BYD promete iniciar montagem SKD no primeiro trimestre 

Camaçari, BA – Da ainda inacabada estrutura que vem sendo erguida por terceirizadas chinesas no terreno em que, por anos, foram produzidos carros Ford, começarão a ser montados a partir do primeiro trimestre, em regime SKD, os primeiros BYD Song Pro e Dolphin Mini, nesta ordem. A companhia optou por recomeçar do zero e construir novos galpões, descartando o legado da Ford, e em sete meses avançou bastante a construção.

A reportagem esteve nas obras da nova fábrica da BYD em Camaçari. Ainda faltam paredes e parte do piso do prédio onde será instalada a linha de montagem, embora já estejam presentes caixas com equipamentos que serão usados na fábrica. Também já foram importados os carros desmontados, os primeiros a serem montados na unidade.

A vice-presidente da BYD e CEO para as Americas, Stella Li, garantiu que a operação começará no primeiro trimestre: “Enquanto vocês estiverem celebrando o Carnaval nós estaremos comemorando o início da produção”.

Obras da BYD em Camaçari: um novo prédio foi erguido e quase nada da estrutura da Ford será aproveitada. Foto: Divulgação.

Em janeiro, garantiu, 1 mil trabalhadores serão contratados e treinados por uma centena que viajou à China, neste ano, para receber capacitação. Até março outros 3 mil serão contratados e até o fim do ano, prometeu, “teremos 10 mil empregos gerados pela operação BYD em Camaçari”.

A produção em SKD integra a chamada fase 1.1 do início da operação em Camaçari. Além da linha de montagem ficarão prontas uma área para inspeção de qualidade e uma pista de testes. O pátio para armazenar os carros prontos é uma das poucas coisas que serão aproveitadas da Ford.

Na fase 1.2 serão agregadas as áreas de estamparia, armação de carroceria e pintura, também em estrutura inédita. “Até agosto de 2025 teremos a produção completa dos carros”.

A partir daí a intenção é iniciar processo de localização da produção, que tende a ser altamente verticalizada, de acordo com Stella Li. A capacidade inicial será de 150 mil veículos por ano.

Em paralelo, investimento em pesquisa e desenvolvimento. Stella Li disse, parafraseando o CEO global Wang Chanfu, que “queremos fazer da Bahia uma Vale do Silício brasileira”, com desenvolvimento de tecnologia de emissão limpa. O primeiro projeto, em parceria com os chineses, já será apresentado junto com o primeiro Song Pro montado na Bahia: um motor 1.5 flex acoplado a sistema híbrido plug-in.

Maus tratos a operários chineses 

Na semana passada reportagem da Agência Pública expôs maus tratos a operários que vieram da China para trabalhar na construção da fábrica da BYD. Dentre as denúncias foram citadas agressões e condições sanitárias precárias aos chineses, que recebem tratamento diferente dos contratados da Bahia.

O vice-presidente sênior da BYD Brasil, Alexandre Baldy, disse que as pessoas envolvidas na situação foram afastadas e com passaporte cassado. As investigações internas continuam, afirmou: “A BYD respeitará toda a legislação brasileira, toda a legislação trabalhista. Aprofundaremos as fiscalizações e convidaremos órgãos e entidades a colaborar”.

Segundo o governador Jerônimo Rodrigues as fiscalizações por parte do Ministério Público continuarão. “Conversamos com a diretoria da BYD e nos foi dito que a situação será resolvida. De toda forma continuaremos atentos”.

Tecnologia híbrida flex da BYD está pronta

Camaçari, BA – Junto com a produção completa dos veículos BYD na Bahia, prevista para agosto, sairão os primeiros modelos híbridos flex plug-in. Quem garantiu foi Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil, durante cerimônia na fábrica de Camaçari na qual o protótipo do motor 1.5 flex foi apresentado.

