Soluções Usiminas une chapas de diferentes espessuras

São Paulo – As montadoras perseguem tecnologias que aprimoram a eficiência energética dos seus novos veículos. Essa busca para atender às exigências do mercado extrapola os projetos de motores compactos que consomem menos combustível – a redução passa também por estruturas metálicas mais leves, que refletem no consumo. Um exemplo recente é o da nova geração do Toyota Corolla. Afora o powertrain híbrido e bicombustível, a equipe que desenvolveu o veículo considerou processos que pudessem gerar uma estrutura mais leve. Neste caso a empresa optou por tecnologia fornecida pela Soluções Usiminas em sua fábrica de Taubaté, SP, a taylor blank.

 

Na unidade são cortadas as chapas de aço beneficiadas pela própria Usiminas, peças que compõem partes estruturais do novo Corolla. O que reduz o peso do veículo é a soldagem a laser que une as chapas com outras mais finas, processo por meio do qual é possível construir conjuntos mais leves. Essa pré-montagem segue para a fábrica da Toyota em Indaiatuba, SP, onde é feita a montagem final.

 

Segundo Djalma Barros, diretor industrial da Soluções Usiminas, o processo aplicado no Toyota cria partes e peças mais resistentes porque “combina também, no mesmo conjunto, chapas de aço com durezas e espessuras distintas. No processo mais antigo havia adição de materiais na solda, o que tornava inviável a combinação de materiais. Com o laser as peças são fundidas umas nas outras”.

 

No caso do Corolla, disse Barros, a estrutura do veículo é composta por chapas de três espessuras distintas. O serviço é prestado pela companhia desde 2004 e é também aplicado em peças e partes de veículos Hyundai, Volkswagen, Volkswagen Caminhões e Ônibus e Honda. A área de soldagem a laser instalada na unidade de Taubaté atende apenas às demandas do setor automotivo em três turnos.

 

Com os equipamentos instalados na unidade paulista – há outras em Pernambuco, Minas Gerais e Rio Grande do Sul – a empresa tem capacidade para cortar ou estampar de 23 mil a 25 mil toneladas de chapas de aço por mês. No setor de soldagem a laser são processadas 1,4 mil toneladas/mês.

 

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CNH investe na eletrificação dos caminhões Nikola

Nova York –  A CNH Industrial está investindo US$ 250 milhões em participação na Nikola Corporation, empresa estadunidense que desenvolve tecnologias para caminhões movidos a célula de combustível. Esta parceria exclusiva entre as duas empresas resultará na produção em série de uma nova geração de caminhões elétricos, alimentados só a bateria ou por meio de células de hidrogênio.

 

O anúncio aconteceu durante o Capital Markets realizado pela CNH Industrial na Bolsa de Valores de Nova York com bastante destaque na apresentação de Gerrit Marx, presidente da divisão de veículos comerciais e especiais: “Esta parceria unirá as duas pontas que trarão em curto prazo a solução para o transporte com emissões zero”.

 

As duas empresas têm o desafio de neste “curto prazo” produzir uma nova geração de caminhões para o mercado estadunidense, o Nikola  One e o Nikola Two. A data para o lançamento desses produtos ainda não foi revelada. Uma das razões é que a integração das operações da Nikola com a Iveco e a FPT, os braços da CNH Industrial no segmento de veículos comerciais, é muito mais complexa do que somente construir os caminhões que já possuem seus projetos avançados.

 

O modelo de negócios que se está construindo oferecerá um pacote completo para utilização desses caminhões com o objetivo de que os custos sejam iguais ao da operação de um veículo movido a diesel. O sistema que está em desenvolvimento abrange todos os custos de propriedade, serviços, manutenção e até os gastos com o combustível, a energia.

 

Além disso haverá uma grande integração operacional, com a Iveco compartilhando a expertise de manufatura, engenharia e sua rede, infraestrutura e reputação em veículos comerciais no mercado europeu.

