Chineses impulsionam concessionárias, que superam as 8 mil no Brasil

São Paulo – Em um ano foram abertas 1 mil 125 concessionárias no Brasil, segundo anotou a Fenabrave, que representa o setor de distribuição. O presidente Arcélio Júnior afirmou, na abertura do 33º Congresso Fenabrave, na quarta-feira, 27, no São Paulo Expo, que estão em operação 8 mil 225 revendas, somados todos os segmentos – automóveis e comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e máquinas agrícolas. É o maior número da história.

A chegada de marcas chinesas, como BYD, GWM e GAC, ajudou a impulsionar o setor, de acordo com o presidente. E existem mais empresas interessadas, formando as suas associações de marca, que ajudarão a tornar este recorde ainda maior.

“Temos atualmente 58 associações de marca no nosso quadro de associados. Não fazemos restrições com relação à origem, o que pedimos apenas é a isonomia, que todos tenham igualdade de competição.”

O presidente da Fenabrave pondera, entretanto, que o mercado não cresce na mesma proporção e a que competição está cada vez mais acirrada. Estudos recentes encomendados pela entidade indicam que o recorde de vendas do setor, alcançado em 2011, com mais de 5 milhões de veículos vendidos, será igualado apenas em 2032.

“Temos um atraso de vinte anos.”

Durante seu discurso, na abertura do evento, Arcélio Jr destacou o trabalho conjunto com o governo federal, que resultou no programa Carro Sustentável. Na primeira quinzena de agosto as vendas dos modelos habilitados ao plano somaram 42,7 mil unidades, avanço de 23,1% sobre o mesmo período de julho e de 14,1% com relação aos primeiros onze dias úteis de agosto de 2024.

Foram inscritos antecipadamente 12 mil pessoas para o Congresso Fenabrave, que segue até a quinta-feira, 28. O evento ocupa área de 25 mil m² no São Paulo Expo e tem, em paralelo, o ExpoFenabrave, que conta com mais de duzentas marcas em exposição.

Balanço semestral da Iochpe-Maxion traz bons resultados

São Paulo – Pieter Klinkers, novo CEO global do Grupo Iochpe-Maxion – ele assumiu a posição em abril, sucedendo a Marcos de Oliveira – disse que teve uma boa experiência em seu primeiro Investor Day à frente da companhia, realizado na terça-feira, 26, para divulgar o balanço e desempenho do primeiro semestre: “Apresentamos bons resultados, assim fica tudo bem, ninguém reclama”.

Nos primeiros seis meses do ano a receita operacional global da Iochpe-Maxion somou R$ 8 bilhões, em crescimento de 8,1% sobre a primeira metade de 2024 e margem de 10% sobre o EBTIDA, lucro antes de impostos, juros e depreciação de ativos, que atingiu R$ 805 milhões, em avanço de 14% na comparação com o mesmo período do ano passado. Impactado por impostos e serviços da dívida o lucro líquido apurado foi de R$ 98 milhões, em alta de 12,6%.

Com 33 plantas industriais em catorze países, e 17 mil empregados, a companhia é a mais multinacional das empresas brasileiras, com 75% do faturamento no Exterior, mas o Brasil segue sendo o maior mercado individual, com 25% das vendas, incluindo rodas e componentes estruturais. A Europa – 27 países da União Europeia mais Reino Unido e Turquia – segue sendo a região que mais contribui, com 37% das receitas no primeiro semestre.

A Iochpe-Maxion segue reduzindo o endividamento: ao fim do segundo trimestre de 2025 a dívida líquida somava pouco mais de R$ 3,8 bilhões, o equivalente a 2,38 vezes o EBTIDA de R$ quase R$ 1,7 bilhão apurado nos últimos doze meses.

Klinkers afirmou que um de seus objetivos é reduzir o custo da dívida para melhorar os resultados da empresa: “Boa parte da dívida é contraída no Brasil [em reais] e o País não é barato, provavelmente um dos lugares mais caros do mundo, por causa dos juros altos. Queremos pagar menos juros e estamos trabalhando muito nessa desalavancagem. Mas já estamos melhores. Depois da covid nossa relação dívida/EBITDA estava muito alta. Hoje estamos em uma posição muito mais saudável, mas queremos reduzir isso um pouco mais, para poder gastar nosso dinheiro em outras coisas e não pagar só os juros”.

