Cantu começa a operar em lojas físicas após a fusão com a GP Pneus

São Paulo – A Cantu, distribuidora brasileira de pneus importados da Ásia com forte presença online por meio do seu e-commerce PneuStore, recentemente concluiu fusão com a GP Pneus em transação de R$ 1 bilhão 80 milhões. Com a operação inaugura capítulo em sua trajetória de dezenove anos e passa a ter acesso a 127 lojas físicas e centros de distribuição em 24 Estados brasileiros.

“Era o que faltava para ter o contato real do fornecedor com o prestador de serviços e o cliente. O movimento com a GP Pneus vem como um potencializador para criarmos este ecossistema da Cantu, em que passamos pela experiência do online cascateando para a do físico e nos tornamos o principal player, talvez o único, capaz de reproduzir isto”, assinalou Bruno Brambilla, diretor de fusões e aquisições da Cantu.

A complementariedade dos dois negócios é bastante ampla, nas palavras do executivo, ao ressaltar, principalmente, o ingresso no varejo físico. As vendas da Cantu para clientes pessoa física até então eram só online, apesar de massa de vendedores fazer as vezes de representantes comerciais no atacado e realizar vendas no B2B e B2fleet, em que o contato era presencial.

“A fusão traz incremento tanto em termos de abrangência do território nacional quanto de posicionamento e produto. Agregamos novos fornecedores e novas relações. A GP Pneus tem relações longevas com importantes fabricantes nos quais não tínhamos entrada. E conta com uma rede bem nacionalizada. Com ampla presença em termos territoriais.”

Segundo Brambilla a GP Pneus, assim como a Cantu, é forte em pneus de passeio e carga, mas adaptada ao varejo: “E como as lojas têm as bandeiras dos fabricantes eles obtêm penetração muito interessante no mercado por causa deste contato com os clientes na ponta final”. 

Juntas, as empresas somam 240 unidades, com sessenta centros de distribuição e unidades de atacado, 127 lojas e oito unidades no Exterior, sendo quatro nos Estados Unidos, uma no México, uma na Colômbia, uma em Luxemburgo e uma na China.

À Agência AutoData o diretor garantiu que meta é, no longo prazo, dispor de quinhentas lojas no varejo físico, quadruplicando o número atual:

“Seguimos movimento de consolidação no setor. Sempre com o viés de mover nosso barco e também fortalecer o parceiro que hoje já é nosso credenciado na PneuStore a ir e se profissionalizar. E de trazer também o figital [tendência de unir os mundos físico e digital] ao parceiro que não é propriamente uma loja da Cantu, e ajudá-lo a diminuir ociosidade, colocar mais carros no elevador, trazer mais serviços para dentro de sua loja”.

Centro de distribuição da Cantu. Foto: Divulgação.

Juntas, empresas têm 12% de market share

A fusão elevou em 50% o faturamento bruto da Cantu, que no ano passado foi de R$ 3,7 bilhões. Somado ao da GP Pneus, de R$ 2 bilhões, elas têm R$ 5,7 bilhões e participação de 12% no setor de pneus.

O executivo evitou traçar projeções para as companhias combinadas, porque o negócio ainda está sendo integrado e a construção de orçamento realizada: “Este mercado, estimado em mais de R$ 75 bilhões, é gigantesco, mas muito fragmentado. Então ainda tem muito espaço para crescermos de forma orgânica e inorgânica”. 

Em termos de volume de vendas a GP vem para agregar mais de 2,5 milhões de pneus comercializados ao longo do ano passado. Período em que a Cantu vendeu 5,7 milhões de unidades. Juntas venderam 8,3 milhões de itens. 

Somente no primeiro semestre deste ano a Cantu comercializou 2,4 milhões de pneus, sendo 66,4% de marcas próprias – em 2022, foram 10%. São elas SpeedMax, Itaro e Gripmaster, empresa adquirida, líder do segmento fora de estrada.

Junto com a GP Pneus, que não tem marca própria mas que, assim como a Cantu, revende pneus de diversas origens, venderam 3,7 milhões de pneus no período.

