Nissan Kait vem ocupar o espaço do Kicks Play

São Paulo – Segundo e último produto do ciclo de investimento de R$ 2,8 bilhões aplicado pela Nissan na operação de Resende, RJ, o SUV Nissan Kait não chega com a pretensão de trazer grandes mudanças ao portfólio local: ele ocupa exatamente a lacuna de mercado do seu antecessor, Kicks Play.

Seu preço inicial, R$ 117 mil 990, é o mesmo do Kicks Play de entrada, que deixou de ser montado em Resende. Dele o Kait herdou também as dimensões e o powertrain: são os mesmos 4 m 300 de comprimento e 2 m 620 de entreeixos. Da mesma forma tem o motor 1.6 aspirado de 113 cv e a transmissão CVT do Kicks Play — o novo Kicks, também montado em Resende, recebeu o motor 1.0 Turbo e transmissão de dupla embreagem banhada a óleo.

FOTO: Pedro Danthas/Divulgação Nissan.

A grande virada de chave do Kait no negócio da Nissan do Brasil está na transformação de Resende como base de exportação: ele será enviado para mais de vinte mercados, incluindo o México, que nunca foi destino de modelos Nissan nacionais:

“É de grande importância”, afirmou o presidente da Nissan do Brasil, Gonzalo Ibarzábal. “Precisamos ter mais exportação, porque gera receita em dólar e temos algumas despesas em dólar. Nos ajuda a ter equilíbrio e competitividade”.

Sucessor do modelo de mais sucesso da Nissan

O Kait é, na verdade, uma evolução do Kicks Play. É montado sobre a mesma plataforma e a aparência até lembra um pouco o modelo, que foi campeão de vendas da Nissan no Brasil nos últimos anos. Tem muitas novidades, no entanto, sobretudo em tecnologia e segurança. Na prática, subiu de nível sem mexer muito no preço.

Todas as versões passam a ter lanternas em full led, central multimídia de 8 polegadas e chave presencial. De entrada rodas de liga leve de 17 polegadas, câmara traseira e sensor de estacionamento. Os sistemas ADAS entram a partir da Sense Plus: alerta e assistente de frenagem com detecção de pedestre e alerta e assistente de prevenção de mudança de faixa.

FOTO: Murilo Góes/Divulgação Nissan

Na Advance Plus a central multimídia passa a ter 9 polegadas e conexão com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, carregamento de celular por indução e um inédito painel de instrumentos digital. E na Exclusive, que não existia no catálogo do Kicks Play, ar-condicionado automático digital, alerta de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, visão 360º com detector de objetos em movimento e controle de cruzeiro adaptativo de velocidade e distância, além de bancos com revestimento premium.

O preço do Kait Active, de entrada, permaneceu em R$ 117 mil 990 do antecessor. A intermediária, agora chamada Sense Plus em vez de Sense, subiu de R$ 131 mil 590 para R$ 139 mil 590. A Advance Plus teve uma redução, de R$ 150 mil 190 para R$ 149 mil 890. E a inédita Exclusive fecha a gama por R$ 152 mil 990.

FOTO: Pedro Danthas/Divulgação Nissan.

Nissan no mercado

A Nissan não divulgou projeções de vendas, mas o objetivo é ampliar a produção em Resende. Ibarzábal disse que a unidade acaba de passar pelo segundo ramp up do ano – o primeiro foi para a produção do novo Kicks, no primeiro semestre – e o volume subiu de 24 para 28 unidades por dia. A meta é chegar a 32 veículos diários.

Esta preparação para o Kait, aliás, ajuda a explicar o desempenho da Nissan no mercado nos últimos meses, quando chegou a ser superada pela Caoa Chery em volume de vendas. A expectativa é a de que. agora, com a evolução do ritmo das linhas, as vendas retornem aos níveis planejados.

Ibarzábal disse que mantém o desejo de finalizar o ano fiscal com 100 mil unidades vendidas: “São desafios que colocamos”.