 

Também está programada uma joint venture na Europa em que a Nikola aportará suas tecnologias em célula de combustível, eixos eletrônicos, inversores, suspensão independente, armazenamento a bordo de hidrogênio, funcionalidades de atualização de softwares, infotainment e controles do veículos com as estruturas da CNH Industrial na região. Outro produto, o Nikola TER está sendo desenvolvido com as soluções apresentadas no caminhão Iveco S Way, especialmente para o mercado europeu.

 

Até 2022 todas essas iniciativas deverão estar no mercado de veículos comerciais. Até lá outra transição poderá se dar na oferta de combustível para essa nova geração de caminhões. A CNH acredita que a rede de gás natural que abastece veículos comerciais pode contribuir para a viabilidade dos veículos movidos a célula de combustível, à medida que os postos com gás natural possam ser convertidos para produzir hidrogênio.

 

O CEO da CHN Industrial, Hubertus Mühlhäuser, deixou seu entusiasmo em apresentação para os agentes financeiros na Bolsa de Valores de Nova York sobre as expectativas com esta parceria com a Nikola.

 

“Estaremos melhor posicionados na oferta de soluções para o mercado global de veículos comerciais colocando a Iveco como verdadeira marca disruptiva na indústria de caminhões. E de quebra, vamos abrir o mercado estadunidense para nossos produtos. Também vamos aumentar nossa liderança nas propulsões alternativas, com o uso do gás natural, eletricidade e células de combustível, contribuindo para a redução dos impactos das mudanças climáticas”.

 

A Iveco tem a liderança na venda de caminhões e ônibus movidos a gás natural na Europa com mais de 28 mil unidades negociadas.  

 

Foto: Divulgação

Brasil e Argentina prorrogam acordo bilateral por dez anos

São Paulo – Os governos do Brasil e da Argentina assinaram na sexta-feira, 6, a renovação do ACE 14, Acordo de Complementação Econômica, que versa sobre o comércio bilateral de veículos e autopeças. A menos de um ano do vencimento do último protocolo complementar, assinado em 2016, os governos optaram pela prorrogação do acordo por dez anos. A partir de julho de 2029 a previsão é a de livre-comércio automotivo na fronteira.

 

Os ministros da Economia, o brasileiro Paulo Guedes, e da Produção e Trabalho, o argentino Dante Sica, assinaram o novo acordo, que estabelece o aumento gradual do chamado sistema flex, uma regra que fixa limites para que a exportação supere a importação de uma das partes do acordo. Atualmente este índice é de 1,5 – ou seja, para cada US$ 1 que o Brasil, hoje superavitário no acordo, importa, ele pode exportar US$ 1,5.

 

A prorrogação do acordo assinada pelos governos eleva desde já o flex para 1,7. A partir de julho do ano que vem o flex sobe para 1,8 e segue assim até julho de 2023, quando aumenta para 1,9. Em julho de 2025 chega a 2 e em julho de 2027 o flex aumenta para 2,5. No último ano antes do livre comércio, de julho de 2028 a junho de 2029, o flex sobe para 3.

 

O novo acordo reduz também a exigência mínima de conteúdo regional dos atuais 60% para 50%. Carros premium e híbridos também têm cotas máximas anuais separadas: 10 mil premium, sendo 2 mil por modelo, e 15 mil híbridos, crescendo 3,5 mil por ano até chegar a 50 mil.

 

Do lado argentino o acordo foi celebrado. Em sua conta no Twitter o presidente Mauricio Macri o definiu como histórico: “A indústria automotiva tem dez anos para avançar. Solucionamos o principal problema com nosso grande sócio comercial. Em 2020 deveria começar o livre-comércio automotivo, é melhor para a nossa indústria definir dez anos para se adequar e estabelecer prazos para a integração até 2029. Chega de remendos e acordos parciais”.

 

Macri lembrou que a cada dois anos Brasil e Argentina precisavam sentar à mesa para negociar novamente, o que atrapalhava as empresas na hora de tomar decisões sobre investimentos na região.  “[É] uma indústria que precisa de previsibilidade para investir”.

