Grupo Renault teve o melhor resultado financeiro de sua história em 2017

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O Grupo Renault divulgou seus resultados financeiros na sexta-feira, 16, que registrou o melhor ano de sua história, com novo recorde de vendas, faturamento, margem operacional e resultado líquido. Carlos Ghosn, CEO da Renault, que deve ser mantido no cargo por mais quatro anos, disse que "os resultados comerciais e financeiros são consequência da estratégia iniciada há vários anos e do trabalho de todos os colaboradores do grupo".

 

As vendas globais do grupo foram de 3,7 milhões de unidades, crescimento de 8,5% com relação ao ano anterior. No Brasil a Renault emplacou 167 mil e 14 unidades e a Nissan 78 mil 817, ambas no ranking das dez marcas mais vendidas no ano, segundo os dados da Fenabrave.

 

O faturamento chegou a € 58 milhões 770 mil, alta de 14,7%, na comparação com 2016, e o da divisão automobilística foi de € 53 milhões 530 mil, expansão de 9,3%, que o grupo atribuiu ao crescimento das vendas, aumento de participação de mercado em todas as regiões que atua e a um benefício relacionado a reforma tributária dos Estados Unidos que favoreceu os números da Nissan.

 

O lucro operacional foi de € 3 milhões 806 mil, crescimento de 15,9% com relação ao ano anterior, € 3 milhões 283 mil. A Nissan foi a empresa associada que mais contribuiu para o resultado, com € 2 milhões 799 mil, contra € 1 milhão 638 mil na mesma base de comparação.

 

O resultado líquido foi de € 5 milhões 210 mil, aumento de 47,1%, contra € 3 milhões 543 mil e o fluxo de caixa livre operacional da divisão automobilística ficou positivo em € 945 milhões.

 

A margem operacional do grupo foi de € 3 milhões 854 mil e representou 6,6% do faturamento. Considerando apenas a divisão automobilística, houve alta de € 363 milhões, 15,2%, chegando a € 2 milhões 749 mil e correspondendo a 5,1% do faturamento, contra 4,9% em 2016.

 

Projeções 2018 - Para 2018 o Grupo Renault espera crescimento de 2,5% do mercado mundial, com alta de 10% para o mercado Russo, Brasil e China crescendo mais de 5%, Índia 6%, Europa 1% e França 1%.

 

Nesse cenário a expectativa do grupo o ano é aumentar o faturamento, manter uma margem operacional superior a 6% e gerar fluxo de caixa livre operacional positivo na divisão automobilístca.

 

Foto: Divulgação.