Randoncorp e Frasle mostram crescimento das operações de autopeças na Automec

São Paulo – As divisões de autopeças da Randoncorp – Master Freios, Jost Brasil, Suspensys e Castertech –, em conjunto com sua controlada Frasle Mobility, expõem todo o crescimento acelerado destas operações nos últimos anos no estande do grupo na Automec – de 22 a 26 de abril no São Paulo Expo. Com aquisições e ampliação da presença internacional o faturamento com a venda de componentes, principalmente no mercado de reposição, foi multiplicado algumas vezes nos últimos anos.

“Este ano devemos nos tornar uma empresa de US$ 1 bilhão”, afirma Anderson Pontalti, executivo chefe de operações da Frasle e vice-presidente internacional da Randoncorp. Ele se refere ao faturamento esperado para este ano somente da Frasle Mobility, que segundo estimativas da empresa deve alcançar R$ 6 bilhões, após o recorde de R$ 4 bilhões em 2024, crescimento de pelo menos quatro vezes desde 2016, quando a receita foi de R$ 813 milhões.

O crescimento acelerado do faturamento da Frasle, segundo Pontalti, é devido principalmente à maior aquisição da história do grupo, que este ano concluiu a compra, por cerca de R$ 2,2 bilhões, da mexicana Kuorefacciones, que atua 100% no aftermarket com a marca Dacomsa.

Com isto a participação do mercado de reposição nas receitas da Frasle subiu de já elevados 88% para 95%, consolidando a empresa como a maior do aftermarket automotivo na América Latina: “Nossa estratégia é atuar nos segmentos de maior demanda, produzimos peças que sempre têm de ser trocadas ao longo da vida dos veículos e isto nos protege das flutuações do mercado”.

A Frasle Mobility já soma 25 marcas de autopeças sob seu guarda-chuva, todas ligadas ao chamado undercar, de componentes de suspensão, direção e freios, com mais de 20 mil part numbers no portfólio, sendo oitocentos lançados no ano passado.

Nos últimos oito anos o número de parques industriais mais que dobrou, de cinco para doze, incluindo operações internacionais, o que elevou o quadro de funcionários de 3,1 mil para 7,5 mil hoje.

Também ajuda na estratégia de proteção contra volatilidades a expansão da Frasle para o Exterior: com a expansão, desde 2016, de cinco para quinze operações internacionais, a participação das receitas externas, com exportações e fábricas fora do Brasil, subiu de 40% para 55% do faturamento total, turbinado por várias aquisições.

Vertical de autopeças

Para além da Frasle as divisões de autopeças da Randoncorp também vêm registrando crescimento expressivo nos últimos anos. O faturamento combinado de Master, Jost, Suspensys e Castertech quase dobrou em 2024, alcançando R$ 3,8 bilhões, impulsionado pelas receitas da fabricante de sistemas de freios EBS, do Reino Unido, que foi comprada pelo grupo e, no quarto trimestre, incorporada às operações da Master Freios.

A vertical de autopeças tem 4,5 mil funcionários, quinze fábricas no Brasil e no Exterior e comercializa produtos em quarenta países. Os principais clientes são fabricantes de veículos, responsáveis por cerca de 90% do faturamento.

Segundo Ricardo Escoboza, vice-presidente executivo da Randoncorp responsável pelas operações de carretas da Randon Montadora e da vertical de autopeças, após a aquisição da EBS, que tem oito centros de distribuição na Europa, o número de itens da Master saltou de 1,5 mil para mais de 35 mil.

De 2022 a 2024 as divisões de autopeças da Randoncorp já fizeram seis aquisições, incluindo uma fundição em Mogi Guaçu, SP, que passou a ser operada pela Castertech. De lá sairão 100% dos eixos dianteiros para os caminhões Mercedes-Benz produzidos em São Bernardo do Campo, SP. A estimativa é fornecer 65 mil unidades por ano.

DRiV lança três novas marcas para expandir em 25% seu faturamento

São Paulo – A DRiV, empresa do Grupo Tenneco dedicada ao mercado de reposição e que abriga em seu guarda-chuva trinta marcas, como Monroe e Monroe Axios, de 2019 a 2024 dobrou seu faturamento. E, para 2025, a meta é crescer 25%.

