Librelato busca por novos mercados em 2020

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Foto Jornalista Caio Bednarski

Por Caio Bednarski

CompartilheImplementos Rodoviários
05/11/2019

São Paulo – A Librelato criou, em 2012, área dedicada às exportações, com foco em aumentar a participação no mercado externo. No ano passado 17% das exportações de implementos rodoviários produzidos no Brasil foram da empresa. Agora a meta, segundo o coordenador de exportação Daniel Zilio, é chegar a 20%.

 

“É o nosso foco. Estipulamos um prazo para alcançar essa participação de 20%: até 2022.”

 

Para alcançar o objetivo a Librelato busca ampliar os mercados em que atua. Segundo Zilio o plano começará pela região da América Central e Caribe – a expectativa é a de que as primeiras vendas ocorram já no ano que vem. Até lá analisa os mercados e mantém conversas com possíveis distribuidores locais.

 

Outra região que está nos planos da Librelato é a África: “Estamos mapeando os países africanos e já temos alguns no radar, como Angola, Costa do Marfim, Nigéria, Moçambique e Quênia. Eles já consomem implementos brasileiros de outras empresas. Então queremos começar a explorar essa região por esses mercados. Também já estamos conversando com alguns distribuidores locais e, mais uma vez, mapeando todo o mercado, para entender como é a demanda de cada país e toda a logística de importação”.

 

Zilio ressaltou que a empresa não pretende abrir escritório nesses países: a intenção é sempre buscar um parceiro local responsável pela distribuição dos produtos, mesmo que isso reduza a margem de lucro. Segundo ele uma empresa local já conhece o mercado, os clientes e, quando ocorre um eventual problema, tem capacidade para intermediar e dar todo o suporte necessário.

 

Desde 2012 a Librelato já conseguiu consolidar-se em alguns mercados da América do Sul, como Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai, mas também quer avançar em outros países: “Fizemos nossa primeira venda na Colômbia este ano e já estamos conversando com outras empresas locais para fechar novos negócios”.

 

A Librelato aproveitou a Fenatran para negociar com importadores de países onde ainda não atua durante as rodadas de negócios organizadas pela Anfir, associação que representa os fabricantes de implementos, em parceria com a Apex-Brasil. De acordo com o coordenador conversas com representantes de empresas de países como Equador, Guatemala e Honduras começaram no evento.

 

Foto: Divulgação.