AutoData - Golf ganha motor 1.0 TSI
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23/09/2016

Golf ganha motor 1.0 TSI

Por André Barros

- 23/09/2016

A Volkswagen ampliou seu portfólio de modelos TSI, nomenclatura dada pela marca para os veículos equipados com motores com turbocompressores, que geram maior potência com menor consumo de combustível. De uma vez só a companhia apresentou o Tiguan 1.4 TSI, o Golf Variant 1.4 TSI Flex e, a grande novidade, o Golf 1.0 TSI, que traz sob o capô o mesmo propulsor do up! TSI, com calibração diferente.

Mais do que uma oferta maior de modelos, a chegada dos novos TSI vêm atender a demanda dos consumidores por esses veículos. Segundo o presidente David Powels, os modelos TSI representam 50% das vendas da gama up! atualmente: “Quando lançamos no mercado esperávamos que essa participação ficasse em torno de 20%”.

O Golf que chega ao mercado para ser opção de entrada para a linha tem o mesmo motor EA211 1.0 flex do up!, embora entregue 19% mais potência e 21% mais torque graças à calibração feita pela engenharia da Volkswagen. Pode gerar até 125cv em conjunto com a transmissão manual de seis marchas.

O catálogo do Golf começa justamente nele, Comfortline 1.0 TSI, por R$ 74.990, equipado com ar-condicionado, sistema de infotainment e componentes de segurança diversos. Depois vêm as duas versões com motor 1.6, com câmbio manual e automático, por R$ 78.130 e R$ 83.530, seguido pelas Highline com motor 1.4 TSI, R$ 95.670 a manual e R$ 101.070 a automática. Por fim, o Golf GTI 2.0 DSG, por R$ 123.110.

Os outros modelos apresentados, Tiguan 1.4 TSI e Golf Variant 1.4 TSI Flex, também se posicionam na entrada da gama. O utilitário esportivo sai por R$ 126 mil na versão mais simples, enquanto a perua começa por R$ 101.880 na versão Comfortline, equipada de série com transmissão de seis velocidades Tiptronic.

A todo vapor – Essa semana as quatro fábricas da Volkswagen voltaram a produzir veículos, após quase sete semanas paradas por causa do imbróglio com a Keiper, empresa do Grupo Prevent fornecedora de bancos para a montadora. “Não é uma situação normal, mas felizmente encerramos o contrato e pudemos começar de novo a produzir”, comentou Powels.

A meta agora é produzir 50 mil unidades por mês, bem acima do ritmo médio do ano, que ficou em torno de 35 mil unidades/ano. As fábricas correm para reabastecer a rede, que já sente falta de alguns modelos e o reflexo foi inclusive sentido nas vendas da primeira quinzena de outubro.


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