Um século da GM no Brasil é inspirador para toda indústria automotiva

A WHB Automotive se une ao mercado nacional e internacional para parabenizar a General Motors do Brasil pelo seu centenário de atuação no País, completado em 2025. “Um século de história não apenas consolida a GM como uma das maiores referências do setor automotivo, mas também reforça seu papel como agente transformador e inspirador da indústria, da economia e da mobilidade brasileira”, comenta Magaly Hubner Busato, CEO da empresa que tem sede em Curitiba, PR.

De acordo com Luiz Friedrich, diretor comercial da WHB Automotive, “desde sua chegada ao Brasil em 1925, a GM construiu uma trajetória marcada por inovação e resiliência. Foi a primeira montadora a estabelecer uma fábrica no País, em São Paulo, e desde então liderou grandes inovações tecnológicas, como a introdução de veículos flex fuel e o compromisso com a eletromobilidade. Modelos icônicos, como o Chevrolet Opala, Celta e Onix, tornaram-se símbolos de qualidade e conexão com o público brasileiro”.

Para Friedrich, “é uma honra fazer parte dessa extraordinária jornada da GM no País. Há décadas, unimos esforços com a GM do Brasil para desenvolvermos e fornecermos componentes de alta precisão à fabricante”. O executivo comenta que essa colaboração transcende o aspecto comercial: “é uma relação baseada em valores compartilhados, como inovação, responsabilidade com qualidade e prazos além de inabalável compromisso com o futuro”.

Segundo Magaly Hubner Busato, “muito mais que um cliente de grande porte, a GM é uma inspiração para toda cadeia automotiva nacional pois seus 100 anos demonstram que é possível aliar tradição e visão de futuro. Valores que perseguimos rigorosamente aqui na WHB”.

A profícua parceria entre GM e WHB com sinergia colaborativa entre as áreas de engenharia das duas empresas sempre resultou em soluções confiáveis e eficientes para os veículos que a marca desenvolve e produz no Brasil. “Estamos orgulhosos de contribuir com nossa expertise para projetos que moldam a mobilidade”, destaca Friedrich.

Com mais de 30 anos de atuação no Brasil, a WHB reforça seu compromisso com essa parceria estratégica e parabeniza toda a equipe GM por esse importante marco na história da indústria automotiva nacional. “Que os próximos 100 anos sejam tão inovadores e revolucionários quanto os primeiros, com estradas abertas para novas e grandes conquistas” complementa Magaly, CEO da empresa.

Moura OEM, 45

Já reconhecida como uma marca de qualidade no aftermarket automotivo naquele final da década de 70, a Moura firmou seu primeiro contrato de fornecimento para uma montadora em 1979. Hoje a empresa atua como fornecedor de baterias para as maiores montadoras que atuam no Brasil.
Líder do segmento na América do Sul, a Baterias Moura está presente hoje em 60% dos veículos produzidos no Brasil e na Argentina, evidenciando um histórico de eficiência dos produtos que foi possível graças à cultura organizacional da empresa, aos robustos investimentos em Pesquisa & Desenvolvimento e, como consequência, à evolução tecnológica desenvolvida de modo compartilhado com as montadoras ao longo das últimas décadas na condição de OEM.

O segredo da Moura sempre foi a “inquietação” tecnológica, traduzida na busca por novas e eficientes soluções para os clientes da empresa. “Isso é algo que data de 1979, quando iniciamos o fornecimento às montadoras, mas pode ser visto também agora, recentemente, com os nossos desenvolvimentos de soluções em eletrificação veicular, com foco em veículos leves, pesados e em pesquisas para produção de baterias de baixa tensão com 12 e 48 Volts”, explica Antonio Junior, Diretor Geral da Acumuladores Moura.

Essa característica elevou a Moura à condição de parceiro de desenvolvimento das montadoras, visto que a empresa estabeleceu vínculos fortes o suficiente para, por exemplo, participar desde o início de desenvolvimento do projeto de um novo veículo, definindo qual a melhor tecnologia de bateria irá atender à demanda do cliente.

A percepção do cliente que adquire as Baterias Moura destaca resistência, tecnologia, qualidade, performance, sustentabilidade e economia, que podem ser ratificadas pelas certificações globais, auditorias independentes e prêmios de excelência para validar a qualidade dos produtos.

