Scout Motors, nova marca da Volkswagen, ignora rede concessionária nos Estados Unidos

São Paulo – Concessionários Volkswagen dos Estados Unidos que aguardavam a chegada da Scout Motors, focada em SUVs e picapes elétricas, ficaram frustrados: segundo reportagem da Automotive News nenhum revendedor receberá a picape Terra ou o SUV Traveler, já anunciados a partir de 2027 na faixa dos US$ 60 mil. A marca, criada pela International Harvester nos anos 1960 e adquirida da Navistar pelo Grupo VW em 2020, pretende estabelecer um modelo de venda direta ao consumidor.

Em declaração obtida pelo portal a Scout Motors se autodenomina “uma empresa estadunidense independente” e disse estar começando tudo do zero, incluindo a experiência com o cliente. Planeja “espaços de varejo dedicados” e estabelecerá relacionamentos individuais com os clientes por meio de aplicativo, que cuidará de todo o processo de venda, entrega e serviços. Haverá rede nacional de parceiros para o processo pós-venda.

Os veículos podem até já ser reservados no site da Scout Motors, ainda que sua produção na Carolina do Norte sequer tenha começado.

A rede Volkswagen dos Estados Unidos promete reagir, considerando inclusive ações na justiça. Eles desejam vender os modelos da Scout e dizem não terem sido informados do planejamento da nova marca, que foi criada como uma empresa independente da VW no país. 

O próprio presidente da VW na América do Norte, Pablo Di Si, não comenta a respeito da Scout: diz ser uma entidade separada, com outro CEO – Scott Keough, justamente o antecessor de Di Si no cargo.

Rio investe e amplia portfólio para crescer dois dígitos

São Paulo – Com a premissa de até 2025 fornecer peças para todos os motores a combustão fabricados no Brasil a Rio-Riosulense, do alto de seus 78 anos, mantém rotina de investimentos anuais para melhorar sua produtividade, renovar maquinário, injetar tecnologia em seus processos, expandir volumes, ampliar portfólio para, então, crescer dois dígitos.

“É quase que proibido expandir o faturamento em menos de dois dígitos aqui na Rio”, falou de forma descontraída, mas com fundo de seriedade, seu CEO, Ornelio Kleber, em entrevista a Agência AutoData, ao sustentar que este objetivo vem sendo alcançado desde 2021. Este ano a lição de casa está sendo concluída com sucesso: mesmo com ano tido como desafiador pela empresa, devido a incertezas por parte das montadoras, que contribuem significativamente com a receita, a empresa injetou R$ 20 milhões até o momento e vai encerrar o ano com R$ 30 milhões investidos.

O aporte se dá essencialmente para a aquisição de máquinas mais modernas e para a construção de novos galpões para abrigar estoques dentro do terreno de 1 milhão de m² em Rio do Sul, SC, que tem apenas 20% do total ocupado.

“A meta é investir, de forma contínua, em torno de 10% do nosso faturamento. Este ano ficará um pouco abaixo, nem sempre o que está aprovado a gente executa, pois também temos de ter o cuidado de manter o caixa saudável”, disse Kleber. “A maior parte dos aportes é feita com capital próprio, o que nos permite ter mais os pés no chão, com a certeza do que estamos fazendo.”

Nos próximos três anos a Rio investirá R$ 8 milhões apenas em pesquisa e desenvolvimento, sendo R$ 1 milhão já no ano que vem. De olho também em uma eventual nova janela do Mover, Programa Mobilidade Verde e Inovação, a empresa planeja pleitear incentivos para reforçar a inovação em sua linha de produção e, em paralelo, está em conversas com a Finep.

“Até pouco tempo atrás se falava muito em eletrificação, mas notamos que no Brasil a maior demanda virá dos híbridos, com umas seis ou sete configurações diferentes, e nós já estamos começando a buscar parceiros de desenvolvimentos para estarmos preparados para esta nova geração de motores também, além de nos mantermos presentes nos motores a combustão.”

