Organização prepara a maior Automec da história

São Paulo – Quem percorreu os corredores do São Paulo Expo em abril de 2023, durante a décima-quinta edição da Automec, principal feira do mercado de peças de reposição da América Latina, concluiu: não tem mais como crescer. Mais de 90 mil pessoas frequentaram a exposição que reuniu mais de 1,4 mil marcas e gerou em torno de R$ 27 bilhões em negócios, segundo cálculos da RX, organizadora da feira que retorna em 22 de abril, na sua décima-sexta edição, no mesmo local. Pois Eduardo Marchetti, gerente de produto da RX, conseguiu fazer a feira crescer:

“Aproveitamos espaços do lado externo, fora do pavilhão, e adicionamos área de exposição. São mais 1,5 mil m², na região próxima à área de drift, que é um dos pontos mais procurados por quem visita a Automec”.

Segundo ele a edição 2025 representará a maior Automec da história, por reunir mais expositores, gerar mais negócios – a expectativa é bater os R$ 29 bilhões – e ampliar a presença internacional: “Estão negociados espaços com expositores da Argentina, Alemanha, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, Holanda, Índia, Japão, Polônia e Turquia. Com relação aos visitantes é difícil mapear de que países virão, pois em muitos casos são representantes brasileiros que negociam em nome dos estrangeiros”.

O esforço da organização, porém, é tornar a Automec mais do que uma feira de negócios criando ambiente que proporcione, também, conhecimento e diversão. Mais uma vez a área de drift será montada do lado de fora do pavilhão: “O público adora. Os reparadores, compradores, vêem nos carros as peças e componentes com que se relacionam no dia a dia, em um cenário de competição, que é do gosto do brasileiro em geral”.

Atendendo a pedidos dos visitantes este ano será oferecida a Universidade Automec, que promoverá capacitação gratuita a visitantes, com direito a avaliação e certificado. A iniciativa é em parceria com o Senai e o IQA e as inscrições, gratuitas, estão abertas no site da Automec e são por ordem de chegada.

Mais uma vez, também, será organizada a área de conteúdo, com palestras, debates e espaço para divulgação de cases. Desta vez, porém, não ficará dentro do pavilhão, mas em salas do São Paulo Expo – de acordo com Marchetti isto tornará a interação melhor.

O público esperado é, mais uma vez, de 90 mil pessoas. Marchetti destacou que os frequentadores da feira são, em sua maioria, influenciadores de tomada de decisão, sejam compradores diretos ou que estão em contato com eles: “É um público muito qualificado. 70% do público comprador tem mais de R$ 1 milhão disponível para fazer negócio só na feira”.

Este ano haverá uma novidade: a cobrança de ingresso na hora, R$ 150. Quem quiser ir sem pagar precisa fazer seu credenciamento antes do início da feira, que já está aberto no site da Automec.

Ônibus elétricos TEVX Higer começam a operar no aeroporto de Congonhas

São Paulo – A TEVX Higer, que representa a fabricante chinesa de ônibus Higer Bus, entregou dez ônibus elétricos para a Aena, empresa que administra o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, para o transporte dos passageiros no embarque e desembarque remotos. Essa é a primeira operação em aeroportos que contará com veículos elétricos para o transporte de passageiros, segundo a empresa. 

Os veículos substituirão 40% da frota movida a diesel atualmente usada para o embarque remoto no aeroporto paulistano, reduzindo em 25% as emissões de CO2. Nos próximos anos os outros quinze ônibus com motor a combustão deverão ser substituídos por elétricos.

Os dez ônibus foram entregues na quarta-feira, 19, e já entraram em operação. Todas as unidades são do modelo Azure de 12,2 metros, produzidos no formato monobloco e com capacidade para transportar até oitenta passageiros. A Higer espera começar a montar o em CKD no Brasil ainda em 2025.

A recarga das baterias, que entregam 300 quilômetros de autonomia, leva em torno de três horas. Após estudos foram instalados três eletropostos, ideal para atender as demandas segundo os engenheiros da TEVX Higer. 

