Honda confirma chegada do Civic Si ao Brasil em 2018

A Honda confirmou na segunda-feira, 23, a comercialização do novo Honda Civic Si no Brasil no início de 2018.

 

O veículo, um cupê de duas portas, é equipado com motor 1.5 turbo de 208 cavalos, injeção direta, duplo comando de válvulas variáveis no cabeçote e quatro cilindros. A versão que será vendida aqui terá transmissão manual de seis velocidades.

 

Segundo a empresa, o Civic Si é mais leve que a antiga geração e tem a carroceria mais rígida, com componentes de chassi e de direção aprimorados. Essas melhorias incluem a direção elétrica de duplo pinhão adaptativa com relação variável, suspensão com acerto esportivo, amortecedores adaptativos e diferencial com deslizamento limitado. O preço do carro não foi divulgado.

 

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Nissan paralisa produção em seis fábricas no Japão

A Nissan paralisou na segunda, 23, a produção de seis fábricas no Japão. As plantas ficarão sem produzir por pelo menos duas semanas. O objetivo é resolver problemas nos procedimentos de inspeção que geraram um grande recall dos veículos vendidos no mercado japonês, segundo o site Flash de Motor.

 

Técnicos não certificados faziam as verificações finais dos carros. A Nissan precisou chamar 1,2 milhão de veículos vendidos nos últimos três anos para nova verificação de itens que vão desde a aceleração até os ajustes de volante. O custo desse recall será de US$ 222 milhões, fora os prejuízos da paralisação.

 

O problema foi revelado no final do mês passado e divulgado pelo ministério dos transportes do Japão no começo de outubro. Os técnicos, porém,  continuaram fazendo as inspeções até a paralisação.

Cronos é o nome da versão sedã do Fiat Argo

A FCA divulgou nesta sexta-feira, 20, o nome de seu próximo lançamento. A versão sedã do Fiat Argo, que chega ao mercado em março, se chamará Cronos.  

A divulgação aconteceu durante uma corrida envolvendo seis Uno Mille com escada no teto. A ação de marketing foi inspirada em diversos vídeos publicados na internet nos quais o modelo aparece em alta velocidade. 

Segundo a FCA, o Cronos, que será produzido na Argentina, faz parte do processo de modernização dos modelos da empresa no Brasil.

Cronos, assim como Argo, é um nome trazido da mitologia grega. Filho de Urano, o céu estrelado, e de Gaia, a Terra, é o deus do tempo, capaz de reger todos os destinos. 

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Mercedes-Benz: trimestre em alta nas vendas no Brasil

O Grupo Daimler, do qual faz parte a Mercedes-Benz, registrou alta de 5,7% no volume de vendas de caminhões no Brasil no terceiro trimestre na comparação com o mesmo período em 2016.  Foram entregues 3,7 mil caminhões de julho a setembro, de acordo com o balanço divulgado na sexta-feira, 20. Sobre o mercado brasileiro, a empresa projeta que o volume de vendas superará ligeiramente o alcançado em 2016.

 

O desempenho da operação brasileira no período ajudou a construir um cenário positivo em vendas e receita na divisão de caminhões da companhia globalmente. No mundo todo, de julho a setembro, foram vendidas 126,6 mil unidades, volume 30% superior ao registrado no terceiro trimestre de 2016. O resultado refletiu no faturamento da unidade, que chegou a € 9,2 bilhões, 15% mais do que os ganhos da área no trimestre do ano passado. A unidade de caminhões, no trimestre, representou 22,5% do faturamento total do grupo no período, que chegou a € 40,8 bilhões.

 

Ainda que o ano de 2016 represente uma base de comparação considerada baixa, a Mercedes-Benz acredita que o mercado nacional estabeleceu um movimento de retomada das vendas em 2017 e a tendência é que o panorama seja similar em 2018. Tanto que a subsidiária brasileira da Daimler investirá aproximadamente € 600 milhões em seu negócio de veículos comerciais nos próximos cinco anos no País.

 

O investimento anunciado será aplicado na modernização da gama de modelos, serviços digitais e nas duas maiores instalações de produção na região, São Bernardo do Campo, SP, e Juiz de Fora, MG. Até 2022, a empresa acredita que ambas as fábricas serão mais competitivas. Desde 2010, a Daimler investiu cerca de € 1 bilhão no Brasil.

