Mercedes-Benz e Estrelas do Amanhã formam mais 25 jovens

São Paulo – A Mercedes-Benz formou mais 25 jovens aprendizes, que fizeram parte da última edição do projeto Estrelas do Amanhã, que desenvolve profissionalmente os aprendizes que ingressam na companhia por meio do CAMP, Centro de Formação e Integração Social, ou do CIEE, Centro de Integração Empresa-Escola.

 

Segundo Fernando Garcia, vice-presidente de recursos humanos da empresa na América Latina, com estes 25 formandos a Mercedes-Benz já profissionalizou mais de 180 jovens em seis anos de projeto: “A educação é o caminho para o desenvolvimento da sociedade. Contribuir para a profissionalização faz parte do nosso compromisso”.

Banco Mercedes-Benz vende usados via CDC Flexibility

São Paulo – O Banco Mercedes-Benz anunciou a primeira venda de caminhão usado via CDC Flexibility, modalidade de crédito lançada na última edição da Fenatran que oferece parcelas até 54% menores do que um financiamento convencional, segundo a instituição.

 

A venda foi realizada em dezembro pela SelecTrucks Mauá, loja da Mercedes-Benz destinada exclusivamente à comercialização de modelos de caminhões usados. Dois veículos foram adquiridos pela Evidência Logística Transportes: um Mercedes-Benz Actros 2651 e um Volvo VM 270.

 

Foto: Divulgação.

Daimler registra Ebit menor em 2019

São Paulo – Balanço preliminar da Daimler, controladora da Mercedes-Benz, mostrou recuo do Ebit, o lucro antes de juros, impostos e amortizações, registrado em 2019. A empresa registrou 5,6 bilhões de euro, valor menor do que o observado em 2018, quando o Ebit foi de 11,1 bilhões de euro. O valor poderá ser menor porque no balanço divulgado a companhia não contabilizou “despesas adicionais previstas para processos governamentais e judiciais em andamento e medidas relacionadas a veículos a diesel”. O valor líquido, uma vez considerados esses custos, poderá chegar a cerca de 1,5 bilhão de euro.

Emprego no Brasil cresce, mas não no setor automotivo

São Paulo – O emprego formal no Brasil registrou crescimento no ano passado, impulsionado pelas vagas abertas no setores de comércio e serviços. Segundo dados do Caged, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgados na sexta-feira, 24, foram criadas 644 mil vagas no ano passado, um saldo 21,63% maior do que o registrado em 2018.

 

O saldo do emprego na indústria de transformação, à qual pertence o setor automotivo, foi de 18,3 mil postos de trabalho, um resultado maior do que o saldo registrado em 2018, 2,6 mil novas vagas. Ainda que registre crescimento, o cenário constrasta com o que acontece no grupo formado por montadoras de veículos e sistemistas.

 

Os números da Anfavea mostram que, até dezembro, o quadro de funcionários do setor era composto por 125,6 mil trabalhadores, cerca de 5 mil a menos do que o quadro registrado em dezembro de 2018. 

 

Embora as vendas de veículos tenham voltado a crescer, a saída da Ford do mercado de caminhões na América do Sul e a instalação de linhas 4.0, com perfil de forte automatização de processos, foram alguns fatores que ajudaram a reduzir o número de trabalhadores diretor no setor. De forma que o nível de emprego não conseguiu acompanhar no mesmo ritmo o crescimento da produção e vendas de veículos – pelo contrário, desacelerou. A recessão argentina, segundo a indústria, também impediu a geração de novas vagas.

 

Cenário semelhante se encontra no setor de autopeças. Segundo dados do Sindipeças, o nível de emprego no setor, de janeiro a novembro, foi 4,2% menor do que o registrado pela entidade em igual período em 2018 – a entidade não divulgou os números absolutos. Neste caso, o número sugere um setor ainda em recuperação dos postos de trabalho que existiam antes da crise ocorrida em meados da última década.

 

Se por um lado a indústria que corresponde a cerca de 22% do PIB nacional pouco contribuiu para o crescimento do saldo do emprego mostrado pelo Caged, por outro a notícia do aumento do emprego formal no País pode gerar expectativa em torno de vendas maiores neste ano.

