O déficit comercial da balança de autopeças voltou a registrar forte redução no primeiro bimestre de 2016. Segundo dados do Sindipeças a diferença das importações para as exportações do segmento no período foi de US$ 716,5 milhões, ante US$ 1,2 bilhão registrados na soma de janeiro e fevereiro de 2015, queda de 41,7%.
No período as importações chegaram a US$ 1,6 bilhão, menos 30,1% ante os US$ 2,3 bilhões do primeiro bimestre de 2015, enquanto que as exportações foram de US$ 905 milhões, 17,1% aquém ante um ano, US$ 1,1 bilhão.
O Brasil recebeu autopeças de 120 países, enquanto que remeteu embarques a 142 mercados.
Em fevereiro, isoladamente, a redução no déficit comercial foi ainda maior, de 53%: as importações chegaram a US$ 766 milhões, baixa de 28,5%, enquanto as exportações foram de US$ 539 milhões, queda de 8,4%.
Faturamento – O Sindipeças revelou ainda os números de faturamento da indústria de autopeças no País, mas estes relativos apenas a janeiro.
O resultado foi 14,5% inferior ao verificado em igual mês de 2015. As vendas líquidas nominais – com inflação e sem impostos – para montadoras caíram 27,2%, as intrassetoriais 25,9% e para a reposição, 3,6%. As exportações cresceram 26% em reais mas se o valor for convertido em dólares, segundo o Sindipeças, registra-se queda de 18,1%.
O resultado vêm de pesquisa mensal feita com 64 empresas, que representam 32,2% do faturamento total da indústria de autopeças no Brasil.
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