Volkswagen foi a mais buscada no Mercado Livre

São Paulo – Levantamento do site de compra e venda Mercado Livre revelou que a Volkswagen foi a montadora mais procurada na plataforma durante o terceiro trimestre do ano, com base no ranking de pesquisas de veículos realizadas pelos usuários do site. A empresa foi a única que apareceu três vezes, incluindo o primeiro lugar, com o Volkswagen Gol.

 

A VW aparece também no quinto lugar, com o Golf, e na nona colocação, com a Saveiro.

 

O segundo lugar do ranking ficou com o Honda Civic e o Toyota Corolla com a terceira colocação. Veja abaixo os dez modelos mais procurados do terceiro trimestre:

 

  1) Volkswagen Gol         1,7 milhão 

  2) Honda Civic               1,5 milhão 

  3) Toyota Corolla           1,3 milhão

  4) Chevrolet S10           1,3 milhão

  5) Volkswagen Golf        1,3 milhão

  6) Toyota Hilux              1,1 milhão

  7) Fiat Palio                  1,0 milhão

  8) Fiat Strada               1,0 milhão

  9) Volkswagen Saveiro          992 mil

10) Chevrolet Celta                945 mil

 

Foto: Divulgação.

Randon Veículos aumenta portfólio para 2020

São Paulo – A Randon Veículos preparou algumas novidades em seu portfólio para 2020, como a chegada da retroescavadeira Black Edition, com acabamento todo em preto, que tem mudanças no desenho externo e iluminação toda em led.

 

Em 2020 a companhia também terá uma nova tecnologia de pintura, a Duratech, que será usada em todas as linhas de retroescavadeiras, minicarregadeiras e no chassi de caminhões. Essa tecnologia resulta em maior durabilidade e garante o mesmo padrão de acabamento da pintura automotiva.

 

Foto: Divulgação.

Mercedes-Benz inicia produção de baterias na Tailândia

São Paulo – A fábrica de baterias da Mercedes-Benz em Bangkok, Tailândia, iniciou a produção do componente que equipará as versões híbridas plug-in do Classe C e do Classe E, que são bastante procurados na região, de acordo com a companhia.

 

A Mercedes-Benz investiu mais de 100 milhões de euros, em conjunto com seus parceiros locais, a TAAP, Thonburi Automotive Assembly Plant, e a TESM, Thonburi Energy Storage Systems, para a construção da nova unidade que fica no mesmo terreno da produtora de automóveis. A expectativa é a de que a nova fábrica gere cerca de trezentos empregos, sendo cem vagas diretamente ligadas à produção de baterias.

Rede de estacionamentos catarinense oferece recarga para elétricos

São Paulo – A rede de estacionamentos Safe Park, de Santa Catarina, começou a oferecer postos de recarga para veículos elétricos. O estacionamento do shopping Multi Open e do Hospital de Olhos, em Florianópolis, já receberam as primeiras unidades.

 

Até o fim do mês a empresa também instalará os postos de recarga no shopping Max & Flora e seguirá com seu plano de instalação no Hospital da Unimed e no Hospital São José. Durante seis meses o carregamento não terá custo, mediante o pagamento das tarifas dos estacionamentos.

 

Randon vende 74 vagões para a MRS

São Paulo – A Randon Implementos vendeu 74 vagões ferroviários para a MRS, empresa que opera no transporte ferroviário. O modelo envolvido na negociação foi o sider, com capacidade para transportar até 88 toneladas de carga líquida.

 

A MRS foi o primeiro cliente da Randon desde a inauguração da unidade de Araraquara, SP, em março do ano passado, e já comprou mais de 1,1 mil vagões.

A mão invisível de Detroit

Gravataí, RS – Friedrich Nietzsche foi um filósofo alemão reconhecido, dentre outras coisas, por enxergar assuntos terrenos sob ótica fria e racional e, a partir daí, criar sua obra. É autor da frase “o que não me mata me torna mais forte”, uma forma que encontrou para ilustrar o caminho natural do ser humano do berço ao túmulo e como crescemos à medida que aprendemos com erros e acertos.

 

O poder da frase, afora o contexto, está em sua atemporalidade e em como é útil em diversas áreas para denotar evolução. Aplicando o argumento do filósofo, a General Motors saiu mais forte do processo crítico no qual esteve metida por causa do recall do Onix Plus, pois conseguiu neutralizar reflexos negativos executando reparo em tempo, considerado por ela, recorde. Mas como no mercado automotivo às vezes nem tudo é o que é, cabe a pergunta: saiu mesmo?

 

Nesta terceira parte da reportagem especial mostramos a repercussão da campanha de recall do modelo lançado em setembro nos três importantes pilares que sustentam a operação regional da companhia: a matriz, em Detroit, Michigan, cujo olhar foi onipresente durante os processos de identificação e resolução da falha do sistema de gerenciamento do motor. As concessionárias, elo da montadora com o cliente. E, por fim, o mercado.

