Mercado interno sustenta produção de caminhões

São Paulo – O volume de caminhões produzido no primeiro semestre do ano superou em 11,8% o registrado em igual período no ano passado, apontaram os dados da Anfavea divulgados na quinta-feira, 4. No acumulado do ano, segundo o balanço da entidade, já saíram das linhas 55 mil 438 unidades.

 

Na comparação com o volume produzido em junho de 2018 a produção foi 16,2% maior, com 10 mil 35 unidades. Com relação a maio, no entanto, houve retração de 10,6%, resultado de três dias de produção a menos por causa de feriados.

 

O crescimento da produção no semestre ocorre por causa da demanda por modelos pesados, que segue aquecida a despeito dos demais segmentos, que registraram volumes negativos de produção no janeiro-junho. No acumulado do ano 30 mil 681 unidades de pesados saíram das linhas, 36,3% a mais do que em igual período em 2018.

 

Alta também foi observada nos emplacamentos do semestre: até junho foram emplacadas 46,8 mil unidades de caminhões, resultado que representa crescimento de 46% sobre o volume licenciado no janeiro-junho do ano passado. Apenas em junho os licenciamentos cresceram 34,8% na comparação com o volume vendido em junho de 2018, chegando a 7,7 mil.

 

Nas exportações o cenário segue em queda, pois os embarques do primeiro semestre chegaram a 5,9 mil unidades, 59% a menos na comparação com o mesmo período em 2018. Na comparação mensal em junho foram exportados 60% a menos do que em junho do ano passado.

 

Foto: Divulgação.

Anfavea divulga novas projeções para exportações

São Paulo – Após desempenho abaixo do esperado no primeiro semestre, quando os embarques de veículos ao Exterior recuaram 41,5% em volume na comparação com os primeiros seis meses de 2018, para 221,9 mil unidades, a Anfavea anunciou na quinta-feira, 4, a revisão de suas projeções para as vendas externas brasileiras deste ano.

 

No começo do ano a expectativa era exportar 590 mil veículos, volume 6,2% inferior ao do ano passado. Agora a associação que representa as fabricantes locais estima que apenas 450 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e chassis de ônibus sejam enviados a outros mercados, recuo de 28,5% com relação às 629 mil unidades exportadas no ano passado.

 

Foi, por ora, a única revisão promovida pela Anfavea. Segundo seu presidente, Luiz Carlos Moraes, há a esperança de que o mercado doméstico cresça em ritmo superior ao projetado no começo do ano e eleve, também, a produção brasileira, amenizando o impacto da perda das exportações.

 

“Temos o segundo semestre inteiro. Ao contrário do que se tem dito por aí o ano ainda não acabou. O primeiro tempo do jogo não foi tão bom, mas acredito que o segundo tempo possa ser melhor.”

 

Moraes confia na aceleração da economia após a aprovação da reforma da Previdência, impulsionada por esperança na redução da taxa básica de juros Selic, que reduziria os juros cobrados na aquisição de veículos e beneficiaria o setor. O presidente da Anfavea lembrou, também, que o ministro da Economia prometeu a liberação de mais R$ 100 bilhões no compulsório dos bancos, que se somariam aos R$ 20 bilhões já liberados e que aumentam a quantidade de recursos disponíveis para os financiamentos.

 

Essa esperança pode ajudar a compensar o recuo nas vendas para a Argentina, que mês a mês derruba os volumes de exportações das fabricantes instaladas no Brasil. Em junho a queda nos embarques foi de 37,9%, para 40,3 mil unidades – volume, também, 4,3% abaixo do registrado em maio.

 

Em valores o saldo também é negativo: no semestre o recuo foi de 39,7%, para pouco mais de US$ 5 bilhões, e em junho as fabricantes faturaram US$ 827,1 milhões, queda de 39,6% na comparação anual e de 9,6% na mensal.

 

Foto: Ivan Bueno/APPA.

