AutoData - Volume de veículos brasileiros na Colômbia cresce 55%
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29/05/2017

Volume de veículos brasileiros na Colômbia cresce 55%

Por Bruno de Oliveira

- 29/05/2017

O mercado colombiano de veículos diminuiu 5% no primeiro quadrimestre em comparação com o mesmo período de 2016: 73 mil 376 unidades contra 77 mil 128 mil. Apesar do cenário, os veículos brasileiros aumentaram sua participação nas exportações, 5 mil 172 unidades, 55,7% a mais do que nos primeiros quatro meses do ano passado. Com isso veículos produzidos aqui detiveram 7,1% do mercado, que dispõe apenas de montagem CKD, o que os tornaram o quarto principal fornecedor.

Segundo dados da Andemos, associação nacional dos montadores de veículos daquele país, do total vendido de janeiro a abril 30 mil 412 foram automóveis, volume 6,8% menor do que o registrado em idêntico período do ano passado, quando o mercado colombiano comprou 31 mil 341 unidades. Nissan, Mazda, Ford, Volkswagen, Toyota e Suzuki foram as únicas fabricantes – das dez que mais vendem à Colômbia – que viram suas vendas crescerem no período. A Volkswagen foi a que obteve o crescimento mais expressivo, 40,4%, saltando de 2 mil 135 unidades para 2 mil 998 em 2017.

A General Motors foi a que mais vendeu veículos à Colômbia no quadrimestre, sobretudo o modelo Spark. Comercializou 16 mil 656 unidades. Ainda que seja a principal empresa do segmento de automóveis naquele país esse volume é 12,2% menor do que o verificado em idêntico quadrimestre do ano passado, 18 mil 962. A Renault, segunda maior empresa, vendeu 14 mil 981 unidades, 4,3% menos do que em 2016 – seu principal produto é o Sandero Expression, seguido pelo Logan Expression.

O volume de veículos montados na Colômbia diminui 14,4%, chegando a 25 mil 24 unidades. A participação de veículos produzidos no Brasil, por outro lado, aumentou 55,7% de janeiro a abril. A tendência é a de que o volume exportado siga crescendo por causa do estreitamento das relações comerciais dos dois países, que se intensificou a partir da assinatura de acordo de livre-comércio em abril e quedeverá entrar em vigor a partir de janeiro.


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