 

O cenário de previsibilidade foi destacado pelo presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes. Em nota, o executivo comentou que “o escalonamento de dez anos traz um cenário de previsibilidade e segurança jurídica para a indústria automobilística. Durante o prazo o incremento contínuo do flex poderá acomodar eventuais flutuações desses dois mercados, até que o livre-comércio coloque o nosso bloco em linha com outros acordos bilaterais”.

 

Luiz Fernando Peláez Gamboa, presidente da Adefa, que representa as montadoras na Argentina, ressaltou a importância de antecipar em oito meses o fim das discussões acerca de um novo acordo comercial para os dois países. Afirmou ele em nota:

 

“[O novo acordo] estabelece um quadro jurídico de longo prazo e a possibilidade de projetar e definir investimentos nos próximos dez anos, além de aprofundar a especialização e complementação produtiva para fortalecer a região como um bloco frente aos novos desafios do setor automotivo internacional, no que se refere ao desenvolvimento de novas tecnologias, demandas e acordos”.

 

* com agências

 

Foto: Ivan Bueno/APPA.

Zwickau começará a produzir Volkswagen ID.3 em novembro

São Paulo – A produção do Volkswagen ID.3, modelo de veículo 100% elétrico baseado na plataforma MEB, começará em novembro na fábrica que a companhia mantém em Zwickau, Alemanha. A unidade, que antes produzia modelos com motores a combustão, passa por um processo de renovação nas suas linhas para poder produzir apenas veículos elétricos.

 

As modificações, segundo a VW, terminarão no ano que vem e demandam aporte de 1,2 bilhão de euro, já anunciados pela companhia. Dentre as modificações projetadas estão a instalação de 1,6 mil robôs na área de montagem final. A unidade tem um quadro composto por 8 mil funcionários, dos quais 2,5 mil já foram submetidos a treinamentos relacionados aos modelos elétricos.

 

Faz parte também da ofensiva da montadora no campo dos elétricos a costura de joint-venture com a Northvolt, empresa sediada na Suécia, para a fabricação de baterias em Slazgitter, também na Alemanha. A montadora aplicou 900 milhões de euro no negócio.

 

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Vendas da Mercedes-Benz superam 1,5 milhão em agosto

São Paulo – A Mercedes-Benz vendeu 1,5 milhão de veículos na sua operação global de janeiro a agosto. O volume representa uma leve retração de 0,7% na comparação com o volume vendido em igual período no ano passado. De acordo com a companhia, o desempenho mostra seus esforços em reduzir perdas registradas no início do ano, sobretudo a partir de vendas recordes registradas em julho e agosto.

Onix Joy sobe uma geração a partir de outubro

São Paulo – Às portas do nascimento da nova versão do Chevrolet Onix, prevista ainda para este semestre, a General Motors mostrou na sexta-feira, 6, que o modelo atual, agora, passará a ser vendido nas concessionárias como versão de entrada Joy, uma ação comercial já utilizada pela companhia à época da troca de versões do primeiro modelo vendido no País.

 

O novo-velho Onix Joy chega às concessionárias a partir de setembro com seis opções de cores: Branco Summit, Prata Switchblade, Vermelho Chili, Cinza Graphite, Preto Ouro Negro e a nova cor Azul Blue Eyes. As demais novidades da linha serão divulgadas em momento oportuno, informou a companhia por meio de comunicado.

 

Outra novidade é a opção de acabamento Black, que tem luz de posição diurna em LED, rodas aro 15 com calotas escurecidas, maçanetas pintadas na mesma cor da carroceria, logomarca Chevrolet com fundo preto e moldura da grade e retrovisor em preto brilhante.

 

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Chevrolet avança na liderança do mercado

São Paulo – Embora por alguns dias de agosto tenha ficado na vice-liderança, atrás da Volkswagen, a Chevrolet, marca da General Motors, liderou mais uma vez o mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves no mês passado – e ainda ganhou participação de mercado no acumulado do ano.

