Acabamento interno do SUV é o seu ponto forte, assim como em outros modelos da marca
São Paulo — Um ano após o seu lançamento o Jeep Commander celebrou mais de 16 mil unidades comercializadas, volume relevante para o segmento D-SUV, conhecido também como os SUVs grandes. Esse modelo elevou o nível dos veículos da Jeep produzidos em Goiana, PE, que já tinham bom padrão de acabamento interno. Mas o Commander subiu mais um degrau.
O seu interior combina materiais de alta qualidade no revestimento do painel, lateral das portas, apoio de braço e console central. Nota-se o uso de material aveludado no painel, o que aumenta sua sofisticação. O quadro de instrumentos digital e a central multimídia já são conhecidos dos outros modelos, assim como o bom nível de tecnologia embarcada.
Apenas em 2022, de janeiro a agosto, o modelo somou 13,5 mil emplacamentos, o mais vendido do seu segmento, bem à frente de concorrentes como Toyota SW4 e Caoa Chery Tiggo 8 e também acima de modelos menores.
Interior da versão Limited diesel
Dependendo da versão escolhida a entrega pode demorar de quatro a doze meses, por causa das dificuldades que as montadoras ainda encontram para produzir, seja pela falta de semicondutores e de outros componentes.
O modelo também é uma opção para quem busca mais espaço interno: com sete lugares disponíveis, o SUV atende uma família um pouco maior, mas nesse caso o porta-malas fica com 233 litros. Com cinco ocupantes a capacidade do porta-malas é de 661 litros, bem acima dos outros modelos Jeep, sendo também uma alternativa para quem busca um modelo da marca com mais espaço para bagagens.
O modelo é vendido nas versões Limited e Overland, com motorização 1.3 turbo flex de 185 cv de potência ou 2.0 turbo diesel de 170 cv de potência. A lista de equipamentos é igual, independentemente do motor escolhido, que no caso do diesel são as opções mais caras. Os preços ficam em torno de R$ 220 mil a R$ 313,5 mil.
A reportagem de AutoData rodou 450 quilômetros com o Jeep Commander Limited 2.0 turbo diesel, metade na cidade e a outra parte em rodovias. E aí aparece a vantagem da configuração diesel ante a flex, o consumo: mesmo pesando 1,9 mil quilos o Commander com essa motorização registrou 10,4 km/l. É necessário lembrar que o preço atual do diesel é muito superior ao do etanol e o da gasolina.
Na versão Limited diesel o Commander é equipado com câmbio automático de nove marchas e oferece itens como ar-condicionado digital e automático, banco do motorista com ajustes elétricos, quadro de instrumentos digital, kit multimídia, seis airbags, faróis de led com regulagem de altura, alerta de colisão frontal com frenagem automática de emergência e bancos de couro.