O CEO da TEVX, Cadu Souza, disse que esse modelo de operação já acontece em outros países e que outros aeroportos também estão no radar da empresa: “Estamos muito felizes com essa parceria e que marca nossa entrada na operação de aeroportos. Um projeto no qual oferecemos veículos inovadores e sustentáveis, além de uma solução completa em mobilidade elétrica, com todo o suporte para implantação e operação da infraestrutura”.

Nova geração do BMW X3 chega importada por R$ 625 mil

São Paulo – A nova geração do SUV BMW X3 começa a chegar às concessionárias, em versão única, por R$ 625 mil. O modelo, que na geração anterior era produzido na fábrica de Araquari, SC, será importado no início das vendas e a sua nacionalização ainda não está confirmada. 

Além das mudanças no seu desenho, como a nova grade frontal iluminada da BMW, a carroceria do X3 ficou 3,4 cm maior e 2,9 cm mais larga, enquanto sua altura foi reduzida em 2,5 cm. 

O motor do novo X3 na versão M50 xDrive é um 3.0 turbo com sistema MHEV de 48V, que gera 398 cv de potência, o mais potente já usado em uma versão M Performance. O câmbio é o automático Steptronic Sport de oito marchas.

O SUV oferece diversos itens de série, como piloto automático adaptativo, assistente de baliza, câmara de ré, sensores, novo sistema multimídia, ar-condicionado digital e automático de duas zonas, alerta de colisão frontal e de mudança involuntária de faixa.

GWM atende demanda dos clientes e adiciona estepe ao Ora 03

São Paulo – A linha 2025 do elétrico Ora 03 seguirá sendo vendida nas versões Skin e GT, mas com algumas mudanças que, segundo a GWM, atendem a demandas dos clientes. A principal novidade é a inclusão do estepe, ausente na versão anterior.

Outra novidade nas duas versões é a conectividade com o aplicativo My GWM, que permite monitorar e controlar diversas funcionalidades do veículo de forma remota a partir de um smartphone. Pelo aplicativo é possível abrir e fechar as janelas e o teto solar, ligar o ar-condicionado, monitorar a localização, travar e destravar as portas e monitorar a recarga da bateria.

O Ora 03 segue equipado com motor elétrico de 171 cv de potência, com bateria de 48 kWh na versão Skin e de 63 kWh na versão GT. A rede de cem concessionárias da GWM já está sendo abastecida com a sua linha 2025.

Peças e partes automotivas usam mais plástico reciclado

São Paulo – A indústria automotiva continua ampliando o uso de plástico reciclável em suas partes e peças: em 2023 o volume aumentou 7,5%, para 71 mil toneladas, segundo os dados mais recentes levantados pelo Monitoramento dos Índices de Reciclagem Mecânica de Plásticos Pós-Consumo no Brasil, a pedido do Movimento Plástico Transforma, iniciativa do PicPlast, e desenvolvido pela MaxiQuim. O recorte para o setor foi cedido com exclusividade à Agência AutoData.

É o segundo ano com crescimento consecutivo, depois de avançar 40,4% de 2021 para 2022, de 47 mil para 66 mil toneladas de resinas recicladas pós-consumo.

Das 71 mil toneladas de resina reciclada utilizada pela indústria automotiva em 2023 pouco mais da metade, 38,5 mil toneladas, referem-se ao polipropileno, usado na produção de peças de segunda linha e compostos, ou seja, para o mercado de reposição. Com a mesma finalidade foram empregadas 3 mil toneladas de poliestireno. E 20 mil toneladas de polietileno tereftalato, PET, estão em tapetes, revestimentos internos, forros e cintos de segurança.

