Fiat Toro terá novo motor turbodiesel, mais potente

São Paulo – A picape Fiat Toro adotará novo motor Multijet turbodiesel 2.2, que gera 200 cv de potência. Na comparação com o motor anterior é 18% mais potente e o torque é 29% maior, de acordo com comunicado divulgado pela empresa, que não divulgou mais informações sobre a mudança, que acontecerá em breve.

O novo motor Multijet turbodiesel 2.2 será usado nas versões Volcano e Ranch da picape Fiat Toro. No ano passado a Fiat Toro registrou 53,9 mil emplacamentos, a terceira picape mais vendida do País.

Renault Duster ganha sobrevida com leves mudanças externas na linha 2026

São Paulo – A Renault anunciou a chegada da linha 2026 do Duster às concessionárias, com novidades na configuração Iconic Plus e Iconic Plus turbo TCe 1.3 CVT, que trazem teto bitom em preto brilhante e antena em formato de tubarão. A versão com motor turbo, que é a topo de linha, ainda adiciona rodas Tergan de 17 polegadas com acabamento em preto brilhante.

A linha 2026 do Duster segue sendo oferecida em quatro versões.

No ano passado o SUV somou 20,7 mil emplacamentos no Brasil, o terceiro modelo mais vendido da Renault. Veja abaixo todos os preços e versões do Duster 2026:

Intense Plus 1.6 SCe manual – R$ 133 mil
Intense Plus 1.6 SCe CVT – R$ 142,1 mil
Iconic Plus 1.6 SCe CVT – R$ 151,7 mil
Iconic Plus turbo TCe 1.3 CVT – R$ 165,9 mil

Antonio Filosa assume liderança global de qualidade da Stellantis

São Paulo – A Stellantis promoveu uma simplificação de sua organização executiva. O objetivo, segundo a empresa relatou em comunicado, é promover medidas que visam a atingir o equilíbrio de responsabilidades regionais com as globais, para permitir mais velocidade de decisão e execução.

Uma das mudanças envolve Antonio Filosa, que se torna, ao lado de sua função de COO das regiões da América, assumida no ano passado, após a saída do ex-CEO Carlos Tavares, a liderança global de qualidade. De acordo com a companhia a qualidade é fundamental na relação com o consumidor e alterações como esta reforçam o compromisso da Stellantis em ouvir o cliente e estabelecer bases para o crescimento renovado.

Nota distribuída pela Stellantis afirma que, “por meio de ajustes organizacionais direcionados, as regiões agora têm capacidades aprimoradas de tomada de decisão e execução local com relação ao planejamento e ao desenvolvimento de produtos, atividades industriais e comerciais, mantendo a coordenação com as funções globais da empresa para melhor atender seus clientes”.

Quanto às atividades de software, agora integradas à organização de desenvolvimento de produtos e tecnologia liderada por Ned Curic, o plano é simplificar o processo de levar ao mercado produtos e serviços inovadores para todas as marcas nos mercados onde a empresa opera.

Clara Ingen-Housz assume a área de assuntos corporativos e comunicações e Olivier François o novo escritório de marketing criado para reagrupar profissionais, a fim de dar melhor suporte às marcas, em particular por meio de publicidade, eventos globais e patrocínios.

Outras mudanças na liderança incluem Bob Broderdorf à frente da Jeep, Alain Favey, da Peugeot, Xavier Peugeot, da DS Automobiles, e Anne Abboud, da unidade de veículos comerciais Stellantis Pro One.

Vendas de veículos crescem 6% em janeiro

São Paulo – Em janeiro foram comercializados no mercado brasileiro 171,2 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, segundo dados preliminares do Renavam obtidos pela Agência AutoData. 2025 começou com crescimento de 6% nas vendas comparado com janeiro do ano passado, que somou 161,6 mil licenciamentos

Com relação às 257,4 mil unidades de dezembro as vendas recuaram 33,5%, movimento natural devido ao período do ano: o mercado costuma aquecer no último trimestre, especialmente no último mês, e iniciar o ano com ritmo menor.