 

::Especial recall do Onix Plus::
Parte 1 – O dia que abalou a General Motors
Parte 2 – O mundo GM na sala de guerra em São Caetano
Parte 3 – A mão invisível de Detroit
Parte 4 – Quando o recall deixou de ser um monstro

 

Motivação – Do momento em que foi informada do caso de incêndio por Carlos Zarlenga, presidente para a América do Sul, até a apresentação da atualização do software por parte dos engenheiros, a postura da matriz da General Motors, segundo o executivo, foi a de motivar as equipes:

 

“O trabalho de operação, de dia a dia, fomos nós que fizemos. Enviamos uma série de informações porque eles queriam estar por dentro para, assim, enviar ajuda. Como foi uma situação muito difícil, tivemos deles um apoio no sentido de motivar a operação no Brasil. Obtivemos muito reconhecimento da coragem da equipe e da velocidade de como foi feito”.

 

A posição de suporte à distância adotada pela matriz, de acordo com Zarlenga, foi fundamental para a resolução do caso. Postura distante daquela, vista no início do ano, quando a Casa de Detroit mostrou estar desempenhando papel de liderança no episódio em que a GM cogitou sair do mercado brasileiro.

 

À época Marry Barra, CEO global, assumiu a linha de frente do assunto: “Não continuaremos a investir para perder dinheiro”, disse a executiva, citando os maiores mercados sul-americanos muito desafiadores e indicando que “partes interessadas” na região trabalham com a empresa para tomar ações necessárias para melhorar o negócio “ou considerar outras opções”.

 

Na ponta – Quando fala sobre a rede de concessionários Carlos Zarlenga sorri. Ainda que tenha saído do bolso da montadora os custos – ainda não contabilizados – dos reparos e dos veículos que tiveram de ser alugados, o ponto de venda é indicado como agente responsável pela execução rápida do reparo digital.

 

No entanto recall é algo indesejável e quando ele surge tão logo um veículo é lançado, como foi o caso do Chevrolet Onix Plus, é na loja que são sentidos os sinais de que algo vai bem ou mal. Nesse caso específico, segundo Jorge Khalil, concessionário Chevrolet de São José dos Campos, SP, e ex-presidente da Abrac, a associação que representa a rede da GM, a demonstração de resolução rápida evitou o afastamento de novos consumidores:

 

“Ninguém fica feliz com recall”, disse Khalil. “Eu estava na concessionária pela manhã quando recebemos uma ligação da montadora informando que haveria recall de um modelo no qual todos, na rede, acreditamos ter potencial de seguir sendo como o mais vendido. A montadora reagiu rápido e focou no cliente, com a rede respondendo à altura em parceria com ela”.

 

Neste momento, contou Khalil, o aparecimento de dúvidas acerca do produto – por parte da rede e dos clientes – é algo inevitável: “Passou pela cabeça um filme de fatos recentes, porque muita coisa foi feita nos últimos anos para que o carro chegasse ao mercado, uma ação que envolveu esforços de muitas partes envolvidas”.

  

Khalil reconheceu que de todos os clientes atendidos em sua concessionária, a Capricho, houve dois casos de pessoas que se sentiram inseguras em manter a compra do Onix Plus por causa do anúncio do recall: “Nesses casos tratamos de uma forma diferente e nenhum dos dois quis reverter a compra. A procura no salão teve bastante questionamento, em momento nenhum a rede negou o problema, o que mostrou transparência e foi muito positivo”.

 

O concessionário disse, ainda, que a General Motors produziu uma série de videoconferências com a rede sugerindo como deveria se comportar diante dos clientes mais receosos: “A equipe de pós-venda da companhia entrou em contato conosco mostrando práticas que poderiam nos auxiliar a lidar com o público na ponta”.

 

Segundo dados divulgados pela Fenabrave, cedidos pelo Renavam, em outubro, o primeiro mês de vendas do Onix Plus, o modelo figurou na sexta posição da lista dos mais vendidos no mês, com 7 mil 140 unidades licenciadas.

 

Na internet – O meio online foi fundamental para que a montadora pudesse reparar o software do motor. Foi também o mundo digital, no caso a internet, que serviu de termômetro para que medisse os reflexos do recall no mercado por meio das notícias que iam sendo veiculadas pela imprensa especializada. A montadora, sem citar meios e métricas, afirma que tão logo saiu o anúncio de convocação do modelo, nos dias que se seguiram a ele, 85% das notícias que citavam o recall do Onix Plus tinham perfil negativo, o que poderia refletir em retração das vendas:

 

“É difícil fazer uma pesquisa online para comprar o carro e não ver as reportagens relativas ao caso”, relata o presidente da GM América do Sul. “Então, essa informação está aí para os clientes. Será ele quem terá de escolher [comprar ou não]”.