Oportunidades

Uma das maneiras de reduzir o endividamento é aumentando as receitas, o que segundo Klinkers virá de crescimentos orgânicos em mercados como Brasil, Índia, México, Estados Unidos e China, com a conquista de novos clientes, contratos de fornecimento e oferta de novos produtos, especialmente rodas projetadas para carros elétricos com redução de peso e ruídos.

“Vejo a eletrificação como uma oportunidade para nós”, afirma o CEO. “Independentemente do combustível, seja gasolina, diesel ou eletricidade, todos os carros continuarão precisando de rodas, que podem ser projetadas especialmente para carros elétricos para reduzir peso e ruído, e isto abre novas possibilidade de fornecimento.”

Estas novas fontes de receitas estão no centro dos objetivos dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento da empresa, que destinou R$ 208,2 milhões a novos projetos de componentes estruturais e rodas. A Iochpe-Maxion também tem acesso a uma linha de financiamento subsidiada da Finep, de R$ 357 milhões, que será destinada a adoção de soluções de automação, transformação digital e inteligência artificial em processos industriais.

Dentre os principais projetos que começam a se pagar está o desenvolvimento, pela Maxion Structural Components, de estruturas de chassi para veículos eletrificados, como suportes de alumínio para módulos de baterias.

Na Maxion Wheels as rodas de aço estilizadas – como as de alumínio mas mais baratas – estão aumentando a participação nos fornecimentos. No primeiro semestre deste ano as vendas destes modelos cresceram 27,5% em comparação com o mesmo período de 2024, enquanto o faturamento das rodas de aço convencionais, sem estilizações, avançou 8,5%.

As rodas Maxion Fusion, que combinam materiais, já têm dois programas de desenvolvimento com clientes em andamento. Já as rodas de aço com tecnologia NVH Wheel, para redução de ruído, devem ter volume adicional significante em 2025, segundo projeta a empresa.

Estrangeiro global

Klinkers é holandês mas em seus trinta anos de carreira profissional nunca trabalhou em uma empresa holandesa, somando passagens por ZF, Michelin e a fabricante estadunidense de rodas Hayes Lemmers, comprada pela Iochpe-Maxion em 2005: “Quando as pessoas me perguntam de onde eu sou, digo que sou global”. Tão global quanto é hoje a Iochpe-Maxion. Por isto Klinkers vê com naturalidade o fato de ter sido escolhido para o posto de CEO do grupo brasileiro. Ele brincou: “Acho que foi porque eu custava menos”.

“Creio que faz sentido um gerente não-brasileiro para uma empresa que tem a maior parte de seu faturamento fora de seu país de origem. Mesmo que essa posição seja nova para mim, eu estou na empresa há dezessete anos e eu estou dirigindo a Maxion Wheels [era o CEO] há dez anos, que representa 75% da [receita da] empresa. Então, ter alguém de dentro, às vezes, é a solução preferida.”

Klinkers, que faz aulas de português, afirma que está se adaptano bem à cultura corporativa do Grupo Iochpe-Maxion, que segundo ele não é tão diferente do resto do mundo: “As diferenças culturais eram mais importantes há vinte anos do que são hoje. Por causa das mídias sociais, da internacionalização, eu acho que as pessoas não são tão diferentes hoje em dia. Isto dito eu gosto da diversidade de culturas que temos na empresa [que tem funcionários de 49 nacionalidades]”.

Sobre as dificuldades para dirigir uma corporação global em meio ao cenário geopolítico instável dos dias atuais Klinkers avalia que essas condições também trazem oportunidades para a empresa. Para representar essa potencialidade ele colocou, no último slide da apresentação aos analistas no Investor Day, uma frase de um ídolo brasileiro, o piloto Ayrton Senna, que dizia: “Você não consegue ultrapassar quinze carros em um dia ensolarado, mas pode quando está chovendo”.

Iochpe-Maxion anula impacto de tarifas com operação global

São Paulo – A internacionalização do Grupo Iochpe-Maxion, multinacional brasileira que faz 75% de seu faturamento em operações fora da matriz, no Brasil, combinada com a estratégia de localizar a produção de rodas e componentes estruturais nos mercados onde estão os clientes, imunizou a companhia do principal problema geoeconômico da atualidade: as pesadas tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos, principalmente os 50% aplicados a Brasil e Índia.