Celebrando seu centenário, a General Motors do Brasil é um dos grandes parceiros da Moura. Fornecedor desde 2008, a empresa esteve presente em alguns dos principais modelos produzidos pela marca ao longo dos últimos 17 anos, equipando automóveis importantes, como Celta, Onix, Montana, Tracker e o Vectra. A empresa recebeu diversos prêmios de qualidade da GM, em 2009 (duas distinções), 2010 (também duas), 2016, 2020 e 2021.

Economia e qualidade

A climatização de grandes galpões industriais sempre despontou como um dos grandes desafios para os engenheiros responsáveis pelo projeto, principalmente em linhas de montagem do universo automotivo. Se por um lado a instalação de aparelhos de ar-condicionado mostra-se inviável pelo custo, manutenção e consumo de energia, a colocação de ventiladores tradicionais não costuma suprir a necessidade de renovação do ar e a própria redução da temperatura ambiente.

Ambientes industriais frequentemente enfrentam desafios de calor excessivo, poeira e odores, que podem impactar diretamente a saúde e o desempenho dos colaboradores. Investir em sistemas de ventilação industrial adequados melhora significativamente a qualidade do ar e reduz os índices de absenteísmo, além de garantir maior conforto térmico.

No Brasil, essa dificuldade foi encerrada em 1993, quando o empresário Flavio Luiz Sant’Ana fundou a Envetherm, empresa 100% nacional, e revolucionou o mercado de ventilação industrial ao introduzir uma tecnologia norte-americana no mercado brasileiro. “O segredo dos nossos equipamentos reside na angulação das pás, que podemos considerar como asas”, explica Márcia de Oliveira Sant’Ana, que é diretora comercial.

As pás proporcionam maior velocidade e alcance do fluxo de ar produzido, o que requer menor trabalho dos motores. Essa característica aerodinâmica permite a instalação de unidades motrizes com baixa potência, que contribuem com o menor consumo de energia elétrica e baixo nível de ruído. Os alicerces dessa tecnologia trazida por Sant’Ana permanecem até hoje, atendendo a diversos segmentos industriais.

“Iniciamos nossa parceria com a General Motors do Brasil logo em 1993, quando nossa empresa foi fundada. Dos 100 anos da montadora no país, nós já fazemos parte dessa história nos últimos 32 anos”, orgulha-se a diretora. Os ventiladores fornecidos à montadora estão presentes em todas as instalações da GM. “Acredito que já ultrapassamos 3 mil unidades instaladas e em operação. Na linha de montagem em São Caetano do Sul, SP, por exemplo, utilizamos um sistema de ventilação com dutos flexíveis, desenvolvido pela Envetherm, que ainda serve como exemplo para diversos clientes”, garante.

Expert em montagens de módulos complexos

Com matriz em Auburn Hills, na grande Detroit, EUA, a Android atua globalmente na montagem de subconjuntos automotivos desde 1974. Bem diferente de outros grandes players mundiais, ela não se limita apenas em uma determinada família de autopeças, como componentes elétricos, itens injetados em plástico ou especializada em peças de borracha. Não! A Android é uma empresa que tem em seu DNA a diversificação de produtos, sendo fabricante de seus próprios equipamentos para montagem de módulos complexos e posterior sequenciamento ao cliente.

Desde sua fundação, a empresa já montou mais de 750 milhões de itens nas linhas de montagem em que atua, espalhadas por 17 plantas industriais em cinco países, dentre eles o Brasil.

Por aqui, ela está instalada no Complexo Industrial Automotivo de Gravataí, da General Motors desde 2012, quando foi contratada pela fabricante para montar os subconjuntos de suspensão do Celta. Hoje, ela não só mantém essa atividade (Onix e Onix Plus) como também é responsável pela montagem e sequenciamento de forros de teto.

Quem explica é o gerente de vendas, Ricardo Albergoni. “A empresa nasce no início da década de 70 como provedora de ferramentas e equipamentos para as linhas de montagem da General Motors nos Estados Unidos. Mais do que familiaridade com certas matérias-primas, ao longo dos 50 anos de existência, a Android tem a expertise no processo de montagem de módulos complexos como essência em seu DNA”, explica. Essa primeira fase da companhia durou até 1988, quando começou a surgir mundialmente a adoção de sistemistas nas adjacências dos parques produtivos das montadoras para dar maior eficiência à produção dos veículos, sendo a Android convidada pela General Motors nos Estados Unidos a ser pioneira nesse formato de negócio.

Ao ser escolhida pela montadora, a Android passa a ser uma extensão do processo de montagem dos veículos, onde possui um rigor altíssimo de exigências junto ao cliente, e nesse quesito, a Android Gravataí vem sendo reconhecida anualmente pela excelência dos processos produtivos e do controle da qualidade dos produtos montados, com prêmios consecutivos como um dos melhores fornecedores da montadora”, argumenta. “Estamos muito orgulhosos por essa parceria com a GM. Aproveito para cumprimentá-la pelo centenário no Brasil”, complementa.