 

No mundo. No contexto global da operação de caminhões da Daimler, houve crescimento do volume nos principais mercados, exceto na Europa. Na Ásia foram vendidas 40 mil unidades, alta de 42% frente ao volume do terceiro trimestre do ano passado que se deu por conta do desempenho comercial na Indonésia, apontou a empresa. No Japão, foram vendidas 11,9 mil unidades, mais 1,7%. Na Índia, 4,9 mil veículos, alta de 104%.

 

Na região denominada Nafta, que engloba Canadá, Estados Unidos e México, as vendas atingiram 43,3 mil caminhões, volume 44% maior do que o obtido no terceiro trimestre do ano passado. Na Turquia, a alta foi de 100% no volume de vendas, que alcançou 3,4 mil unidades. Na China, onde a empresa opera por meio da joint-venture Auman Trucks, foram 30 mil unidades, um crescimento de 78%.

 

No continente europeu a empresa vendeu de julho a setembro 20,9 mil caminhões, queda de 1,8% frente ao volume do mesmo período ano passado. O mercado alemão, onde fica instalada a matriz do Grupo Daimler, caiu 2,4%: foram vendidos lá 8,1 mil caminhões.

 

Ônibus. As vendas unitárias do terceiro trimestre da Daimler Buses, a divisão de ônibus, aumentaram 17%, chegando a 7,2 mil unidades no mundo e elevando o faturamento para € 1 bilhão. Na América Latina, excluindo o México, as vendas de unidades aumentaram para 3,6 mil chassis de ônibus, 63% mais que ano passado.

 

No México, foram 800 unidades no terceiro trimestre, desempenho 50% menor do que em 2016. O aumento de vendas na América Latina e os aprimoramentos de eficiência ainda não compensaram os efeitos negativos da taxa de câmbio e a inflação de custos, principalmente na América Latina, disse a companhia.

 

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Com muita tecnologia, Chevrolet Equinox chega por R$ 149 mil 990

A Chevrolet lançou na sexta-feira, 20, o SUV Equinox, que substituirá o Captiva e será vendido inicialmente apenas na versão Premier, por R$ 149 mil 990. Segundo a empresa, a expectativa é vender 700 unidades este ano e, dependendo da aceitação no mercado, versões mais baratas poderão chegar.

 

A empresa afirma que 50% das vendas de SUVs médios são de versões com preço de R$ 130 mil a R$ 160 mil. A lista de concorrentes será grande. Nessa faixa de preço estão diversas versões dos Hyundai IX35 e New Tucson, do Land Rover Evoque, do Jeep Compass, do Peugeot 3008, do Audi Q3, do Mitsubishi Outlander, do BMW X1 e do Volvo XC60.

 

A versão vendida no Brasil será a Premier, marcando a chegada desse posicionamento pela primeira vez no mercado nacional. Trata-se da mais sofisticada da linha global da Chevrolet, com o uso de materiais nobres e grande lista de itens de série. “Projetamos o Equinox para que ele fosse a principal referência da categoria e ocupasse nossa vitrine tecnológica ao lado do Camaro”, diz Carlos Zarlenga, presidente da GM Mercosul.

 

O Equinox tem motor 2.0 turbo de 262 cv, 37 kgfm, o mesmo do Camaro vendido nos Estados Unidos. O câmbio automático tem nove marchas e a tração é integral. O novo SUV da Chevrolet traz itens de série de alta tecnologia como sistema de ondas sonoras contrárias para combater os ruídos externos do motor, abertura da tampa do porta-malas por sensor de movimento, alerta de esquecimento de pessoas no banco traseiro, alerta de colisão frontal, assistente de permanência em faixa e alerta de ponto cego. Com sensores, radares e câmeras, o sistema de frenagem é acionado automaticamente em situações de risco.

Mitsubishi retoma negociação, mas greve continua

A greve que paralisou a produção da fábrica da Mitsubishi em Catalão, GO, seguirá pelo menos até a próxima segunda-feira, 23, informou o Sindicato dos Metalúrgicos da cidade. Na sexta-feira, 20, a empresa chamou à mesa representantes da entidade para retomar as negociações. Os funcionários pedem participação maior nos lucros da companhia, reajuste salarial e vale-refeição.

