AutoData - Balança comercial das autopeças segue deficitária
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18/08/2016

Balança comercial das autopeças segue deficitária

Por Redação AutoData

- 18/08/2016

Ainda se mantém deficitária a balança comercial do setor autopeças. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, o saldo é de US$ 2,75 bilhões. O valor, no entanto, é 29,07% menor do que o déficit registrado no acumulado do mesmo período do ano passado, de US$ 3,87 bilhões. O resultado faz parte de relatório consolidado pelo Sindipeças a partir de dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o MDIC.

No período tanto as exportações quanto as importações recuaram. De janeiro a julho, os embarques para 172 países totalizaram US$ 3,77 bilhões, soma 16,97% menor do que o contabilizado no mesmo período do ano passado. Já as compras externas realizadas em 154 mercados alcançaram US$ 6,51 bilhões, menos 22,5% do que as importações de um ano antes.

Somente em julho, o saldo da balança ficou em US$ 476,9 milhões, valor 14,67% menor do que o resultado registrado em julho de 2015, de US$ 558,9 milhões. No sétimo mês do ano, as exportações de autopeças somaram US$ 544,6 milhões, 18,2% menor do que o valor apurado em julho do ano passado. As importações do setor totalizaram US$ 1,02 bilhão, soma 16,6% menor do que a registrada no mesmo mês do ano passado.

A Argentina segue como o principal destino das exportações de autopeças brasileiras. De janeiro a julho as remessas para o país vizinho totalizaram US$ 1,03 bilhão, valor 31,98% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado. O resultado responde por 27,47% das exportações brasileiras de autopeças. Depois da Argentina aparece os Estados Unidos, com participação de 16,52%, México, 9,46%, Países Baixos, 9,37% e Alemanha, 6,65%.

Os Estados Unidos são o principal mercado das compras de autopeças para o Brasil. De janeiro a julho as importações de lá somaram US$ 865 milhões, valor 17,32% menor do que o apurado no mesmo período do ano passado. Os Estados Unidos respondem por 13,28% das importações, seguido por Alemanha, 11,18%, China, 10%, Japão, 8,15% e Coreia do Sul, 7,17%.


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