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12/09/2016

Mercedes-Benz lidera em caminhões e em ônibus

Por André Barros

- 12/09/2016

Tradicional líder em vendas de chassis de ônibus no mercado brasileiro, a Mercedes-Benz recuperou em 2016 a ponta do ranking de caminhões, acumulando a primeira posição nos dois segmentos. Em julho a vice-líder MAN reduziu a diferença em caminhões, mas a companhia com sede em São Bernardo do Campo, SP, voltou a ampliar sua vantagem.

No acumulado até agosto a Mercedes-Benz soma 10.044 unidades comercializadas, contra 9.659 caminhões MAN licenciados. Pode parecer pouca coisa, mas de julho para agosto a diferença da primeira para a segunda colocada subiu de 326 para 385 caminhões – mas as cerca de sessenta unidades de vantagem neste disputado mercado de caminhões, que acumula recuo de 30% na comparação de um ano para o outro, significam muita coisa.

As duas marcas podem comemorar outra coisa: ambas conseguiram resultado melhor do que a média do mercado. A líder caiu 23,4% no acumulado do ano, enquanto a vice-líder recuou 27,8%.

A Ford, terceira colocada, fechou os oito primeiros meses com vendas 44% inferiores ao mesmo período do ano passado, com 5.268 emplacamentos. Na quarta posição ficou a Volvo, com 3.894 unidades comercializadas, seguida por Scania, com 2.884 caminhões vendidos. A Iveco ficou na sexta, com 1.772 unidades licenciadas.

A única marca de caminhões a comemorar vendas superiores em 2016 foi a Daf. A companhia, com fábrica em Ponta Grossa, PR, comercializou 436 caminhões, volume 69% superior ao de igual período do ano passado, e ficou na sétima posição.

Completam o ranking a FCA, que também cresceu sobre uma base praticamente inexistente com os modelos RAM, Agrale e Hyundai CAOA.

Chassis – A distância da MB para a MAN também foi ampliada no segmento de ônibus, onde a marca detém 55% das vendas no mercado nacional: foram 4,7 mil chassis comercializados de janeiro a agosto, 24,7% abaixo do mesmo período do ano passado.
A MAN acumula uma queda de 48%, para 1,3 mil unidades. Agrale e Iveco, terceira e quarta colocadas, têm retração semelhante ao mercado, na faixa dos 30%, enquanto a Volvo e a Scania, quinta e sexta, recuam em ritmo inferior à média.


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