Para sustentar este crescimento a companhia anunciou, durante a décima-sexta edição da Automec, realizada até sábado, 26, no São Paulo Expo, que está trazendo ao Brasil componentes de mais três empresas: FP Diesel, peças para motores a diesel, Champion, velas de ignição, e Wagner, sensores eletrônicos, limpadores de para-brisa, radiadores, sistemas de aquecimento e ar-condicionado.

Em um primeiro momento os produtos destas marcas serão importados – hoje Monroe e Monroe Axios são as únicas fabricadas no Brasil. De acordo com o diretor comercial da DRiV, Daniel Fabbris Neto, conforme a aceitação dos novos itens e o aumento da demanda será possível nacionalizá-los na fábrica de Cotia, SP, de onde saem componentes de suspensão da Monroe Axios, e que possui espaço para crescer.

O investimento necessário não foi estimado pelo executivo, mas ele afirmou que o tempo de maturação de cada linha é de dois anos para então avaliar se vale a pena produzir aqui ou continuar importando.

No ano passado foram injetados aproximadamente R$ 60 milhões na fábrica de Mogi Mirim, SP, para ampliar a capacidade de produção de amortecedores da Monroe em 30%, para 7 milhões de unidades por ano. Também em 2024 a operação da DRiV no Brasil foi premiada, uma de oitenta fábricas ao redor do mundo, como a divisão que mais cresceu.

Este ano foi concuído aporte de R$ 5 milhões para que a companhia tivesse sua própria operação logística com a abertura de centro de distribuição de 20 mil m2 em Cajamar, SP, em março.

Segundo Fabbris Neto dentre os planos para este ano estão o desenvolvimento de produtos, a ampliação do portfólio e de parcerias com a extensão do canal de distribuição e o fortalecimento da empresa, que até abril era marca fantasia do Grupo Tenneco e, agora, possui CNPJ próprio e tornou-se uma filial.

“O mercado de reposição possui necessidades específicas, diferentes dos clientes da indústria. Ao contarmos com estrutura totalmente dedicada aos reparadores ganhamos mais velocidade e autonomia para a tomada de decisões. E, consequentemente, mais competitividade.”

Indústria de autopeças de Taiwan busca alternativas para tarifas de Trump

Taipei, Taiwan – Em meio às discussões das tarifas de 25% impostas por Donald Trump para peças e componentes automotivos importados, previstas para entrar em vigor em maio, a 360º Mobility Mega Show abriu as portas na quarta-feira, 23, com mais de 1 mil empresas expositoras, ocupando dois andares do Taipei Nangang Exhibition Center. O tema preocupa as empresas fabricantes de componentes de Taiwan, pois em torno de 50% da produção automotiva local tem como destino o mercado estadunidense.

Quem disse foi James Huang, chairman do Taitra, Conselho de Desenvolvimento de Comércio Exterior de Taiwan, e anfitrião da feira. Ele, no entanto, preferiu minimizar o possível impacto na indústria: “É 25% de tarifa para todos os mercados, não apenas para Taiwan. Então nossos competidores também serão taxados”.

Huang não comentou sobre as tarifas adicionais de 32% impostas a Taiwan e postergadas por Trump inicialmente por um mês. Destacou que a situação ainda está indefinida e que as empresas locais têm condições de superar a adversidade. “Mas diante das tarifas as nossas empresas precisam definitivamente buscar oportunidades em outros mercados grandes”.

James Huang, chairman do Taitra. Foto: André Barros.

A própria feira é uma oportunidade para Taiwan diversificar e expandir o alcance de sua indústria. Huang disse que União Europeia, Sudeste da Ásia e Japão, especialmente este último, são mercados para onde a ilha localizada a Sudeste da China olha com mais atenção. América Latina? Oportunidades existem, mas a região não está, ainda, no centro das atenções. O que não significa que negócios não possam ser criados.

A feira

A exposição taiwanesa é uma feira de negócios, como a Automec brasileira. Estão presentes fabricantes de diversos tipos de componentes, de sistemas multimídia a peças de motores, incluindo sensores e chips, segmentos pelos quais Taiwan é comumente reconhecida. A diferença é que a busca, nela, é por negócios tanto OEM como em reposição.