 

Foram 42,4 mil modelos Chevrolet licenciados, segundo a Fenabrave, ou 18,4% do total de carros e comerciais leves vendidos no País. A Volkswagen, vice-líder, fechou o mês com 39,2 mil licenciamentos, ou 17% das vendas – e também ganhou participação no acumulado.

 

No mês, de diferente do resultado acumulado abaixo, apenas a posição da Hyundai, quinta mais vendida no mês e jogando uma posição para baixo Ford e Toyota, e a Jeep, que em agosto superou a Honda e ficou com a oitava posição.

 

Ranking dez mais vendidos – Janeiro a Agosto

1º General Motors – 304,9 mil – 17,8%
2º Volkswagen – 262,7 mil – 15,4%
3º Fiat – 235,2 mil – 13,7%
4º Renault – 151,6 mil – 8,9%
5º Ford – 141,3 mil – 8,3%
6º Toyota – 140,5 mil – 8,2%
7º Hyundai – 138,3 mil – 8,1%
8º Honda – 85,6 mil – 5%
9º Jeep – 83,3 mil – 4,9%
10º Nissan – 60,3 mil – 3,5%

 

Foto: Divulgação.

Hyundai mostra botão de ignição do novo HB20

São Paulo – A Hyundai segue desnudando o novo HB20, modelo que será apresentado no mercado na segunda quinzena de setembro. A imagem divulgada na sexta-feira, 6, mostra pouco porém interessante pormenor: o veículo é equipado com sistema de partida por botão.

 

Para revelar a imagem a Hyundai realizou campanha na internet baseada em visualizações no hotsite do modelo. Se o volume de acessos chegasse a 50 mil, uma nova foto, interna, do veículo se tornaria pública. E foi o que aconteceu.

 

Na quarta-feira, 4, a companhia já tinha divulgado a parte externa e suas novas linhas e grade frontal.

 

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Caminhão Scania GNV começa a ser vendido em outubro

Cesário Lange, SP – A Scania começará a receber pedidos para seus caminhões da nova geração movidos a gás natural durante a Fenatran, em outubro. O modelo será a grande atração da empresa no evento – é o primeiro caminhão pesado GNV produzido em série no Brasil.

 

A produção dos modelos GNV começará em dezembro, com a previsão de entrega das primeiras unidades aos clientes em março de 2020. Silvio Munhoz, diretor comercial da Scania Brasil, disse que R$ 21 milhões foram investidos para adaptar a fábrica à produção dos modelos GNV – grande parte aplicados em segurança, pois produzir modelos movidos a gás requer alguns cuidados especiais, especialmente quando compartilham a linha dos modelos a diesel, como será o caso em São Bernardo do Campo, SP.

 

O custo, segundo Munhoz, será de 30% a 35% superior ao comparado com o mesmo modelo com motor diesel. Mas na operação a economia chega a 15% por quilômetro rodado, segundo medições da empresa.

 

“Em três anos e meio o transportador recupera o valor investido. Como a média de uso do caminhão é de sete anos, nosso cliente terá mais três anos e meio para operar com o caminhão que entrega uma rentabilidade muito maior com relação ao que tem motor diesel”.

 

Munhoz admite que há necessidade de expandir a oferta de GNV no Brasil. Segundo ele o governo precisa colocar em prática o plano de expansão do uso do combustível, especialmente nas privatizações “que trarão um choque de eficiência e competitividade ao setor”.

 

Com relação à infraestrutura de distribuição e abastecimento o executivo disse não estar preocupado, porque a perspectiva é de ampliação: “Tive conversas recentes com uma grande empresa do ramo e eles me disseram que o foco a partir do ano que vem será nesse segmento, o que nos traz mais confiança para investir nesse tipo de motorização”.

 

Mais testes – Em paralelo ao início da operação comercial a Scania colocará mais modelos para rodar em testes com empresas parceiras. “Até o final do ano teremos um caminhão movido a gás operando na coleta de lixo”.