Até novembro vendas de usados superam 2024 inteiro

São Paulo – No acumulado de janeiro a novembro foram comercializados no País 16,7 milhões de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus usados. Além de avançar 17% com relação ao mesmo período do ano anterior, o volume já supera todo 2024, no qual foram comercializados 15,7 milhões de unidades.

Foi o que apontou a Fenauto, Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores, na quarta-feira, 3. A projeção é que este ano encerre com 18 milhões de vendas.

Enílson Sales, presidente da Fenauto, afirmou que o desempenho do setor de seminovos e usados está confirmando as projeções de novo recorde: “Estamos a um passo de um registro histórico”. 

Em novembro foram comercializados 1 milhão 490 mil veículos, 15,6% a menos do que em outubro, que contou com quatro dias úteis a mais. O modelo mais vendido foi o Volkswagen Gol, com 63,5 mil unidades, seguido do Chevrolet Onix, com 36,9 mil,  e do Hyundai HB20, com 35,2 mil.

Quanto aos comerciais leves, tal qual como nos 0 KM, é a picape Fiat Strada que domina as vendas, com 35,3 mil unidades. Em segundo lugar está a Saveiro, da Volkswagen, com 21 mil, e a Toyota Hilux, com 18,4 mil.

Vendas da JAC Caminhões começam em janeiro com quatro modelos

São Paulo – Com quatro caminhões importados da China, de leves a semipesados, a JAC inicia em janeiro sua operação de vendas de modelos diesel no mercado brasileiro. Miguel Xun, responsável pela operação da empresa na América do Sul, disse que para chegar ao País a empresa está desenvolvendo uma sólida estrutura:

“Acreditamos no potencial do Brasil, queremos desenvolver empregos e fornecedores locais para avançar com os nossos negócios. Ofereceremos aos clientes caminhões com alta produtividade e baixo custo operacional”.

Todos os veículos importados serão produzidos na fábrica da JAC na China, fruto de investimento de US$ 760 milhões. A unidade tem 2,6 milhões de m², com diversos processos automatizados, produção de cabines e operação noturna, sendo considerada a mais moderna do país, segundo Xun.

As vendas começam com os modelos N 9.170, N 13.210, A 18.290 e A 25.290. O N 9.70 é o menor deles, com PBT de 9 toneladas, equipado com motor Cummins B4.0 de 170 cv de potência e câmbio manual da Eaton. Será dedicado ao segmento de distribuição urbana. 

Caminhão JAC N 9.170

O N 13.210 também é do segmento leve, com PBT de 13 toneladas, motor Cummins B.45 de 210 cv, transmissão automatizada de oito marchas e pode ser usado em operações urbanas e regionais, com grande potencial para avançar no segmento de distribuição de bebidas.

Os caminhões A 18.290 e o A 25.290 são dedicados ao trabalho mais pesado, com capacidade para atender diversos segmentos, de acordo com a empresa. Ambos são equipados com motor Cummins D6.7 de 290 cv de potência e transmissão automatizada ZF de nove marchas. O PBT do modelo menor é de 16 toneladas e o segundo tem PBT de 23 toneladas.

Caminhão JAC A 18.290

Expansão do portfólio

Com uma gama completa sendo produzida na China, a JAC Caminhões pretende entender mais do mercado e as suas demandas para preparar os seus próximos passos. Rogério Gil Costa, gerente de produto da empresa, disse que a intenção é chegar a novos segmentos:

Caminhão JAC A 25.290

“Teremos modelos mais leves, mas também queremos avançar no segmento pesado e, em um segundo momento, chegar nos extrapesados. Um modelo fora de estrada, com tração 6×4, também faz parte dos nossos planos para os próximos anos”.

