Volkswagen Caminhões dá tom rosa às ruas da Colômbia

São Paulo – Dez Constellation 17.190 V-Tronic produzidos em Resende, RJ, com cabines pintadas em cor-de-rosa foram exportados para a Colômbia pela Volkswagen Caminhões e Ônibus. Serão usados na Postobón para o transporte de bebidas no mercado local – a empresa é uma das maiores fabricantes da América do Sul e dona do refrigerante mais consumido pelos colombianos, com sabor de maçã.

 

Os embarques ocorreram em outubro, mês de conscientização e alerta sobre o diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo de útero. Não são os primeiros: a Postobón possui 38 Delivery 11.180 e um 17.190.

 

Foto: Divulgação.

Bruno Oliveira é o novo diretor jurídico do Grupo AGCO

São Paulo – Bruno Oliveira assumiu o cargo de diretor jurídico do Grupo AGCO para a América do Sul e será o responsável por gerir os aspectos legais dos negócios da empresa e por dar suporte às estratégias na região. Ele foi diretor jurídico da Whirpool Embraco Compressores.

 

O executivo é formado em direito pela Eniceuma, pós-graduado em direito contratual pela PUC de São Paulo e possui MBA em direito civil pela FGV.

Nissan trará do México a nova geração do Versa

São Paulo – A nova geração do Nissan Versa será importada do México a partir do segundo trimestre de 2020, quando passará a conviver com o sedã atualmente comercializado no mercado brasileiro, produzido em Resende, RJ. A informação foi confirmada pela Nissan na quinta-feira, 24, durante o Salão do Automóvel de Tóquio, Japão.

 

Segundo a companhia a nova geração manterá o nome Versa, enquanto a atual passará a se chamar V-Drive. O Versa, mexicano, será colocado em faixa de mercado cima do V-Drive, brasileiro, de acordo com a Nissan. Pormenores serão revelados futuramente.

 

Produzida em Aguascalientes a nova geração do sedã adotou novo visual e começou a chegar aos seus primeiros mercados – México e Estados Unidos.

 

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Ford inaugura concessionária em São José dos Campos

São Paulo – A Ford inaugurou concessionária em São José dos Campos, SP, que junto com as vendas de modelos 0 KM também oferecerá serviços de pós-venda. A unidade traz o novo padrão visual global da companhia, chamado de Ford Signature, que “oferece ambiente confortável e que preza pela transparência nas negociações com os clientes”.

 

A loja Econorte será administrada pelo Grupo Econorte, que já possui uma unidade em Caraguatatuba desde 2004, no Litoral Norte do Estado, que atende às cidades de São Sebastião, Ilhabela e Ubatuba. Segundo Paulo Noronha, proprietário da nova unidade, “ela está localizada em uma região da cidade que está crescendo e essa é uma boa oportunidade para ampliação dos pontos de vendas do grupo”.

 

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Concessionárias Fiat começam a ganhar novo visual

São Paulo – A Fiat inaugurou na quarta-feira, 23, sua primeira concessionária com a nova identidade visual que começará a ser adotada no mercado brasileiro. A loja, do Grupo SIM, de Valinhos, SP, ocupa área de 2 mil m² e passa a adotar conceitos inéditos de conforto e conectividade para receber o cliente.

 

“A mudança de identidade visual de nossa rede de concessionárias marca o início de um novo momento da Fiat”, conta, em nota, Herlander Zola, diretor da marca Fiat para a América Latina e diretor comercial da Fiat do Brasil.  “Estamos trabalhando para que nosso atendimento seja ainda mais atencioso com os consumidores que ainda desejam ir até uma concessionária para fazer a compra de um veículo.”

 

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Segundo Zola há um trabalho intenso em treinamento para que os vendedores atendam aos anseios dos clientes, cada vez mais digitais. As lojas agora adotarão nova ambientação visual, musical e até com fragrâncias, e terão espaço de convivência – oferecendo, inclusive, cafés, uma parceria com a marca italiana Illy.

 

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Continental Pneus aproveita o crescimento de pesados

São Paulo – A Continental Pneus está aproveitando o bom momento do setor de caminhões e ônibus para alavancar suas vendas no mercado brasileiro. Segundo o vice-presidente da divisão pneus para o Mercosul, Renato Sarzano, a expectativa é a de que as montadoras produzam 150 mil unidades no País até dezembro.

 

“Estamos surfando nessa onda. O segmento está aquecido e como somos homologados para fornecer a diversas montadoras, estamos em um ótimo momento. Não posso revelar nossos números mas crescemos até setembro, comparado com igual período do ano passado”.