“Sabemos que hoje, para que o setor seja competitivo, ter uma terceirização bem realizada é super importante. Ainda mais agora, com movimento de tarifaço, mudança de regras tarifárias por vários países. Mesmo no Brasil isto acontece com as leis antidumping. Ter este fornecimento multimodal e internacional, portanto, é essencial.”

O executivo disse que a empresa sempre estuda a possibilidade de ter nova marca própria, para se adaptar a um novo nicho. Sobre aportes adicionais afirmou que já é processo natural e corriqueiro da operação investir continuamente, mas não divulgou número, valores e índices.

“Costumo dizer que o rico aqui é usar as ferramentas que já temos. E, agora, conseguimos acessar a rede de abastecimento e atender de forma mais eficaz o cliente para que tenha o pneu que precisa.”

A GP Pneus foi fundada em Porto Alegre, RS, em 1996, enquanto que a Cantu nasceu em 2006 em Itajaí, SC. O processo de fusão teve início em outubro de 2024 e foi concluído em julho. Por ora Brambilla disse que os nomes permanecerão inalterados. 

Brasil e México assinam acordos para biocombustíveis e competitividade

São Paulo – Brasil e México assinaram acordo de cooperação bilateral sobre produção e uso de biocombustíveis, além de intercâmbio tecnológico para promover crescimento ordenado e regulamentado do setor no mercado mexicano, aproveitando a experiência que o País possui na produção de etanol a partir da cana-de-açúcar.

O Brasil é o maior produtor e exportador de cana-de-açúcar do mundo e também destaca-se no avanço do uso dos biocombustíveis com a adição de etanol à gasolina, por exemplo. O acordo prevê também o avanço no desenvolvimento de combustíveis sustentáveis para a aviação.

O acordo foi assinado durante visita do vice-presidente e ministro do MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, à Cidade do México.

Na ocasião memorando de entendimento sobre cooperação em matéria de promoção de investimentos e fortalecimento de capacidades também foi formalizado pela Secretaria da Economia do México e a Apex, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos. 

“A ideia é fortalecer as relações de amizade, entendimento e desenvolvimento econômico que unem o Brasil e o México com o objetivo de impulsionar um quadro de interação que facilite o intercâmbio de bens, serviços e investimentos, bem como a geração de novas oportunidades de negócios”, informou nota do Ministério da Agricultura e Pecuária.

O objetivo do governo brasileiro é expandir o acordo comercial existente com o México para ampliar o fluxo de mercadorias com foco nos setores agropecuário, aeroespacial e farmacêutico, ainda mais neste momento de incertezas trazidas pelo tarifaço dos Estados Unidos. 

O governo mexicano, por sua vez, destacou que existem muitas possibilidades de complementariedade econômica com o País, ao afirmar que vê oportunidades, além do setor farmacêutico, na produção de automóveis, uma vez que ambos abrigam grandes montadoras.

“O memorando de entendimento do Ministério da Economia com o Brasil fortalecerá as capacidades institucionais bem como aumentará a competitividade e o posicionamento internacional das empresas mexicanas e brasileiras.”

Geely anuncia Alex Chen como diretor comercial no Brasil

São Paulo – A Geely anunciou Alex Chen como seu diretor comercial no Brasil. O executivo reportará a Ariel Montenegro, presidente e diretor geral da Renault Brasil e, funcionalmente, a Michael Gao, gerente geral Geely Auto América do Sul.

Graduado em automação pela South China University desde 2013 Chen trabalha no mercado brasileiro. No Grupo Geely Auto o executivo ingressou como gerente sênior de vendas da divisão sul-americana em 2023.

Márcio Alfonso fala da fábrica de Iracemápolis e do futuro da GWM no Brasil

São Paulo – A inauguração da primeira fábrica da GWM no Brasil foi um dos acontecimentos mais relevantes do setor automotivo em agosto. À frente do projeto está Márcio Alfonso, executivo com longa trajetória na indústria e responsável tanto pela implantação da unidade quanto pela adaptação dos produtos ao mercado brasileiro.