JAC Caminhões promete fábrica local e busca 5% do mercado de caminhões

São Paulo – A JAC Caminhões lançou oficialmente sua operação brasileira, conforme antecipado pela Agência AutoData, totalmente independente do Grupo SHC, que mantém a representação comercial para vendas de caminhões elétricos e automóveis. O foco do voo solo por aqui, será, ao menos neste início, caminhões diesel, com o objetivo de conquistar 5% do mercado até 2030, de acordo com o diretor comercial Adriano Chiarini.

A matriz chinesa tem planos de instalar uma fábrica em território brasileiro até 2027. Neste início de operação, com vendas agendadas para a partir de janeiro, serão modelos importados: “Somos a fábrica, a matriz, não somos o importador. Desde que começamos a desenhar o plano para chegar ao Brasil ficou definido que era necessário ter uma fábrica. Estamos em fase de estudos e já temos vários estados oferecendo incentivos para instalação, como Goiás, Espírito Santo, Paraná e da Região Nordeste”.

De acordo com o diretor a intenção é ter uma unidade própria, sem parcerias com outras empresas, com operação CKD ou SKD para atingir os índices de nacionalização necessários para ter acesso a linhas de financiamento como as do BNDES. A fase atual é a de análise de incentivos.

As primeiras unidades dos quatro modelos iniciais da JAC Caminhões chegaram importadas por meio do Porto de Itajaí, SC, que será usado para receber os lotes ao longo de 2026. A expectativa é comercializar no mínimo setecentas unidades no ano que vem e, segundo Chiarini, o volume pode aumentar rapidamente caso o mercado demande, pois a fábrica na China tem capacidade para produzir. O prazo de importação é de noventa dias. 

As primeiras concessionárias estarão de portas abertas em janeiro. A projeção para 2026 é encerrar o ano com dezoito grupos de concessionários que terão de trinta a quarenta lojas em operação. Alguns concessionários foram apresentados durante o evento de lançamento da marca, como o Grupo Relimpp, que será o primeiro no Estado de São Paulo.

Até dezembro de 2027 a meta é de chegar a trinta grupos e a sessenta revendas: “Teremos dois modelos de concessionárias no Brasil: as tradicionais, com vendas e pós-vendas completo, e os PATs, Ponto de Atendimento, que nos ajudarão a aumentar a capilaridade para atender aos clientes e prestar os serviços em todas as regiões do País”.

A JAC está atenta ao pós-venda, de acordo com o seu gerente da área, Manuel Teixeira. Alguns pontos serão trabalhados, como treinamento presencial e online para os funcionários da rede para que eles sejam altamente capacitados, formação de equipes técnicas especializadas em caminhões e parcerias com fornecedores de peças e serviços. Ele acredita que estar perto de grandes marcas conhecidas ajudam a fortalecer o negócio:

“Trabalharemos para nacionalizar peças de reposição para oferecer preços competitivos no mercado, por meio de parcerias com empresas locais. Teremos, também, uma linha genuína de acessórios”.

O centro de distribuição de peças foi instalado no Estado de São Paulo, com sistema de gerenciamento eletrônico de estoque, e a maioria das entregas serão realizadas por caminhões, mas em casos emergenciais a JAC Caminhões estuda o uso de aviões. Uma assistência 24 horas também estará disponível para os clientes, por meio de parceria com grande empresa do segmento que não teve o nome revelado.

Na noite de apresentação do Kait, Nissan anuncia também o X-Trail e-power

São Paulo — No Parque do Ibirapuera, na Capital paulista, a Nissan apresentou globalmente o Kait, SUV desenvolvido para ser produzido na fábrica de Resende, RJ. Mas não foi a única surpresa: o X-Trail com tecnologia e-power foi confirmado como novidade em todos os países da América Latina a partir do último trimestre de 2026.

Será a estreia da tecnologia e-power no País, uma promessa feita em 2022. Ela funciona como um extensor de autonomia, pois o motor a combustão faz a recarga da bateria e a tração é sempre 100% elétrica.