 

Sarzano acrescentou que a fábrica de Camaçari, BA, opera em sua capacidade máxima, entregando 800 mil pneus por ano. A maior parte é vendida no Brasil, mas há unidades exportadas para Argentina, Paraguai e Uruguai.

 

Para o ano que vem a companhia espera que o segmento continue crescendo, mas em ritmo menor: “Como a base comparativa será maior por causa dos resultados deste ano não acho que o segmento de caminhões e ônibus crescerá dois dígitos no ano que vem. Deverá chegar a algo em torno de 5% de alta”.

 

Com a fábrica operando em sua capacidade máxima, e a expectativa do mercado é continuar crescendo no ano que vem, a Continental já está preparada para fazer investimento na unidade de Camaçari visando à ampliação da produção: “A alta do mercado projetada para o ano que vem deverá puxar também o nosso crescimento. Se continuarmos crescendo estaremos prontos para fazer um novo investimento e atender ao mercado com volumes maiores”.

 

A Continental Pneus possui cerca de 350 pontos de vendas espalhados pelo mercado brasileiro, volume considerado suficiente para atender à demanda dos clientes em 2019 e 2020, segundo o vice-presidente. Sarzano revelou, ainda, que a companhia faz um trabalho exclusivo com grandes frotistas que são clientes do mercado de reposição:

 

“Temos uma equipe comercial só para atender a esses parceiros, porque eles compram grandes volumes. Nesse caso oferecemos atendimento especializado e direto no cliente”.

 

Fotos: Divulgação.

Fras-le apresentará pastilhas e discos de freio em Atlanta

São Paulo – A Fras-le North America participará do NACV, o North American Commercial Vehicle Show, que acontece de 28 a 31 de outubro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta, nos Estados Unidos. É um evento de negócios que reúne os principais fabricantes mundiais de caminhões, reboques e fornecedores de peças e componentes para veículos comerciais, totalizando quinhentos expositores e 15 mil profissionais do setor.

 

Na oportunidade a empresa mostrará a recém lançada pastilha de freio a ar GRN Tech, que antecipa-se à legislação americana que restringe a utilização de cobre e outros materiais pesados, a partir de 2025.

Renault Zoe integra condomínio em Curitiba

São Paulo – A Renault estabeleceu parceria com a construtora MRV em um condomínio de apartamentos lançado em Curitiba, PR. No acordo, a montadora entregará uma unidade do modelo elétrico Zoe para uso compartilhado dos moradores do empreendimento. Inicialmente o projeto terá duração de três meses e o gerenciamento dos empréstimos será feito por meio do aplicativo Renault Mobility.

 

“O objetivo da Renault do Brasil não é somente comercializar veículos elétricos, queremos ser líderes em soluções de mobilidade sustentável”, disse o presidente Ricardo Gondo. “Temos certeza que este projeto será referência no mercado imobiliário e está alinhado à nossa estratégia de oferecer soluções de mobilidade”.

 

No início do ano, a Renault e a MRV já haviam implementado o uso compartilhado de dois Renault Zoe por moradores de um condomínio em Belo Horizonte, MG. Com quase duzentas viagens realizadas, a avaliação do serviço por parte dos moradores foi um sucesso, segundo a montadora.

 

Foto: Divulgação.

General Motors trabalha sua agenda 2020

São Paulo – É possível afirmar que 2019 está sendo sido histórico para a General Motors no Brasil. No mínimo, agitado. Após cogitar a possibilidade de deixar o mercado nacional e gerar o movimento que deu origem ao IncentivAuto em São Paulo, a empresa trouxe novidades importantes para a região – como a produção do nova linha do best-seller Chevrolet Onix e sua família de motores. Apesar dos fatos, ainda há muito a ser feito e a pauta da montadora segue com vistas a 2020.

 

À Agência AutoData, em entrevista exclusiva, o presidente Carlos Zarlenga demonstrou que a companhia deu início a uma espécie de segundo movimento em busca de maior rentabilidade na região, um assunto recorrente sobretudo na casa matriz, nos Estados Unidos, de onde vozes diretivas pedem mais lucro e menores custos nas fábricas que sustentam sua operação global.

 

Uma primeira meta, aqui, é a de fazer com que o governo ofereça condições para tornar viável maiores volumes nas exportações – que hoje, em função da Argentina, estão em queda. Nesse sentido a montadora assumiu o papel de capitã no time de montadoras associadas à Anfavea e, junto ao governo, negocia formas de se reestabelecer o Reintegra e, sob sua ótica, tornar o cenário das exportações mais competitivo para estimular mais embarques.