Além de Brasil e Estados Unidos, a Android possui unidades industriais no Canadá, no México e na Turquia. “Temos experiência na construção de todos os subconjuntos de um automóvel”, destaca o executivo da Android, elencando, no rol de soluções globais da empresa, montagem de conjuntos pneu e roda, eixos, molas e amortecedores, suspensões dianteira e traseira, painel de instrumentos, console, forro de teto, subchassis, módulos de front-end, periféricos de motores, conjunto de baterias e toda expertise na cadeia de supply chain, com forte participação em importações de diversos continentes, bem com o manuseio e a administração de todos os materiais utilizados nos processos de montagem.

“Em nome de toda equipe, a Android parabeniza a General Motors pelo marco de 100 anos no Brasil, onde se sente muito orgulhosa da parceria de longa data e deseja um futuro brilhante, com muito sucesso”, finaliza Albergoni.

Scania vê incertezas no mercado de caminhões

São Paulo – Está difícil avaliar o desempenho do mercado de caminhões nos próximos meses. Alex Nucci, diretor de vendas de soluções da Scania Operações Comerciais Brasil, disse não conseguir fazer uma estimativa: avalia que tem potencial para crescer de 1% a 2%, mas também pode empatar com 2024 ou registrar queda nas vendas. Tudo dependerá, afirma, da demanda nos primeiros meses de 2025.

Segundo o diretor o mercado acima de 16 toneladas, no qual a Scania opera, cresceu 10% até a primeira quinzena de fevereiro, puxado pelo avanço de 30% nas vendas de caminhões semipesados, enquanto os pesados cresceram 2% ou 3%: “Nesse acumulado, ainda com dados preliminares, pode ser que tenha muito efeito da Fenatran do ano passado, com os pedidos entregues no começo do ano”.

Por esta razão, acha melhor esperar. Jogam contra o aumento da taxa Selic, que poderá chegar a 14,25% ou até superar este porcentual – segundo Nucci alguns economistas já falam em uma taxa básica de juros na casa dos 18% – e a disponibilidade de crédito, pois o diretor acredita em maior restrição na aprovação das fichas de financiamento.

Outro ponto de atenção é aumento no preço do diesel, somado a um desempenho mais fraco da construção civil, que no caso das obras públicas deverá ter muito projeto travado por falta de verba, de acordo com o diretor. Há também dificuldades na produção de cana-de-açúcar.

Segundo ele as próximas semanas trarão uma maior clareza do que deverá ocorrer: “Acho melhor esperar o fim de março, ou até o fim de abril, para ter uma clareza maior, pois hoje há muita neblina no caminho”.

A Volvo, na semana passada, indicou tendência de queda nas vendas na casa dos 10%.

Pontos a favor

O agronegócio tem pontos positivos que podem impulsionar a demanda, como a produção recorde de grãos esperada para o ano, com alta de 10% sobre 2024, dólar alto que puxa as exportações para cima, junto com uma demanda global estável. Tudo isso indica que o ano será bom nesse segmento, mas não é possível afirmar que esses fatores puxarão uma venda maior de caminhões:

“É possível que os produtores usem 2025 para equilibrar o caixa e escoar sua produção com a frota que já está rodando. Tem cliente que pode pensar em comprar dez caminhões, recuar e comprar só três, mantendo sete que já estão em uso por mais um ano, por exemplo”.

Outros segmentos como carga refrigerada, carga geral e e-commerce podem ajudar no crescimento, pois estão com demanda aquecida. Por todos os fatores citados, Nucci acredita que é impossível prever agora como será o mercado até dezembro, e aguarda o fechamento do primeiro trimestre ou do primeiro quadrimestre para definir suas expectativas. 

No mercado de caminhões movidos a gás a Scania espera um forte crescimento das suas vendas, com projeção de mais de 1 mil unidades até dezembro. Segundo Nucci 430 pedidos já estão em carteira.

Gás Verde loca caminhões a gás da Scania e inicia oferta de solução completa com biometano

São Paulo – A Gás Verde anunciou a locação de cem caminhões movidos a gás da Scania, dos quais quarenta foram entregues na terça-feira, 18, na fábrica de São Bernardo do Campo, SP. Os veículos do modelo GH 460 6×2, com 650 quilômetros de autonomia, serão usados para atender operadores logísticos que buscam opções para descarbonizar suas operações.