 

A execução do recall nas 7 mil unidades vendidas, realizado em quase quatro dias, é considerado por Zarlenga como fator que proporcionou reversão do quadro na imprensa: “Hoje 81% das notícias são positivas basicamente em função de como agimos rápido nesse caso. Há pelo menos o reconhecimento, da imprensa, de que reagimos rápido. Os clientes… bem: não fizemos uma pesquisa com eles ainda, mas o que tenho de informação vinda dos concessionários é que a reação foi positiva diante da maneira como administramos o problema”.

 

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Abimaq projeta crescimento de até 5% no ano que vem

São Paulo – A indústria brasileira de máquinas e equipamentos projeta a continuidade do crescimento do setor em 2020, após fechar o acumulado até outubro com alta de 1,2% sobre o mesmo período de 2018 e receita de R$ 61,4 bilhões. Maria Cristina Zanella, gerente do departamento de competitividade, economia e estatística da Abimaq, Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, disse à Agência AutoData na segunda-feira, 9, que são três os cenários desenhados para o ano que vem.

 

“Um é mais otimista, com a receita do setor crescendo até 5%. No segundo, menos otimista, acreditamos em expansão em torno de 3,2%”.

 

O mais pessimista dos cenários seria um empate na comparação com 2019 mas, na sua opinião, isto não está no radar da associação: “O Brasil mostra sinais de que continuará crescendo em 2020”.

 

João Carlos Marchesan, presidente da Abimaq, lembrou que com a taxa Selic baixa, a inflação dentro da meta projetada e uma agenda de reformas a ser cumprida, os indícios para o ano que vem são positivos: “Acreditamos que as reformas serão aprovadas, permitindo ao País alcançar níveis maiores de competitividade e produtividade. Caso tudo isso se torne realidade o cenário ficará muito mais favorável para o crescimento”.

 

Independente de quanto crescerá o setor em 2020 uma coisa é certa: o mercado interno será o responsável por puxar a expansão, com o maior investimento em infraestrutura. Zanella espera mais investimentos do setor privado, com o governo também investindo em infraestrutura, como já foi sinalizado em algumas conversas:

 

“Esse aporte do governo deverá chegar ao mercado mais para o fim de 2020, enquanto o setor privado fará investimentos maiores desde o começo. Em conversas com líderes do governo foi possível perceber que a intenção deles é investir em áreas nas quais os valores do setor privado não chegam”.

 

Com relação as exportações, que representaram cerca de 40% do total de máquinas produzidas no País, Zanella não espera grandes demandas dos principais parceiros comerciais. A expectativa é a de que a receita gerada pelas vendas externas fique no mesmo patamar de 2019, que registrou recuo de 6,3% até outubro.

 

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Rede Chevrolet foi a mais visitada em seis estados

São Paulo – A Rede Chevrolet foi a mais visitada em seis de dez estados brasileiros pesquisados pela In Loco, empresa de tecnologia de localização. As concessionárias da General Motors lideraram em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. A Fiat liderou em Minas Gerais e Bahia e a Volkswagen em Goiás e Santa Catarina.

 

O levantamento tem como base os usuários da In Loco – são mais de 60 milhões de dispositivos. Nos estados em que liderou a Rede Chevrolet foi também a mais visitada nas capitais – apenas em Pernambuco liderou também no Interior. Em Florianópolis, SC, a Rede Nissan foi a mais visitada e no Interior do Rio Grande do Sul há mais visitantes na Rede Renault.

 

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No ranking mensal divulgado pela In Loco não houve alterações: a Chevrolet segue como a rede mais visitada em todo o Brasil, seguida por Fiat e Volkswagen. No ranking que ilustra as médias de visitantes por loja a Hyundai manteve a liderança, seguida por Toyota e Jeep.

 

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Continental se habilita ao Rota 2030

São Paulo — O Ministério da Economia divulgou portaria que habilita a Continental Brasil ao Rota 2030, a nova política para o setor automotivo tornada lei em 2018. A habilitação está vigente desde outubro e vale até 30 de novembro de 2023. Com a sua entrada a lista de empresas habilitadas soma 51.

 

No Brasil a Continental mantém operações dentro de montadoras, como é o caso da unidade instalada junto à Ford Camaçari, e em unidades próprias. Sua produção, para OEM e reposição, atende ao mercado de componentes como pneus, chassis e peças para interior de veículos, e há uma divisão, a ContiTech, que desenvolve ferramentas e serviços baseados em tecnologia.

 

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Mercedes-Benz vende mais de 200 mil automóveis em novembro

São Paulo – Pela primeira vez as vendas globais de automóveis Mercedes-Benz superaram as 200 mil unidades num mês de novembro: foram 209 mil 58 carros vendidos, crescimento de 5,3% sobre o mesmo mês de 2018.

 

No acumulado do ano as vendas avançaram 1,4%, para 2,1 milhões de veículos. Em comunicado a empresa disse que liderou a faixa premium dos mercados da Alemanha, Reino Unido, França, Espanha, Bélgica, Suíça, Polônia, Dinamarca, Portugal, Turquia, Coreia do Sul, Japão, Austrália, Tailândia, Canadá e África do Sul.