O desenvolvimento foi tocado por mais de cem trabalhadores, brasileiros e chineses. O motor estreará no Song Pro nacional – mas apenas em agosto: as versões com montagem SKD, com início da operação prevista para março, seguirão apenas com versão a gasolina.

Não foram divulgados os pormenores técnicos do motor, que, segundo Baldy “aproveita melhor o potencial do etanol e reduz a diferença com relação à gasolina com desempenho superior em diversas condições”.

De acordo com o vice-presidente a produção do motor também será em Camaçari, a partir de agosto.

Carlos Tavares renuncia ao cargo de CEO da Stellantis

São Paulo – De forma inesperada Carlos Tavares apresentou, com efeito imediato, sua carta de renúncia ao cargo de CEO da Stellantis. Seu contrato vigoraria até o início de 2026 e já era certo que ele não permaneceria, tendo a companhia iniciado a busca por seu substituto. Mas a ação de Tavares antecipou os planos.

O Conselho de Administração, presidido por John Elkann, herdeiro dos Agnelli, pretende encontrar o substituto de Tavares no primeiro semestre de 2025. Até lá será estabelecido um Comitê Executivo interino, presidido por Elkann.

Tavares, que veio do Grupo PSA na fusão que originou a Stellantis, foi o primeiro CEO da nova companhia. Em 2024, porém, apresentou resultados abaixo do esperado e precisou revisar o guidance da companhia – que será alcançado, de acordo com o comunicado divulgado no domingo, 1º, para informar a renúncia do antigo CEO.

Em onze anos a participação de caminhões pesados nas vendas dobrou

São Paulo – “Seja qual for o número o futuro é pesado”, assinalou o diretor da Power System Research para a América do Sul, Carlos Briganti, durante participação no Congresso AutoData Perspectivas 2025, realizado em São Paulo.

“Principalmente os extrapesados que fazem parte, hoje, de cerca de 50% da produção de caminhões acima de 44 toneladas. Basta andar pelas estradas e notar. A economia está crescendo e sendo transformada por caminhões extrapesados.”

De acordo com Briganti em 2013, quando foram emplacados 223 mil caminhões, cerca de 30% eram veículos pesados, ou 67 mil unidades. Onze anos depois, em 2024, diante da perspectiva de 170 mil unidades, esta representatividade dobrou para 60%. Significa que em torno de 102 mil unidades deverão integrar o segmento.

“Ao longo do tempo mudamos completamente esta relação. O valor agregado e a potência são maiores. O implemento também é muito maior e mais sofisticado. A produção e a venda de implementos, inclusive, supera a de caminhões. E tudo isso ajuda a girar a economia”, disse o especialista. “Fiz, recentemente, uma estatística só de observação: 30% das composições já estão com nove eixos, sendo três no cavalo mecânico e seis na carreta.”

Carlos Briganti. Fotos: Bruna Nishihata.

E não é somente na venda ao transportador e ao frotista que este tipo de caminhão está com aumento na demanda. Na locação, em torno de 50% dos ativos são extrapesados, estimou Briganti. Quanto aos setores que mais têm demandado esses veículos ele indicou o agronegócio, responsável por 30% das vendas.

“Na safra 2023/2024 houve uma queda 310 milhões para 290 milhões de toneladas de grãos. Agora é prevista safra recorde de 325 milhões de toneladas. O que é muito bom. Só o que não está bom é o preço das commodities.”

Em torno de 5% dos pesados são procurados pela mineração, que busca, principalmente, modelos fora-de-estrada. O restante é dedicado ao transporte de mercadorias, por exemplo, combustíveis e cegonhas.

Concorrência e lançamentos atraem consumidor apesar dos juros altos

Com relação ao mercado de veículos leves, ao ponderar que a produção poderia ser maior se a exportação estivesse mais robusta, diferentemente dos pesados, Ricardo Roa, sócio líder da área automotiva da KPMG, apontou durante o mesmo painel do congresso que, apesar de vista com maus olhos por muitos, a entrada massiva de veículos chineses no País foi boa para chacoalhar o mercado e puxar a régua para cima.