Pieter Klinkers, novo CEO global do grupo – ele assumiu a posição em abril, em sucessão a Marcos de Oliveira –, reconheceu que o mundo inteiro e todas as empresas estão sendo afetados de alguma forma pela política comercial hostil do governo Trump, “mas precisamos fazer bem menos do que outras companhias”.

“Eu não conheço uma empresa no mundo que não tenha sido afetada pela tarifas, mas o impacto direto de tarifas é limitado sobre nossa empresa, porque nossa estratégia tem sido, há muito tempo, construir plantas ao redor do mundo para fornecer localmente”, assinala Klinkers. “Podemos exportar alguma coisa aqui e ali, mas não temos intenção de ser um grande exportador. No mundo de hoje isso é uma vantagem.”

Segundo o executivo a exposição do grupo às tarifas estadunidenses é “pequena e administrável”, porque as 33 fábricas da Iochpe-Maxion em catorze países – incluindo uma de rodas nos Estados Unidos – atuam predominantemente nos mercados locais: “Eu diria que algo como 0,1% do faturamento no Brasil é afetado pelas tarifas. No caso da Índia temos duas fábricas lá, uma não exporta nada e outra muito pouco, então menos de 10% das receitas são afetadas”.

E por ser uma empresa amplamente globalizada, com presença na Ásia, Europa, África, América do Sul e do Norte, também há a possibilidade, caso seja necessário, de transferir a produção de rodas para países que pagam tarifas menores: “Temos essa flexibilidade, somos ágeis. Podemos, por exemplo, passar rapidamente parte da produção da Índia para a Turquia se isto fizer sentido”.

Baixo impacto

A operação mais afetada por exportações aos Estados Unidos seria a de componentes estruturais para veículos pesados localizada no México, mas os itens produzidos lá estão dentro do acordo de comercial USMCA e não pagam tarifas. Neste caso, disse Klinkers, o impacto maior à fábrica mexicana é o da baixa demanda por caminhões no mercado estadunidense.

Estratégia de produção local atenua impacto de tarifas dos Estados Unidos. Fotos: Divulgação/Iochpe-Maxion.

Mas o executivo ponderou que as tarifas podem causar impactos indiretos aos negócios: “Claro que se a demanda por veículos for afetada [por causa de possíveis aumentos de preços provocados pela elevação de alíquotas de importação] nosso faturamento também pode cair. Esta é uma preocupação maior do que as tarifas propriamente ditas”.

Até o momento, afirmou Klinkers, não há planos de fechar nenhuma das fábricas em operação no mundo. Também não se vislumbra aumento de demanda suficiente para expandir a produção nos Estados Unidos, onde a Iochpe-Maxion produz rodas de aço em Sedalia, Missouri: “Para abrir uma nova fábrica são necessários pelo menos dois anos e grandes investimentos. Não vemos necessidade agora e não vamos tomar qualquer decisão apressada por causa das tarifas, que mudam a todo momento. Vamos esperar para ver”.

Expansão de fábricas

Atualmente a Iochpe-Maxion tem dois grandes programas de expansão em curso no mundo: um na Índia e outro na Turquia, com investimentos na casa de US$ 80 milhões em cada localidade.

A operação mexicana em Castaños está sendo ampliada para exportar componentes estruturais, chassis de veículos pesados aos Estados Unidos: “No momento o mercado de caminhões está em baixa na região, mas avaliamos que vai voltar a crescer e estaremos preparados para aproveitar esta oportunidade”.

Na Turquia, onde já são produzidas rodas de aço, uma nova linha de produção está em construção e deverá entrar em operação até o fim do ano para fabricar um produto inédito no portfólio da Iochpe-Maxion: rodas de alumínio forjado para veículos comerciais pesados, abrindo um novo e até então inexplorado mercado para a companhia.

Focos de crescimento

A Maxion Wheels, que tem fábricas em doze países, é a maior fabricante de rodas do mundo, com produção de cerca de 50 milhões de unidades por ano, incluindo modelos de aço e alumínio para veículos leves e pesados. Este ano os principais mercados em crescimento para a unidade de negócio são Brasil, Turquia, Índia e China: “Não somos os maiores em nenhum dos mercados onde atuamos, mas juntando todas as fábricas no mundo ficamos no primeiro lugar”.