 

As projeções das fabricantes indicam que haverá um volume de licenciamentos maior neste ano na comparação com volume vendido no ano passado porque, dentre outras coisas, elas observam sinais de retomada do emprego e da confiança do consumidor.

 

Foto: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas.

Mercado europeu projeta queda em 2020

São Paulo – O crescimento contínuo das vendas de carros de passageiros na Europa deverá ser quebrado em 2020. Segundo Mike Manley, presidente da Acea, associação que representa as fabricantes na União Europeia, a projeção é de recuo de 2% nas vendas, que, no ano passado, somaram 15,3 milhões de unidades – avanço de 1,2% sobre 2018, sexto ano consecutivo de alta.

 

“No momento em que a indústria está intensificando os investimentos em veículos de emissão zero, o mercado deve contrair – não apenas na União Europeia, mas também em todo o mundo”, afirmou Manley, demonstrando preocupação com a conjunção do cenário de aportes para reduzir a emissão de CO2 com redução na demanda. “Portanto a transição para a neutralidade de carbono precisa ser muito bem gerenciada pelos formuladores de política”.

 

Não é de hoje que a Acea tenta junto aos órgãos reguladores reduzir a velocidade das aplicações de regras de redução de emissões. Seu presidente anterior, Carlos Tavares, batia na tecla de que haverá um custo social nesta transição – alegava, especificamente, que empregos teriam que ser cortados para que os investimentos necessários possam ser feitos sem prejudicar a saúde dos caixas das companhias.

 

No ano passado o mercado alemão cresceu 5%, o francês 1,9% e o italiano 0,3%. Por outro lado a Espanha viu uma queda de 4,8% nas vendas e o Reino Unido amargou uma retração de 2,4%, para ficar nos cinco principais mercados.

 

Foi positivo também o desempenho do mercado de veículos comerciais europeus, com uma alta de 2,5% em 2019 comparado com 2018. Os europeus consumiram 2,1 milhões caminhões, ônibus e vans no ano passado.

 

Foto: Divulgação.

Tesla é a segunda mais valiosa do setor automotivo

São Paulo — A Tesla conquistou a marca de segunda empresa mais valiosa do setor automotivo global no ano passado, com ações avaliadas em torno de US$ 100 bilhões. Superou a companhia alemã Volkswagen, ficando atrás apenas da Toyota, que tem o valor das ações avaliado em torno de US$ 230 bilhões, de acordo com os dados divulgados pela BBC.

 

O crescimento do preço das ações da Tesla aconteceu depois da empresa registrar lucro de US$ 143 milhões no terceiro trimestre do ano passado. A inauguração da fábrica de Xangai, na China, também contribuiu para o aumento de preço das ações.

 

No ano passado a empresa vendeu 367,5 mil veículos, crescimento de 50% na comparação com 2018.

Uber e Nissan fecham parceria em Londres

São Paulo – A Uber fechou acordo para comprar até 2 mil Nissan Leaf para oferecer a motoristas de Londres, na Inglaterra. A companhia de mobilidade tem como objetivo alcançar, até 2025, a marca de 45 mil motoristas rodando na Capital britânica com um modelo 100% elétrico.

 

Pelo acordo, que faz parte do Plano Ar Limpo da Uber, os modelos produzidos em Sunderland, no Reino Unido, serão vendidos com preços negociados e um programa de treinamento é oferecido pela Nissan aos motoristas. As duas companhias tocarão, em conjunto, um plano de marketing para alavancar a adoção de veículos de emissão zero.

 

Lançado em janeiro do ano passado o Plano Ar Limpo oferece quinze centavos de libra para cada 1,6 quilômetro, uma milha, rodado por motoristas de Uber. A empresa calcula que a economia anual alcança, em média, 4,5 mil libras. Em 2019 900 mil viagens de Uber foram feitas em veículos elétricos.