Embora a projeção de alta na produção do setor automotivo seja de 4,9%, de acordo com a Anfavea, a expectativa da companhia é alcançar incremento de 15% a 20% sobre o faturamento de R$ 420 milhões, aproximando-se dos R$ 500 milhões até dezembro. Segundo Kleber o desempenho já está muito próximo do planejado.

“Esperamos expandir além porque temos novos projetos com clientes, então não dependemos só de pedidos correntes para alavancar as vendas. Estamos ingressando em novos negócios, por exemplo, desenvolvendo novas famílias produtos para a reposição e apostando fichas no segmento agrícola.”

O CEO da Rio, Ornélio Kleber, planeja dobrar a participação do setor de agronegócio no faturamento da empresa de Rio do Sul, SC. Foto: Divulgação.

Esta diversificação se faz importante para manter o ritmo de crescimento de dois dígitos para a companhia. E também porque os projetos com montadoras possuem tempo maior de maturação, de doze a dezoito meses: parcerias firmadas no ano passado, então, refletirão no faturamento a partir de 2025 – o lado bom é que já eleva a régua para o ano que vem.

No aftermarket um dos focos da Rio é ampliar linha de componentes para motores de três cilindros turbo, já presente no portfólio, e em novos segmentos identificados após a realização de pesquisas de mercado para entender o panorama e desenvolver itens demandados.

Metade dos investimentos de 2024 foi para desenvolver peças para o setor agrícola

No caso das máquinas agrícolas a perspectiva é que o segmento dobre sua participação de 7% para 14% no faturamento da empresa até 2026. Somente este ano 50% do que foi desenvolvido pela Rio em termos de novos itens para montadoras foi para este segmento. Ou seja: metade do investimento de R$ 30 milhões está indo para o desenvolvimento de peças para o setor agrícola.

“Acreditamos muito no crescimento deste setor. Começamos com uma montadora, o que desperta a atenção de outra. Porque quando se fornece para montadora é preciso ter qualidade. E isso nós temos. Temos usinagem, fundição, laboratórios de ponta, excelente equipe de engenharia, e quando um comprador vem até nós ele puxa outros. É algo que acontece mais no boca a boca. Isso porque não estamos em São Paulo: se estivéssemos, teria acontecido antes.”

Na esteira das máquinas agrícolas a empresa tem notado também procura por produtos da linha amarela, uma vez que maioria dessas fabricantes também fornece para construção civil e mineração.

Parte do investimento injetado na fábrica este ano foi para a aquisição de novos e mais modernos maquinários. Foto: Divulgação.

Aos 78 anos Rio ainda tem muito fôlego – e espaço para crescer

A Rio possui capacidade instalada para processar 3 mil toneladas de metal por mês e, deste total, de 70% a 80% estão ocupados.  Para o ano que vem a projeção é ficar de 80% a 85%. Além de peças para motor a Rio fabrica componentes estruturais, o que inclui desde peças de suspensão, freios, chassi, longarina de pequeno tamanho até peças em ferro fundido, aço e ligas especiais.

Gerente técnico da Rio, Clebson Ferreira, contou que como o sistema é modular o maquinário pode fazer qualquer tipo de componente, seja para uma moto até para um caminhão: o que importa é estar dentro das dimensões dos limites do processo. Então não necessariamente os novos equipamentos, por exemplo, trabalharão as três linhas de produção para um segmento.

“E se houver uma necessidade extra estas três facilmente poderão chegar a mais. Se preciso ter capacidade de fusão eu troco um forno, por exemplo, aumento o cadinho dele, e já ganho de 20% a 30% de capacidade de produção de metal líquido. Aqui conseguimos fundir qualquer geometria, qualquer volume, qualquer liga. O grande diferencial da Rio é a flexibilidade.”

O portfólio da companhia reúne 8 mil códigos de peças, ou seja, desenhos de itens que já foram produzidos em algum momento. Não necessariamente todo mês acontece este giro, mas se o cliente requerer está disponível, assegurou Ferreira: “Em tonelada consigo por no estoque 2,2 toneladas de peças produzidas por mês”.

Ao estimar que um motor dure trinta anos lembrou que a empresa se preocupa em fabricar componentes para carros que nem são mais fabricados, como Opala e Fusca.

