Mercado argentino fecha março com 17 mil licenciamentos

São Paulo – Até a quinta-feira, 19, ultimo dia útil de março, a Argentina licenciou 17 mil 197 veículos, 13,1% a mais do que nos primeiros dezenove dias de fevereiro, segundo a publicação local Autoblog, que teve acesso aos registros oficiais. Com relação ao mesmo período de 2019 o recuo foi de 24%.

 

Assim ficará até o fim do mês, pois o governo argentino decretou o fechamento do sistema de registro de veículos por causa da quarentena do coronavírus. Do mesmo modo as fábricas deverão parar até 31 de março, também para evitar que o vírus se espalhe.

 

Por enquanto apenas Ford e Volkswagen confirmaram paradas: a primeira de 25 de março a 6 de abril e a segunda de sexta-feira, 20, até 31 de março.

 

Foto: Divulgação.

Caoa Chery cancela demissões e anuncia lay-off em Jacareí

São Paulo – A Caoa Chery reverteu na sexta-feira, 20, as demissões de 59 funcionários da unidade de Jacareí, SP, anunciadas nesta semana, para regime de lay-off. Portanto, de acordo com o sindicato dos metalúrgicos local, a partir da segunda-feira, 23, este contingente, que ainda é considerado excedente pela companhia, deixa as operações na unidade por três meses em pausa remunerada.

 

A outra parte do quadro de funcionários segue as atividades na fábrica até 31 de março. A partir de segunda-feira inicia-se o processo de redução do ritmo, disse Guirá Guimarães, diretor do sindicato: “Vai parar primeiro a área de solda, depois a de pintura e, por último a montagem. A ideia é que até a próxima sexta-feira a fábrica inicie a paralisação”.

 

Após anúncio das demissões, o sindicato afirmou ter iniciado conversas com a direção da companhia no sentido de negociar o regime de lay-off considerando ser melhor opção frente ao cenário de estagnação econômica pela qual deverá passar o mercado. O diretor do sindicato disse, ainda, que o argumento utilizado pela entidade “se baseou em sugestão da Anfavea, que sugeriu em reuniões internas com as montadoras para acionarem a parada remunerada em vez de demitir funcionários”.

 

Procurada pela reportagem, a Anfavea informou que não se pronunciará sobre o assunto.

 

A Caoa Chery informou por meio de comunicado que está “sensível ao atual momento que o Brasil está atravessando com a pandemia de Covid-19 e, em acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e região, tomou a decisão de reverter as demissões realizadas pela empresa, colocando todos em regime de lay-off”.

 

A decisão de fechar a fábrica de motores, no entanto, segue mantida pela companhia, que deverá importar os propulsores que eram fabricados ali.

 

Foto: Divulgação.

Tecnologias da Volkswagen América do Sul agradam Wolfsburg

São Paulo – A fábrica da Volkswagen em Navarro, na Espanha, será a primeira fora do Brasil a produzir um modelo desenvolvido pela engenharia da América do Sul. O cupê urbano Nivus, programado para sair das linhas de montagem de São Bernardo do Campo, SP, ainda este ano, estreará o VW Play, sistema de conectividade desenvolvido pelo time local – e que também encheu os olhos do board em Wolfsburg, na Alemanha, que adotará o sistema em modelos europeus.

 

Os exemplos não param por aí: o aplicativo Meu Volkswagen, que oferece o Manual Cognitivo e outros serviços, e o DDX, sistema digital de vendas adotado pelas concessionárias digitais por aqui, também deverão ser replicados em operações europeias. A Volkswagen América do Sul tornou-se exportadora de projetos.

 

“Nossa estratégia de desenvolvimento de novas tecnologias foi muito bem aceita pela matriz”, disse Fabio Rabelo, head de digitalização e novos modelos de negócio para a VW América do Sul. “Não pararemos por aqui, pois estamos trabalhando em novos serviços que estrearão no Nivus”.