 

“As conversas com o governo estão bem evoluídas sobre uma questão que não é da General Motors, mas da indústria. Existe um entendimento claro do governo sobre a importância de não exportar impostos”, disse Zarlenga. “Aliás, em uma reunião que tive com o ministro Paulo Guedes, ele me disse que não faz sentido nenhum exportar imposto se a gente quer ser competitivo no resto do mundo”.

 

O que está sendo discutido, segundo o executivo, é a elevação do porcentual do Reintegra dos atuais 0,1% para 5%. Mas a medida, no entanto, é paliativa com efeitos no curto-prazo, e a montadora quer observar horizontes mais claros em um tempo mais à frente. Afora a questão do Reintegra, quer que a carga tributária seja reduzida – sem que isso, ao fim, represente menor poder de arrecadação federal.

 

“O alinhamento conceitual é 100% com o governo. Agora ocorre a parte de execução da reforma que tem de ser feita do melhor jeito possível. O governo entende também que outros países da América do Sul devem ser destino de produtos brasileiros, e hoje não são. Quando perceberam isso ficaram chocados. A gente perde para concorrentes asiáticos em um mercado que deveria ser nosso”, contou o executivo. “Se fala muito na reforma e pouco sobre redução da carga”.

 

Outro ponto visto como vetor de redução dos custos operacionais da companhia no mercado brasileiro é o uso de mais modais de transporte para escoamento da produção. A General Motors estuda formas alternativas ao transporte rodoviário, como, por exemplo, o marítimo e o ferroviário. Estipulados os meios, a montadora busca, agora, os fins: “Estamos muito dependentes do transporte por estradas e há uma grande oportunidade para desenvolver outros tipos de transporte. Temos que começar estudando corredores”.

 

“Estamos estudando melhores maneiras para escoar a produção. É um estudo de como seria uma forma de aproveitar melhor o que existe e começar a discutir de forma séria a multimodalidade. Ainda é muito cedo para se dizer qual são os melhores modais. A gente não vai falar sobre isso até a gente saber o que a gente quer fazer”.

 

Procurar melhores maneiras para escoar produção é visto pelo executivo como algo estratégico uma vez que está em curso ofensiva de novos produtos, nacionais e importados. Um exemplo é o do SUV Chevrolet Equinox produzido pela montadora no México. A companhia passará a importar mais modelos da versão LT – no País, por ora, a mais vendidas é a topo de linha Premiere –, o que deverá acrescentar volumes a uma operação logística que já é grande com os novos Onix Plus, um sedã, e que será ainda maior quando estiverem disponíveis nas concessionárias a versão hatch.

 

“O Equinox está vendendo bem. Nós, neste momento, estamos trazendo basicamente o topo do gama em volumes importantes. No segmento de preço dele é líder absoluto. Vamos expandir agora trazendo as versões LT e aí teremos mais participação no segmento também. Não trouxemos mais unidades antes por estarmos focados em outras coisas, mas chegou agora o momento”.

 

Sobre o momento, Zarlenga disse que a empresa – e os concessionários – perceberam que a versão de entrada do Equinox pode vender mais agora: “É um modelo que atua em mercado competitivo a um preço menor do que a versão de topo. Há potencial para se vender mais”.

 

Foto: Christian Castanho.

Renault colocará no mercado utilitários elétricos com célula de combustível

São Paulo – A Renault lançará até o fim do ano no mercado europeu o Kangoo Z.E Hydrogen, furgão compacto elétrico com autonomia prolongada graças à célula de combustível que usa hidrogênio. No primeiro semestre de 2020 chegarão também os Master Z.E Hydrogen, com o mesmo sistema nas versões furgão e chassi-cabine.

 

Segundo a companhia a autonomia do Master chega a triplicar, dos 120 quilômetros da elétrica para mais de 350 quilômetros com a adição de dois tanques de hidrogênio sob a carroceria – sem comprometer, contudo, o volume de carga. Outra vantagem é o tempo de recarga, de cinco a dez minutos. No Kangoo a autonomia chega a 370 quilômetros, ante 230 quilômetros no elétrico.

 

A tecnologia está em testes desde 2014 com a Symbio, uma subsidiária do Grupo Michelin. O preço do Kangoo Z.E Hydrogen na França já foi divulgado: 48,3 mil euros, sem impostos e sem os bônus ecológicos.