O Consórcio Nacional Massey Ferguson divulgou na quinta-feira, 25, outro bom parâmetro de como andam os negócios de máquinas agrícolas por meio dessa modalidade de compra. A instituição fechou o primeiro semestre com expressivos 20% de crescimento sobre o mesmo período do ano passado e o mecanismo já responde por 28% das vendas da Massey Ferguson no Brasil.
Criado no começo dá década de 80 pela fábrica e concessionárias da marca, o Consórcio Nacional Massey Ferguson trabalha sem taxa de adesão e oferece créditos que variam de R$ 65 mil a R$ 900 mil para tratores, colheitadeiras, pulverizadores e implementos.
“O consórcio é alternativa de planejamento e de compra mais econômica”, enfatiza Claudio Chiminazzo, diretor da instituição, lembrando que a modalidade não inclui juros, tornando o custo final do produto mais baixo. A empresa possui grupos de até 120 meses.
Não é de hoje que a ABAC, Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, vem destacando que a indústria de máquinas e implementos agrícolas tem encontrado no sistema consórcios alternativa crescente para escoamento de sua produção.
Levantamento da entidade aponta que o número de participantes ativos cresceu 24% no último ano: o setor conta agora 78 mil consorciados. Os produtos mais procurados pelos consorciados contemplados são implementos agrícolas e rodoviários, adquiridos por 42,7% dos contemplados, seguidos por tratores de roda e esteira e retroescavadeiras, comprados por 26,1%, colheitadeiras, 16,4%, e cultivadores motorizados, 14,8%.
Os grupos de consórcio de máquinas e implementos agrícolas variam de 60 e 150 meses, com média de 104 meses. Já o valor do crédito médio está em R$ 181 mil.
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