Fabricantes de máquinas registram queda de 8%

São Paulo – Foram produzidas em junho 4 mil 473 máquinas agrícolas e rodoviárias, queda de 15,7% na comparação com junho de 2018 e de 11,8% com relação a maio, de acordo com dados divulgados pela Anfavea na quinta-feira, 4. No acumulado do ano a produção chegou a 24 mil 779 máquinas, queda de 7,9% ante os seis primeiros meses do ano passado. Segundo Alfredo Miguel Neto, vice-presidente que responde pelo setor de máquinas agrícolas e rodoviárias, essa queda serviu para equilibrar o estoque das empresas:

 

“Desde dezembro do ano passado o estoque de máquinas estava em torno de 6 mil unidades, mas com o menor consumo interno no segundo trimestre deste ano, causado pela falta de recursos do Plano Safra e pelas exportações menores, as empresas reduziram o volume de produção para que os estoques não ficassem muito altos. Acredito que tenha sido um ajuste pontual e que essa queda possa ser revertida no segundo semestre”.

 

As vendas de máquinas em junho foram de 4 mil 351 unidades, alta de 40,4% na comparação com maio e queda de 11,7% ante o mesmo mês do ano passado. No primeiro semestre foram comercializadas 19 mil 849 máquinas, volume praticamente estável na comparação com os primeiro seis meses de 2018, com queda de 0,1%.

 

“Essa estabilidade nas vendas pode ter sido causada pela falta de recursos do Plano Safra que afetou o desempenho do setor desde março, mas mantemos as projeções de alta para o ano: o novo Plano Safra já foi anunciado e deve aquecer o mercado no segundo semestre.”

 

Mesmo dependendo menos do mercado argentino para exportar a venda de máquinas para outros países foi afetada pela crise lá: em junho foram exportadas 897 unidades, queda de 27,3% na comparação com maio e de 17,1% ante o mesmo mês do ano passado. Até junho as exportações chegaram a 6 mil 72 máquinas, retração de 2% com relação ao primeiro semestre de 2018.

 

Fotos: Divulgação.

Fábricas mantêm ritmo de produção apesar da Argentina

São Paulo – A produção de veículos encerrou o primeiro semestre com crescimento apesar do quadro adverso nas exportações, o que deverá refletir nas linhas instaladas no País. De janeiro a junho foram produzidos, segundo balanço divulgado pela Anfavea na quinta-feira, 4, 1 milhão 474 mil 268 unidades, o que representa volume 2,8% superior ao registrado em igual período no ano passado.

 

De acordo com o presidente Luiz Carlos Moraes o desempenho é visto como positivo diante das dificuldades enfrentadas pela indústria com a queda nos embarques para a Argentina, o principal parceiro comercial do Brasil na região. O ambiente é de otimismo, disse Moraes – tanto que a Anfavea não exerceu revisões em sua projeção de produção para o ano, mantida em 3 milhões 140 mil unidades:

 

“Temos que ser otimistas. Como em uma partida de futebol ainda resta o segundo tempo, o segundo semestre que começou agora em julho. Acreditamos que o volume que não foi absorvido pelo mercado externo será absorvido pelo mercado interno com base em análise da melhora do comportamento do consumo e dos negócios, a partir da aprovação da reforma da Previdência.”

 

Se a queda nas exportações ainda não produziu reflexos nas linhas de produção outros fatores, no entanto, reduziram o ritmo das fábricas em junho. Concessão de férias coletivas, mudanças promovidas em algumas linhas e a menor quantidade de dias úteis fizeram com que o volume caísse 9% na comparação com o registrado em junho de 2018, chegando a 233 mil 113 unidades de automóveis, comerciais leves, caminhões e chassis de ônibus.

 

A situação no mercado argentino também provocou redução de 1,7% no quadro de funcionários das fábricas instaladas no País, em junho. A retração foi atribuída ao fechamento do terceiro turno nas unidades Toyota de Sorocaba e Porto Feliz, SP e ao fim da produção na Ford em São Bernardo do Campo, SP. Isso fez com o que o número de trabalhadores em atividade caísse de 131,5 mil, em junho do ano passado, para 129,2 mil neste junho.

 

Foto: Divulgação.

