AutoData - Congestionamentos? Colômbia só perde para Tailândia.
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28/03/2017

Congestionamentos? Colômbia só perde para Tailândia.

Por Redação AutoData

- 28/03/2017

Estudo da consultoria de mobilidade urbana Inrix, da Inglaterra, mostra que a Colômbia ocupa o segundo lugar no rol dos países mais congestionados do mundo. Bogotá, de acordo com o levantamento, é a quinta cidade – e a primeira latino-americana – com maior tráfego veicular. As informações são do Flash de Motor, da Venezuela.

Para Oliverio Enrique García Basurto, presidente da Associação Colombiana de Veículos Automotores, o aumento do tráfego nas cidades é um fenômeno mundial e não está relacionado com o gosto da população pelos carros e, sim, com o resultado natural do crescimento populacional nas áreas urbanas. Assim como com o desenvolvimento econômico das cidades.

“A Colômbia perde somente para a Tailândia quando o assunto é trânsito. Mas as vendas de veículos no mercado colombiano representam somente o nono lugar no ranking de licenciamentos da região e somos a quarta economia latino-americana. Isso demonstra que somos um país com infraestrutura viária ineficiente para a nossa frota.”

Segundo comunicado da associação grande parte dos problemas de congestionamento nas cidades da região são originários do êxodo rural, que exigiu que a indústria e os serviços atendessem a essa população vinda do campo para as cidades: “A política recente das autoridades não tem como pilar os investimentos em infraestrutura viária e no caso colombiano isso tem sido nefasto”.

Para García Basurto os governos locais devem criar políticas públicas que visem à melhoria da infraestrutura viária. Essas medidas são necessárias para preparar a Colômbia para o crescimento da frota que deve ocorrer nos próximos anos:

“É certo que o desenvolvimento de uma sociedade vem acompanhado do aumento das necessidades de transporte, que cada vez será maior. Isso exige política de renovação de frota, política de incentivos tributários para veículos limpos e seguros e planejamento mais eficaz da mobilidade urbana”.

O dirigente ressaltou que, “sem dúvida, as novas tecnologias terão papel fundamental na elaboração dessas políticas. Pois veículos e cidades estarão conectados em tempo real e o controle do tráfego será mais eficiente, ajudando a diminuir o trânsito e aumentando a produtividade”.


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