 

O Manual Cognitivo, uma das funções do aplicativo Meu Volkswagen, soma mais de 129 mil usuários. Foi desenvolvido pela engenharia local para solucionar dúvidas dos clientes sobre o veículo de maneira clara e direta, como uma pesquisa no Google. O sistema interessou a matriz, que já fez algumas reuniões com executivos e engenheiros brasileiros para entender como esse serviço pode ser exportado para Alemanha e Europa:

 

“Eles têm bastante interesse nesse projeto, o que é uma grande vitória para operação brasileira. Mostra o quanto somos fortes em inovação”.

 

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Outra inovação desenvolvida por aqui, o sistema de concessionária digital, também está na lista da matriz. Segundo Rabelo os europeus trabalhavam em solução semelhante, mas ficaram surpresos pelo resultado apresentado por aqui – mais barato de implementar na rede, mais completo e com manutenção mais barata.

 

“Depois do lançamento os chefes da operação global vieram algumas vezes para o Brasil, querendo entender melhor o nosso projeto e estudam como levá-lo para a Alemanha”.

 

Enquanto as tecnologias não avançam para a Europa, Rabelo revelou que a empresa trabalha na adoção do Manual Cognitivo em outros três mercados da região – garante que em dois a três meses divulgará novidades. Atualmente clientes do Brasil e de outros sete países podem usar o sistema: Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai.

 

Rabelo ressaltou que esse avanço demandou muito trabalho dos engenheiros, porque os carros mudam de país para país. A Volkswagen disse que recebe cerca de 25 mil perguntas por mês e o fato de esclarecer os questionamentos dos consumidores também ajuda a companhia a melhorar seus serviços e produtos: “O manual funciona como um termômetro, pois usamos os dados gerados a partir dele para melhorar essas questões em nossos veículos”.

 

No Brasil o Manual Cognitivo começou a ganhar forma no fim de 2017 e chegou ao mercado com o lançamento do Virtus, em janeiro do ano passado. Desde então a demanda pelo serviço foi crescente: “Clientes que tinham outros modelos questionavam o motivo do carro dele não ter esse serviço. Foi um problema bom para nós, porque vimos a boa aceitação do mercado. E também agradou a matriz”.

 

Com esse problema bom nas mãos, a Volkswagen avançou com a tecnologia para os modelos Jetta, Polo Tiguan e T-Cross. O próximo a receber a tecnologia será o Nivus, com lançamento previsto ainda para o primeiro semestre, mas outros modelos também estão no radar, como a picape Amarok.

 

Foto: Divulgação.

Vendas de pneus recuam 6% em fevereiro

São Paulo – As fabricantes brasileiras de pneus registraram queda de 5,9% nas vendas de fevereiro, comparadas às do mesmo mês do ano passado. Segundo a Anip, Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos, o declínio foi puxado pelo menor volume de vendas para a montadoras, 9,3%, e pela reposição, recuo de 4,6%.

 

O setor registrou queda em todos os segmentos: 4,1% em pneus de passeio, 2,5 milhões de unidades, 5,9% em pneus de carga, 590,8 mil unidades, 9,4% em pneus de motocicletas, 748,8 mil unidades, e 4,4% em pneus de comerciais leves, 585 mil unidades.

 

Klaus Curt, presidente da Anip, classificou como preocupante o início do ano, que segue um 2019 sem crescimento do setor: “As expectativas para 2020 dependem do retorno das atividades após a pandemia de Covid-19″.

 

Na sexta-feira, 20, a Pirelli, uma das associadas da Anip, anunciou que parou temporariamente a produção na Argentina e que a partir da segunda-feira, 23, tomará a mesma medida nas três unidades produtivas no Brasil. Os funcionários foram colocados em férias coletivas – e não foi informada a previsão de retorno das atividades.

 

Foto: Alberto Coutinho/GOVBA

Denatran passa a notificar recall via celular

São Paulo — O Denatran, Departamento Nacional de Trânsito, e o Serpro, o Serviço Federal de Processamento de Dados, desenvolveram aplicativo de celular por meio do qual enviarão notificações de recall de veículos. O serviço, informaram as entidades, já está em funcionamento.

