Porsche Macan elétrico chega às revendas com preço inicial de R$ 560 mil

São Paulo – A Porsche lançou a segunda geração do SUV Macan no mercado brasileiro com quatro versões elétricas, que dividirão o portfólio com outras quatro a combustão, que já eram vendidas no País. A versão elétrica de entrada do Macan oferece autonomia de 435 quilômetros, equipada com motor elétrico no eixo traseiro que gera 360 cv com o overboost. 

O Macan 4 Electric, segunda versão disponível no País, adiciona um motor no eixo dianteiro, tornando a tração integral e elevando a potência para 387 cv, enquanto a autonomia sobe para 443 quilômetros.O Macan 4S também possui dois motores elétricos, potência de 448 cv e autonomia de 438 quilômetros. A versão topo de linha do Macan elétrico é a Turbo, com dois motores elétricos e potência de 639 cv, com autonomia de 435 quilômetros. 

Em carregadores ultrarrápidos a bateria do novo Porsche Macan recupera de 10% a 80% da sua autonomia em 21 minutos. Veja abaixo todos os preços e versões do novo Porsche Macan:

Macan Electric – R$ 560 mil
Macan 4 Electric – R$ 580 mil
Macan 4S Electric – R$ 630 mil
Macan Turbo Electric – R$ 770 mil
Versões a combustão
Macan – R$ 490 mil
Macan T – R$ 540 mil
Macan S – R$ 645 mil
Macan GTS – R$ 735 mil

Stoneridge investe R$ 16,5 milhões em linha e serviços de tacógrafos digitais

São Paulo — A Stoneridge, que desde 2017 assumiu a operação da Pósitron em Manaus, AM, dedicou seis anos para estudar o mercado brasileiro de tacógrafos, produto que já possuía tradição na Europa e, em 2023, iniciou a fabricação local da versão digital da ferramenta na fábrica amazonense. O item é obrigatório em caminhões, para medir a velocidade e a distância percorridas, assim como as horas trabalhadas do motorista.

Ao todo os investimentos na linha de produção, no preparo e capacitação de rede, além de plataforma digital de serviços adicionais aos frotistas, somaram R$ 16,5 milhões. De acordo com Ricardo Camargo, diretor comercial da Stoneridge Brasil, este não é um produto que possa ser importado e adaptado, e o item europeu não atendia a legislação brasileira.

“Tivemos de trabalhar na conceituação de um produto para o mercado brasileiro, uma vez que ele precisa ser regulamentado e certificado pelo Inmetro.”

A proposta foi introduzir no mercado brasileiro produto da marca que agregasse valor e trouxesse conceitos de conectividade. Camargo defendeu que os produtos digitais são mais robustos, com eletrônica embarcada maior e menor necessidade de troca.

“A cada dois anos há um processo de verificação desse tacógrafo para checar se ele está de acordo com as configurações originais, porque se trata de item obrigatório pela legislação. Portanto olhamos para todo o ecossistema, a fim de entender como os postos de checagem trabalham, qual tipo de benefício poderíamos oferecer a eles também. E conceituamos produto que não requer grandes investimentos em equipamentos para fazer as verificações que podem ser feitas, basicamente, por meio de aplicativos de celular.”

Ao digitalizar o processo é descartada a necessidade de impressão das fitas. Isso porque torna-se possível, a partir de download de dados via USB, por exemplo, de forma gratuita, visualizar as informações das últimas 24 horas. Ou seja, o frotista não precisa ficar imprimindo, a cada jornada, os registros do motorista, e as informações podem ser armazenadas na nuvem.

Mas se ele desejar uma gestão desses dados por mais tempo, meses ou até anos, pode utilizar isso para uma gestão de frota de todos os motoristas, o que terá custo específico.

“Nosso plano de futuro é oferecer alguns serviços digitais, em que os frotistas poderão utilizar, por exemplo, dashboards [ferramentas de gerenciamento de informações que permitem acompanhar visualmente, exibir e analisar indicadores de desempenho] para fazer controle de frota, do motorista, da jornada, enfim, tudo o que é relacionado a questões de segurança e TCO”, afirmou o diretor comercial, ao complementar que a primeira versão destes serviços será ofertada no primeiro trimestre de 2025.