Em entrevista ao programa Linha de Montagem, de AutoData, Alfonso destacou a força da engenharia global da companhia como diferencial competitivo.

“Com quase 10 mil profissionais e milhares de patentes registradas a GWM mantém estruturas próprias dedicadas ao desenvolvimento de sistemas de propulsão. Eles desenvolvem tudo internamente, e isto nos permite ousar.”

Alfonso ressaltou que, graças a isto, a operação brasileira já pode iniciar seus trabalhos praticamente no estágio final das exigências do programa Mover, Mobilidade Verde e Inovação, o que, segundo ele, representará uma economia de quase quatro anos de desenvolvimento.

Além da fábrica já inaugurada a empresa confirmou a instalação de uma segunda unidade no País, cujo local ainda está em definição. A decisão, contou o executivo, levará em conta não apenas questões logísticas e a proximidade dos principais mercados consumidores mas, também. a possibilidade de formar mão de obra qualificada que compreenda a cultura da empresa.

O executivo também projetou mudanças importantes no perfil de consumo do mercado brasileiro. Para ele, em até cinco anos, os veículos híbridos poderão representar quase metade das vendas, com participação relevante dos híbridos plug-in. Neste processo a nacionalização de componentes terá papel estratégico: “Estamos analisando o carro inteiro com os fornecedores para que consigam desenvolver soluções aplicáveis à fabricação local. A fábrica já começou a operar com sessenta itens nacionalizados e a meta é chegar a cerca de 35% de conteúdo local em dois anos”.

Segundo Alfonso ter produção no Brasil é decisivo para consolidar a marca: “Ter uma chancela brasileira é muito importante para o crescimento da GWM no mercado”. E finalizou com uma avaliação sobre os próximos passos da indústria: “O Brasil precisa acompanhar a tecnologia que os chineses estão trazendo. Só assim conseguiremos ampliar nossa relevância no cenário automotivo mundial”.

A entrevista completa com Márcio Alfonso está disponível no canal da AutoData no YouTube e traz mais pormenores sobre os planos da GWM no Brasil.

Anfavea e Sinfavea definem nova diretoria

São Paulo – A Anfavea anunciou a sua nova diretoria, liderada pelo presidente executivo Igor Calvet, que assumiu o cargo em abril. Após assembleia geral extraordinária Marcus Vinícius Aguiar foi eleito primeiro vice-presidente, Andrea Zámolyi Park vice-presidente tesoureira e Luiz Henrique Maia Bezerra vice-presidente secretário.

Reinaldo Muratori é o primeiro vice-presidente do Sinfavea

No Sinfavea, Sindicato Nacional da Indústria de Tratores, Caminhões, Automóveis e Veículos Similares, também há uma nova diretoria: Reinaldo Muratori, 1º vice-presidente, Andrea Zámolyi Park, vice-presidente tesoureira, e Alexandre Parker Machado, vice-presidente secretário.

Ambas as diretorias têm mandato até abril de 2028. 

Marcus Vinicius Aguiar, o primeiro vice-presidente da Anfavea, é diretor de relações institucionais e governamentais na Renault do Brasil e também atua como presidente da AEA, Associação Brasileira de Engenharia Automotiva. Já Reinaldo Muratori, primeiro vice-presidente do Sinfavea, é vice-presidente de relações públicas da HPE.

Vendas de veículos leves na Europa crescem em julho, mas acumulado ainda é negativo

São Paulo – As vendas de veículos leves voltaram a crescer em julho na Europa, com 914,7 mil unidades, expansão de 7,4% na comparação com igual período do ano passado, de acordo com dados divulgados pela Acea, entidade que representa o setor automotivo na União Europeia. Com relação a junho as vendas recuaram 9,4%.

Mesmo com a recuperação em julho o mercado de veículos leves acumulou queda de 0,7% na comparação com os primeiros sete meses de 2024, chegando a 6,4 milhões de unidades comercializadas. Vale ressaltar que o tamanho da queda foi reduzido uma vez que até junho o recuo era de 2%.

