Congresso Perspectivas debaterá o destino da indústria em 2020

São Paulo — Já estão abertas as inscrições para o tradicional Congresso Perspectivas 2020, que acontecerá nos dias 21 e 22 de outubro no Hotel Transamérica, em São Paulo, SP. Este será um momento especial para a indústria automotiva conhecer os próximos passos nesse mercado desafiador que é o brasileiro e do Mercosul, sobretudo por conta das condições de temperatura e pressão da economia.

 

Para isso, AutoData convidou 34 importantes líderes do setor para apresentar e discorrer sobre suas estratégias para o próximo ano. Veja abaixo a lista dos executivos convidados e os que já confirmaram a participação.

 

Este ano, para tornar mais dinâmico os painéis, AutoData criou uma mesa redonda de presidentes de montadoras e de veículos comerciais que debaterão os temas específicos e de grande relevância para a condução dos negócios no setor automotivo. Também não haverá separação de salas para esses momentos especiais, assim a audiência terá acesso irrestrito a todo o conteúdo das apresentações e debates.

 

Os interessados em conhecer os próximos passos da indústria automotiva poderão participar do Congresso Perspectivas 2020 adquirindo sua inscrição a um preço promocional com 40% de desconto para os que recebem diariamente a newsletter AutoData. Este link te levará à nossa página de seminários. Não perca essa oportunidade, pois o desconto vai até 16 de agosto.  

 

EXECUTIVOS CONVIDADOS PARA O CONGRESSO AUTODATA PERSPECTIVAS 2020:

(*) com presença já confirmada

Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave (concessionários)

Alexandre Abage, presidente da Neo Rodas

Antônio Galvão, presidente da Eaton

Antonio Filosa, presidente da FCA Lartin America

Aksel Krieger, presidente da BMW

Besaliel Botelho, presidente da Bosch

Carlos Zarlenga, presidente da General Motors

Christopher Podgorski, presidente da Scania

Fernando Machado Gonçalves, economista do Banco Itaú (*)

Gábor Deák, diretor e conselheiro do Sindipeças (*)

Holger Marquardt, diretor geral da Mercedes-Benz Automóveis

Johannes Roscheck, presidente da Audi Brasil (*)

José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors e da Abeifa

Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea

Luiz Felli, presidente da AGCO

Luiz Marcelo Daniel, presidente da Volvo CE

Luiz Montenegro, presidente da ANEF

Luiz Pasquotto, presidente da Cummins

Marco Silva, presidente da Nissan

Mauro Correia, presidente da CAOA Montadora (*)

Marco Borba, vice-presidente da Iveco

Marco Rangel, presidente da FPT

Marcos Zavez Fermaniam, presidente da Abraciclo

Michael Kuester, presidente da DAF

Miguel Fonseca, vice-presidente comercial da Toyota

Pablo Di Si, presidente da Volkswagen

Paulo Roberto Rossi, presidente da ABAC (consórcios)

Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz

Raul Germany, presidente da Dana

Ricardo Bacellar, diretor para a área automotiva da KPMG (*)

Ricardo Gondo, presidente da Renault (*)

Roberto Cortes, presidente da Volkswagen Caminhões e Ônibus

Rodnei Bernardino de Souza, diretor de financiamento de veículos do Banco Itaú

Rogelio Golfarb, vice-presidente de Assuntos Governamentais e Comunicação Estratégica da Ford

Roque Reis, diretor comercial da New Holland

Thomas Puschel, diretor comercial da MWM (*)

Wilson Lirmann, presidente da Volvo

México começa a receber o Volkswagen Virtus

São Paulo — A Volkswagen começou a exportar o sedã Virtus para o México, onde será vendida a versão Comfortline 1.6 MSI equipada com transmissão automática ou manual. Já chegam a dez os mercados para os quais a montadora exporta o modelo.

 

Além do México, o Virtus é exportado para Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Paraguai, Uruguai, Curaçao e Costa Rica. Segundo comunicado divulgado pela fabricante o modelo é, até julho, o terceiro mais exportado da VW no ano.