Recentemente a Stoneridge conseguiu emplacar seu tacógrafo digital TC 100 em dois modelos de caminhões – o nome da montadora, porém, ainda é mantido sob sigilo. Mas representa avanço da empresa rumo ao seu objetivo, que é o de conquistar 50% do mercado de novos veículos nos próximos cinco anos. O plano também é que 90% de suas vendas sejam para OEM e, 10%, para o aftermaket. O segmento de reposição, eleito para que a marca fizesse sua estreia no País no ano passado, possui maior concorrência uma vez que existe grande número de tacógrafos antigos e, portanto, analógicos.

“Este é um produto muito importante para a empresa no médio e longo prazos. E esperamos fechar 2024 com avanço de dois dígitos no faturamento para o segmento de veículos comerciais. Para 2025, a projeção é crescer acima disso, alcançando os três dígitos”, disse Camargo. A capacidade de produção é de 100 mil unidades por ano.

O tacógrafo digital também aplica-se em outros mercados da América do Sul, tanto que a empresa possui representação na Argentina, em que o produto é obrigatório e compatível ao brasileiro, assim como no Chile.

Embora a fabricação dos tacógrafos seja feita em Manaus a engenharia que o desenvolveu está em Campinas, SP, assim como o administrativo, que dá suporte ao cliente e abriga a parte comercial. Ao todo, há 720 funcionários diretos, em torno de metade deles em cada localidade.

Na unidade amazonense são feitos também, desde 2017, painéis de instrumentos, cluster, módulos eletrônicos de controle, rádios, sistemas de infotainement e sensores de estacionamento, entre outros. A fábrica, originalmente da Pósitron, existe há 36 anos e historicamente é conhecida por produzir alarmes para reposição.

Fiat Mobi alcança 600 mil unidades produzidas

São Paulo – O Fiat Mobi chegou à marca de 600 mil unidades produzidas na fábrica de Betim, MG, após oito anos do seu lançamento. Do volume total produzido, cerca de 500 mil unidades foram comercializadas no Brasil e as outras 100 mil foram exportadas para doze países da América do Sul.

Em 2024 o modelo somou 56,2 mil emplacamentos de janeiro a outubro, o oitavo modelo mais vendido no País e o terceiro mais emplacado da Fiat.

Caminhões pesados da Volvo recebem nota máxima do Euro NCAP

São Paulo – Pela primeira vez o Euro NCAP avaliou a segurança dos caminhões pesados vendidos na Europa. O Volvo FH e o Volvo FM foram os únicos modelos que conquistaram nota máxima, segundo comunicado divulgado pela empresa.

Roger Alm, presidente da Volvo Trucks, disse que para a companhia a segurança é um valor fundamental: “Este excelente resultado nos deixa muito orgulhosos, pois confirma nossa posição de liderança em segurança”.

O Euro NCAP avaliou itens ligados a condução, como a visão direta e indireta do motorista e demais ocupantes, assistentes disponíveis como o controlador de velocidade, itens que ajudam a prevenir colisões contra veículos, pedestres e ciclistas, colisões de saída de faixa, e situações de pós-acidente, como informações para o resgate.

Mais de uma dezena de lançamentos, Leapmotor: as novidades que a Stellantis promete para 2025.

Campinas, SP – Durante o lançamento dos primeiros modelos híbridos da Fiat, no início do mês, Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis na América do Sul, conversou com alguns jornalistas durante uma hora. Foi no almoço em que, além de degustar as saladas que tanto aprecia, ele contou quase tudo o que está planejado para o próximo ano. Incluindo mais de uma dezena de lançamentos e a chegada de uma nova marca do grupo no mercado brasileiro: a Leapmotor.

Confira os principais assuntos desta agradável conversa, em que Cappellano mais falou do que comeu.   

No lançamento do Fastback e do Pulse híbridos se falou em democratização do veículo com essa tecnologia. Mas a faixa de preço de R$ 125 mil a R$ 161 mil sugere um produto de difícil acesso para a maioria do consumidor brasileiro. Usar o termo democratização seria muito além dessa expectativa?  

Hoje no segmento SUV o preço está competitivo. Ainda não estamos lançando [modelos híbridos] nas faixas mais de entrada do mercado, mas a tecnologia está disponível. Trata-se de um posicionamento de mercado. Não há nenhum impeditivo técnico em lançar o híbrido flex em produtos de entrada. Se tiver demanda estamos prontos. Ainda não é o Mobi, não é o Argo, mas esta é mais uma decisão considerando as características de mercado do que uma escolha de poder ou não utilizar [a tecnologia] nesses veículos.