Única mídia brasileira presente na exposição de 2025, a primeira a unificar as três feiras de negócios – Taipei Ampa, a E-Mobility Taiwan e a Taipei Autotronics – no agora 360º Mobility Mega Show, a reportagem da Agência AutoData percorreu os corredores e conversou com alguns expositores, que buscam negócios em qualquer lugar do mundo: basta estar disposto a negociar.

Chama a atenção o interesse de empresas de Taiwan em um novo segmento que vem ganhando importância dentro do ecossistema automotivo: o de recarga para veículos elétricos. São muitos os expositores, com diversas soluções. No estande da Chung Kwang Electric, de Taichung, um carregador portátil é a grande novidade: você pode levá-lo para qualquer lugar e plugá-lo em tomada simples.

Carregador portátil da Chung Kwan. Foto: André Barros.

“Acaba com o problema de chegar a um hotel ou casa de alguém e não ter carregador para o seu carro elétrico”, disse o gerente de vendas Thomas Tseng. “Ele funciona com cinco tipos de amperagem, duas voltagens e pode ter cabos de três tamanhos, de 5 a 10 metros”.

São empresas pequenas e gigantes, como a Delta, uma das pioneiras no fornecimento de carregadores para EV e que hoje mantém amplo portfólio e presença global. Em seu estande um dos destaques é um totem com diversas baterias para motocicletas: a ideia é que a bateria, removível, possa ser substituída por uma carregada e colocada ali para a recarga. Solução interessante para entregadores que usam a motocicleta para o trabalho, por exemplo.

Os 100% elétricos em Taiwan ainda são minoria, apesar da proximidade com a China: dos 37,3 mil veículos vendidos no mês passado apenas 2,7 mil foram a bateria, segundo relatório da Auto Future. É um mercado dominado por marcas japonesas e europeias, com comportamento parecido com o destas regiões. O foco, portanto, é investir em infraestrutura para preparar o País para a transição e aproveitar para exportar as soluções localmente fabricadas.

Centrais multimídias, espelhos retrovisores eletrônicos, carregadores por indução, para OEMs e reposição, também se destacam. Diversos modelos, soluções e empresas expositoras ocupam muitos dos estandes das feiras. Na Jet Opto, que exporta muito para os Estados Unidos e equipa modelos Ford, GM, Stellantis e Nissan, dentre outros, as tarifas já fazem pensar em planos de transferir a produção para lá:

“Veremos como serão as coisas nos próximos meses”, disse um dos expositores, que não quis se identificar. “Hoje produzimos tudo em Taiwan, mas não descartamos construir uma fábrica nos Estados Unidos”.

Foto: Divulgação.

Não é o único: Huang disse que já existem empresas locais investindo nos Estados Unidos, mesmo antes dos movimentos de Trump. Para facilitar os planos diversos estados do país da América do Norte mandaram representantes para a 360º Mobility de Taiwan e, na quarta-feira, 23, promoveram um workshop para apresentar suas credenciais com objetivo de receber novas indústrias.

 “É algo que já estava acontecendo e deverá se acelerar agora por causa das tarifas”, previu o chairman do Taitra.

Fórum AutoData Perspectivas Automóveis 2025 traz executivos para discutir o segmento

São Paulo — As inscrições para o Fórum AutoData Perspectivas Automóveis 2025, que acontecerá mais uma vez de forma on-line e totalmente gratuita em 13 de maio, já estão abertas, oferecendo uma plataforma essencial de informações para os profissionais do setor automotivo.

Este novo fórum, organizado por AutoData, terá como objetivo principal reunir especialistas e líderes da indústria para discutir as tendências e estratégias que impactarão o futuro do mercado automotivo nos próximos meses no Brasil.

“Em um momento em que o setor automotivo enfrenta desafios significativos, participar de um evento com um conteúdo tão relevante como este será uma oportunidade única para compreender as perspectivas futuras e planejar nosso futuro a curto prazo”, afirma Márcio Stéfani, diretor de AutoData.

Durante o evento serão abordados temas relevantes, como as perspectivas para o mercado de automóveis no Brasil, o crescimento do setor de locação, comportamento do consumidor na jornada de compra de veículos novos e usados e o futuro dos veículos eletrificados e premium.

