor do que o comercializado em maio.

GWM e Senai abrem vagas para montador de veículos em Iracemápolis

São Paulo – A GWM, em parceria com o Senai Iracemápolis, anunciou a abertura de 240 vagas para o curso gratuito de Operador de Lean Manufacturing, com foco na função de montador de veículos. O curso busca formar mão de obra qualificada na região, como parte do processo final de contratação da GWM para iniciar sua produção na fábrica instalada em Iracemápolis, SP. 

As 240 vagas serão divididas em seis turmas, com aulas no período da tarde e da noite, para atender os interessados que já estão inseridos no mercado de trabalho, com carga horária de 32 horas.

As inscrições devem ser feitas presencialmente no Senai Iracemápolis, localizado na Rua Camilo Ferrari, 765, das 8 às 20 horas de segunda a sexta e das 8 às 12 horas aos sábados. O curso está previsto para começar no dia 21 de julho.

Fiat antecipa redução de preços do Mobi e do Argo 

São Paulo – A Fiat lançou mão de ação comercial que antecipa as reduções de preços de três versões de dois de seus modelos de entrada, o Mobi e o Argo, em virtude do anúncio do decreto que regulamentou o IPI Verde e criou o Programa Carro Sustentável na quinta-feira, 10.

Embora a redução do imposto só comece a vigorar em 90 dias, as montadoras já começaram a oferecer promoções de seus modelos de entrada e com alta eficiência energética.

No caso da Fiat o valor máximo de desconto será de R$ 13 mil, caso do Mobi Like, que recebeu isenção total de IPI e mais de 13% de incentivo com a campanha batizada de Grande Chance Fiat. A versão Trekking recebeu abatimento de R$ 9,7 mil e, o Argo Drive 1.0 MT, de R$ 8 mil.

Confira como ficaram os preços sugeridos: 

– Mobi Like: de R$ 80 mil 990 por R$ 67 mil 990  

– Mobi Trekking: de R$ 82 mil 990 por R$ 73 mil 290

– Argo Drive 1.0 MT: de R$ 94 mil 990 por R$ 86 mil 990 

A campanha, disponível nas 510 concessionárias do País e também de forma online, é válida de 11 a 31 de julho.

Renault Kwid terá descontos de até R$ 11,4 mil

São Paulo – Com o anúncio do decreto que regulamentou o IPI Verde e criou o Programa Carro Sustentável na quinta-feira, 10, as montadoras já começaram a se movimentar e a oferecer descontos em seus modelos de entrada e com alta eficiência energética.

No caso da Renault, todas as versões do Kwid serão habilitadas ao programa e, após a confirmação, os preços terão redução de R$ 2 mil. Adicionalmente à redução promovida pelo imposto menor, a montadora informou que oferecerá descontos adicionais em venda direta para pessoa física e bônus varejo ofertados pela marca.

Desta forma, os abatimentos chegarão a R$ 11,4 mil no caso do Kwid Zen 1.0, serão de R$ 10,5 mil para o Intense 1.0 e partirão de R$ 9,5 mil para o Iconic 1.0 e o Outsider 1.0:

  • Kwid Zen 1.0 25/26: de R$ 78 mil 690 para R$ 67 mil 290
  • Kwid Intense 1.0 25/26: de R$ 81 mil 790 para R$ 71 mil 290
  • Kwid Iconic 1.0 25/26: de R$ 85 mil 190 para R$ 75 mil 690
  • Kwid Outsider 1.0 25/26: de R$ 85.290 para R$ 75 mil 790

Produção de motocicletas poderá chegar a 2 milhões já em 2026

São Paulo – Marcos Bento, presidente da Abraciclo, entidade que representa a indústria de duas rodas instalada no PIM, Polo Industrial de Manaus, acredita que a produção de motocicletas poderá chegar ao volume de 2 milhões de unidades em 2026, antecipando em um ano o resultado que era esperado pela entidade apenas em 2027.

A projeção para esse ano é de 1 milhão 880 mil unidades fabricadas, com crescimento de 7,5% na comparação com 2024. Caso esse ritmo seja mantido, a produção será superior aos 2 milhões de unidades em 2026, uma vez que a expansão necessária para atingir esse volume é de 6,3%:

“Essa será a terceira vez que a indústria nacional de motocicletas chegará ao patamar de 2 milhões de unidades produzidas. Já aconteceu em 2008, que foi o ano recorde, com 2,1 milhões, e em 2011 quando o volume ficou um pouco abaixo disso, mas ainda acima dos 2 milhões”.

No primeiro semestre deste ano a indústria local já produziu mais de 1 milhão de motocicletas, porém, esse ritmo não deverá ser mantido no segundo semestre, de acordo com Bento, pois nesse período acontecem duas paralisações na produção por causa das férias programadas para julho e dezembro e, por isso, historicamente o segundo semestre tem um volume produtivo menor.