Livre-comércio com a Europa demorará quase vinte anos

São Paulo – A indústria automotiva tem cerca de vinte anos para resolver suas questões internas de competitividade antes de começar a valer o livre-comércio de veículos do Mercosul com a União Europeia, consequência de acordo assinado pelos dois blocos na sexta-feira, 28 de junho. Alguns pontos preliminares do tratado – a versão oficial deverá ser apresentada ao Congresso Nacional nas próximas semanas – foram divulgadas pela Anfavea na quinta-feira, 4, e dão uma dimensão do desafio que a indústria nacional tem pela frente.

 

De imediato há um prazo de pelo menos dois a três anos para que o comércio com taxas de importação reduzidas entre em vigor, porque é necessária a aprovação dos respectivos parlamentos nacionais. O presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, acredita em tramitação acelerada por aqui e ouviu do governo federal que é possível que, ao ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, comece a vigorar de imediato, dispensando a aprovação também nos demais países do bloco sul-americano.

 

“O governo quer que entre em vigor o mais rápido possível.”

 

Aprovado após esses dois a três anos de tramitação o acordo começará a vigorar com um regime de transição, com cotas anuais de desconto no imposto de importação. Nos primeiros sete anos a União Europeia terá direito a enviar 50 mil veículos ao Mercosul com imposto de importação de 17,5% – metade da alíquota atual –, sendo 32 mil para o Brasil. A partir do oitavo ano a alíquota começa a cair gradativamente: 28,4%, 21,7%, 15%, 12,5%, 10%, 7,5%, 5% e 2%. A partir do décimo-sexto ano o livre-comércio será realidade.

 

No caso das autopeças haverá redução linear do imposto em dez ou quinze anos – há duas cestas de peças, cada uma obedecendo a um destes prazos.

 

“Essas cotas serão definidas pelo bloco exportador, no caso a União Europeia, o que deverá ocorrer nesses dois a três anos de tramitação no Parlamento Europeu. Extrapolando a cota paga-se o imposto integral”.

 

Do Mercosul para a Europa não haverá regimes de cotas. Os impostos serão reduzidos também de forma gradativa – atualmente oscilam de 10% a 22%, dependendo do tipo de veículo – a partir da aprovação no Parlamento, e Moraes disse que essa redução será mais acelerada do que por aqui.

 

Ficou definida, também, a regra de conteúdo local: 55% para veículos e 50% para autopeças: “Esse índice acumula as peças produzidas no Mercosul e na Europa”.

 

Apesar do prazo estendido Moraes afirmou que a corrida contra o tempo já começou: “A indústria agora tem regras claras e previsibilidade para, quando entrar o livre-comércio, ter condições de competir com os produtos europeus. Precisamos eliminar as aberrações brasileiras nos campos tributário, logístico e burocráticos. Não sou pessimista: acho que temos condições de exportar para a Europa não só veículos mas câmbio, eixos e motores”.

 

Moraes lembrou também que as decisões de investimento com base nessa programação de livre-comércio são influenciadas desde já. E sugeriu uma alternativa: “Temos que nos concentrar em produzir aquilo em que temos especialização, em que somos os melhores. O resto complementaremos por meio de importação”.

 

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Para Anfavea, vendas diretas estão dentro da realidade

São Paulo – O presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, passou um recado para os concessionários de veículos, que nesta semana reclamaram do alto índice de vendas diretas no total de automóveis e comerciais leves comercializados no mercado brasileiro no primeiro semestre do ano: essa modalidade de vendas chegou para ficar e os revendedores terão que se adaptar a esta nova realidade do mercado.

 

“Na União Europeia é assim também”, disse Moraes na coletiva à imprensa na quinta-feira, 4. “Aqui em São Paulo a frota das locadoras é de mais de 500 mil veículos, sendo 45% em aplicação de empresas frotistas. A distribuição precisa repensar o modelo de negócio”.

 

Segundo a Anfavea o mercado de veículos registrou alta de 12,1%  no primeiro semestre, na comparação com o mesmo período do ano passado, com 1 milhão 308 mil 174 veículos licenciados. “O crescimento até junho foi muito bom e próximo da alta que projetamos para o ano. Para o segundo semestre a expectativa é a de que a reforma da Previdência seja aprovada para que a economia apresente números melhores”.