Na mesma categoria e faixa de preço são ofertados no mercado nacional modelos 100% elétricos com preços até inferiores. Como enfrentar essa competição?

Quando o imposto de importação não estava sendo aplicado, desembarcou no País uma grande quantidade de veículos elétricos. Hoje a faixa de preço não é mais aquela. A nossa indústria levantou a questão da importância de que a competição no mercado deveria ser igual para todos. Igual significa sem dumping e carregando a carga tributária local. Quem chega no mercado brasileiro é bem-vindo: com os carros elétricos, híbridos ou só a combustão. Mas sendo ofertados com as mesmas condições dos carros nacionais. É claro que se chega um carro que custa 30% ou menos, isso vai criar uma confusão no mercado. Mas eu acho que o governo já se movimentou para amenizar esse desbalanço e não teremos mais aquelas faixas de preços.

O senhor acredita mesmo que o consumidor considera escolher um carro nacional com uma tecnologia híbrida em vez de comprar um carro importado com uma tecnologia elétrica pura?

Eu acredito que sim, neste momento. O elétrico está crescendo, vai crescer ao longo do tempo. Mas o mercado ainda não está pronto para isto. As infraestruturas ainda não estão prontas. Hoje, o carro elétrico funciona muito bem na cidade, como segundo carro da família, que não é a realidade do Brasil. Quantas famílias têm um segundo carro? E as infraestruturas fora das grandes cidades? Hoje, o sistema completo de baterias de carro elétrico deve custar mais ou menos 10 mil dólares. E quando eu falo 10 mil dólares isso vale para europeus, franceses, brasileiros: são 10 mil dólares a mais! Penso que esse valor vai reduzir nos próximos anos. Mas ainda é muito, principalmente para o mercado brasileiro.

O senhor falou em renovação completa do portfólio. O ano que vem podemos esperar mais ou menos quantos produtos, não necessariamente novos, mas de renovação do portfólio?

Em média fazemos de doze a quinze lançamentos por ano. Pode ser um pouco mais, ou um pouco menos em 2025, mas a tendência é essa.

Quando vem o próximo híbrido?

Este é apenas o início, vamos continuar. Já a partir de 2025 teremos outros lançamentos com outros produtos, em outras marcas do nosso portfólio.

E o objetivo é ter todos os veículos do portfólio da Stellantis eletrificados até 2030

O nosso target é até 2030, esse é um objetivo interno um pouco audacioso. Até 2030, teremos uma redução de até 50% nas emissões de CO2 em todas as nossas atividades e produtos. Medimos nossas emissões em 2021, que é o ponto de partida. E estamos trabalhando para chegar em 2030, com 50% a menos: isso significa hibridização da frota, a introdução do elétrico no futuro e também atuação nas plantas para reduzir o consumo de energia, usar a energia limpa, induzir os fornecedores. O maior impacto está na cadeia produtiva, em todas as empresas: 55% das nossas emissões estão na manufatura. E 45% é a emissão de CO2 na utilização dos nossos veículos.

Sobre o veículo movido exclusivamente a etanol: ele está homologado, pronto para chegar ao mercado?  Vocês vão trabalhar primeiramente com frotas de empresas e frotas governamentais?

É verdade, trabalhamos para deixar esse produto pronto. Mas é necessário agora criar a demanda para um veículo com motor a etanol. Há possibilidades com o ESG, mas ainda é um trabalho mais de marketing e de contato com as empresas, tentando entender se existe mesmo esse interesse.

Vocês não estão fornecendo para ninguém?

Por enquanto, não. O que estamos tentando fazer é dizer, ok, o que interessa, vamos construir uma frota, isso pode ser feito, mas ainda não estamos lá.

Será que isso acontece ainda este ano? O ano que vem tem mercado para isso?

Eu acho que o ano que vem ainda não terá mercado, mas para mim o que pode acontecer é que essa sensibilidade maior para o ESG vai criar a necessidade e várias empresas de vários setores vão precisar adotar. O etanol puro é muito prático, é efetivo para frotas.

Falando ainda sobre etanol: há uma discussão sobre a qualidade do combustível, que pode melhorar eliminando um pouco de água e tornando uma motorização 100% etanol ainda mais eficiente. Como que vocês atuam? Vocês conversam com produtores ou com o pessoal da área de energia para dizer que, se o combustível melhorar, teremos produtos ainda melhores?