E que apesar do cenário de juros altos, o que frustrou expectativa de maior acesso ao crédito, fatores como a maior divulgação de lançamentos e pacotes de tecnologia, alguns eletrificados, tornam o mercado mais atrativo e competitivo. E conquistam o consumidor.

Diante do receio de aumentar ainda mais o valor de venda dos automóveis e comerciais leves por causa da mudança da legislação em 2025, com a entrada em vigor do Proconve L8, que determina regras mais rígidas para as emissões de poluentes, Roa estimou que o encarecimento deverá ficar para dois anos à frente.

Ricardo Roa. Fotos: Bruna Nishihata.

A fase 8 do programa de controle da poluição do ar por veículos automotores institui sistema que gera créditos de emissão aos que poluírem menos que o estabelecido: “O aumento de preços deverá acontecer de 2026 a 2027 porque haverá aumento de custo para a produção de veículos locais para atender ao regramento do L8 para homologações, o que demandará novos maquinários”.

Diante do avanço de alternativas para descarbonizar Roa também acredita que o fluxo de veículos híbridos deverá aumentar em todas as montadoras para atender as metas de emissões. E o consumidor é quem ganha com isto.

Trabalhadores da Volkswagen ameaçam entrar em greve em dezembro

São Paulo – A partir de 1º de dezembro os trabalhadores das fábricas do Grupo Volkswagen na Alemanha poderão entrar em greve, informou o sindicato IG Metall. Segundo reportagem da Agência Reuters o conflito dos trabalhadores com diretores da VW vem aumentando diante da possibilidade de demissões e fechamento de fábricas ali.

“Greves são possíveis e também necessárias a partir do início de dezembro”, afirmou o sindicato em folheto entregue aos trabalhadores e a que a Reuters teve acesso, acrescentando que um acordo existente para não organizar greves se encerrou no sábado, 30 de novembro.

A Volkswagen pede corte de 10% nos salários, com o argumento de que precisa cortar custos e elevar lucro para defender sua posição no mercado diante da concorrência das marcas chinesas e da queda na demanda por carros na Europa.

Uma reunião está agendada para 9 de dezembro para dar sequência às negociações a respeito de um novo acordo trabalhista. Os sindicatos prometem resistir a propostas que não contemplem planos de longo prazo para as fábricas da Volkswagen.

Volkswagen fecha no azul pelo quarto ano consecutivo

São Paulo – Pelo quarto ano consecutivo a divisão brasileira da Volkswagen entregará lucro à matriz, que passa por dificuldades financeiras devido à transição para a eletrificação. O CEO Ciro Possobom celebrou o resultado, que vem acompanhado de um bom desempenho em vendas, com crescimento superior à média do mercado, e um horizonte promissor devido aos próximos lançamentos que compõem o pacote de R$ 16 bilhões em investimentos até 2028.

Além de Tera, Nivus GTS e Golf GTI, confirmados pelo vice-presidente de vendas e marketing Roger Corassa no Congresso AutoData Perspectivas 2025, Possobom disse que em 2025 a Volkswagen trará ao mercado o novo Jetta GLI: “Quem gosta de esportividade encontrará muitas opções no portfólio da Volkswagen, com estes três lançamentos”.

Mas é no Tera que estão depositadas as fichas da companhia para 2025. Cercado de expectativa o modelo, um SUV compacto para brigar com o Renault Kardian e o Fiat Pulse, dentre outros, ajudará a expandir a produção em Taubaté, SP, de onde sai, também o Polo, o automóvel mais vendido do Brasil.

Gerenciar a produção tem sido um trabalho complicado para a Volkswagen, que tem suas fábricas operando em dois turnos. A companhia está finalizando a transferência de parte do volume do Virtus para São José dos Pinhais, PR, para abrir mais espaço em São Bernardo do Campo, SP, que produz Polo, Virtus, Nivus e Saveiro. A picape, aliás, é a grande surpresa do ano, com desempenho acima do esperado, de acordo com Corassa:

“Temos fila de espera pela Saveiro. Nosso prazo de entrega, que era de trinta dias, subiu para sessenta e os pedidos não param de chegar. Esperamos nos próximos meses resolver esta questão com a reorganização da produção”.

