Entrega de pedido novo na Truckvan, agora, só em 2020

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Foto Jornalista  Caio Bednarski

Por Caio Bednarski

CompartilheImplementos Rodoviários
25/10/2019

São Paulo – As linhas da Truckvan em Guarulhos, SP, estão ocupadas até o fim do ano. Todos os negócios fechados durante a Fenatran – foram vendidos 22 implementos rodoviários e iniciadas conversas para outras 120 unidades – serão entregues apenas no primeiro trimestre do ano que vem, o que deixa Alcides Braga, sócio-diretor e cofundador, mais tranquilo.

 

“Conseguimos sustentar o começo do ano que vem, que geralmente é um período mais fraco”, disse em entrevista à Agência AutoData durante a feira, que poderá gerar R$ 18 milhões à companhia, dentre negócios fechados e conversas em andamento. “A demanda está aquecida e durante a Fenatran olhamos para uma expansão linear em 2020. O nosso faturamento, este ano, crescerá 50% na comparação com 2018”.

 

A fabricante de implementos rodoviários aproveita a retomada do setor de caminhões, que avançou 40% até setembro, na comparação com os primeiros nove meses do ano passado.

 

Para 2020 o executivo projeta uma alta de, no mínimo, 30% em seu faturamento, puxado pela operação integral da nova fábrica, que unificou as três unidades da Truckvan no País e estará 100% pronta para operar. Braga confia também na continuidade daa recuperação da economia, que deverá crescer em ritmo mais acelerado no ano que vem, na sua visão: espera uma alta do PIB de 2% a 2,5%.

 

"Estamos otimistas para o ano que vem, principalmente com a recuperação em outros segmentos do setor de caminhões. A alta esse ano foi muito puxada pelos extrapesados. Com um crescimento maior do PIB, voltam os investimentos em infraestrutura e esse setor demandará por mais caminhões médios, o que ainda não aconteceu em 2019".

 

O diretor também espera que os juros praticados continuem baixos e a oferta de crédito crescente, ajudando o setor a depender cada vez menos dos financiamentos públicos, assim como a retomada dos empregos em 2020, que deverá aumentar o consumo das famílias e refletirá nas vendas de caminhões leves, usados na distribuição urbana.

 

Foto: Divulgação.