A média diária de janeiro foi de 7,7 mil unidades, superior à de 7,3 mil registrada no primeiro mês de 2024.

Do volume vendido em janeiro 158,3 mil unidades corresponderam a veículos leves e 12,9 mil a caminhões e ônibus. Segundo a Bright Consulting as vendas diretas representaram 35,4% do volume de janeiro, média inferior aos 36,4% de janeiro de 2024 e aos 45,9% de dezembro.

Os eletrificados somaram 15,9 mil emplacamentos, com 39,8% do volume PHEV e 36% MHEV, tecnologia que vem ganhando espaço por causa da nacionalização. Só o Fiat Fastback híbrido registrou 1,6 mil licenciamentos.

O foguete BYD sobe muito rápido, não sem riscos

A escalada meteórica da BYD no cenário global como maior fabricante de veículos elétricos e híbridos do mundo já é um caso de estudo que deverá figurar nos livros de gestão e marketing – a questão é saber se esta história terá uma continuação tão feliz quanto é o momento atual. Em apenas quatro anos a BYD multiplicou por dez seu volume de produção e tornou-se a terceira companhia automotiva mais valiosa do planeta, avaliada em US$ 105 bilhões – valor de mercado inferior apenas ao da Toyota e da Tesla.

Contudo, justamente no que parece ser o melhor momento da companhia chinesa, um de seus maiores investidores está reduzindo significativamente sua exposição, colocando um ponto de interrogação na continuação do desempenho meteórico registrado até agora.

Warren Buffett, megainvestidor dono do fundo Berkshire Hathaway, que desde 2008 vinha comprando ações da BYD para sua carteira de investimentos, em 2022 começou a vender e reduziu a menos da metade sua participação na empresa, hoje de menos de 5%.

Cenário geopolítico inóspito

Poderia ser apenas a realização de lucros para aproveitar o pico de valorização das ações, mas há quem veja o movimento, discreto até agora, como um sinal de que as coisas podem piorar bastante para a BYD na batalha dos Estados Unidos contra a China pela supremacia no domínio de tecnologias sensíveis – um embate que tende a se aprofundar no governo imperial de Donald Trump.

Michael Dunne, consultor especializado no mercado global de veículos elétricos, aponta que a BYD é vista por muitos ideólogos do governo estadunidense como ponta-de-lança do Partido Comunista Chinês em seu projeto de domínio global da tecnologia de carros elétricos e baterias. Portanto a companhia chinesa deverá enfrentar barreiras e ataques consideráveis ao seu desempenho.

Já no governo de Joe Biden foi imposta tarifa de importação de 100% sobre carros elétricos chineses. Pior ainda do que isto foi a aprovação do banimento total do uso de softwares e equipamentos de conexão chineses em solo dos Estados Unidos, o que praticamente inviabiliza a entrada de qualquer veículo chinês no País com estes dispositivos embarcados.

Dunne lembra que Buffett já tomou decisão similar de reduzir exposição a riscos geopolíticos quando notou situação parecida: em 2023 o investidor vendeu todas as ações que seu fundo tinha da TSMC, a maior e mais lucrativa fabricante de semicondutores do mundo, localizada em Taiwan, a província rebelde da China. Quando foi perguntado por que se desfez de papéis aparentemente tão lucrativos, Buffett foi curto e grosso: “Eu não gosto da localização [da TSMC]”.

A decolagem

A aceleração da BYD no mundo automotivo parece obedecer à mesma cinética dos carros elétricos que fabrica, com torque imediato na primeira pisada no acelerador. Fundada em Shenzhen, China, há exatos trinta anos como fabricante de baterias para celulares, somente em 2005 estreou no mundo dos automóveis e lançou seu primeiro carro, a combustão.

Note-se que o primeiro híbrido plug-in foi lançado em 2008 – justamente quando o fundo de Warren Buffett começou a comprar ações da BYD – e o primeiro elétrico em 2009. Somente em 2022 a empresa encerrou a produção de modelos equipados somente com motor a combustão.