 

Esta mesma ferramenta digital torna viável o acesso à Carteira Digital de Trânsito, multas e outros dados dos veículos cadastrados. De acordo com o Denatran, existem cerca de 10 milhões de recalls registrados no Brasil e, em média, apenas 43% desses chamados são atendidos pelos proprietários dos veículos. A expectativa é a de que, com o aviso do recall enviado pelos aplicativos, esse percentual aumente significativamente.

 

Foto: Divulgação.

Mercedes-Benz vende 50 caminhões Atego em Recife

São Paulo — A Mercedes-Benz anunciou a venda de 50 caminhões Atego 2730 para a Villa Empreendimentos, sediada em Recife, PE. Os veículos serão aplicados na construção civil, informou a companhia. A negociação começou em dezembro do ano passado e a entrega segue uma programação mensal, com as últimas unidades previstas para abril.

 

Essa foi a maior venda da M-B no Nordeste nos últimos três anos. No primeiro bimestre, na região, a montadora vendeu 744 caminhões, 36% a mais do que no primeiro bimestre de 2019.

Mercado em março já sofrerá efeitos do coronavírus

São Paulo – Os concessionários de veículos do País já esperam vendas menores em março em função do avanço do coronavírus. À Agência AutoData, Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, afirmou que até a quinta-feira, 19, não houve redução no número diário de emplacamentos, mas que o cenário será de queda a partir da semana que vem, quando muitas das montadoras iniciarão pausa em suas linhas.

 

“O volume de licenciamentos, até agora, não retraiu na comparação com o mesmo período no ano passado. Por outro lado já é muito pequeno o movimento de consumidores nos pontos de venda. Parte do quadro das concessionárias está trabalhando de casa, e entraram em férias funcionários que pertencem aos grupos de risco.”

 

Ele informou que a entidade estuda com suas associadas, as associações de merca, quais passos serão adotados a partir da segunda-feira, 23, quando não apenas fábricas, mas todo o comércio, também deverá baixar as portas em algumas cidades. No caso das concessionárias o trabalho que está sendo executado no momento é o de solicitar às prefeituras que as liberem dos decretos de prestação de serviços – no caso, as atividades das oficinas de reparo das lojas.

 

“No momento toda a rede está sendo instruída a respeitar as decisões sanitárias. Estamos também solicitando aos municípios que tirem da obrigação de fechar o comércio as oficinas das concessionárias e isso é importante porque há frota circulante mesmo em tempo de quarentena, como veículos das policias, dos bombeiros, dos motoristas de aplicativo.”

 

Ele disse que a entidade conseguiu aprovação do pleito em cidades de Santa Catarina e em Goiás. Na quinta-feira foi enviado uma solicitação à Prefeitura de São Paulo, e até o fechamento desta reportagem a entidade ainda não tinha recebido resposta.

 

A respeito dos estoques na rede o presidente da Fenabrave disse que o volume é equivalente a trinta a 45 dias de vendas, e que os veículos estocados atenderão possivelmente “negócios que já foram fechado nos últimos dias, muitos deles envolvendo grandes volumes. O mesmo cenário deve estar sendo enfrentado nos pátios das montadoras”.

 

A Fenabrave também entrou em contato com entidades financeiras no sentido de alertá-las naquilo que diz respeito à musculatura operacional de um setor que vem tentando se recuperar de crises há mais de cinco anos e que passa também por transformação do modelo de negócio: “Nossa maior preocupação é que as empresas tenham caixa para poderem enfrentar período de vendas menores. Por isso falamos com a Febraban, por exemplo, para que se olhe com cuidado para aumento da taxa de juros em momentos de crise”.

 

Na primeira quinzena do março as vendas superaram 100 mil unidades, somando 112,4 mil, a uma média de vendas de 11,2 mil veículos/dia. O ritmo foi um pouco inferior ao da primeira quinzena de fevereiro, quando foi registrada média de 11,6 mil unidades/dia.