 

Em maio o Virtus registrou recorde histórico de vendas no Brasil, chegando a 5 mil 15 unidades. Desde o seu lançamento, em janeiro de 2018, já foram comercializadas mais de 64 mil unidades — outros mercados receberam 17 mil 382 veículos.

 

Foto: Divulgação.

BYD vende cem ônibus elétricos para o Chile

São Paulo – A BYD anunciou a venda de cem unidades de ônibus elétricos para operadores de transporte do Chile, onde serão aplicados no sistema da Capital, Santiago. Os ônibus modelo BYD K9FE embarcaram no porto de Xangai em 1 de julho e chegaram ao país sul-americano na quarta-feira, 31. A chegada de um novo lote, composto por 83 unidades, está prevista para desembarcar em agosto.

Lucro operacional da Toyota cresce 9% no trimestre

São Paulo – A Toyota divulgou o balanço financeiro do primeiro trimestre do seu ano fiscal, de abril a junho, apontando crescimento de 8,7% no lucro operacional, que chegou a 741,9 bilhões de ienes, ou US$ 6,9 bilhões, impulsionado pela leve alta nas vendas globais que foram de 2 milhões 370 mil 859 unidades, 2,9% acima do mesmo período do ano passado.

 

Mesmo com o crescimento a companhia revisou para baixo a projeção de lucro para o ano fiscal que se encerrará em 31 de março de 2020, com expectatativa de 2,4 trilhões de ienes, o que equivale a US$ 22,5 bilhões, contra os US$ 23,9 bilhões projetados anteriormente. A mudança ocorreu porque a Toyota esperava que a cotação do iene ficasse em 110 para 1 dólar, mas o cenário atual é de 106 ienes.

 

Vendas por região – Na América do Norte a empresa vendeu 743 mil 576 unidades, leve queda de 0,3% ante o mesmo trimestre de 2018. No Japão foram 555 mil 291 veículos comercializados, alta de 8,1% e, nos demais mercados da Ásia, as vendas chegaram a 398 mil 240 automóveis, crescimento de 1%.

 

Na Europa o crescimento nas vendas foi de 15,6%, com 273 mil 964 unidades comercializadas. Em outras regões, que inclui África, América Central, América do Sul, Oceania e o Leste do Oriente Médio, a Toyota vendeu 332 mil 424 veículos, queda de 0,1%.

 

Foto: Divulgação.

Volkswagen Passat completaria 45 anos de Brasil

São Paulo – A Volkswagen lembrou, por meio de comunicado, que o modelo Passat, produzido na fábrica de São Bernardo do Campo, SP, de 1974 a 1988, completaria 45 anos em 2019. De acordo com dados da montadora, no período, 897 mil 829 unidades do veículos foram produzidas aqui, sendo 221 mil unidades destinada a exportações.

 

O Passat foi o primeiro veículo da empresa no mercado brasileiro equipado com tração dianteira e motor refrigerado a água e foi lançado aqui menos de um ano após estreia na Alemanha, trazendo consigo inovações conceituais e tecnológicas inéditas para a época como o design, que foi assinado por Giorgetto Giugiaro.

 

No Brasil, a princípio, foi vendido em duas versões, L e LS. Depois veio a TS, com motor de 1,6 litro importado da Alemanha, carburador de corpo duplo, câmbio de cinco marchas e a dianteira com quatro faróis. Em 1978, mirando um público mais jovem, a VW lançou a versão Passat Surf.

 

Na sequência foi lançada a versão LSE, que ficou conhecida no mercado como Passat Iraque, uma vez que a companhia exportou o modelo para aquele país de 1974 a 1988, quando foi encerrada a sua produção.

 

A segunda geração viria depois, mas a Volkswagen optou por mudar o nome do veículo para Santana.

 

Foto: Divulgação.

Indústria 4.0 fomenta produção de AGVs no Brasil

São Paulo – A Indústria 4.0 começa a ganhar terreno em montadoras e seus fornecedores instalados no Brasil, e a movimentação em torno da automação e processos digitais, ainda que incipiente, pode pavimentar caminho para produção nacional de equipamentos ligados ao novo conceito de manufatura. A Translift é um exemplo de empresa que percebeu oportunidades de negócios no setor automotivo para o fornecimento de AGV – sigla em inglês para veículos autoguiados – para o transporte de partes e peças dentro de unidades fabris.