 

A paralisação começou na segunda-feira, 16, e de acordo com Thiago Cândido Ferreira, secretário geral do sindicato, 90% dos funcionários aderiram à paralisação. De acordo com o representante, haverá assembleia no dia 23 para formular uma proposta à montadora. Em Catalão são produzidos os modelos da linha L200, Lancer, ASX, Pajero e também o Suzuki Jimny.

 

A fábrica tem capacidade instalada para 110 mil unidades por ano. Atualmente, por dia, são fabricados por volta de 140 veículos, informou o sindicato. De acordo com dados da Anfavea, de janeiro a setembro, foram emplacados 9 mil 157 veículos Mitsubishi, queda de 19,9% na comparação com o volume registrado no mesmo período do ano passado: 11 mil 442 veículos. Os emplacamentos dos veículos Suzuki chegaram a 3 mil 242 unidades nos nove meses do ano, 23,5% mais do que em 2016.

 

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Empresas colombianas fecham negócios na Fenatran

A Anfir, Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários, em parceria com a Apex, Agência Nacional de Promoção de Exportações e Investimentos, promoveu durante a Fenatran uma rodada de negócios com compradores de empresas de diversos países, como Colômbia, Bolívia, Equador, México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai.

 

Maria Claudia Mendoza, gerente geral da Juannas, sediada em Bogotá, Colômbia, e que atua nas áreas de mineração, eletricidade, infraestrutura viária e construção civil, revelou a compra de sistemas hidráulicos da Hidromas e de implementos da Rossetti. “Também abrimos negociação com a Grimaldi”, disse a executiva. “O evento é muito importante para conhecer melhor o mercado brasileiro e sua indústria. É a minha segunda participação na Fenatran. Na primeira, aproveitamos para nos aproximar dos fornecedores.” Antes do evento, a Juannas já tinha importado um caminhão Scania, com implemento da Rossetti.

 

A Transportes Montejo, também de Bogotá, enviou para o evento o gerente de manutenção, Javier Lara. “Somos especializados no transporte de carga seca e pesada. É a minha primeira vez na Fenatran. Está sendo muito importante para nos aproximarmos de algumas empresas, como a Random, de quem já somos clientes”.

 

A exportação do Brasil para outros países da América do Sul também causa interesse nas empresas colombianas. “A expectativa é de que o volume continue a crescer, mesmo com a recuperação da economia nacional”, disse Maria Claudia Mendoza. “Não pode ser apenas uma oportunidade de negócio por causa do mercado em queda. Espero que com a recuperação do mercado nacional esse assunto seja tratado com a mesma importância, pois é necessário manter esse bom relacionamento entre os países. Um acordo bilateral Brasil-Colômbia também ajudará a fortalecer nossa relação”.

 

Vendas atingiram R$ 17,5 milhões 

As 23 empresas associadas à Anfir encerraram a Fenatran satisfeitas e acreditando na consolidação da recuperação do mercado. De acordo com Alcides Braga, presidente da Anfir, o evento consolidou o movimento de recuperação que a indústria está experimentando nos últimos meses. “Desde o primeiro dia, percebemos um ambiente de negócios mais forte.”

 

Durante os cinco dias, foram negociadas aproximadamente 150 unidades no segmento Leve, de carroceria sobre chassis. Já nos pesados, reboque e semirreboque, foram aproximadamente 2 mil produtos negociados, com expectativa de vender mais 1,2 mil nos próximos meses.

 

As fabricantes acreditam que o volume de negócios chegou a R$ 17,5 milhões, correspondendo aos pedidos tirados ao longo do evento e que serão consolidados nos próximos meses.

Librelato projeta crescimento de 15%

Após a forte retração nas suas produção e receita em 2015 e 2016 a Librelato, fabricante de implementos rodoviários de Içara, SC, projeta crescimento de 15% para o ano que vem. Para seu CEO, José Carlos Spricigo, o emplacamento de veículos rebocados girará de 28 mil a 30 mil unidades. Para ele haverá liquidez no mercado, resultado da queda de juros, que também influenciará na busca de outras formas de financiamento, como CDC e leasing.

