Depois de 14 anos de operação no País, a Peugeot anuncia sua primeira executiva com nacionalidade brasileira a comandar a montadora. Ana Theresa Borsari assumiu direção geral da Peugeot no Brasil na quinta-feira, 1.
A executiva, de 44 anos, é advogada formada pela USP e ingressou na marca em1995. Passou por vários postos na montadora até deixar, em 2010, o cargo de diretora de Marketing para iniciar sua carreira internacional.
Segundo comunicado da montadora, nesse período de preparação para retornar à frente da operação brasileira, Ana Theresa foi a responsável pela coordenação comercial da Peugeot no sul da Europa e a primeira mulher a comandar uma operação da marca no mundo, quando foi diretora geral da Peugeot e Citroën na Eslovênia.
Desde 2013, a executiva dirigia a Peugeot no sudoeste da França, liderando a marca em uma região que conta com mais de 150 concessionários.
No Brasil, a executiva responderá diretamente a Carlos Gomes, Presidente da PSA Peugeot Citroën para o Brasil e a América Latina.
Em comunicado a executiva afirmou que sempre desejou retornar ao País. “Por isso a minha satisfação é dupla: volto ao Brasil e à frente da Peugeot. Vou aproveitar minha experiência, com entusiasmo e energia para acelerar o reposicionamento da marca no País”, disse.
A executiva afirmou ainda que com o Peugeot 208, a chegada do 2008, os lançamentos dos novos 308 e 408, a marca possui uma gama moderna e completa a oferecer. “Juntamente com a nossa nova rede de concessionários proporcionaremos uma experiência superior aos nossos clientes”, afirma Ana Theresa.
Miguel Figari, que ocupava o posto, retorna ao Chile para seguir com seus projetos pessoais. Coube a ele a missão de iniciar o novo posicionamento da marca no Brasil, reestruturar a rede de concessionários e lançar o primeiro SUV compacto da marca, o Peugeot 2008.
“Tive o privilégio de participar da transformação da Peugeot no Brasil. Parto com o dever cumprido e deixo a marca pronta para avançar nas mãos de uma profissional brasileira, com ampla experiência e profundo conhecimento do mercado local”, disse Figari em nota.

Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America, garante que os fundamentos básicos do País permanecem os mesmos e não resta dúvida de que o futuro continua tão promissor quanto antes. Segundo ele o grande problema, agora, é tentar descobrir quando a recuperação se iniciará. E esta, infelizmente, é uma pergunta muito difícil de ser respondida, pois depende de uma série de fatores de difícil controle.
Além deles, Bernardo Fedalto, diretor de Caminhões da Volvo, Marco Borba, vice-presidente comercial da Iveco, João Pimentel, diretor geral da Ford Caminhões e Luis Gambim, diretor comercial da DAF, também já confirmaram suas presenças no evento e participarão de um painel que discutirá as perspectivas futuras do mercado de veículos comerciais.
Ainda que a Renault não informe objetivos de vendas e produção para o novo modelo, oferecido em três versões de acabamento e motores 1,6 litro e 2 litros apenas com câmbio manual, a meta de participação, de fato, parece não estar tão distante. No acumulado dos oito primeiros meses de 2015 a montadora chegou a 7,1% e cresceu 0,2 pontos porcentuais frente ao mesmo período do ano passado, enquanto o mercado recuou 20% na média de automóveis e comerciais leves.