 

Considerando apenas junho as vendas somaram 223 mil 198 unidades, com média diária de 11 mil 747 veículos licenciados – a melhor média do ano e o melhor junho desde 2015. Na comparação com o mesmo mês do ano passado houve expansão de 10,5% e, ante maio, retração de 9,1%, causada pelos três dias úteis a menos do mês passado.

 

“Mesmo com a queda na comparação com maio tivemos números muito bons em junho, principalmente na última semana, que em um dia registrou vendas acima de 21 mil unidades. A média de vendas por dia nesse período chegou a 15 mil veículos”.

 

Os estoques fecharam o mês com volume suficiente para 42 dias de vendas – um dia a menos com relação ao mês anterior. Para Moraes o volume é estável e está de acordo com o planejamento das montadoras para atender ao mercado.

 

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Há quarenta anos a Fiat começou a produzir o 147 a álcool

Betim, MG – As vendas de etanol hidratado, aquele usado como combustível em automóveis e comerciais leves, cresceram 3% em maio com relação a abril, para 1,9 bilhão de litros, de acordo com os dados mais recentes divulgados pela Unica, União da Indústria de Cana-de-Açúcar. A participação do combustível renovável alcançou 30% nos abastecimentos a veículos no Brasil, ganhando terreno frente a gasolina.

 

Parte importante da história do uso do combustível renovável completa 40 anos: em 5 de julho de 1979 entrou em produção o Fiat 147 com motor 1.3 litro a álcool, pioneiro na aplicação da tecnologia em escala de âmbito global, embora ainda esteja limitado ao território nacional. Foi uma resposta da companhia a uma demanda do governo, que buscava soluções alternativas ao petróleo – em cinco anos, de 1973 a 1978, o preço do barril no mercado internacional quadruplicara.

 

“Essa demanda, na verdade, surgiu anos antes”, contou João Irineu Medeiros, diretor de assuntos regulatórios e de compliance da FCA. “Na década de 1920 os governantes já falavam na aplicação do etanol como combustível e em 1930 a mistura do álcool na gasolina se tornou obrigatória.”

 

O Proálcool, programa de incentivo ao uso do etanol hidratado – que, à época, era conhecido simplesmente como álcool – foi iniciado em 1975, anos antes do começo da produção em série do 147. Foi preciso algum tempo para incentivar a produção do combustível, algo acelerado com o surgimento dos primeiros modelos com motor a álcool.

 

O 147 trazia motor 1.3 litro de 62 cv e precisava de carburador e de um sistema de partida a frio. Com o tempo algumas soluções de materiais alternativos precisaram ser desenvolvidas – como o escapamento em aço inox, liga que sofre menos corrosão.

 

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A indústria e a população brasileira abraçaram o Proálcool. Em 1985 quase 96% dos automóveis e comerciais leves zero quilômetro comercializados no País estavam equipados com motor a álcool. A Fiat vendeu, de 1979 a 1987, 120,5 mil 147 a álcool.

 

A aplicação do combustível renovável no Brasil sofreu um baque na década seguinte, mas voltou com tudo a partir de 2003 com a chegada da tecnologia flex fuel. Hoje a indústria vê no etanol a solução perfeita para o alcance de metas de eficiência energética e para a redução da emissão de CO2 para o mercado brasileiro, como medida intermediária – e até paralela – à eletrificação.

 

“Quarenta anos depois o etanol ainda é solução”, disse Medeiros. “Uma solução que deveria ser vendida a outros países em desenvolvimento. O Brasil tem um diamante em mãos que precisa ser melhor lapidado.”

 

O executivo da FCA acredita na combinação do etanol com outras tecnologias, como o híbrido flex – já apresentado pela Toyota por aqui – e a célula de combustível com base no etanol: “Podemos também melhorar muito o motor. Não vamos escapar da eletrificação no longo prazo, mas o etanol ainda tem muito a ser explorado”.

 

Um mês atrás, quando anunciou o desenvolvimento e a produção de novos motores em Betim, a FCA mostrou um protótipo de motor movido a etanol sem dar pormenores. Uma amostra de que o quarentão está na flor da idade.