Não à toa em torno de 65% do faturamento da Rio vêm da reposição, que atende todo tipo de veículo com foco nos leves e motos. Outros 30% são gerados pelo segmento original, dedicado a caminhões, ônibus e máquinas agrícolas. O restante cabe ao ferroviário, mineração e até elevadores.

Presente em mais de 25 países a fatia das exportações deverá representar, este ano, 7,9% das receitas. E o plano é elevar o porcentual de participação a 10% no ano que vem. Quase 90% do volume é dirigido ao mercado de reposição e, o restante, a montadoras. Importantes clientes são Argentina, Paraguai e Uruguai, Peru, Chile, Bolívia, Estados Unidos, Alemanha e Oriente Médio.

Anfir confirma 58 associadas na Fenatran, novo recorde

São Paulo – O setor de implementos rodoviários terá forte participação na Fenatran 2024, com 58 empresas associadas da Anfir confirmadas, o maior número já registrado em uma edição da feira. Na última edição, em 2022, participaram 46 associadas.

Assim como ocorreu em 2022 este ano será realizada rodada de negócios com as 58 empresas e importadores de treze países da América Latina, que visitarão o evento em busca de novos negócios. Na última edição da Fenatran as associadas à Anfir fecharam R$ 3,5 bilhões em negócios.

As 58 empresas confirmadas são AlKo, Allison Transmission, Aspock do Brasil, Binotto, Brasfit, Braslux, Brex, Carrier, Dhollandia, Engatcar, Frigo King, Facchini, Fix Implementos, Fluair, Forbal Automotive, Frota Brasil, Germani, Grimaldi, Guerra, HC Hornburg, Hallco, Hidromas, Hyva, Ibero, Ibiporã, Jowei, Labor, Librelato, Marrucci, Metalesp, Metanox, MGN, Next Implementos, Niju, Olivo, Pastre, PCP Steel, Planalto, Pradolux, Prometeon, Randon, RAV Componentes, Recrusul, RGR Pneumáticos, Rodofrio, Rossetti, SAF Holland, São Pedro, Sergomel, Silpa, Suspensys, Tecnnic, Thermo Star, Thermo King, TKA, Truckvan, Unylaser, Usimeca e Zurlo.

Odair Dedicação Júnior assume área de OEM e mídia da Webmotors

São Paulo – Odair Dedicação Júnior é o novo responsável pela área de OEM e mídia da Webmotors, que atende montadoras e agências de publicidade de todo o País. O executivo chega com a missão de ampliar a presença publicitária da empresa no mercado, reforçando o posicionamento da marca de estar presente em toda a jornada de compra dos clientes.

Júnior tem 22 anos de experiência e já trabalhou na Honda Motos e na Honda Automóveis. É formado em propaganda e marketing, com pós-graduação em gestão de negócios pela ESPM, Escola Superior de Propaganda e Marketing.

Volvo Cars Brasil nomeia Rodrigo Mantovani seu novo diretor de vendas

São Paulo – A Volvo Cars Brasil anunciou Rodrigo Mantovani como seu novo diretor de vendas para o mercado nacional. Ele acumula 25 anos de experiência na indústria automotiva, incluindo passagem pela Volkswagen. Junto com a experiência na área comercial o executivo agrega conhecimento de veículos elétricos, segmento no qual trabalhou alguns anos fora do Brasil.

Mantovani é formado em administração pela Califórnia State University East Bay, nos Estados Unidos, com especialização em inovação e mobilidade elétrica pela Unicamp. O novo diretor chega na reta final de vendas em 2024, ano que tem sido positivo para a Volvo no Brasil: registrou em junho o seu recorde mensal de emplacamentos, com 1 mil 148 unidades.

Iveco Bus vende 82 ônibus do Caminho da Escola na Bahia

São Paulo – A Iveco Bus fechou um novo contrato de venda com a Secretaria de Educação da Bahia, que receberá 82 veículos por meio do programa Caminho da Escola do governo federal.

