Dura missão: a da nova geração do VW Jetta.

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21/09/2018

São Paulo – Competir no segmento de sedãs médios do mercado brasileiro não é, nem de longe, tarefa fácil. Para começar os consumidores estão migrando para outros modelos, especialmente os SUVs: números da Fenabrave mostram que, de janeiro a agosto, as vendas de sedãs médios recuaram 6,5% na comparação com os primeiro oito meses de 2017, em um mercado total que expandiu 14% no mesmo período. Do volume vendido, 94,3 mil unidades até agosto, 40% fica com o líder absoluto, o Toyota Corolla.

 

Outros vinte modelos dividem o resto do bolo – dentre eles o Volkswagen Jetta, cuja nova geração foi apresentada na noite de quinta-feira, 20, em São Paulo.

 

Montada sobre a plataforma modular MQB a sétima geração do modelo ganhou 36 mm sobre a sua antecessora, recebeu alterações estéticas externas – como a nova grade, maior, que remete ao design de um modelo premium – e internas e vem equipada com generoso pacote de conectividade e itens de segurança.

 

São apenas duas versões, seguindo, assim, a estratégia da Volkswagen de simplificar seus catálogos: Comfortline 250 TSI, por R$ 109 mil 990, e R-Line 250 TSI, R$ 119 mil 990. Único opcional é o teto solar, que acrescenta R$ 4 mil 990 ao preço de cada versão, ambas equipadas com motor 1,4 litro TSI e transmissão automática de seis marchas.

 

A expectativa do presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, é a de que a nova geração turbine as vendas do Jetta, que, até agosto, representaram pouco mais de 2,8 mil unidades, apenas o sexto sedã médio mais vendido no mercado: “Podemos vender de 15 mil a 20 mil unidades em um ano. Mais do que isso é um modelo que agrega ao nosso portfólio de sedãs, que agora está completo, com o Voyage, o Virtus, o novo Jetta e o Passat”.

 

Foto: Divulgação.