“Cumprimos o que prometemos”, disse Gonzalo Ibarzábal, presidente da Nissan do Brasil. “Estamos entregando dois SUVs, o novo Kicks e o Kait, produzidos em Resende e fruto de investimento de R$ 2,8 bilhões. E vamos trazer o X-Trail com a tecnologia e-power.”

A estrela da noite

A primeira aparição do Kait no Brasil é simbólica, apesar de não inédita — em 2016 o lançamento da primeira geração do Kicks foi no Brasil, embora ainda produzido no México. Ele marca um ponto de virada no negócio da montadora, pois será exportado de Resende para mais de vinte mercados da região.

Pormenores serão divulgados na quarta-feira, 3, quando será aberta a pré-venda. As concessionárias começam a receber o carro em 11 de dezembro, mas as entregas começam a partir de janeiro.

Carro Sustentável segue impulsionando a venda de automóveis

São Paulo – Embora o mercado esteja desacelerando por causa das persistentes dificuldades de acesso ao crédito com juros altos, as vendas do Programa Carro Sustentável continuam em direção oposta, graças ao desconto no IPI, impulsionando o emplacamento de modelos e versões participantes da iniciativa.

De acordo com dados da Fenabrave divulgados na terça-feira, 2, desde o seu lançamento, em 10 de julho, até o dia 30 de novembro, houve acréscimo de 20% no acumulado das vendas do período, frente a igual intervalo em 2024: foram 213,8 mil unidades contra 177,5 mil, diferença de 36,3 mil carros.

Considerando as vendas gerais de automóveis e comerciais leves, foram emplacadas 227,1 mil unidades no mês passado, 5,8% abaixo de novembro de 2024, que havia registrado 241,2 mil 0KM. Frente a outubro, que contou com quatro dias úteis a mais e emplacou 247,8 mil unidades, a queda é de 8,3%. 

A média diária do comércio dos leves, no entanto, ficou 11% acima da de outubro, mostrando, na avaliação do presidente da Fenabrave, Arcelio Junior, melhora do ritmo de negócios, mesmo com o menor número de dias úteis, totalizando dezenove. 

“Os segmentos têm tido um resultado consistente ao longo de todo o ano e, desde julho, modelos que atendem aos critérios do Programa Carro Sustentável têm apresentado um ótimo resultado de vendas, mostrando que o consumidor está aderente à redução de preços.”

No acumulado do ano os 2 milhões 282 mil automóveis e comerciais leves vendidos ainda estão 1,8% acima do comercializado no mesmo intervalo em 2024. “A demanda segue estável, mesmo em um ambiente de juros elevados, que tornam o crédito mais caro e com critérios mais rígidos”, disse o dirigente.

No total, incluídos automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus foram emplacados de janeiro a novembro 2 milhões 409 mil veículos, 1,4% superior aos 2 milhões 376 mil unidades nos onze meses do ano passado. Vale lembrar que a projeção da entidade é de crescimento de 2,6%.

No mês passado foram licenciados 238,6 mil veículos, 8,5% abaixo dos 260,7 mil comercializados em outubro e 5,8% aquém dos 253,4 mil registrados em novembro de 2024. Para igualar o resultado do ano passado são necessários 224,7 mil vendas no último mês de 2025.

Após dois meses de crescimento, caminhões voltam a cair

As vendas de caminhões, no entanto, voltaram a desacelerar após dois meses consecutivos de crescimento. Foram comercializados 8,7 mil veículos no mês passado, 16% abaixo dos 10,4 mil de outubro e 11,3% aquém dos 9,9 mil de novembro de 2024. 

Nos onze meses de 2025 os 101,1 mil emplacamentos estão 8,3% inferiores às 110,3 mil unidades de igual janela em 2024. Para Arcelio Junior o mercado está mais seletivo: “Empresas de diferentes setores estão alongando o ciclo de uso dos veículos e avaliando, com mais cuidado, novos investimentos, à espera de um ambiente mais favorável e previsível”.