 

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Novas regras buscam ampliar alcance de recall

São Paulo, SP, e Betim, MG – O governo federal atualizou as regras para as campanhas de recall de veículos na busca de reverter a baixa adesão e dar maior efetividade, especialmente nos modelos nas mãos do segundo dono – cujos dados não estão em posse das fabricantes. Portaria divulgada na terça-feira, 2, no Diário Oficial da União, trata das atualizações das normas do recall e traz medidas relacionadas principalmente à comunicação ao proprietário do veículo, hoje feita por meio de campanhas na mídia e de informes no Procon.

 

Segundo o texto o Detran fará comunicação individual aos proprietários dos veículos, por meio online ou via postagem, informando sobre a necessidade de reparos nas concessionárias. Caso contato não seja estabelecido com o proprietário do veículo no prazo de um ano, uma ocorrência será registrada no CRLV, Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo, por meio do sistema Renavam.

 

Seguem as obrigações de publicidade das campanhas de recall na mídia e nos órgãos de defesa do consumidor, como o Procon. Montadoras, importadoras e encarroçadoras também terão de informar na internet dados sobre recalls de produtos pelo prazo mínimo de cinco anos.

 

Com a atualização das regras a indústria tentará resolver um entrave antigo, que é o de aumentar a adesão ao recall, o que, na prática, tiraria de circulação veículos em risco de falhas e ocorrência de acidentes.

 

No ano passado, por exemplo, a Honda informou que enfrentava dificuldades para encontrar proprietários de veículos que necessitavam substituição de airbags.

 

Segundo João Irineu Medeiros, diretor de assuntos regulatórios da FCA, nem 20% dos carros antigos comparecem a recalls e as montadoras não têm como alcançar o segundo ou terceiro dono porque elas não têm acesso aos dados dos proprietários, que são sigilosos. O executivo disse, ainda, que o pedido da indústria era antigo, e que a atualização solicitada ao novo governo se transformou em portaria em pouco tempo.

 

Dados divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública na segunda-feira, 1, apontam que apenas 48% dos consumidores atendem aos chamados de recall de automóveis. No caso de caminhões este porcentual cai para 39%, e nas autopeças para 14,7%.

 

Desde 2014 foram realizados 701 campanhas de chamamento para recalls em todo o país, sendo, 73,7% de automóveis, 10% de motocicletas e 2,2% de caminhões.

 

A portaria entra em vigor em noventa dias a partir da quarta-feira, 3.

 

Com informações da Agência Brasil.

 

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Troller apresenta primeira versão modificada no Brasil

São Paulo – A Troller lançará este mês uma nova versão do T4, a Trail, equipada com acessórios exclusivos de série, como para-choques off-road, snorkel, alargadores de para-lama e protetores dianteiros e traseiros de aço, sendo a primeira vez que a empresa oferece esses itens de série em uma versão.

 

A versão Trail é o primeiro produto a passar pelo ModCenter, centro de modificação da companhia inaugurado recentemente na fábrica de Horizonte, CE, que será usado pela Troller para diversificar e ampliar sua linha de produtos no Brasil. Essa versão será vendida por R$ 144 mil 990.

 

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Mercedes-Benz testa elétrico pesado na Suiça

São Paulo – Duas unidades do eActros, da Mercedes-Benz, começaram a operar em testes na Suíça, sendo uma versão de dois eixos e PBT de 18 toneladas que será usado pela Camion Transport, uma empresa de logística, e o outro é versão de três eixos e PBT de 25 toneladas que será operada pela rede de supermercados Migros.

 

A entrega oficial dos dois caminhões foi realizada em 19 de junho, na Mercedes-Benz Trucks de Schlieren, próxima a Zurique. Os veículos fazem parte da Frota de Inovação do eActros, que oferece testar caminhões elétricos pesados aos clientes.

 

Cada modelo rodará, em média, 150 quilômetros por dia, distância que as baterias são capazes de percorrer, pois a autonomia do eActros é de 200 quilômetros. As baterias de íons de lítio são recarregadas dos depósitos dos clientes durante a noite.

 

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