O governo está impulsionando muito isso dentro de pesquisas, desenvolvimento. Eles têm um objetivo de melhoria da eficiência, primeiro da produção e depois da combustão, isso é muito interessante.

O senhor fala muito em nacionalização da eletrificação. Como é que está a cadeia de fornecedores? Há interesse e investimentos?

Sim, sim. Algumas tecnologias ainda não estão no Brasil. Em geral os fornecedores têm interesse porque o mercado tem potencial. Estamos falando mais ou menos 4 milhões de carros do América do Sul. São quatro habitantes por carro, em média. A Europa hoje tem 1,3, 1,4 habitante por carro. Os Estados Unidos têm um habitante por carro. Em termos de potencial de crescimento é muito interessante, legal.

Vocês pensam em montar bateria aqui? A Toyota já anunciou que montará baterias aqui.

Estamos trabalhando com fornecedores, temos projetos. Mas montar bateria não é nada. Montar bateria não é fazer bateria. Tem muita diferença.

E a Leapmotor? O que pode dizer sobre a chegada dessa marca no Brasil?  

Estou super empolgado com o início da Leapmotor no Brasil. É fundamental termos o produto certo para a América do Sul. Ele deve estar preparado para atender as necessidades e características desses mercados e estamos trabalhando para isto. Prefiro ter o produto certo a tentar acelerar esses processos, colocar no mercado e o carro não funciona para esses consumidores.

Mas já tem data para chegar ou não?

Vamos lançar no momento certo. Nosso objetivo é lançar em 2025.

Vai ter rede própria? Onde vai vender em rede das marcas da Stellantis?

Será uma marca com rede própria de distribuição. Em geral, queremos trabalhar com os empreendedores que conhecemos e que nos dão uma garantia de qualidade, de acesso ao cliente.

Todos esses contratos de concessionário, de loja, já está tudo em ordem?

Sim, é superimportante porque essas são coisas precisam ser preparadas com antecedência. A rede vai investir, os contratos estão em dia e os produtos, também. Está indo.

Mercedes-Benz vende 480 ônibus para Belo Horizonte

São Paulo – A Mercedes-Benz, por meio do seu concessionário Minasmáquinas, fechou a venda de 480 ônibus para a Região Metropolitana de Belo Horizonte. O lote envolve modelos da linha OF e O-500, que serão distribuídos para trinta empresas dos sete consórcios que operam na região.

A negociação representa 80% das seiscentas unidades que foram compradas para a renovação de frota do transporte público da região. Para 2025 está prevista a compra de mais 250 ônibus pelas empresas que fazem parte dos consórcios de transporte.

Toyota Hilux e SW4 ganham atualizações no motor, mais garantia e novas versões

São Paulo – A Toyota anunciou a chegada da linha 2025 da picape Hilux e do SUV SW4 nas concessionárias. Os dois modelos passaram por atualizações no motor turbodiesel 2.8 de 204 cv de potência para atender à legislação Proconve P8, adotando novo filtro de partículas diesel e tanque de uréia, para o Arla 32.

A Hilux, desde a versão SRV, e o SW4, em todas as versões, ganharam o sistema Toyota Serviços Conectados, que permite ao proprietário consultar diversas informações do veículo como histórico de viagens, lembrete para revisões, indicadores de consumo e diagnóstico de falhas, por meio do Toyota App.

A Hilux 2025 passa a oferecer o câmbio automático como opcional para as versões chassi cabine e cabine simples. Segundo a Toyota a novidade atende à crescente demanda por este tipo de transmissão nas vendas diretas.

A picape e o SUV também tiveram sua garantia ampliada para dez anos, marcando a estreia do programa Toyota 10 no Brasil, que permite alongar a garantia. O benefício é ativado sem custo para os clientes: basta realizar as revisões programadas em uma concessionária, após os cinco anos iniciais de garantia.