Depois de quedas nas vendas por três anos consecutivos, de 2018 a 2020, a BYD decolou com aceleração impressionante: nos últimos quatro anos a produção foi multiplicada por dez, de 440 mil unidades em 2020 para 4,2 milhões em 2024 – mais do que Ford, Honda ou Nissan fabricaram no ano passado, para citar alguns concorrentes com muitas dezenas de anos a mais no mercado global.

No mesmo período em que catapultou sua produção a BYD também iniciou um ambicioso plano de internacionalização, que resultou em 400 mil carros exportados no ano passado – mais de 100 mil deles para o Brasil e 40 mil para o México. E a meta é dobrar as exportações para 800 mil este ano.

Ao mesmo tempo a BYD começa a espalhar fábricas pelo mundo para se tornar uma fabricante global à semelhança das maiores companhias deste setor. Investe em unidades industriais na Indonésia, México e Brasil. Em Camaçari, BA, afirma que está construindo sua maior fábrica fora da China, com planta no mesmo terreno que foi da Ford.

As forças de subida

Uma combinação de fatores explica a força de subida do foguete BYD, a começar por sua admirável verticalização: produz dentro de casa 80% dos componentes utilizados em seus carros – e por isto tem custos 25% menores do que os concorrentes ocidentais.

Dentre estes componentes está o principal de qualquer carro plug-in, seja híbrido ou elétrico: as baterias Blade de lítio-ferro-fosfato, desenvolvidas pela própria BYD, mais eficientes e seguras – não pegam fogo quando rompidas e expostas ao ar. Até a concorrente Tesla comprou baterias Blade da BYD para equipar seu modelo Y produzido em Berlim, Alemanha.

A BYD também domina completamente o desenvolvimento de seus produtos e para isto tem equipe de 110 mil engenheiros e já registrou 29 mil patentes globais. Tem equipe de mais de seiscentos designers treinados pelo ex-Audi Wolfgang Egger, que desenharam carros tão atraentes e modernos quanto seus concorrentes ocidentais.

À frente de outros fabricantes de modelos eletrificados a BYD tem um vasto portfólio de produtos elétricos e híbridos plug-in, para todos os gostos e bolsos, desde o Seagull por preço equivalente a US$ 9,7 mil na China – vendido no Brasil como Dolphin Mini por cerca de R$ 120 mil – e chega ao topo com Yangwang U9 que custa US$ 223 mil.

Assim a BYD é hoje a antítese dos fabricantes chineses em passado recente, que há apenas uma década produziam veículos medonhos, mal acabados e de baixa qualidade. Hoje a BYD pode concorrer em aparência, tecnologia e preço em qualquer mercado global. Justamente por isto pretende exportar 800 mil unidades este ano e já tem frota de quatro navios roll-on roll-off – incluindo o Shenzhen, o maior do mundo deste tipo – para acelerar a distribuição de seus produtos.

Forças de descida

Se são muitas as forças combinadas que fazem a BYD subir, também existem algumas que puxam o foguete para baixo, para além da briga geopolítica. Um dos vetores negativos é a incerteza quanto à qualidade dos produtos, ainda pouco submetidos à ação do tempo, devido à juventude da fabricante e de seus carros.

Mas já há alguns sinais não muito positivos: o tradicional Estudo de Qualidade Inicial da consultoria JD Power, realizado na China em 2024, coloca nas últimas posições do ranking o elétrico Seal, que registrou 223 problemas a cada cem veículos vendidos, e o híbrido Song Plus, que apresentou 248 problemas por cem – ambos os modelos são vendidos no Brasil. Não é surpresa, pois nenhum fabricante multiplica por dez sua produção em apenas quatro anos sem enfrentar gargalos e déficits de qualidade.

Mesmo que tenham qualidade percebida muito superior ao passado, os carros chineses enfrentam acirramento de barreiras às importações nos maiores mercados do mundo, com imposição de tarifa de 100% nos Estados Unidos e de 25% a 48% nos países da União Europeia – a BYD vendeu apenas 3 mil veículos na Alemanha em 2024.

Mercados emergentes até então mais amigáveis como Brasil e México também elevarão o imposto de importação. A associação dos fabricantes no Brasil, a Anfavea, acusa a BYD e demais marcas chinesas de dumping, prática de concorrência desleal, e pede providências ao governo.