De janeiro a julho os veículos eletrificados continuaram ganhando participação de mercado, representando 58,9% do total, contra 58,8% até junho. Os híbridos convencionais conquistaram a maior parte dos clientes, com market share de 34,7%, os elétricos chegaram a 15,6% e os híbridos plug-in a 8,6%.

Os modelos com motor apenas a combustão representaram 41,1% das vendas, com 28,3% de participação para os modelos movidos a gasolina e de 9,5% para os veículos a diesel.

Case IH apresentará nova plataforma de corte na Expointer

São Paulo – A Case IH apresentará uma nova plataforma de corte para atender demandas dos produtores de arroz. A 3010 Pro Rice será mostrada pela primeira vez ao público na Expointer, que será realizada de 30 de agosto a 7 de setembro em Esteio, RS.

A primeira versão da plataforma de corte tem 25 pés, mas no futuro a companhia expandirá sua produção para outros tamanhos, com a intenção de atender todo o tipo de produtor, dos grandes aos menores.

Volkswagen Financial Services lança nova frente de captação de recursos no Brasil

São Paulo – A Volkswagen Financial Services informou a conclusão da emissão de seu primeiro fundo de investimento em direitos creditórios no formato revolving, o FIDC Driver Master Brasil I, com patrimônio líquido de R$ 1,9 bilhão, sendo R$ 1,5 bilhão em cotas sêniores.

Diferentemente dos fundos tradicionais, que encerram a operação quando os créditos são pagos, o modelo revolving permite que, periodicamente, sejam realizadas novas cessões de crédito ao fundo. Desta forma a VWFS tem fonte contínua e perene de financiamento para sustentar o ritmo de negócios e abrir espaço para novas operações no mercado de capitais.

A operação bilateral foi estruturada e coordenada pelo Crédit Agricole CIB, tendo a BEM DTVM como administradora, o Banco Bradesco como custodiante e gestor e o escritório Pinheiro Neto Advogados como assessor legal.

Justiça do Trabalho condena Ford a pagar R$ 30 milhões por danos morais

São Paulo – A primeira turma do TRT-5, Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, condenou a Ford ao pagamento de R$ 30 milhões por danos morais coletivos em razão do fechamento da fábrica de Camaçari, BA, sem negociação coletiva com o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, em 2021. A ação civil pública foi movida pelo MPT-BA, Ministério Público do Trabalho da Bahia.

A decisão, no entanto, ainda não é definitiva, e pode ser objeto de recurso. De acordo com o MPT o pagamento da indenização por danos morais coletivos ocorrerá após o esgotamento de todos os recursos. “Só depois será aberto um processo de execução na 3ª Vara do Trabalho de Camaçari, onde a ação teve origem. Tanto o pagamento quanto a destinação das verbas serão discutidos após estas etapas.”

Advogado do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, Diego Freire, disse que à época do fechamento da fábrica a Ford realizou uma comunicação linear, informando a todos ao mesmo tempo de sua decisão, tanto o governo quanto os trabalhadores, sindicato e imprensa: “Tanto que o sindicato provocou o MPT porque o encerramento se deu em meio à pandemia e, um ano antes, em 2020, havia sido aprovado acordo coletivo que previa estabilidade de quatro anos aos cerca de 6 mil empregados”.

O MPT atestou que a Ford encerrou a produção de forma unilateral e sem diálogo prévio com o sindicato, descumprindo compromissos assumidos em acordos coletivos e em contratos com o BNDES. O Ministério Público demonstrou que a negociação coletiva só ocorreu após sua intervenção, com o ajuizamento da ação civil pública.

Freire lembrou que a montadora então abriu negociação e remunerou os funcionários com os valores referentes aos anos que faltavam para completar o período de estabilidade: “Mas a indenização ficou aquém, pois não foram incluídos pagamentos de décimo-terceiro salário e férias, nem INSS. Então o MPT entendeu que eles ainda estavam sendo prejudicados”.