 

A empresa mantém fábrica em São Bernardo do Campo, SP, onde já foram produzidos, desde 2013, por volta de cinquenta unidades de AGV, a maioria deles para montadoras no Brasil e na Argentina.

 

Segundo o presidente Jair Alves mais da metade desse volume atendeu a demandas do setor automotivo. O executivo, por questões de confidencialidade com os clientes, evitou citar pormenores a respeito das montadoras atendidas pela empresa, mas disse, na sexta-feira, 2, que ainda há “falta de informação a respeito da movimentação de carga automatizada”.

 

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Por isso a empresa vem realizando test-drives com fabricantes de diversos setores para que possam observar, na prática, como funcionam e como podem ser aplicados em processos de transporte interno nas fábricas. Estão agendadas para os próximos dias demonstrações, segundo o executivo, nas fábricas da HPE, que monta modelos Mitsubishi e Suzuki, e da Caoa Montadora, que monta Hyundai e Caoa Chery em Goiás.

 

Na fábrica da Translift, no ABCD Paulista, 110 funcionários trabalham na produção e no desenvolvimento dos AGVs e outros produtos de movimentação de carga que compõem a sua oferta. Há conteúdo importado nos veículos autoguiados, como motores e inversores, mas a empresa usina, solda e monta os demais componentes, inclusive a parte eletrônica.

 

Afora o veículo a empresa também presta serviço de integração de projetos de automação que envolvem a aplicação de AGVs. Quem conduz o serviço é a equipe de engenharia da empresa, composta por cerca de trinta funcionários.

 

Jair Alves disse que, por ora, está em curso a prospecção de clientes na base da cadeia automotiva, nos tier 3 e 4 e além: “A automação também está ao alcance dessas empresas, que precisam se modernizar para atender aos pedidos e aos padrões de qualidade das grandes companhias”.

 

Nesse mercado a empresa atua com AGVs de pequeno porte com capacidade de carga de 200 quilos.

 

Foto: Divulgação.

Descontos do governo levantam mercado argentino

São Paulo – Os efeitos dos descontos para o consumidor na compra de veículos zero quilômetro promovidos por esforço conjunto do governo argentino com a indústria automotiva local começaram a aparecer nos resultados de julho, o segundo melhor mês em vendas de 2019 – ficou atrás apenas de janeiro que, naquele país, costuma apresentar, tradicionalmente, volumes mais elevados.

 

Segundo a Acara, entidade que representa as concessionárias, os emplacamentos cresceram 36,8% em julho na comparação com junho, com 49,5 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e chassis de ônibus vendidos. Foi o segundo mês de vigência do plano, que começou com o nome de Juni0KM, foi prorrogado para Juli0KM e, agora, segue como Agost0KM.

 

Na comparação com julho de 2018, porém, as vendas caíram 26,4%. Também é negativa a comparação dos acumulados dos anos, que apresentou volume de licenciamentos 47,4% menor, com 299,1 mil unidades comercializadas.

 

No fim do mês passado o governo decidiu manter o programa de incentivos, desembolsando mais 1 bilhão de pesos, em torno de R$ 86 milhões – que se soma ao 1,1 bilhão de pesos já aplicado nos dois primeiros meses. Tanto a Adefa, entidade que representa as montadoras, quanto representantes do governo estão satisfeitos com os resultados e acreditam que a medida permitirá a venda de 30 mil unidades a mais do que a projeção inicial para o ano – que, até hoje, não foi divulgada de forma oficial, mas que executivos do setor afirmam rondar na casa das 450 mil a 500 mil unidades.

 

Em julho a Toyota foi a líder em vendas de automóveis e comerciais leves, seguida por Volkswagen e Renault. No acumulado do ano o pódio muda: Volkswagen na liderança com Renault na segunda posição e Toyota como a terceira mais vendida.