Maurício Jaroski, diretor executivo da MaxiQuim e gestor da área de energia e química sustentável, disse que tem crescido, ano a ano, a participação do plástico reciclado em peças mais nobres de veículos, com maior valor agregado, e não somente em peças de reposição, sua porta de entrada neste universo. Com o polipropileno reciclado, por exemplo, a indústria faz compostos desde painéis a parachoques. Em peças de reposição é comum usar o insumo também em aerofólios, partes do espelho retrovisor e nos símbolos cromados das montadoras. O desafio agora é inseri-lo em peças do motor e bombas de combustível, para os quais já há estudos em andamento, relatou Jaroski.

“É crescente o movimento de pesquisa, assim como o de homologações, em torno do uso da resina reciclada em peças que exigem mais testes e maior requerimento técnico. O setor está caminhando para ampliar as aplicações. As empresas estão cada vez mais engajadas.”

Pelo segundo ano consecutivo aumenta a aplicação de resinas recicladas em partes e peças de veículos. Foto: Divulgação

Outro fator curioso é que este crescimento no uso do reciclado pelo setor ocorreu em meio a uma redução do uso na indústria geral, de 1 milhão 106 mil toneladas para 939 mil toneladas, interrompendo seis anos consecutivos de avanço. O motivo: o ciclo de baixa das commodities petroquímicas fez com que as matérias-primas de primeiro uso experimentassem queda significativa em seus preços, tanto no mercado nacional quanto internacional, e as deixou mais atrativas do que as resinas recicladas para a indústria de transformação.

“Este é um grande gargalo a ser enfrentado: a competição do mercado de plástico virgem, que vive contexto de maior oferta do que demanda e chega no País a preços muito competitivos, apesar do dólar elevado e da alíquota de importação.”

Jaroski lembrou a alta quantidade de indústrias do setor, principalmente na Ásia.

Das 939 mil toneladas de plástico reciclado em 2023 71 mil toneladas foram destinadas à cadeia automotiva, em torno de 7,5% do total. O setor é o quinto que mais demanda a resina reciclada, depois de alimentos e bebidas, com 158 mil toneladas, construção civil e infraestrutura, com 131 mil toneladas, higiene pessoal, cosméticos e limpeza doméstica, com 113 mil toneladas, e utilidades domésticas, com 83 mil toneladas.

Jaroski sustentou que, no caso do setor automotivo, há uma razão para apostar no plástico reciclado, além da questão de reaproveitar material que seria descartado: a busca por maior eficiência e redução no peso dos veículos.

Desafios na reciclagem seguram crescimento da oferta

Percalço a ser solucionado segue localizado na coleta das resinas. Afinal nem todo plástico reciclado oferece a segurança necessária para sua nova aplicação: “A parte mais difícil é a padronização da matéria-prima com os mesmos requerimentos técnicos que o plástico virgem. Que tipo de peça plástica foi lavada e moída para constituir uma nova peça que vai para aplicação de alto desempenho do setor?”.

Desafio adicional é ter quantidade suficiente de insumos, disse Jaroski. Muitas vezes, em mercados mais estratégicos, as empresas adotam a logística reversa, o que onera bastante a atividade: “O ideal seria que as coletas municipais conseguissem segregar melhor, mas são muitos volumes de plásticos diferentes”.

Para Simone Carvalho, integrante do grupo técnico do Movimento Plástico Transforma, a logística reversa tem se demonstrado mais viável com materiais pós-indústria ou refugos do próprio setor, em que material é limpo e mantém as propriedades, não é pós-consumo e, “neste caso, portanto, coleta é condição sine qua non para termos um resíduo de qualidade. Por isto o processo é um pouco mais lento”.

Uso da resina reciclada pelo setor deve continuar aumentando

Quanto às perspectivas para o monitoramento ao longo de 2024, cuja pesquisa ainda não foi realizada, Jaroski sugeriu que o uso da resina reciclada tenha sido maior do que em 2023: “Isto se reforça com o setor, uma vez que, quando o uso do insumo, no geral, caiu, no automotivo aumentou. Imagino que este movimento persista, pois vejo um caminho sem volta a adoção crescente de plástico reciclado pelo segmento”.