O segmento de picapes tem sido positivo para a Volkswagen, que registrou elevação também nas vendas da Amarok. E segue o desenvolvimento do modelo inédito, que será produzido em São José dos Pinhais – Possobom e Corassa mantiveram o suspense, assim como da tecnologia híbrida flex, que também está nas pranchetas e bancadas de testes da área de engenharia.

Neuman & Esser inaugura fábrica de geradores de hidrogênio de baixo carbono

São Paulo – A Neuman & Esser inaugurou sua nova fábrica de geradores de hidrogênio de baixo carbono em Belo Horizonte, MG, na quarta-feira, 27. A unidade, construída em área de 3,5 mil m², é quatro vezes maior do que a anterior.

A nova fábrica tem capacidade para produzir até 70 MW/ano de geradores de hidrogênio conteinerizados e poderá entregar até sete vezes mais eletrolisadores na comparação com o volume produtivo atual da empresa. Segundo a Neuman & Esser também será possível elevar a capacidade de empacotamento de compressores de gases industriais como H2 e CO2.

Segundo o diretor presidente da companhia no Brasil, Marcelo Veneroso, a capacidade inicial da nova fábrica é só o começo: “Estamos preparados para expandir conforme o mercado de hidrogênio de baixo carbono evolui no Brasil e na América Latina”.

Lecar abre novas vagas na lista de espera pelo 459 Model Híbrido

São Paulo – A Lecar, futura montadora brasileira de veículos eletrificados, informa que abriu mais 1 mil vagas na sua lista de espera pelo Lecar 459 Model Híbrido. Os interessados podem se inscrever até 31 de dezembro e pagar R$ 1,5 mil, valor referente a 1% do preço do veículo.

A inscrição na lista de espera deve ser feita por meio do site da Lecar ou nos marketplaces Mercado Livre, Amazon, OLX, NetMotors e Webmotors. A expectativa da Lecar é que toda a produção do seu primeiro ano de operação, cerca de 120 mil unidades, seja para atender os clientes da lista de espera.

Vendas a locadoras representam 25% do mercado brasileiro

São Paulo – A Abla, Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis, projeta que as locadoras instaladas no Brasil encerrarão 2024 com a compra de 620 mil automóveis e comerciais leves. Este volume representa alta de 5% na comparação com 2023, de acordo com os dados da entidade. 

De janeiro a outubro as locadoras compraram 502,5 mil unidades, o equivalente a 25,1% do total de automóveis e comerciais leves emplacados no País, porcentual que subirá para 25,3% caso a projeção da Anfavea de 2 milhões 450 mil vendas seja atingida até dezembro, assim como a projeção da Abla que calcula em 620 mil as compras até dezembro.

Marco Aurélio Nazaré, presidente da Abla, disse que os números mostram que o setor de aluguel de carros continua sendo essencial para fazer a roda girar em termos de vendas de veículos no Brasil:

“Mais pessoas, empresas e órgãos públicos estão chegando à conclusão de que é mais inteligente pagar só pelo uso dos veículos do que gastar tempo e dinheiro com a compra, manutenção e com a gestão das frotas próprias”.

Regras para ônibus elétricos em São Paulo devem ser revistas, diz Mercedes-Benz

São Paulo – Esperava-se que 3 mil ônibus elétricos estivessem em circulação em São Paulo até o ano que vem. Mas até o momento foram vendidos em torno de seiscentos em todo o País, dos quais duzentos trólebus. Dos quatrocentos a bateria trezentos estão na Capital paulista e os cem restantes distribuídos pelo Brasil – ou seja, apenas 10% do total programado.

