HB20 tenta competir com modelos de segmentos superiores

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17/09/2019

Una, BA – Ao colocar a nova geração da família HB20 no mercado, com mudanças visuais, estruturais e maior leque de itens, catálogos e expansão da variedade de preços, a Hyundai tem um objetivo claro: ampliar sua zona de competição no mercado brasileiro. Busca desde o consumidor do hatch de entrada, ao oferecer a versão HB20 1.0 Sense por R$ 46,5 mil, ao do hatch compacto mais recheado e até de segmentos superiores do mercado, como o Toyota Yaris, com a versão Diamond Plus 1.0 Turbo, por R$ 78 mil.

 

Na carroceria sedã a tática é a mesma: parte de R$ 55,4 mil, na Vision, até R$ 81,3 mil, na Diamond Plus 1.0 Turbo. Tem ainda o HB20X, aventureiro, de R$ 63 mil a R$ 79,6 mil, sempre com o motor 1.6.

 

“Agregamos itens que colocam a linha HB20 em um patamar mais elevado”, explicou Rodrigo Stopa, gerente geral de planejamento de produto da Hyundai. “A ideia é participar do segmento de entrada e também competir em faixa superior do mercado”.

 

O foco é mesmo no recheio. A linha HB20 oferece itens até então incomuns para um hatch compacto, como o sistema de frenagem autônoma – disponível apenas nas versões topo de linha. Sistema de auxílio em rampas, câmera de ré, monitoramento da pressão de pneus são outras novidades, que se juntam à cada vez mais demandada central multimídia com conectividade com Apple CarPlay e Android Auto, piloto automático, partida com botão, start-stop e outras tecnologias que vêm, cada vez mais, descendo degraus e alcançando os segmentos mais baixos do mercado brasileiro.

 

Salpicando esses itens em diversas versões – são oito para o hatch, sem contar a especial de lançamento, sete para o sedã e quatro para o aventureiro – a Hyundai conseguiu criar essa linha mais abrangente e competir com Ford Ka e Ka Sedan, Chevrolet Onix e Onix Plus, seus concorrente naturais, e com Volkswagen Polo e Virtus, Fiat Argo e Cronos e Toyota Yaris, por exemplo.

 

Porque nas dimensões pouco mudou na linha HB20. Cresceu 30 milímetros no entreeixo das três carrocerias, com a hatch ganhando 20 mm de comprimento, a sedã 30mm e a X 15 mm. A estrutura ganhou reforço, com 30% de composição por aços especiais – era 19% na geração anterior.

 

O que mudou? – As mudanças com relação à anterior começam no visual: cresceu a grade dianteira, que tem design marcante e de certa forma controverso, com poucas diferenças de uma carroceria para a outra. O chamado teto flutuante, impressão causada pela ausência de junção da estrutura na coluna C, é outro ponto distinto nesta nova geração.

 

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A linha ganhou o motor 1.0 turbo flex com injeção direta, que alcança até 120 cv aliado à caixa automática de seis velocidades. A ele a tecnologia start stop foi agregada em algumas versões. Este propulsor faz companhia aos 1.0 flex de 80cv e Gamma 1.6 flex de 130 cv, todos importados – assim como a transmissão manual e automática, tudo vem da Coreia do Sul.

 

Toda a linha oferece airbag frontal e lateral – impossível não comparar com o recém-lançado Chevrolet Onix, que vem com seis. Assim como a ausência de controle de estabilidade em toda a linha, outra novidade da nova geração do principal concorrente e que, no HB20, aparece somente nos catálogos mais caros.

 

A Hyundai ampliou a opção de cores de carroceria, agregando tons em verde e azul à linha, que se juntam aos preto, prata, cinza, branco e vermelho. Também oferece a possibilidade de outras cores no interior, com tons mais claros para ir além do preto e cinza.

 

A nova geração do HB20 já está em produção na fábrica de Piracicaba, SP, e chega às concessionárias em outubro. O HB20S e HB20X estarão disponíveis um mês depois.

 

Foto: Divulgação.