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02/05/2017

Desemprego cresce e é o maior da história

Por Redação AutoData

- 02/05/2017

A taxa de desocupação continua em alta e o País tem agora 14,2 milhões de desempregados no trimestre encerrado em março. O número é 14,9% superior ao trimestre imediatamente anterior, outubro, novembro e dezembro de 2016, – o equivalente a 1,8 milhão de pessoas a mais desocupadas. Os dados fazem parte da Pnad Contínua, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua divulgada nesta sexta-feira, 28, pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. No trimestre encerrado em fevereiro, o Brasil tinha 13 milhões de desempregados.

Segundo o IBGE, a taxa de desocupação fechou março em 13,7% com alta de 1,7 ponto porcentual frente ao trimestre de outubro a dezembro de 2016, quando o desemprego estava em 12%. Essa foi a maior taxa de desocupação da série histórica, iniciada no primeiro trimestre de em 2012. Com relação ao primeiro trimestre do ano passado, a alta da taxa de desocupação chegou a 27,8%, o que significa que mais 3,1 milhões de pessoas estão procurando emprego.

Carteira assinada –
O aumento crescente das taxas de desemprego no País vem refletindo no número de pessoas com carteira de trabalho assinada, que fechou o trimestre encerrado em março também com o menor contingente já observado na série histórica. Segundo os dados da pesquisa o número de empregados com carteira assinada fechou março em 33,4 milhões de pessoas, recuando em ambos os períodos de comparação, frente ao trimestre de outubro a dezembro de 2016, o recuo foi de 1,8%, ou menos 599 mil pessoas com carteira assinada. Já com relação ao primeiro trimestre do ano passado, a queda foi de 3,5%, ou menos 1,2 milhão de pessoas.

Já o rendimento médio real do trabalhador brasileiro manteve-se estável no primeiro trimestre chegando a R$ 2 mil 110. No trimestre anterior o rendimento era de R$ 2 mil 64 e, de janeiro a março do ano passado, R$ 2 mil 59.


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