É a segunda negociação com a Iveco Bus, que já forneceu 83 unidades do BUS 10-190 da categoria ORE 2, ônibus rural escolar 2, para o Estado.

A entrega das 82 unidades está prevista ainda para 2024 e todas são do modelo BUS 10-190 ORE 2. A Iveco Bus também está atendendo demandas relevantes do programa Caminho da Escola em Pernambuco, Ceará e Mato Grosso, segundo comunicado divulgado pela montadora.

Projeto de lei prevê que governo federal abasteça sua frota com biocombustível

São Paulo – Projeto de lei que está em análise na Câmara dos Deputados pretende obrigar a administração pública a abastecer sua frota própria de veículos, leves e pesados, com etanol ou outro biocombustível renovável. Segundo publicou a Agência Câmara de Notícias o texto sugere ao governo, também, desenvolver políticas públicas de isenção de impostos e incentivo à produção de etanol e outros combustíveis renováveis, mirando o mercado interno.

O autor do PL 3 013/24, o deputado paraibano Cabo Gilberto Silva, cita dados da Agência Internacional de Energia que apontam as vantagens do etanol de cana-de-açúcar como combustível: “Ele reduz em média 89% a emissão de gases responsáveis pelo efeito estufa se comparado com a gasolina”.

A produção do biocombustível, continua o deputado, gera outras fontes de energia: “O bagaço e a palha, substratos da cana-de-açúcar, produzem vapor que pode ser transformado em energia térmica, mecânica e elétrica, chamada de bioeletricidade. Essa eletricidade pode abastecer a própria usina de etanol ou ser vendida ao sistema elétrico brasileiro”.

O texto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Minas e Energia, de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, de Administração e Serviço Público, de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois precisa ser aprovada pelos plenários da Câmara e do Senado.

Faturamento do Grupo Renault cresceu 2% no terceiro trimestre

São Paulo – O Grupo Renault registrou faturamento de 10,7 bilhões de euros no terceiro trimestre, avanço de 1,8% sobre igual período do ano passado. A divisão automotiva respondeu por 9,3 bilhões de euros, recuo de 0,5% na mesma base de comparação. Quando o faturamento é recalculado com base nas taxas de câmbio do período anterior, segundo a empresa, as vendas cresceram 5% no geral e 2,6% na divisão automotiva.

No acumulado do ano o faturamento soma 37,7 bilhões de euros, avanço de 0,8% sobre o mesmo período de 2023 e de 3,7% com o recálculo das taxas de câmbio. A divisão automotiva respondeu por 33,7 bilhões de euros, queda de 1,5% e aumento de 1,1%, respectivamente.

A perspectiva para a Europa é positiva, com aproximadamente dois meses de vendas na carteira de pedidos, indicando um quarto trimestre forte. A companhia reafirmou suas perspectivas financeiras: 7,5% ou mais de margem operacional e 2,5 bilhões de euros de fluxo de caixa.

“No terceiro trimestre nosso faturamento começou a se beneficiar de uma ofensiva de produtos jamais vista, com dez lançamentos de veículos neste ano, o que representa 18% do faturamento do trimestre”, afirmou o CFO Thyerry Piéton. “Esta tendência deve continuar nos próximos trimestres, em linha com o lançamento progressivo de veículos em seus respectivos mercados, principalmente com a chegada de sete novos modelos prevista para 2025.”

Brose ganha mercado e planeja nacionalizar mais sistemas no Brasil

São Paulo – Portas abertas com o simples toque da mão ou por comandos no smartphone, tampas de porta-malas e capôs acionados por motor elétrico, assentos que reconhecem o tamanho do motorista e se ajustam automaticamente, vidros inteligentes que escurecem total ou parcialmente. Todos estes sistemas são exemplos do que a mecatrônica pode fazer pelos veículos e são produzidos pela alemã Brose, que incorporou todos eles ao carro conceito futurista Brose Next, exposto recentemente no estande da empresa no Congresso SAE Brasil, realizado na semana passada.