Carvalho partilha da opinião e avalia que o setor tem oportunidade única de se beneficiar cada vez mais com a utilização deste insumo: “À medida que a indústria adota soluções mais verdes não só contribui para a preservação do meio ambiente mas, também, impulsiona movimento que pode transformar o mercado global, criando uma economia circular mais eficiente e sustentável para todos”.

De acordo com estimativa da MaxiQuim até 2026 o mercado mundial de plásticos automotivos valerá até US$ 68,6 bilhões. Para efeito de comparação em 2018 o valor era US$ 48,7 bilhões. Ou seja: deverá haver avanço de 41% neste período de oito anos, o equivalente a US$ 19,9 bilhões.

Mini Aceman chega para reforçar portfólio elétrico no mercado brasileiro

São Paulo – A Mini acaba de trazer ao Brasil o seu Aceman, concebido para ser 100% elétrico e posicionado no espaço do Cooper ao Countryman. Seguindo o conceito de uso criativo do espaço o banco traseiro comporta três passageiros e, por causa do encosto dobrável na proporção 60:40, o bagageiro pode chegar de 300 litros a 1,5 mil, de acordo com a necessidade.

Com perfil de carro aventureiro o Mini Aceman tem barras de teto e rodas de 18 polegadas. Os faróis, em LED, podem ser alternados em três modos diferentes. Por meio do display circular Oled todas as funções do veículo podem ser operadas de forma intuitiva por meio do toque ou pelo assistente de voz.

Os doze sensores ultrassônicos e quatro câmaras de visão dão suporte aos sistemas de assistência ao motorista, de série, com funções como assistente de manutenção de faixa, detecção de ponto cego, prevenção de colisões, controle de direção longitudinal e lateral, ao entrar e sair de um espaço de estacionamento, câmara de visão traseira, controle de cruzeiro ativo e visualização 360° no entorno do carro.

Disponível em duas versões o Mini Aceman E é dotado de motor com potência de 184 cv/135 kW e torque de 290 Nm: chega-se de 0 km/h zero a 100 km/h em 7,6 segundos, com velocidade máxima de 170 km/h. Sua autonomia no ciclo de teste do Inmetro é de até 253 quilômetros e seu preço parte de R$ 255 mil.

O Mini Aceman SE, por sua vez, tem motor de 218 cv/160 kW de potência e torque de 330 Nm, que vai de 0 km/h a 100 km/h em 7,1 segundos, com velocidade máxima de 180 km/h. Sua autonomia chega a 270 quilômetros e ele é vendido a partir de R$ 305 mil.

Governo mantém em 14% mistura de biodiesel no diesel para conter inflação

São Paulo – Para segurar o avanço na inflação dos alimentos o CNPE, Conselho Nacional de Política Energética, optou por manter em 14% a quantidade de biodiesel misturada ao óleo diesel. O cronograma do governo previa que a partir de 1º de março o porcentual seria elevado a 15%.

A decisão baseia-se no fato de que o aumento da mistura encareceria o combustível usado no transporte de cargas, o que refletiria nos preços dos alimentos – atualmente o diesel corresponde a 35% do valor do frete dos caminhoneiros. Isto aconteceria mesmo com o fato de a maior parte do biodiesel utilizado no País ter a soja como origem, item que em sua maioria é exportado.

Se crescesse o porcentual do biodiesel, mais caro, o diesel registraria seu segundo aumento em um mês. Em busca de reduzir a defasagem em comparação ao preço internacional no fim de janeiro a Petrobras elevou o valor do litro para as distribuidoras em R$ 0,22.

O programa do governo federal Combustível do Futuro, sancionado por lei em outubro, estabelece que a quantidade do biodiesel no diesel varie de 13% a 25%. A adição, todavia, é obrigatória desde 2008, como parte de política nacional para diminuir a poluição do transporte de cargas.

Kia amplia portfólio de elétricos com o EV9, de sete lugares

São Paulo – Chega à rede concessionária Kia mais uma opção 100% elétrica: o SUV EV9 foi apresentado na segunda-feira, 19, na abertura do torneio de tênis Rio Open, do qual a marca coreana é a patrocinadora.