 

“Estes produtos estarão, em 2018, ainda mais competitivos.”

 

Ele também confirmou, durante encontro com jornalistas na Fenatran, aporte de US$ 15 milhões até 2022. No curto prazo serão investidos US$ 2,5 milhões na ampliação da fábrica de Içara 2 em mais 7,5 mil m². Também há investimento para a aquisição de gabaritos automatizados e robôs para solda mig, medida que repercutirá em ganhos de produtividade. Spricigo anunciou para 1º de novembro a reabertura da unidade de Içara 1, fechada em função da reestruturação do grupo para fazer frente à crise. A medida deverá resultar na contratação de cem funcionários.

 

Os recursos visam a dar suporte ao plano de desenvolvimento de novos produtos e de fortalecimento de ações no mercado externo, que deverá responder por 15% a 20% da receita da empresa – atualmente a participação é de 10%. Paraguai, Chile, Bolívia e Uruguai, hoje os principais mercados da marca, deverão ganhar a companhia, no futuro, de Argentina, Peru e países do continente africano.

 

Em razão da crise a Librelato concentrou suas operações na cidade de Içara, agora também matriz do grupo. Em Orleans, onde ficava a sede central, a estrutura é ocupada quase que exclusivamente pela Libremac, joint-venture da empresa com a italiana Themac, fabricante de equipamentos para coleta de lixo.

 

Na Fenatran a empresa apresenta o contêiner metálico para resíduos de 3,2 m³, o coletor compactador Optimus e a plataforma auto-socorro.

 

Spricigo disse que este segmento, embora de grande potencial, passa por momento de dificuldades. A principal é a alta inadimplência das prefeituras com as empresas que atendem à atividade de coleta e compactação do lixo. Levantamento da entidade que representa o setor aponta dívida das prefeituras de R$ 15 bilhões.

 

Dentre as novidades expostas pela Librelato o diretor comercial Pedro Bolzoni citou o modelo graneleiro, totalmente remodelado e que ganhou características premium. Com caixa mais leve e resistente o equipamento tem peso 7% menor: 7,7 mil quilos. A Librelato ainda lançou rodotrem canavieiro com capacidade de carga de 91 toneladas, produto que faltava em seu mix.

 

Também ingressou na linha de equipamentos para cargas frigorificadas, com os modelos paleteiro e gancheiro. A meta é entregar cerca de vinte unidades mensais a partir de 2018. O quarto lançamento é o tanque inox com tecnologia embarcada: segundo Bolzoni é o mais leve do mercado, mas com maior capacidade de transporte, de 47 mil litros, 5% a mais do que os concorrentes.

 

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BMW: Novo X3 chegará no primeiro semestre de 2018

Apresentada mundialmente há pouco mais de um mês, durante o Salão Internacional do Automóvel de Frankfurt, na Alemanha, a terceira geração do BMW X3 desembarcará no Brasil no primeiro semestre de 2018, informou a empresa. Desde o lançamento da primeira geração, em 2003, o modelo acumula mais de 1,5 milhão de unidades vendidas no mundo até o momento.

 

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Volare vende 16 ônibus para Exclusiva Turismo

A Volare, empresa de micro-ônibus da Marcopolo, vendeu 16 ônibus para a Exclusiva Turismo, operadora de transporte de Campinas, SP. São nove unidades do modelo W9 e sete do DW9, todas na versão executivo com capacidade para 31 passageiros.

 

Os veículos são equipados com faróis e lanternas em LED, poltronas revestidas com espuma visco-elástica, que se molda ao corpo do passageiro, e piso amadeirado. Eles também possuem sistema de ar-condicionado de teto e atendem ao padrão Artesp/EMTU.

 

Segundo João Paulo Ledur, gestor do negócio da companhia, a parceria com a Exclusiva ocorreu no início de atividades da fabricante. Em 1998, foi a primeira empresa a adquirir um veículo da marca na região e, desde então, já foram entregues mais de 100 veículos para a empresa de Campinas. Atualmente, possui na frota 64 Volare.

 

Foto: Divulgação/Fernando Camargo