Klinkers, antes de assumir a presidência global do grupo, era o CEO da divisão de rodas.

Já a divisão Maxion Structural Components produz estruturas de metal para chassis de veículos pesados em seis países e atualmente os focos de crescimento estão no Brasil e México.

Klinkers projetou que, nos próximos anos, as principais fontes de crescimento das receitas virão, principalmente, da Índia e do Brasil, com a conquista de novos clientes e a oferta de novos produtos – como, por exemplo, rodas de aço com desenhos estilizados, mais baratas, que competirão com as de alumínio.

“O Brasil é um mercado bastante favorável ao nosso negócio. Há poucos anos muitos reclamavam no País mas atualmente os resultados são bons”, afirmou Klinkers. “Na maior parte do mundo as vendas de veículos estão estagnadas enquanto o mercado brasileiro apresenta índices de crescimento acima da média mundial. Existe alguma retração agora nas vendas de caminhões, mas projetamos que voltarão a crescer.”

Na Ásia, que atualmente representa menos de 10% do faturamento global da Iochpe-Maxion, o maior crescimento virá da Índia, disse Klinkers, contrariando o senso comum de que as maiores oportunidades de expansão estariam na China, onde a companhia já tem duas fábricas de rodas: “No mercado chinês o crescimento é limitado pela enorme concorrência de preços. Quem chegou no país há trinta ou vinte anos colheu bons resultados, agora esta fase passou”.

Isto não quer dizer, no entanto, que os fabricantes chineses de veículos sejam desinteressantes para a Iochpe-Maxion. Muito ao contrário o plano é ganhar mais contratos de fornecimento, tanto dentro como fora da China: “Os chineses estão exportando cada vez mais e abrindo fábricas no Exterior, como no Brasil. Nossa intenção é ter com estes fabricantes a mesma participação de fornecimento de rodas que temos em cada mercado”.

Felipe Yagi assume marketing e comunicação da Volvo Car Brasil

São Paulo – A Volvo Car Brasil nomeou Felipe Yagi diretor de marketing, experiência com o consumidor e comunicação, sucedendo a Mirella Cambrea, que assumirá novas funções dentro da empresa – e que serão divulgadas mais adiante.

Yagi começou na Volvo Car como estagiário em 2015, dentro da equipe de marketing e comunicação. Ocupava o posto de chefe de marketing na operação da África do Sul desde 2024 e agora retorna ao Brasil.

Ele é formado em administração pela FEA USP e fez pós-graduação em marketing na Saint Paul Escola de Negócios.

Jeep Commander começa a ser exportado para países árabes

São Paulo – Até o final do ano cerca de quinhentas unidades do Jeep Commander produzidas na fábrica da Stellantis em Goiana, PE, terão como destino países árabes. A expansão dos destinos de exportação do SUV representa, de acordo com a companhia, um passo estratégico em sua consolidação internacional.

“A ampliação das exportações do Commander para o Oriente Médio comprova a força do produto desenvolvido no Brasil e sua competitividade em mercados altamente competitivos”, disse Matias Merino, vice-presidente de supply chain para a América do Sul. “O modelo simboliza a capacidade de inovação e de desenvolvimento tecnológico da engenharia nacional da Stellantis”.

Segundo a empresa os carros serão desembarcados na Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Omã, Catar, Kuwait e Bahrein.

O Commander acumula quase 8 mil unidades exportadas para catorze países da América Latina, como Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Nicarágua, México, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Uruguai.

Toyota tem vagas abertas para seu programa de estágio 2026

São Paulo – A Toyota anunciou que seu programa de estágio 2026 está com inscrições abertas até 30 de setembro. Serão recrutados trinta estudantes para trabalhar nas unidades em Sorocaba e Porto Feliz, SP. 

É preciso estar matriculado em cursos que integrem as áreas de administração, auditoria, comercial, compras, comunicação e sustentabilidade, engenharia de produção, financeiro, fiscal e recebimento, industrial, logística, manutenção, psicologia, relações governamentais ou tecnologia da informação. 