Com 5m01 de comprimento, 1m98 de largura e 1m755mm de altura o EV9 é montado sobre a E-GMP, plataforma modular elétrica global da Kia. Faz uso de componentes como plástico feito a partir de fontes renováveis, reciclado, biopoliuretano, que substitui o couro animal, tecido e carpete de PET reciclado, espumas e tintas feitas com óleos naturais e outros componentes sustentáveis.

É movimentado por dois motores elétricos, um na dianteira e outro na parte traseira, que juntos fornecem 385 cv. Sua autonomia chega a 434 quilômetros segundo o Inmetro. Conta também com um generoso pacote de sistemas ADAS.

Com oito opções de cores, foscas e brilhantes, está à venda por R$ 750 mil com carregador, wallbox e adaptador incluso.

Trump anuncia tarifa de 25% para importação de automóveis

São Paulo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que fará crescer a tarifa de importação sobre automóveis para 25%, segundo a agência de notícias Reuters. O novo imposto começará a ser aplicado a partir de abril – o presidente disse que em 2 de abril fornecerá pormenores a respeito da taxação, que segue os mesmos moldes da já anunciada para o aço e alumínio, que deverão entrar em vigor em março.

Produtos farmacêuticos e semicondutores são outros itens que estão na mira de Trump para imposto semelhante. Todos os produtos importados da China já estão pagando 10% de imposto de importação excedente ao anteriormente aplicado.

Segundo Trump existe um tratamento injusto das exportações estadunidenses a países estrangeiros: enquanto para entrar lá os automóveis pagam 2,5% de imposto na Europa a taxa é de 10%.

Sua intenção é aplicar a reciprocidade no comércio exterior. Para entrar no Brasil o imposto de importação cobrado é 35%.

AutoData conta os 100 anos de história da GM no Brasil

São Paulo – A edição de fevereiro de AutoData mergulha na história centenária da General Motors no Brasil, hoje a fabricante de veículos mais longeva em atividade no País.

Em um caderno de mais de cinquenta páginas editoriais contamos a trajetória destes 100 anos, os produtos Chevrolet que marcaram épocas, a evolução da engenharia nacional da GM, as estratégias de mercado, a jornada industrial com todas as suas fábricas, a construção da cadeia de fornecedores e os investimentos bilionários que garantiram a prosperidade da subsidiária brasileira e devem garantir seu futuro.

E por falar em futuro também se une a este caderno especial a entrevista do mês From The Top com Santiago Chamorro, presidente da General Motors South America, que fala do marco de 100 anos da empresa no Brasil e também aponta alguns dos próximos passos, com mais investimentos no horizonte.

Para além da cobertura especial publicamos a tradicional análise anual do mercado de veículos leves, com o ranking das marcas e dos modelos mais vendidos, com movimentação que, em 2024, teve mais perdedores do que vencedores.

Também na edição de fevereiro o balanço do comércio exterior do setor mostra que a balança comercial de 2024 ficou negativa, com mais importações do que exportações pela primeira vez em dez anos. A recuperação da Argentina salvou as vendas externas de resultado pior, mas não foi suficiente para superar o alto volume de carros importados da China que causou um rombo no saldo final do ano.

Por coincidência, ao mesmo tempo em que a GM completa 100 anos de produção ininterrupta no País, sua conterrânea Ford, que inaugurou linha de montagem no Brasil alguns anos antes e que hoje seria a fabricante mais antiga caso não tivesse fechado todas as fábricas brasileiras, em 2021, mostra que ainda está aqui. Reportagem da Agência AutoData replicada na revista deste mês relata os investimentos que a Ford está fazendo na ampliação de seu centro de engenharia de Camaçari, BA, responsável por projetos de veículos a serem produzidos e vendidos em diversos lugares do mundo.

Tudo isso e mais está disponível gratuitamente para ler on-line (aqui) ou baixar o arquivo digital em PDF da revista (aqui). Boa leitura e até março.