“Colocamos aqui sistemas que já fornecemos regularmente a fabricantes de veículos e outros que ainda forneceremos”, relatou Murilo Matta, presidente da operação brasileira da Brose, que tem fábricas em São José dos Pinhais, PR, Jarinu, SP, e Goiana, PE, dentro do parque de fornecedores da fábrica da Jeep.

Interior do Brose Next: sistemas mecatrônicos de conforto. Foto: Ruy Iza/Divulgação SAE Brasil.

A empresa fornece a quase todas as fabricantes de veículos no País sistemas de portas, incluindo levantadores elétricos de vidros e dispositivos de abertura e de fechamento, e também ventiladores de arrefecimento de motor. Em ambos os casos a Brose domina cerca de metade do mercado nacional de fornecimento OEM dos dois sistemas.

Recentemente o fornecedor adicionou mais um item ao portfólio brasileiro: começou a montar sistemas de acionamento elétrico da tampa do porta-malas, principalmente para modelos Jeep produzidos em Pernambuco. Segundo Matta a intenção é aumentar gradativamente a nacionalização deste sistema: “Por enquanto estamos fazendo a montagem de partes importadas, porque a demanda ainda é pequena, mas no futuro poderemos localizar a produção de mais partes”.

Desempenho

Matta afirma que os negócios da Brose estão indo bem no Brasil, com aumento de faturamento estimado em 6% este ano sobre 2023: “Tivemos um segundo semestre bastante pujante, todas as montadoras aumentaram seus pedidos e por isto estamos crescendo”.

Para 2025, por enquanto, a estimativa é de estabilidade, de um ano parecido com 2024: “Não temos atuação no mercado de reposição, só fornecemos diretamente aos fabricantes de veículos e dependemos integralmente do desempenho deles”.

Segundo o executivo a projeção é conservadora porque a única maneira de aumentar as vendas no País seria com a chegada de novos clientes, especialmente as chinesas GWM e BYD, que devem inaugurar suas linhas brasileiras de montagem em 2025. A Brose já fornece para ambas na China: “Já conversamos com eles sobre quais sistemas poderíamos fornecer aqui, mas ainda não há nada de concreto”.

Possibilidades

Claro que todas as inovações apresentadas dentro do Brose Next têm potencial de fornecimento no Brasil, mas deve demorar um pouco mais, pondera Matta. Até porque algumas das tecnologias apresentadas ainda nem começaram a ser fornecidas comercialmente, como é o caso dos vidros inteligentes, que são escurecidos em parte ou no todo por uma película eletrônica inserida no vidro, acionada por um controle gradual a bordo do carro – algo parecido com o que já é usado nas cabines dos aviões Boeing 787.

O primeiro cliente dos vidros inteligentes da Brose é a chinesa Xiaomi, que lançará um carro dotado do sistema em 2025 – em 2021 a empresa fabricante de eletrônicos como computadores e smartphones também entrou no ramo de produção de veículos com grande adoção de dispositivos tecnológicos.

Levantamento elétrico de capô: comodidade que a Brose pode introduzir no Brasil. Foto: Ruy Iza/Divulgação SAE Brasil.

Outra comodidade que tem possibilidades no Brasil, na avaliação de Matta, é o acionamento elétrico do capô, dando acesso mais fácil ao motor sem necessidade de esforço para levantar a tampa. São todas possibilidades que, normalmente, são bem aceitas pelo marketing dos fabricantes de veículos, pois criam novidades interessantes aos consumidores, mas que por algum tempo são vetadas pelos departamentos de compras para economizar nos custos de produção.

Acordo Mercosul-União Europeia deverá ser concluído até o fim do ano

São Paulo – O acordo comercial de livre comércio do Mercosul com a União Europeia deverá ser concluído até o fim do ano, segundo divulgou o MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços após reunião do ministro Geraldo Alckmin com o vice-presidente da Comissão Europeia, Valdis Dombrovskis.

Ambos, de acordo com a nota, se mostraram otimistas com o avanço da discussão acerca do acordo bilateral. Alckmin reiterou o compromisso do Brasil de trabalhar pela sua conclusão e ressaltou que ações do governo brasileiro com a pauta sustentável coloca o País como um dos líderes mundiais da descarbonização.