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GM terá baterias com mais manganês a partir de 2028

Baterias LMR foram desenvolvidas pela joint-venture da montadora com a LG

São Paulo – Uma inovadora, embora não tão nova, tecnologia de bateria está em vias de se tornar viável pelas mãos das equipes de desenvolvimento da General Motors e da LG, por meio da joint-venture Ultium Cells. Segundo comunicado divulgado pela montadora as baterias LMR com formato prismático deverão equipar as próximas gerações de veículos elétricos, a partir de 2028, nos Estados Unidos.

LMR é a sigla em inglês para lítio com alto teor de manganês. Essas baterias são compostas por aproximadamente 35% de níquel, 65% de manganês e quase nada de cobalto. Por ser abundante e mais barato, o aumento do manganês na composição – as baterias tradicionais são compostas por 85% de níquel, 10% de manganês e 5% de cobalto – reduz os custos e permite a fabricação de células maiores, segundo a GM.

O formato prismático, retangular, em vez dos tipo pouch, parecido com um sachê, é mais eficiente segundo a GM, pois reduz em 75% o número de peças do módulo da bateria e em 50% os componentes do sistema como um todo.

As baterias com essa composição são estudadas desde os anos 1990, mas esbarravam em limitações técnicas como menor longevidade e perda progressiva de capacidade de armazenamento de energia. Mas a GM e a LG conseguiram superar essas limitações e as novas células LMR apresentaram vida útil e desempenho semelhantes à com alto teor de níquel, a custo muito mais baixo.

marcopolo - volare

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