A produção industrial de autopeças no Brasil caiu 21,7% no primeiro trimestre de 2016 ante mesmo período do ano passado, apontam dados divulgados pelo Sindipeças na terça-feira, 17. No mesmo comparativo a retração do faturamento líquido nominal foi menos pronunciada, de 12%.
Este resultado para o faturamento, ainda que em baixa, é o melhor do comparativo acumulado anual dos últimos onze meses. A maior queda neste intervalo foi registrada em maio de 2015, de 15%.
Em março, isoladamente, registra o Sindipeças, a produção caiu 20,8% e o faturamento 11,5%, ambos quando comparados com mesmo mês do ano passado. Já ante fevereiro alta de 19% no primeiro item e de 15,8% no segundo.
No trimestre, sempre na correlação com mesmo intervalo de 2015, o faturamento das vendas para as montadoras caiu 23,6%, chegando a 53,7% do total. As para a reposição viram redução de 2,3%, representando fatia de 18,6%, e as intrassetoriais baixaram 2,2%, para 4,2% do total. A receita com as exportações subiu 15,5% em reais, participação de 23,5% na composição geral do faturamento do segmento, mas caiu 14,6% em dólares.
O número de empregos na indústria brasileira de autopeças caiu 16,5% no trimestre, reflexo de índice de capacidade ociosa em elevação de 13%, chegando a 46,3% em março.
O Sindipeças não divulga os valores e números absolutos de cada uma de suas análises.
O relatório completo pode ser acessado por intermédio do link http://www.sindipecas.org.br/sindinews/Economia/2016/RPCMAI2016.pdf.
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