Para desviar dessas barreiras os chineses estão investindo em fábricas no Exterior, mas estas não serão tão produtivas, até porque as relações trabalhistas são diferentes – como ficou comprovado no episódio dos 163 operários chineses que trabalhavam em condições precárias para a construtora Jinjiang, que já construiu, sem ser incomodada, várias fábricas para a BYD na China, foi contratada para fazer o mesmo em Camaçari, mas aqui o mesmo modus operandi não funcionou e foi necessário atrasar as obras e contratar uma empresa brasileira.

Outro problema adiante é o custo da estratégia comercial agressiva do tipo arrasa-quarteirão da BYD, que segundo apurou o consultor Michael Dunne vem deixando descontentes os concessionários revendedores em países como Tailândia, Indonésia e Brasil. Segundo consta a fabricante está nomeando concessionárias em áreas próximas, o que faz cair os lucros por loja.

Também não ajuda no lucro a formação de estoques elevados de carros que depois são vendidos com grandes descontos: somente no mercado brasileiro a BYD emplacou 76,8 mil veículos em 2024 e alcançou o posto de décima marca mais vendida, mas terminou o ano com algo como 40 mil unidades estocadas, importadas antes do aumento do imposto, em julho.

“A lua-de-mel foi curta e já acabou, não há dinheiro.” Foi o que o consultor Michael Dunne ouviu de um concessionário de São Paulo, resumindo a insatisfação com a falta de lucro nas vendas de carros BYD. Também existem problemas de endividamento maior do que parece, de acordo com uma recente reportagem da Bloomberg. A BYD estaria colocando no balanço como capital de giro parte de sua dívida atrasada com fornecedores.

Dunne reconhece, no entanto, que “todos estes problemas são administráveis” e que a BYD tem força para superar as dores de seu crescimento meteórico, mas não sem perda natural de velocidade.

Em resumo a BYD até aqui teve desempenho extraordinário, mas não é invencível diante das dificuldades que terá de enfrentar daqui para frente – especialmente as geopolíticas já antecipadas pelos movimentos de Warren Buffett.

Mercado de peças de reposição movimenta R$ 100 bilhões por ano, com pequena participação online

São Paulo – As vendas de peças de reposição, no Brasil, movimentam cerca de R$ 100 bilhões por ano e quase todo este valor é movimentado por meio de lojas físicas, com baixo aproveitamento das plataformas digitais. Dados levantados pela autotech Compre Sua Peça, que desenvolve soluções de vendas online para o setor automotivo, apontam que apenas 6% ou 7% do total são gerados de forma digital.

Iago Átila, CEO da Compre Sua Peça, disse que este segmento ainda tem muito espaço para explorar vendas online, uma vez que cada veículo possui de 20 mil a 30 mil componentes e muitos revendedores ainda nem entraram no segmento digital — em muitos casos também não digitalizaram todo o seu estoque:

“Eu acredito que este mercado terá um forte avanço de 2030 a 2040, com potencial para chegar a 20% do total de peças de reposição que é vendido no País. Ainda assim teremos espaço para crescer e buscar a participação de 30%, quando poderemos considerar o nosso mercado maduro e complementando as vendas físicas de forma saudável”.

O grande desafio das empresas como a Compre Sua Peça, que possui uma plataforma de vendas que conecta vendedores aos clientes finais e também desenvolve soluções de vendas customizados para os distribuidores e revendedores, é capturar estes clientes, mostrar a relevância e o potencial das vendas online, assim como a digitalização de todo o estoque de peças e a criação de site e anúncios.

A sua operação começou em 2022 por meio da plataforma de vendas online, que contava com nove vendedores. Hoje são trezentos, com mais de 1 milhão de códigos de peças comercializados. Até o fim do ano, segundo o CEO, a projeção é chegar a quinhentos vendedores, com as vendas crescendo cerca de 40% sobre 2024, sendo que a Compre Sua Peça ganha uma comissão em cada venda realizada na sua plataforma.