Veja abaixo os preços e versões da Hilux e do SW4:

Hilux Cabine Chassi 4×4 MT – R$ 228,7 mil
Hilux Cabine Chassi 4×4 AT – R$ 238,8 mil
Hilux Cabine Simples 4×4 MT – R$ 236,7 mil
Hilux Cabine Simples 4×4 AT – R$ 246,9 mil
Hilux Power Pack 4×4 MT – R$ 249,5 mil
Hilux Power Pack 4×4 AT – R$ 259,8 mil
Hilux SR 4×4 AT – R$ 284,4 mil
Hilux SRV 4×4 AT – R$ 294,6 mil
Hilux SRX 4×4 AT – R$ 329 mil
Hilux SRX Plus 4×4 AT – R$ 339,5 mil

SW4 SRX Platinum 5L 4×4 AT – R$ 384,2 mil
SW4 SRX Platinum 7L 4×4 AT – R$390,6 mil
SW4 Diamond 7L 4×4 AT – R$ 437,9 mil

Mercado segue aquecido e vendas avançam 10% na primeira quinzena

São Paulo – Com 133,9 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus emplacados nos onze primeiros dias úteis de novembro as vendas de veículos avançaram 10,6% sobre a primeira metade de outubro, que havia registrado o melhor resultado do ano com 121 mil unidades comercializadas. Os dados são preliminares do Renavam e foram obtidos pela Agência AutoData.

Com relação a novembro do ano passado, que registrou 113,3 mil licenciamentos na primeira quinzena, as vendas cresceram 18,9%.

A média diária alcançou 12,1 mil unidades, acima das 11 mil/dia registradas na primeira metade de outubro. No mês passado inteiro foi de 11,5 mil.

Restando oito dias úteis, caso o ritmo seja mantido, o mercado fecharia com 230 mil licenciamentos, com apenas dezenove dias úteis – e, usualmente, a segunda metade do mês costuma ter ritmo superior ao da primeira.

Segundo a Bright Consulting as compras de locadoras, em preparação para as férias de fim de ano, estão puxando o mercado. Nos primeiros dez dias úteis 54% dos licenciamentos de veículos leves foram feitos por meio de venda direta, modalidade na qual as locadoras fazem as suas compras. Somente na quinta-feira, 14, 67% dos emplacamentos foram por venda direta.

Uma fonte ligada ao varejo afirmou à reportagem que a tendência é que as locadoras mantenham o pé embaixo até o fim do ano, pois as condições de negócio estão favoráveis: muitas montadoras estão com estoques elevados.

Com 2 milhões 257 mil veículos emplacados até a segunda-feira, 18, o ano se aproxima do resultado de todo 2023, 2,3 milhões de unidades. Até o fim de novembro a marca será, certamente, superada.

Iveco Bus entrega 20 ônibus movidos GNV para o transporte público na Argentina

São Paulo – A Iveco Bus vendeu os primeiros vinte ônibus movidos a gás natural para o transporte público na Argentina, por meio do seu concessionário Overbus, que participou de uma licitação local. As unidades são do modelo Bus 17-210 G, equipadas com nove cilindros de armazenamento de gás natural, gerando autonomia de até 350 quilômetros.

O Bus 17-210 G é produzido na Argentina, na planta de Córdoba, e para entregar os veículos a Iveco realizou um evento no local, com a participação de Ricardo Cardozo, presidente do Grupo Iveco no país, representantes do governo argentino e o presidente da Overbus, Miguel Niro. 

O motor dos ônibus movidos a gás é o FPT N60 CNG, projetado desde o início para rodar com gás natural, garantindo a mesma potência e desempenho de um similar a diesel mas emitindo 95% a menos de material particulado, 90% a menos de dióxido de nitrogênio e 10% a menos de dióxido de carbono.

Prometeon inaugura centro de distribuição em Mauá

São Paulo – A Prometeon inaugurou um Centro de Distribuição em Mauá, SP, na região do ABC, a fim de comportar de forma mais flexível e eficiente sua produção na cidade vizinha, Santo André. Com espaço para abrigar 160 mil pneus o armazém possui 48 mil m² de área construída em espaço total de 62 mil m². São dezesseis docas, ao todo, com capacidade para movimentação de 12 mil pneus por dia, graças ao uso de empilhadeiras elétricas.

Fruto de investimento de R$ 7,5 milhões o Centro de Distribuição de Mauá gerou 134 postos de trabalho diretos e indiretos. Segundo o responsável pelas operações logísticas da Prometeon no Brasil, Thiago Morales, o uso do espaço, em conjunto com o restante da estrutura logística da empresa na região, aprimorará os processos e reduzirá prazos e custos para a empresa.

“Teremos uma operação ainda mais ágil do que já tínhamos desde a inauguração, em 2021, do outro CD, localizado dentro da nossa fábrica em Santo André. Esta novidade chega em boa hora, após o lançamento da nova linha de pneus radiais, a Serie 02, que chegará de forma mais rápida aos nossos clientes em todo o Brasil.”