Vários executivos foram convidados para participar, dentre eles Arcélio Júnior, presidente da Fenabrave; Marco Aurélio Nazaré, presidente da Abla, Eduardo Jurcevic, diretor presidente da Webmotors, Ricardo Bastos, presidente da ABVE, Michele Menchini, diretora de vendas da BMW Brasil, José Ricardo Gomes, diretor comercial da Toyota do Brasil, Roger Corassa, vice-presidente de vendas e marketing da Volkswagen do Brasil, e Frederico Battaglia, vice-presidente comercial da Fiat. Confira aqui a programação do evento.

As inscrições para acompanhar o Fórum podem ser feitas neste link, pelo e-mail seminarios@autodata.com.br ou pelo telefone 11 93372-1801.

Volda vê oportunidades no Brasil com tarifaço de Trump

São Paulo – A decisão dos Estados Unidos de sobretaxar centenas de países com os quais mantém relação comercial já começa a gerar expectativas por parte daquele que foi mais penalizado por Donald Trump, com alíquotas extras de 145%: a China. É de lá que vem boa parte dos produtos vendidos pela Volda no Brasil, 85% do total. E, diante deste cenário, a companhia enxerga oportunidades de crescer no mercado de reposição brasileiro.

A projeção para este ano, que nos meses iniciais era de ampliar o faturamento em 25% na comparação com o ano passado, foi ampliada para 35%, conforme afirmou o diretor de vendas e marketing da Volda, Ivan Furuya, durante o primeiro dia da décima-sexta edição da Automec, feira dedicada ao mercado de reposição de autopeças, realizada até sábado, 26, no São Paulo Expo.

“Como a China deverá perder mercado nos Estados Unidos pode ser que a situação melhore para nós, uma vez que deveremos obter maior poder de negociação junto aos fornecedores e, com isto, o preço tende a melhorar.”

Furuya ponderou, no entanto, que fatores como a valorização do dólar influenciam esta equação, o que pode fazer um contrapeso: “As questões de frete e câmbio, que oscilaram muito do fim do ano para cá, impactam nossa rentabilidade. Ainda assim em um primeiro momento continuaremos como importadores. Quem sabe em um futuro mais distante consigamos produzir aqui”.

Neste cenário os planos são dobrar a participação no segmento de suspensões no mercado de reposição em três anos, dos atuais 2,5% para 5%: “Considerando que em 2024 ampliamos em 50% o faturamento e, este ano, a projeção é expandir em 35%, também reforçada pelos lançamentos, em três anos dobraremos a nossa receita. E seguimos com o desafio de construir a marca no mercado brasileiro, consolidado com marcas centenárias.”

Por mês o executivo contou que são importados quinze contêineres, sendo que 85% vêm da China e o restante da Turquia e da Tailândia. A Volda possui centro de distribuição em Serra, ES, próximo ao Porto de Vitória, por onde ingressam os produtos.

Schaeffler aposta em avanço na reposição após aquisição da Vitesco

São Paulo – Adquirida pela Schaeffler em outubro passado a Vitesco, fabricante de componentes eletroeletrônicos para o setor automotivo, é um dos caminhos para a fabricante avançar no mercado de reposição. Segundo Rubens Campos, responsável pela divisão de reposição da companhia na América Latina, as vendas de peças da Vitesco começarão no terceiro trimestre:

“Mudaremos aos poucos o nome da Vitesco para Schaeffler e trabalharemos com a nossa marca no aftermarket. As vendas começarão com sensores de Nox para veículos pesados, componente que todos os veículos equipados com motor Euro 5 ou Euro 6 usam”.

Segundo o executivo o avanço da marca será gradual, mas a construção do seu portfólio já está em andamento. O impacto na operação global da Schaeffler será relevante, uma vez que o faturamento no ano passado foi de US$ 18 bilhões, valor que subirá para US$ 25 bilhões já em 2025, puxado pela aquisição da Vitesco. 

No Brasil, com a ampliação do portfólio da Schaeffler e dos novos produtos da Vitesco, a expectativa da empresa é de crescer dois dígitos na reposição, número que já foi atingido no primeiro trimestre, de acordo com Campos. 

O novo Centro de Distribuição de peças da Schaeffler instalado em Porto Feliz, SP, também ajudará no crescimento dos negócios, uma vez que agora dispõe de 20 mil m² e será totalmente operado pela companhia, que no centro anterior tinha o serviço terceirizado. Essa mudança é para acompanhar o padrão global da empresa: no novo centro até robôs estão sendo utilizados para otimizar o trabalho desde agosto do ano passado.