 

Foto: Divulgação.

Sindicatos pressionam e mais montadoras param a produção

São Paulo – Os sindicatos dos metalúrgicos pressionaram, o fluxo menor nas concessionárias colaborou, e mais montadoras decidiram interromper a produção em suas fábricas brasileiras. A Ford anunciou que suspenderá as operações no Brasil e na Argentina na semana que vem e Scania e Volvo interromperão a produção no fim do mês. A Volkswagen adiantou a parada em uma semana: deixa de produzir em todas as fábricas a partir de segunda-feira, 23.

 

Mais empresas deverão aderir nos próximos dias: em nota a Anfavea afirmou no fim da tarde de quinta-feira, 19, que “em função do agravamento da crise gerada pelo Covid-19 todas as nossas empresas associadas estão analisando e se preparando para tomar ações de paralisação das suas fábricas no Brasil, discutindo caso a caso com seus respectivos sindicatos”.

 

Pela manhã o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, que representa os trabalhadores de um importante polo automotivo, divulgou comunicado ameaçando entrar em greve caso montadoras e fabricantes de autopeças da região não parassem de produzir: “Ou as empresas param até o dia 30 ou nós paramos as empresas”, dizia a manchete da Tribuna Metalúrgica, publicação que circula nas fábricas. “Não adianta uma empresa parar e a outra não, pois muitas empresas fornecem para mais de uma montadora”.

 

A entidade afirmou ter protocolado junto ao Sinfavea e e ao Sindipeças pedido para que as montadoras parassem a produção até o dia 30. O Sindipeças confirmou ter recebido o ofício e afirmou que muitos fornecedores deverão parar por algumas semanas em abril em razão das férias já anunciadas por algumas montadoras. A Tupy concedeu férias coletivas por dez dias, decisão que alcançou os 8,5 mil trabalhadores brasileiros, além de 1,5 mil terceirizados.

 

Dias atrás o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, SP, pediu licença remunerada às empresas da região. A General Motors informou na quarta-feira, 18, que colocará os trabalhadores em férias coletivas a partir de 30 de março – medida considerada insuficiente pela entidade, que quer a licença imediata.

 

Em Curitiba o sindicato local pressionou e a Volvo foi a primeira a anunciar que interromperá as atividades por quatro semanas na produção de caminhões, ônibus, motores, transmissões e cabines a partir de 30 de março. A medida atinge 3,7 mil trabalhadores. Segundo a entidade Renault, CNH Industrial e Bosch estão analisando o tema.

 

A Ford divulgou nota informando que as fábricas de Camaçari, BA, Taubaté, SP, e a unidade da Troller em Horizonte, CE, deixarão de produzir a partir da segunda-feira, 23, com retomada das atividades previstas para 13 de abril. Na Argentina, por causa do feriado nacional, a interrupção começa em 23 de março e se encerra em 6 de abril.

 

A parada, alegou a empresa, “tem como objetivo principal manter os funcionários em segurança e ajudar a limitar a propagação do vírus, além de ajustar os volumes de produção à redução na demanda dos consumidores gerada por essa situação sem precedentes”.

 

Apesar de ter protocolado junto ao Ministério do Trabalho pedido de férias coletivas a partir da terça-feira, 31, a Volkswagen resolveu antecipar e interromperá a produção na segunda-feira, 23, concedendo folga por banco de horas – depois, férias coletivas. As fábricas de São Bernardo do Campo, São Carlos e Taubaté, SP, e São José dos Pinhais, PR, ficarão três semanas fechadas. A medida, segundo a VW, “visa preservar a saúde de seus empregados”.

 

Uma fonte confirmou à reportagem que a parada da Scania em São Bernardo do Campo será de 30 de março a 13 de abril. Procurada, a companhia não respondeu até o início da noite da quinta-feira, 19.