Valores têm tem caráter reparatório social

O Ministério Público do Trabalho esclareceu que o dano moral coletivo da ação civil pública é destinado à reparação da sociedade pelos danos causados. E reforçou que as indenizações a cada trabalhador estão sendo discutidas em processos individuais e coletivos.

De acordo com o órgão, em postagens nas redes sociais, “a entidade e seus diretores publicaram vídeo em que afirmavam que os recursos a serem pagos seriam destinados a um grupo de trabalhadores”, o que não é verdade.

“Mesmo tendo apagado a postagem, a informação errada chegou a circular, gerando expectativas”, disse o MPT, que notificou o sindicato para explicar o motivo da publicação de informações falsas sobre a ação civil pública movida pelo órgão contra a Ford.

Na fábrica da Ford em Camaçari, fechada em 2021, trabalhavam cerca de 6 mil trabalhadores na produção dos da família Ka e do EcoSport. Foto: Soraia Abreu Pedrozo.

Freire justificou que a publicação foi feita nas redes sociais do ex-presidente do sindicato, Júlio Bonfim, hoje diretor da entidade, e que assim que percebeu que poderia dar margem a erro apagou a postagem: “Me parece que houve uma grande confusão, mas precisamos explicar o que induziu ao erro”.

De praxe, verbas obtidas por meio de ações civis públicas são enviadas ao FAT, Fundo de Amparo ao Trabalhador. Na Bahia, conforme o advogado, há algum tempo os recursos têm ido para fundo coletivo do Estado. Mas, em suas palavras, não haveria a garantia de que o valor seria redirecionado ao município.

“Existe uma discussão no CNJ [Conselho Nacional de Justiça] que entende que o sindicato, em situações do tipo, pode ser o gestor dos recursos, desta forma assegurando que serão administradas políticas públicas para os trabalhadores prejudicados. Não significa que o dinheiro irá para suas contas bancárias, mas que eles terão acesso a qualificação para serem reinseridos no mercado de trabalho”.

Freire disse que a realidade no município é tal que dificilmente estes profissionais conseguirão ser reabsorvidos pelo setor metalmecânico, diante da oferta cada vez menor do setor em Camaçari e região: “Mesmo a BYD não tem a obrigação de contratá-los e, diante do produto que propõem à fábrica, eles precisariam de capacitação específica para tal. A realidade é que muitos acabam no mercado informal, vendendo tapioca na praça”.

O advogado relatou ainda que, na prática, o efeito do encerramento da unidade de Camaçari foi muito maior, com efeito em cascata que prejudicou até cinco vezes o número de trabalhadores diretos, o que pode ter chegado a 30 mil pessoas: “Até mesmo clínicas médicas e comércios, como padarias, foram duramente afetados e chegaram a fechar as portas”.

Procurada a Ford informou que “não comenta processos em andamento”.

Golf GTI e Jetta GLI desembarcam no Brasil, mas ainda não estão a venda

São Paulo – Ao apostar no apetite de consumidores por veículos de modelo esportivo a Volkswagen anunciou a chegada dos novos Golf GTI e Jetta GLI ao País. Os dois modelos se juntam ao Nivus GTS e formam o trio de veículos esportivos no portfólio da montadora.

O Golf GTI, que era esperado por clientes da marca, será vendido com a nova geração do motor EA388, chamada de Evo4, que gera 245 cv de potência e tem câmbio automático DSG de sete marchas. O novo motor oferece 15 cv a mais do que o último vendido no País.

Junto com visual renovado o Golf GTI traz mudanças internas, como novo quadro de instrumentos digital com tela de 10,2 polegadas e nova central multimídia com tela sensível ao toque de 12,9 polegadas. A central traz, pela primeira vez ao Brasil, controles por comando de voz.

O Jetta GLI também vem equipado com o motor EA388 mas sua calibração gera um pouco menos de potência, 231 cv, enquanto o câmbio é o mesmo DSG automático de sete marchas. O visual do sedã esportivo foi renovado, assim como o interior que traz algumas mudanças. 

Os preços dos dois modelos, assim como a data oficial do início das vendas, serão divulgados em breve.