4Truck mira 20% de alta nas vendas em 2020

São Paulo – As boas expectativas para o setor de caminhões, para a economia nacional e perspectivas de avanço em um novo modelo de negócio fazem a 4Truck, fabricante nacional de implementos rodoviários, projetar um crescimento de 20% em seu faturamento e na produção em 2020, após avançar 25% no ano passado.

 

“É a nossa meta para o ano. Acho até um pouco conservadora, mas é um bom número para se trabalhar até dezembro”, afirmou Osmar Oliveira, CEO da 4Truck. “Um dos segmentos que nos ajudará a atingir essa meta é o de locação de veículos, que está aquecida deverá crescer bastante em 2020″.

 

O modelo, considerado novo pelo executivo, consiste na locação de veículos comerciais para empresas que possuem motorista. O gasto é apenas com combustível e pedágio – toda a manutenção fica por conta de uma locadora – empresas com quem a 4Truck tem boas relações.

 

“É um movimento que fora do Brasil já é muito forte, principalmente nos Estados Unidos, e notamos uma tendência de crescimento nessa área por aqui, tanto é que já fechamos um pedido relevante no começo do ano”.

 

Oliveira também apontou outros dois segmentos que representarão as principais demandas ao longo de 2020: o e-commerce, que já foi muito forte em 2019 e deverá continuar ao longo do ano, e a indústria farmacêutica.

 

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Para as vendas em volume o CEO é um pouco mais otimista, projetando alta de 25% a 30% no ano na comparação com 2019. O executivo pondera, porém, que a empresa precisará superar alguns desafios, como ajustar toda a produção na nova unidade da 4Truck, na qual opera desde o segundo semestre do ano passado, e oferecer treinamento de ponta para os novos funcionários.

 

Com as projeções da empresa apontando para cima, a expectativa é que o quadro de funcionários também cresça 20% no primeiro semestre deste ano, com a maior parte das contratações dedicadas a área de produção, mas vagas em outras áreas como vendas e administração também serão abertas.

 

No ano passado o faturamento da 4Truck cresceu 25% na comparação com 2018, alta que, segundo o CEO, poderia ser maior: “Não crescemos mais por causa da mudança que fizemos no terceiro trimestre. Nossa unidade antiga não suportava mais os volumes que o mercado estava demandando e, por isso, saímos de Guarulhos e nos mudamos para uma área mais próxima de Arujá”.

 

Com a mudança a 4Truck teve que focar alguns meses na preparação da nova unidade e, por isso, optou por aceitar menos pedidos no segundo semestre para não ter problemas com as entregas.

 

Foto: Divulgação.

Aplicativo Meu Volkswagen soma 106 mil downloads

São Paulo — O aplicativo Meu Volkswagen alcançou mais de 106 mil downloads e 3,4 mil agendamentos de serviços online, informou a companhia que aposta cada vez mais em serviços digitais e online para melhorar o atendimento dos seus clientes.

 

No aplicativo os usuários podem agendar serviços para os próximos 365 dias e podem usar o “Manual Cognitivo”, que esclarece algumas dúvidas sobre o veículo, além de poderem ser avisados quando chega a hora de fazer uma revisão ou a manutenção de algum componente. Também é possível acessar o manual do proprietário online que substitui o de papel nos veículos com ano/modelo 2020.

 

Foto: Caio Bednarski.

Wings busca expansão dos negócios em 2020

São Paulo – A Wings afirmou que cresceu no mercado brasileiro em 2019, considerando a expansão de suas concessionárias revendedoras: chegou a setenta até o final do ano. A companhia também aumentou sua presença na América Latina no ano passado, chegando a operar, afora o Brasil, na Argentina e no Chile.

 

“Foi um ano muito positivo, especialmente para levar adiante a cultura do carro conectado. Sabemos que essa é uma das grandes tendências do setor automotivo global e temos orgulho de ser uma empresa brasileira capaz de levar essa tecnologia de forma acessível para o consumidor”, disse João Marcelo Barros, diretor da Wings.

 

Para 2020, a meta da empresa é registrar faturamento superior a R$ 87 milhões e chegar à marca de 500 concessionárias conectadas em sua base.

 

Foto: Divulgação.