 

A expectativa da Scania é que no futuro o veículo seja abastecido com o biometano produzido a partir do lixo recolhido na própria operação.

 

Outros três caminhões movidos a gás também entrarão em operação até o final do ano: um deles usado em circuito off-road fechado e os outros dois em operações que rodam grandes distâncias.

 

Uma unidade movida a gás da nova geração de caminhões da montadora já roda em uma rota que vai de Matão, SP, até o porto de Santos, em parceria com a Citrosuco, para levar suco de laranja que será exportado. Nessa rota o caminhão roda cerca de 800 quilômetros a cada operação e, desde que a parceria começou, em dezembro do ano passado, o modelo com cabine R e motor de 410 CV já atingiu a marca de 110 mil quilômetros rodados, com redução de 15% no custo por quilômetro.

 

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De olho no biometano – Em parceria com a ZEG, empresa do Grupo Capitale Energia, dedicada à geração de energia renovável, a Scania colocou em operação no Brasil o primeiro caminhão 100% movido a biometano, segundo Christopher Podgorski, presidente e CEO da companhia para América Latina.

 

“Oferecemos a nossa tecnologia e a ZEG será responsável pela produção do combustível e o abastecimento. Queremos oferecer soluções para os nossos clientes que gerem benefícios para suas operações, assim como para o meio ambiente”.

 

O caminhão será usado em uma das usinas da São Martinho, grupo sucroalcooleiro, e o modelo escolhido foi o G 410 XT 6×4, que também é o primeiro caminhão off-road movido a biometano em operação no País.

 

A médio prazo a intenção da Scania em parceria com a ZEG é levar a produção de biometano para o interior do Brasil, onde a oferta de gás natural é inexistente, buscando parceiros no agronegócio: “A ZEG desenvolveu uma tecnologia de produção do biometano em estruturas de médio porte, com escala replicável e a nossa ideia é expandir essa produção”.

 

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Plano de manutenção será uma das atrações da Scania na Fenatran

Cesário Lange, SP – A Scania prepara para a Fenatran outras novidades além do caminhão movido a GNV. Os clientes conhecerão no estande da marca também uma versão atualizada do plano de manutenção oferecido aos caminhões da empresa, que, segundo seu diretor de serviços Fábio Souza, promete reduzir em até 25% o custo total de manutenção.

 

Foi também na Fenatran, de 2017, que a Scania apresentou o programa de manutenção flexível. Dois anos depois, a diretoria entendeu que estava na hora de evoluir este programa: “Depois de alguns estudos chegamos ao resultado: o novo programa de manutenção chega ao mercado com promessas ousadas, mas o retorno dos clientes nos prova que estamos no caminho certo”.

 

O novo plano contemplará as manutenções preventivas e corretivas individualmente, buscando entregar a máxima rentabilidade e disponibilidade operacional da frota. As concessionárias já oferecem este novo programa na negociação de caminhões novos, em contratos que vão de três a cinco anos de adesão.

 

A Fenatran também será palco da entrega de duzentas chaves da versão especial BlueFun da nova geração Scania. Segundo Roberto Barral, vice-presidente das operações comerciais, havia uma meta de vender 1 mil unidades desta versão de julho até o fim da feira – mas o desempenho surpreendeu.

 

“Já passamos das 960 unidades vendidas ainda faltando mais de um mês para o evento. Não conseguiremos atender a todos os pedidos porque a produção está limitada em 1 mil unidades. Na Fenatran levaremos duzentos compradores para celebrar o momento da entrega das chaves. Também teremos outras novidades que só revelaremos no evento”.

 

A série especial tem cabine azul, rodas escurecidas e outros diferenciais externos.

 

Para Barral, a situação atual da Scania no mercado torna a Fenatran um momento para comemorar o sucesso da nova geração com os clientes e estreitar o relacionamento com eles.

 

Foto: Divulgação.