O faturamento da autotech deverá avançar 32% em 2025 na comparação com 2024, sendo que 50% serão fruto das vendas da plataforma online e os outros 50% de negócios digitais para os clientes: 

“Esse ano queremos focar nas soluções digitais que temos para ofertar ao mercado mas sem deixar de olhar para a nossa plataforma online, que nos ajuda no faturamento e também a ganhar mais visibilidade no mercado”.

Festival Interlagos 2025 terá área maior e espera receber 350 mil visitantes

São Paulo – O Festival Interlagos 2025, que conta com duas edições, a de automóveis e a de motocicletas, espera receber 350 mil visitantes, considerando os dois eventos, sendo que só no primeiro a expectativa varia de 150 mil a 200 mil pessoas, de acordo com a organização. Mais de duzentas marcas já confirmaram participação, com 98% renovando o seu contrato após participar em 2024.

Em 2025 a organização preparou uma área 20% maior, de 120 mil m², além da pista de Interlagos disponível para test-drive. Na edição de automóveis, que será realizada de 12 a 15 de junho, mais de vinte marcas estão confirmadas, caso de BYD, Ford, Toyota, Abarth, GWM, Ram e Volvo, de acordo com o CEO Márcio Saldanha. 

Além das marcas de automóveis o Festival Interlagos terá a presença de empresas de outros segmentos da cadeia automotiva, como fabricantes de autopeças, lubrificantes, acessórios e seguradoras.

Na edição de motocicletas, que será realizada de 28 de maio a 1 de junho, empresas como Ipiranga, BMW, Pirelli, Honda, Mobil, Petronas e Motul já confirmaram presença.

Teksid, da Stellantis, abre vagas para o programa Formare 2025

São Paulo – A Teksid, divisão de manufatura da Stellantis para a produção de peças fundidas em alumínio, anunciou a abertura de vinte vagas para o programa Formare 2025 na fábrica de Betim, MG. As vagas são para o curso de assistente de operações automotivas industriais.

Jovens de 17 e 18 anos têm até 9 de fevereiro para realizar a inscrição por meio do link, mas é necessário atender aos seguintes requisitos: morar em Betim e região, cursar o ensino médio no período noturno ou tê-lo concluído em escola pública e apresentar renda familiar de até um salário mínimo por pessoa.

Grupo Osten investe R$ 5,5 milhões em concessionária BYD em Santos

São Paulo – A BYD chegou a Santos com a sua primeira concessionária, que será administrada pelo Grupo Oesten, que investiu R$ 5,5 milhões na revenda. A unidade venderá todo o portfólio da BYD no Brasil e manterá um eletroposto aberto ao público, serviços de pós-vendas e de instalação de carregadores na região.

A Osten espera aproveitar o avanço das vendas de modelos elétricos e híbridos, que tem grande participação da BYD. Em 2024 foram vendidos 177,4 mil veículos eletrificados, volume recorde no Brasil, com crescimento de 89% sobre 2023, de acordo com dados da ABVE, Associação Brasileira do Veículo Elétrico.

VW Caminhões e Ônibus inicia exportação do Constellation para o Chile

São Paulo – Em continuidade ao seu processo de internacionalização a Volkswagen Caminhões e Ônibus informou que os extrapesados Constellation agora estão disponíveis no mercado chileno. A Porsche Chile, sua importadora oficial, está comercializando as opções 25.460, dedicada a operações rodoviárias, e o off-road 33.460.

Com este lançamento a empresa desembarca em seu sexto mercado desde que estreou seu portfólio extrapesado. Completam a lista de países habilitados a receberem os caminhões Argentina, Costa Rica, Paraguai e Uruguai, além do próprio Brasil.

Para preparar esta expansão internacional a Volkswagen Caminhões e Ônibus informou “que tem investido fortemente na capacitação de seus concessionários”. A cada lançamento é realizado treinamento intensivo das equipes mundo afora para que estejam preparados para atender aos clientes.

No Chile, por exemplo, todos os funcionários da rede participaram de qualificação sobre os modelos extrapesados antes da chegada dos novos produtos, além de se atualizarem sobre todo o portfólio de leves a pesados.