O presidente afirmou que, atualmente, o crescimento da indústria e do mercado de duas rodas está acontecendo de forma mais sustentável, sem grande saltos de um ano para o outro, lembrando que antes da pandemia, em 2019, o Brasil produzia menos de 1 milhão de unidades por ano e, seis anos depois, mira um volume que é mais do que o dobro.

Bento ressaltou um ponto que está no radar da entidade que é uma possível linha de crédito para motocicletas elétricas, tema que entrou em discussão na semana passada e que preocupa a Abraciclo, pois o Brasil ainda precisa de uma infraestrutura de recarga e de fornecimento de energia melhor. Outro ponto de atenção é que as motocicletas elétricas têm baixa autonomia, cerca de 100 quilômetros, muito abaixo dos 500 quilômetros de um modelo a combustão interna e flexfuel.

Produção de motocicletas supera 1 milhão de unidades

São Paulo – A produção de motocicletas no primeiro semestre chegou a 1 milhão 749 unidades, expansão de 15,3% na comparação com igual período do ano passado. Este resultado representa o terceiro melhor já registrado pela indústria nacional de duas rodas, sendo também o melhor desempenho dos últimos 14 anos, de acordo com os dados divulgados pela Abraciclo na sexta-feira, 11.

Marcos Bento, presidente da Abraciclo, disse que mesmo com o desempenho positivo a projeção para 2025 segue mantida: 1 milhão 880 mil unidades produzidas, com alta de 7,5% sobre 2024:

“Historicamente o segundo semestre tem um volume menor de produção por causa das férias de julho e de dezembro, o que acaba reduzindo o ritmo das fábricas. Por isso, seguimos com a projeção inicial”.

No varejo, o setor de motocicletas atingiu o melhor resultado da sua história em 2025, com 1 milhão 29 mil unidades emplacadas, sendo 10,3% maior do que o registrado em igual período do ano passado. A entidade também manteve a sua projeção as vendas, que é de 2 milhões 20 mil unidades este ano.

As exportações cresceram 18,5% de janeiro a junho, com 18,6 mil unidades embarcadas, superando em mais de 50% projeção da entidade que é exportar 35 mil unidades até dezembro. O principal destino das motocicletas nacionais foi a Argentina, seguida pela Colômbia e pelos Estados Unidos, sendo que esse último anunciou uma tarifa de 50% para produtos brasileiros a partir do dia 1 de agosto:

“Parte do nosso volume é exportado para os Estados Unidos e também importamos alguns itens utilizados na produção local. Eu espero que até agosto os dois governos conversem e que os Estados Unidos recuem com relação a essa nova taxação”.

Junho

A produção no sexto mês do ano somou 154,1 mil unidades, volume 45% maior do que o fabricado em idêntico período do ano passado. Na comparação com maio houve queda de 10,7%.

Os emplacamentos em junho chegaram a 179,4 mil motocicletas, crescimento de 8,2% na comparação com igual mês do ano passado e retração de 7,2% com relação a maio.

As exportações em junho somaram 3,1 mil unidades, alta de 39,1% na comparação com igual mês de 2024 e queda de 9,3% com relação a maio.

Especialistas apontam pontos positivos do IPI Verde e carro sustentável

São Paulo – Consultorias especializadas no setor automotivo avaliaram de forma positiva a assinatura do decreto anunciado na quinta-feira, 10, que estabelece o IPI Verde e o Programa do Carro Sustentável, por meio do qual zera o imposto para carros de entrada.

E, a despeito de a medida ter validade até o fim de 2026 por causa da reforma tributária, e dos reflexos positivos imediatos aguardados nas vendas, ainda que a redução de tributos comece a valer em 90 dias, o principal benefício enxergado é o legado que deixará nas linhas de produção.

“A primeira impressão é a de que atendeu plenamente aos anseios da indústria, em linha com que já vinha sendo indicado pelo governo. O consumidor ganha por ter redução nos preços, o que propiciará seu acesso a veículos mais sustentáveis, mas isto ajudará a indústria a se planejar para o futuro”, afirmou Alfonso Abrami, sócio da Consultoria Pieracciani, especializada em P&D e inovação.

Para Abrami, o decreto resultará em grande esforço no planejamento dos produtos e no desenvolvimento tecnológico dos processos de manufatura, até porque os investimentos estimulados pelo Programa Mover, Mobilidade Verde e Inovação, de R$ 190 bilhões, vão direcionar os próximos dez a vinte anos da indústria nacional.

“As montadoras tendem a caminhar nesta direção para conquistar maior eficiência e escala produtiva, o que reforçará a capacidade instalada. E o Brasil se tornará, definitivamente, um player de exportação”, disse. “Além disso, a engenharia brasileira, que já chama atenção por ter custos atraentes, comparados aos da China e da Índia, trará mais holofotes para si.”