 

Mercedes-Benz e General Motors já haviam anunciado paradas na quarta-feira, 18.

 

A reportagem foi atualizada às 20:30 para acrescentar informações da parada na Volkswagen.

 

Foto: Divulgação.

Vai.Car vai às compras para ampliar a frota

São Paulo – A Vai.Car. startup de mobilidade urbana que aluga veículos em operação 100% digital, projeta alcançar frota de 12 mil veículos até o fim do ano. Somente neste mês a empresa receberá 1,2 mil novos carros novos para ajudar a atender a sua base de 100 mil usuários cadastrados.

 

“No ano que vem queremos chegar a 25 mil unidades disponíveis”, disse a Agência AutoData o co-fundador Helio Netto. Nossa base gera demanda muito acima do que conseguimos atender”.

 

Dos 1,2 mil modelos que chegam em março, metade é Chevrolet Onix Joy e a outra metade Chevrolet Joy Plus. Netto disse que as próximas aquisições focarão nos modelos Ford Ka e Ka Sedã, Hyundai HB20, Chevrolet Onix e Onix Plus e Renault Logan, avaliando as condições de mercado para definir qual modelo comprar.

 

Junto com a expansão da frota a Vai.Car, que ainda opera apenas na Grande São Paulo, também mira novos mercados no Brasil e na América Latina nesse período. A startup não possui loja física: toda a operação é realizada por meio do seu aplicativo. O cliente deve fazer o download e cadastrar-se, e depois disso a empresa usa sistema próprio que analisa os dados e gera nota para esse cliente. A partir disso, ele poderá escolher qual modelo deseja e, por fim, pagar a primeira parcela para usar o carro:

 

“O aluguel mínimo é de um mês e deve ser pago sempre antes de receber o veículo. Algumas horas após o pagamento o cliente recebe o veículo no endereço cadastrado e, quando quiser devolver, um funcionário da empresa retira o carro no mesmo endereço”.

 

Seguro e manutenção são de responsabilidade da Vai.Car — o locatário só terá o custo do combustível – qualquer problema que o veículo apresentar será resolvido pelo aplicativo, porque a startup acredita que seus clientes buscam uma experiência 100% online, tanto na hora de contratar o serviço quanto na hora de resolver algum problema.

 

Concorrendo com grandes empresas do mercado de locação de veículos, a startup tenta buscar seu espaço oferecendo experiência totalmente digital, mirando um novo público que vive o tempo todo conectado e gosta de novidades.

 

Netto disse que, hoje, 60% dos seus clientes são motoristas de aplicativos, segmento com demanda crescente, e o restante é de usuários comuns, mas ambos tem a mesma características: não querem ter o carro, mas sim usá-lo como um serviço e pagar a conta no fim do mês, comportamento crescente nesse mercado.

 

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Argentina interrompe licenciamentos de veículos

São Paulo – O governo argentino decretou a suspensão dos emplacamentos de veículos naquele país de sexta-feira, 20, até, ao menos, a quarta-feira, 25. Embora exista um feriado no meio – segunda-feira, 23, emenda o feriado de terça-feira, 24, Dia Nacional da Memória pela Verdade e Justiça –, a razão da paralisação é a pandemia de coronavírus.

 

Segundo a publicação local Autoblog é possível que esse prazo seja estendido: o presidente Alberto Fernandéz avalia decretar uma quarentena mais rígida para evitar a proliferação do Covid-19.

 

De toda forma o desempenho do mercado argentino em março será diretamente afetado pois lá, como no Brasil, toda a estatística de venda tem como base o licenciamento e emplacamento de veículos novos. Por mais que uma concessionária venda um veículo a um cliente, só entrará na estatística oficial após o emplacamento.

 

Até a quinta-feira, 18, o mercado argentino registrou, no mês, 15,8 mil licenciamentos, queda de 1,5% com relação ao mesmo período do ano passado e 15,7% superior ao mesmo período de fevereiro. No acumulado do ano a queda chega a 24,1%.

 

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