Ônibus são único segmento a apresentar alta em novembro

Foram licenciados em novembro 2,6 mil ônibus, acréscimo de 9,2% em relação aos 2,4 mil de outubro e de 14,3% sobre os 2,3 mil de igual mês no ano passado. No acumulado de 2025 as vendas de 26,3 mil unidades representam incremento de 4,8% na comparação com os 25 mil registros dos onze meses de 2024.

“O resultado mostra que projetos de renovação de frota urbana, escolar e rodoviária continuam em andamento, impulsionados por licitações e programas públicos”, avaliou Arcelio Junior. “Este é um segmento que responde às políticas de mobilidade e de transporte coletivo.”

Fiat Strada lidera mais uma vez e garante posto de mais vendido de 2025

São Paulo – A um mês do encerramento do ano a picape Fiat Strada, líder de mercado dos últimos três anos, garantiu o primeiro lugar também em 2025. A liderança em novembro, repetindo o feito de outubro, abriu vantagem confortável sobre o Volkswagen Polo e dificilmente será ultrapassada.

São 128,4 mil unidades contra 112,2 mil no acumulado até novembro, de acordo com dados da K.Lume Consultoria. Em novembro foram pouco mais de 13 mil Strada emplacadas, contra 9,4 mil Polo, o quarto mais vendido do mês

Desde o lançamento do Tera o hatch da Volkswagen perdeu terreno, o que indica que parte dos consumidores migrou para o SUV de entrada. O Tera foi, pelo segundo mês seguido, o vice-líder de mercado. 

Surpresa no ranking foi o retorno do Chevrolet Onix ao pódio: no acumulado do ano é apenas o sexto mais vendido.

Veja o ranking:

RZ 500e é o primeiro Lexus elétrico no Brasil

São Paulo – A Lexus lançou o seu primeiro modelo 100% elétrico no Brasil, o RZ 500e, que já pode ser reservado durante a pré-venda por R$ 500 mil. Quem comprar durante a pré-venda terá prioridade nas primeiras entregas do veículo, que está prevista para o segundo trimestre de 2026.

Equipado com dois motores elétricos, um em cada eixo, o RZ 500e tem potência combinada de 381 cv. Sua bateria é nova e agora tem 77 kWh, gerando autonomia urbana de até 600 quilômetros, de acordo com o ciclo europeu WLTP, e suportando recargas em eletropostos de até 150 kW, demorando 30 minutos para recuperar 80% de sua capacidade.

Para atrair clientes do segmento de luxo a Lexus preparou algumas condições diferenciadas durante a pré-venda, como financiamento pelo Lexus Privilege como taxa de juros a partir de 0%, dependendo do modelo de compra a prazo, e recompra garantida com pagamento de pelo menos 80% da tabela Fipe.

GM abre as portas da fábrica de São Caetano do Sul para o público

São Paulo – A General Motors abriu as portas da sua fábrica instalada em São Caetano do Sul, SP, para visitas guiadas. É a primeira vez que o público em geral poderá conhecer de perto as etapas de produção dos modelos Chevrolet Tracker, Spin e Montana.

O tour passa por áreas importantes da manufatura, como soldagem da carroceria, até a inspeção final. As visitas podem ser feitas sempre às quartas-feiras, das 13h30 às 16h, com duração média de duas horas. Os interessados devem se inscrever pelo do site https://www.chevrolet.com.br/tour-visita-fabrica-gm.

Nova geração do caminhão articulado Volvo A60 chega ao Brasil

São Paulo – A Volvo CE lançou a nova geração do caminhão articulado A60, o maior do Brasil. Ele integra o portfólio local da marca, que também oferece os modelos articulados A45 e A50.

O novo A60 chega com “visual renovado, mais eficiência e menor consumo de combustível”. O novo motor Volvo D16J, de 630 cv de potência, “garante 15% a mais de eficiência operacional com consumo de combustível 5% menor”.

Sua capacidade de carga livre na caçamba é de 55 mil quilos, com velocidade máxima de 57 km/h.