 

O ranking de modelos de julho traz a Toyota Hilux na liderança, seguida por Chevrolet Onix e Toyota Etios. No janeiro a julho a liderança também ficou com a Hilux, a vice com o Onix e a terceira posição com o Ford Ka.

 

Foto: Divulgação.

Setor de importados reduz queda nas vendas

São Paulo — As vendas de veículos importados chegaram a 19 mil 168 unidades até julho, queda de 8,9% na comparação com igual período do ano passado, segundo os dados divulgados pela Abeifa, entidade que representa os importadores, na sexta-feira, 2. Em julho os licenciamentos somaram 2 mil 952 automóveis, recuo de 4,8% ante o mesmo mês de 2018 — mas com relação a junho as vendas cresceram 10,3%.

 

Mesmo com a queda no acumulado a entidade considerou o mês passado bom para o setor, pois ajudou a reduzir o resultado negativo de 9,6% do primeiro semestre e mostrou uma tendência de reversão na queda. Mas a Abeifa manteve a projeção de vendas para o ano de 40 mil unidades, revisada para baixo no começo de julho.

 

O presidente José Luz Gandini disse que de alguma forma o setor conseguiu acompanhar o desempenho do mercado total de veículos no mês passado: “Além de algumas associadas terem recuperado vendas mensais, em julho tivemos 23 dias úteis contra dezenove em junho”.

 

Marcas e modelos – A Kia segue líder nas vendas por marca até julho, com 5 mil 461 licenciamentos — volume 20,8% menor do que idêntico acumulado de 2018, sendo a única marca, dentre as três primeiras, que registrou queda. A Volvo também manteve a segunda colocação e vendeu 4 mil 189 automóveis no período, alta de 27,9% na mesma base de comparação.

 

Em terceiro lugar aparece a BMW, que foi a que mais cresceu dentre as três primeiras, expansão de 64,8% no ano e 2 mil 556 unidades vendidas. A Land Rover ficou na quarta posição, com crescimento de 21,6% e 1 mil 549 licenciamentos, e a JAC fechou o ranking das cinco marcas mais vendidas no ano com 1 mil 138 unidades comercializadas, recuo de 54,5%.

 

Os cinco modelos importados mais vendidos no Brasil até julho são todos Kia e Volvo e o ranking segue sem mudanças na comparação com junho. O Kia Sportage ficou em primeiro lugar com 2 mil 448 licenciametos, seguido pelo Volvo XC60, que vendeu 1 mil 842 unidades. Em terceiro lugar aparece o Kia Bongo, com 1 mil 416 unidades e, depois, Volvo XC40 e Kia Cerato, com 1 mil 359 e 1 mil 119 licenciamentos, respectivamente.

 

Foto: Divulgação.

Grupo Mônaco amplia duas concessionárias da VWCO

São Paulo – O Grupo Mônaco ampliou duas de suas concessionárias Volkswagen Caminhões e Ônibus: em Macapá, AP, a revenda mudou de endereço e dobrou de tamanho, enquanto a unidade de Sinop, MT, teve sua área construída aumentada para apoiar o atendimento dos veículos extrapesados que operam na região.

 

Segundo a VWCO o investimento nas duas unidades é para que os serviços de manutenção, vendas e pós-vendas sigam os padrões de qualidade exigidos pela empresa e para a capacitação dos funcionários de cada área.

 

Foto: Divulgação.

Iveco exportará 250 ônibus para a Costa do Marfim

São Paulo — A Iveco Bus fechou uma venda de 250 ônibus para Abidjan, Capital da Costa do Marfim, que está investindo na ampliação do seu sistema de transporte público. A empresa exportará duzentas unidades do modelo Crossway Low Entry e cinquenta do Crealis Natural Power, todo movidos a gás natural veicular, GNV.

 

Segundo a Iveco a a Costa do Marfim é o primeriro país da África a encomendar ônibus movidos a GNV e, com o novo negócio, a frota da Iveco Bus na região chega a setecentos ônibus urbanos, cem deles com motor movido a gás natural.