Para Ricardo Roa, sócio líder do setor automotivo da KPMG, os aspectos técnicos estão bastante alinhados ao Mover. “A ideia prioritária do governo é reduzir a utilização de combustíveis fósseis e privilegiar nossa matriz energética e melhorias de utilização de veículos mais sustentáveis. Então quem combinar melhor os fatores conseguirá reduzir a zero o IPI.”

Híbridos a etanol devem ser protagonistas

Segundo Roa, isto vai ao encontro de veículos híbridos flex, híbridos plug-in flex e traz uma novidade, que é a questão de potência do motor. “Boa parte dos elétricos é bem potente. E, quanto menos potente, mais benéfico é para a redução do IPI, que é a proposta do carro popular. Veículos a gasolina e diesel terão prejuízos, porque a alíquota será maior. Quem quiser ter os carros mais potentes continuará tendo, mas não é a política que o governo busca influenciar, pois defende a iniciativa de troca de frota para opções mais sustentáveis.”

Neste cenário, o especialista da KPMG partilha da análise de Abrami acerca do reflexo nas empresas, que com o objetivo de tornarem-se mais competitivas, e ofertarem novos portfólios de projetos para elevar as vendas, tendem a combinar estes fatores: “Então vão surgir veículos mais populares, não tão potentes, com eletrificação diferenciada. Híbridos leves são exemplos”.

Medida pode diminuir impacto dos juros

Em meio a cenário de crédito escasso, devido a combinação de juros nas alturas e aumento da inadimplência, a esperada redução de preços, principalmente em veículos de R$ 80 mil a R$ 100 mil, ajudará a aquecer o mercado, na avaliação dos especialistas:

“Nos últimos tempos veículos desta faixa de preços estavam sendo mais demandados pela venda direta. Pode, inclusive, haver migração de quem até então optava pelo carro usado. O reflexo só não será maior por causa da dificuldade de acesso ao financiamento”, assinalou Abrami. 

Ele afirma que é possível um acréscimo de 5% a 10% nos emplacamentos, mas que tudo dependerá também das políticas das montadoras e de seus bancos, e citou que as empresas já começaram a baixar seus preços, caso da Volkswagen, Fiat e Renault.

Roa concordou e disse esperar que a medida apazigue, em partes, as questões político econômicas para impulsionar vendas. “Será bom porque reduzirá o custo ao consumidor e, talvez, equilibrará a conta e a agenda de vendas de veículos. Veio num momento importante para não pesar tanto no bolso.”

Impulso para os investimentos em P&D

O consultor da Pieracianni defende que o sucesso da medida passa por grandes esforços em P&D. “As empresas sabem disso, estão investindo nisso. Os programas do Mover estão funcionando, os investimentos anunciados em desenvolvimento tecnológico de produto e processo são muito bons. Existe uma série de parcerias com institutos de pesquisa, universidades e centros acadêmicos para o desenvolvimento de soluções.”

No curto prazo, as empresas promoverão a readequação da linha e produtos serão relançados para aproveitar a esperada melhora do mercado. No longo prazo, será “P&D na veia, capacitar equipe, ampliar capacidade tecnológica das empresas e planejamento”.

O plano, defendeu Abrami, é que na matriz passem a enxergar o Brasil como importante polo de produção e também de engenharia, com outros olhos. “Aí sim construiremos o futuro da mobilidade no Brasil.”

Audi aposta suas fichas no A5 Sedan

Rio de Janeiro, RJ – Foi em uma festa que reuniu clientes e concessionários no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, que a Audi apresentou o substituto do consagrado A4 em seu portfólio, o A5 Sedan. Ele chega aos clientes a partir de setembro e já pode ser pré-reservado nas mais de quarenta concessionárias espalhadas pelo País por R$ 379 mil 990.

“O A5 Sedan representa uma virada de chave para a Audi no Brasil”, disse Marcos Quaresma, gerente de produto da marca no País. A expectativa é a de volumes altos para o padrão da marca premium, embora as projeções tenham sido mantidas em segredo.

Apesar de ser denominado A5 Sedan o modelo mais se parece com um sportback: a tampa do porta-malas, por exemplo, abre junto com o vidro traseiro. Mas, olhando de lado, é possível confundir com um três volumes.

Ele tem 4 m 829 de comprimento, 1 m 410 de altura e 2 m 892 de entreeixos, crescendo 67 mm em comprimento e 72 mm em entreeixos, mas ficou 18 mm mais baixo em altura, comparado com o antigo A4 vendido aqui.

O A5 Sedan chega na versão Performance Edition Quattro, com motor 2.0 turbo de 272cv e 400Nm de torque. A tração quattro, com seu cardan dasacoplado, permite que, identificada a perda de torque no eixo dianteiro, se transfira 50% da tração para a parte de trás.

O modelo está recheado de itens tecnológicos, como o obrigatório sistema de infotainment e dez alto falantes, que formam o Audi Sound System. As entregas iniciam em setembro.