São Paulo – Ficou fora do portfólio brasileiro da nova geração do Peugeot 208 a versão com o motor turbo 1.2, disponível na Argentina. Por aqui a versão esportiva será a elétrica, e-GT, importada da Europa – e que, a princípio, não será vendida exatamente aos nossos vizinhos.
É uma aposta da Peugeot brasileira. Quer estrear a tecnologia, aqui, com seu mais icônico modelo e se diferenciar da concorrência, que a oferece em modelos exclusivamente elétricos: “O que nós temos é uma versão elétrica de um modelo disponível no mercado com outras tecnologias de propulsão”.
Há, também, a questão econômica: os 208 e-GT entram no País sem imposto de importação, tarifa que incidiria sobre os motores turbo importados, pois não haveria escala que justificasse a localização da manufatura do motor. Nas contas da Peugeot o posicionamento de mercado do elétrico seria mais atrativo, até pela questão da imagem.
As pré-reservas estão abertas, embora o preço ainda não – será divulgado mais próximo ao lançamento, previsto para o ano que vem. A demanda, porém, surpreendeu Borsari: “Mais de 2,5 mil consumidores mostraram interesse. Destes 250 estão dispostos a comprar independentemente do preço. São artistas, empresários, pessoas que querem mostrar estar antenadas com novas tecnologias”.
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