AutoData - Fiat Bravo já está em 2016; modelo oferece mais conectividade
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04/03/2015

Fiat Bravo já está em 2016; modelo oferece mais conectividade

Com alterações no visual externo e interno e maior nível de tecnologia embarcada chega ao mercado brasileiro o Fiat Bravo 2016, com preços que variam de R$ 61,9 mil a R$ 78,4 mil. A principal novidade do modelo é a incorporação do Uconnect, sistema mundial do Grupo FCA, Fiat Chrysler Automobiles, para entretenimento, comunicação e navegação, em todas as suas versões. Também passa a ser de série na linha a câmera de ré.

O Bravo, lançado no País em 2010, passa a ser oferecido agora em quatro versões, incluindo a série especial BlackMotion 1.8 16V, a R$ 69 mil. As demais são Essence 1.8 16V, a mais barata, Sporting 1.8 16V, a R$ 68 mil, e T-Jet 1.4 16V Turbo, a mais cara.

Com 4,5 mil unidades emplacadas no ano passado, o Bravo ficou em sétimo lugar no segmento de hatchs médios no ano passado, segundo dados da Fenabrave. O diretor comercial da Fiat, Lélio Ramos, vê espaço para suas vendas crescerem de 20% a 40% a partir das novidades incorporadas na linha:

“O modelo cresce em conectividade, está muito mais completo que qualquer um dos concorrentes e tem posicionamento de preço campeão”. Segundo o executivo o Bravo destaca-se principalmente pela sua nova central multimídia, que passa a ter comando por voz nas funções de mídia e telefone em toda a linha, um diferencial importante na sua faixa de mercado.

MERCADO – O segmento de hatchs médios teve vendas reduzidas acima da média do mercado no ano passado, na faixa de 20%. O modelo da Fiat acompanhou este movimento, baixando de quinhentos a 550 emplacamentos por mês em 2013 para cerca de quatrocentos/mês em 2014.

Segundo o presidente da Fiat Chrysler Automobiles para a América Latina, Cledorvino Belini, o achatamento do segmento de hatches médios guarda relação com o comportamento da própria economia do País. Com a desaceleração do crescimento econômico e renda mais apertada cresceu a participação do segmento de hatches compactos, principalmente os mais equipados, em prejuízo dos médios, com preço superior.

Sobre o comportamento do mercado neste início de ano o diretor comercial da Fiat avalia que o alto nível de impostos sobre os automóveis no Brasil continua sendo o maior inibidor do mercado. “Houve uma forte desaceleração na última semana de janeiro e o início de fevereiro também está muito fraco em vendas.”

A questão, segundo ele, não está ligada apenas ao retorno das alíquotas tradicionais do IPI desde janeiro: “É toda a carga de impostos incidente no setor. Para que o mercado voltasse a crescer de forma consistente o governo teria de rever a política tributária”.


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