Continental planeja triplicar de tamanho no aftermarket brasileiro até 2028

São Paulo – A divisão de componentes automotivos da Continental – que está se separando das outras unidades do grupo e a partir de setembro adotará o novo nome Aumovio – reforçou o foco no mercado de reposição brasileiro: a área de negócios já cresceu 100% de 2019 a 2023, responde atualmente por 30% do faturamento no País e o objetivo é alcançar expansão de 300% até 2028.

“É um objetivo agressivo mas realista levando em conta o que já crescemos”, afirmou Ricardo Rodrigues, diretor da unidade de veículos comerciais e aftermarket da Continental no País, que mostra os seus diversos componentes para reposição na Automec – de 22 a 26 de abril no São Paulo Expo –, principalmente elementos de sistemas de frenagem, peças de motor e eletrônicos, como tacógrafos, produto de uso obrigatório em caminhões.

Rodrigues justificou que a expansão acelerada na reposição se dá por meio de plano elaborado há poucos anos: “Não éramos grandes no aftermarket, por isto montamos um plano para crescer. Primeiro limpamos o portfólio, focando nos itens mais demandados, que cobriam 95% das vendas. O número de part numbers foi reduzido de mais de 5 mil itens para apenas 818 atualmente. Com isso focamos no necessário e aumentamos nossa agilidade, entregamos qualquer pedido no País em três a quatro dias”.

O executivo contou que, apesar da drástica redução do portfólio, foram acrescentados novos produtos de alta demanda à lista, como bombas de combustível, cilindro-mestre de freios, sensor de nível de combustível, cilindros de roda e kits de reparo.

Também está em estudo a oferta de serviços complementares na rede de atendimento da Continental, como troca de óleo.

Como a Continental produz no País boa parte dos componentes para fornecimento direto aos fabricantes de veículos 100% dos itens vendidos no aftermarket para veículos pesados são nacionalizados, porcentual que cai 60% no caso de automóveis e comerciais leves.

Takao projeta crescimento de 11% para o mercado de reposição

São Paulo – A Takao, importadora de peças para o mercado de reposição, projeta crescimento de 11% para seu aftermarket brasileiro na comparação com 2024. De acordo com Fátima Soares, sua CEO, a meta da empresa é crescer acima disso, chegando a 18% de alta sobre o ano passado, quando a Takao comercializou 1 milhão de peças.

Para atingir sua meta de crescimento a empresa possui portfólio de 23 mil itens e pretende lançar de trezentos a quatrocentos códigos até dezembro. Todas as peças da Takao são importadas da China, onde a empresa é parceira de 43 fábricas:

“Mas não trabalhamos com qualquer fábrica que nos procure. Para ser nosso parceiro comercial é necessário que eles fabriquem peças para montadoras e sejam fornecedores OEM em algum país”.

O portfólio da Takao atende 95% da frota circulante de veículos leves no Brasil, indo até as picapes diesel.

Iveco supera a marca de 10 mil ônibus entregues para o Caminho da Escola

São Paulo – A Iveco superou a marca de 10 mil unidades de ônibus entregues ao programa do governo federal Caminho da Escola. As primeiras entregas dos ônibus usados para transportar estudantes começaram em 2009, sendo que na atual edição do programa já fechou pedidos de 3,5 mil unidades. 

A Iveco fornece ao Caminho da Escola dois ônibus produzidos na fábrica de Sete Lagoas, MG: o BUS 10-190 ORE 2 e o Bus 15-210 ORE 3.

Mercedes-Benz soma 1 mil chassis de ônibus O 500 RSD exportados na América Latina

São Paulo – A Mercedes-Benz chegou à marca de 1 mil chassis de ônibus rodoviários O 500 RSD exportados para a América Latina em dois anos. Os chassis vendidos na região são da configuração 4×2 com motor de 450 cv de potência e 6×4 com motor de de 480 cv, ambos produzidos na fábrica de São Bernardo do Campo, SP.

Estes chassis são embarcados para Chile, Peru, Colômbia, Costa Rica, Uruguai, Guatemala, Argentina e México. Fora do mercado latino-americano o chassi O 500 RSD é exportado para Egito, Cingapura e Indonésia.