Com os veículos locados da Scania a empresa ofertará aos seus clientes um pacote completo de operação com biometano, sendo responsável pela manutenção dos caminhões e pelos pontos de abastecimento aos transportadores.

A Gás Verde é a maior fabricante de biometano da América Latina. Mantém duas plantas e iniciará a produção do gás em outras unidades que já possui para a produção de energia elétrica, elevando o volume diário de 160 mil m³/dia para 650 mil m³/dia até 2028, com mais de dez unidades em operação.

O CEO da Gás Verde, Marcel Jorand, disse que existe demanda grande por veículos movidos a gás natural e biometano: “Iniciaremos os trabalhos com estes cem veículos, mas a nossa expectativa é de chegar em 2028 com uma frota de 2 mil caminhões movidos a gás que poderão ser locados pelos nossos clientes”. 

O foco dos negócios será transportadores que rodam longas e médias distâncias, mas o segmento de coleta de lixo urbana, que já utiliza caminhões movidos a biometano em algumas cidades, também é um dos objetivos. A Gás Verde está instalando sete pontos de abastecimento espalhados pelo Estado de São Paulo, possui um na Capital e outros trinta no Estado do Rio de Janeiro. O número aumentará, disse o CEO:

“Conforme fecharmos os contratos entenderemos a rota do cliente e instalaremos o ponto de abastecimento onde for melhor para ele, seja próximo das rodovias ou no seu ponto de carga e descarga: teremos esses dois modelos”.

Também está prevista a instalação de pontos de abastecimento de biometano nos estados de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Maranhão nos próximos anos, expandindo as rotas.

Um caminhão abastecido com biometano reduz em 99% as emissões de CO2 na comparação com um similar dotado de motor movido a diesel. Outro ponto positivo é o preço final do biometano, que está ligado ao IPCA e não sofre oscilações de acordo com a taxa do dólar.

Francine Evelyn é a nova diretora executiva da Abla

São Paulo – A Abla, Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis, tem uma nova diretora executiva: Francine Evelyn. Nos últimos quatro anos a profissional, há quase quinze na entidade, ocupava o cargo de gerente administrativa e financeira.

Com MBA em gestão estratégica e inteligência de mercado, Evelyn já exerceu na entidade as funções de assistente de diretoria, comercial e financeira, e de coordenadora geral.

A nova diretora executiva é a principal responsável pela comercialização da Expo Abla.

Sada Combustíveis anuncia expansão de filiais nas regiões Norte e Nordeste

São Paulo – A Sada Combustíveis, distribuidora que integra o Grupo Sada, anunciou que até o fim do ano inaugurará três filiais, totalizando treze. O plano de expansão inclui as futuras unidades em Itaqui, MA, Porto Nacional, TO, e Teresina, PI, e a recém-inaugurada em Paulínia, SP.

De acordo com a companhia houve avanço de 37% em sua receita operacional em 2024 e de 30% no volume de combustível comercializado, ao passo de que o total vendido no País cresceu 4%. A empresa não divulgou seus números.

A Sada Combustíveis foi criada em 2018 para distribuir combustíveis nas regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste em postos de bandeira branca. Também fornece para grandes consumidores de diferentes setores.

Busscar exporta Vissta Buss DD para a empresa El Indio

São Paulo – A Busscar divulgou a exportação do ônibus Vissta Buss DD montado sobre o chassi Volvo B450R 6×2 para a empresa El Indio, que opera o transporte de passageiros na Argentina.

Com 48 poltronas Class Leito Turismo no salão superior e doze poltronas no salão inferior, o ônibus inclui recursos como um sanitário na parte de baixo do veículo com detector de fumaça. Possui, ainda, ar-condicionado traseiro, filtro anti-pólen e dois tetos solares.

BMW Serviços Financeiros amplia oferta de crédito em 15% em 2024

São Paulo — A BMW Serviços Financeiros ampliou a concessão de crédito para a compra de veículos 0 KM da marca em 15% em 2024, em comparação ao ano anterior, ao alcançar R$ 2,4 bilhões em volume de novos negócios no varejo. Somada a carteira foi a R$ 3,7 bilhões.

O braço financeiro do grupo foi o responsável pela compra a prazo de 48% dos carros comercializados pela BMW no País no ano passado, encerrado com mais de 35 mil contratos ativos. No segmento de consórcio o volume de créditos vendidos chegou a R$ 138 milhões, quase o triplo dos R$ 47 milhões de 2023.