Os estudantes devem ter disponibilidade para estagiar de janeiro de 2026 a dezembro de 2027, das 8h00 às 14h30. São oferecidos, além da bolsa-auxílio, vale transporte ou veículo fretado, convênio médico, alimentação e seguro de vida. Interessados devem clicar no link

Mercedes-Benz vende 1,2 mil ônibus para o Grupo Comporte

São Paulo – O Grupo Comporte, ou Constantino, adquiriu 1,2 mil chassis de ônibus da Mercedes-Benz para renovar sua frota urbana, rodoviária e de fretamento em 2025. 620 unidades já foram faturadas e a maioria está em operação ou em encarroçamento. 

Destas 120 são unidades do micro-ônibus LO, 188 da linha OF urbana, 130 de modelos para fretamento e 182 rodoviários. Cerca de quatrocentas unidades foram enviadas para empresas da do grupo no Estado de São Paulo, outros duzentos para a região Sul e vinte para Brasília, DF.

Governo libera mais R$ 12 bilhões para renovação do parque industrial

São Paulo – O governo federal anunciou mais R$ 12 bilhões em linhas de crédito, com juros abaixo da média do mercado, para renovação, modernização e difusão tecnológica do parque industrial brasileiro. Serão oferecidas pelo BNDES e Finep, com objetivo de incorporar robótica, inteligência artificial, computação em nuvem, sensoriamento, internet das coisas e outras tecnologias que compõem a indústria 4.0.

O BNDES oferece R$ 10 bilhões, dos quais R$ 4,3 bilhões com TR e o restante nas linhas tradicionais. O MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços calcula que esse mix de linhas permitirá custos de financiamentos abaixo de 8,5% ao ano para as empresas. A Finep oferecerá R$ 2 bilhões com TR + 7,5% ao ano, exclusivamente para indústrias das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Segundo um estudo da CNI, Confederação Nacional da Indústria, o parque fabril nacional opera com maquinário com idade média de 14 anos, o que reduz sua produtividade. Mais: 38% dos equipamentos industriais estão próximos ou superaram seu ciclo de vida ideal estabelecido pelos fabricantes. Esta defasagem eleva custos de manutenção, consumo de energia e joga contra a competitividade da indústria local.

As linhas criadas somam-se ao programa de depreciação acelerada, lançado em maio do ano passado e que destina R$ 3,4 bilhões em créditos financeiros para compras de máquinas, equipamentos, aparelhos e instrumentos novos.

Volkswagen diz ter esgotado as 200 Amarok Barretos 70 anos em 24 horas

São Paulo – A Amarok Edição Limitada Barretos 70 anos, apresentada oficialmente na Festa do Peão de Barretos, SP, na sexta-feira, 22, teve suas duzentas unidades esgotadas em menos de 24 horas, de acordo com a Volkswagen. Os pedidos foram abertos exclusivamente para clientes e parceiros presentes.

Baseada na versão Extreme a edição especial vem com capota marítima, amortecedor na tampa da caçamba, adesivo lateral alusivo a Barretos e emblemas laterais e traseiro com o tradicional logo da Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos.

A cor cinza moonstone, antes presente apenas nos modelos Nivus e Saveiro, também passou a ser oferecida. No interior a edição comemorativa da picape recebe tapetes de borracha e placa com a numeração da unidade e o logo comemorativo, posicionado próximo à manopla de câmbio.

Além desta edição especial as versões Highline e Extreme também estavam disponíveis e alcançaram quase seiscentos pedidos. Portanto, no primeiro fim de semana do evento, a Amarok somou cerca de oitocentas vendas. Os veículos serão entregues a partir de outubro.

VW Delivery completa 20 anos com 220 mil unidades produzidas

São Paulo – O caminhão leve Delivery, da Volkswagen Caminhões e Ônibus, completou vinte anos de produção no Brasil, com 220 mil unidades fabricadas desde 2005 em Resende, RJ. Do total produzido 200 mil unidades foram emplacadas no Brasil e outras 20 mil foram exportadas.

Atualmente, no Brasil, os principais mercados do Delivery são os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Já nas exportações os principais destinos são México, Argentina e Chile. 

A primeira geração do Delivery foi lançada em 2005 e ficou doze anos no mercado, até 2017, somando 100 mil unidades emplacadas. A segunda geração somou mais 100 mil vendas de 2017 a 2025.