Destes trezentos ônibus elétricos a metade é Mercedes-Benz, de acordo com o vice-presidente de vendas e marketing de ônibus da montadora, Walter Barbosa. E, até o fim do ano, outros noventa deverão ser entregues, somando 240. Diante do cenário, dificultado pela precária infraestrutura nas garagens, ele propôs, durante o Congresso AutoData Perspectivas 2025, realizado em São Paulo, que sejam revistas as regras para a compra dos veículos na Capital paulista.

“Isto será rediscutido e um novo plano deverá ser ajustado. O diesel provavelmente voltará a São Paulo, uma vez que a cidade precisa de algo em torno de 1,5 mil novos carros em 2025. A solução para descarbonizar não será exclusivamente elétrica, ao menos não por enquanto”, avaliou, ao complementar que há aumento progressivo do porcentual de biocombustível na mistura do diesel, hoje em 14% e, no ano que vem em 15%, e que há opções como o diesel verde na busca pelo lançamento de menos poluentes.

Barbosa disse que não é possível acelerar a renovação da frota em dois anos: “Acontecerá mas não no tempo inicialmente previsto. São Paulo discute lei em que até 2027 haverá a redução de 50% das emissões de CO2 e, até 2037, 100%. Talvez esta meta seja alcançada apenas em 2040, quiçá 2050. A lei existe, mas precisa passar por alguns ajustes”.

Fotos: Bruna Nishihata.

Algumas operadoras de ônibus de São Paulo estão conseguindo migrar sua rede elétrica de baixa para média tensão, tem havido avanço gradativo nos grandes centros, porém essa melhora é suficiente para prover a recarga de dez a quinze ônibus na garagem. Para dar conta de volumes maiores, acima de cinquenta ônibus, somente a alta tensão é capaz de resolver.

O vice-presidente da Mercedes-Benz reiterou que não há nada oficial quanto à volta do diesel, ainda não foi autorizado e está prevista apenas a aquisição de novos ônibus elétricos. Porém, a partir de janeiro, ele crê que o diesel deva ser liberado e, os volumes, revistos. O executivo vislumbra que no ano que vem deva haver a compra de cerca de seiscentas unidades a bateria, sendo quinhentas de sua empresa, que, inclusive, já estão encomendadas.

“Cidades como Curitiba, Goiânia, Salvador e Vitória estão promovendo a inserção de veículos elétricos para o transporte de passageiros. Porém possuem planejamento mais conservador, com uma média de cinco ônibus a bateria nas garagens. E São Paulo talvez dê um passo atrás até que, no futuro, em condições adequadas, o produto chegue a 100% da frota.”

Quanto a exportações do modelo Barbosa contou que, embora não haja, por ora, venda expressiva, existem veículos em demonstração no México, Argentina e Chile.

Setor de ônibus tem projeção de manter crescimento em 2025

O executivo lembrou que este ano tem sido muito positivo para o setor de ônibus como um todo, em todos os segmentos, sendo que quase a metade do mercado, 45%, referem-se a urbanos. No total, até outubro, houve crescimento de 6%, para 18,2 mil unidades comercializadas.

A projeção é a de que encerre o ano com 21,5 mil emplacamentos, acima, portanto, dos 20,2 mil de 2023, o que está sendo ajudado por incentivos públicos de financiamento. Para 2025 a expectativa é que alcance 24 mil vendas.

Ônibus de fretamento têm puxado esse movimento, com 1 mil 950 unidades comercializadas até o décimo mês de 2024, e 50% acima do ano passado. Até o fim do ano a projeção é de 2,3 mil unidades, alta de 35%: “Todos os segmentos seguirão crescendo no ano que vem”.

E mesmo com o fato de a empresa ter ficado de fora do Caminho da Escola, como o governo licitou, até o momento, volume menor que o esperado, que pode chegar 16 mil, mas deverá alcançar, no máximo 80%, Barbosa disse que isso pode ser revertido de forma positiva para a marca pois deverá sobrar orçamento para reforçar a compra de outros produtos.