Axalta fornece tinta para edição limitada do Fiat Argo

São Paulo – A Axalta será a empresa responsável por pintar parte das 1,5 mil unidades da nova versão limitada do Fiat Argo, a Seleção, que terá 150 unidades na cor amarelo Interlagos, que representa a paixão que o brasileiro tem pelo futebol, de acordo com a empresa.

 

A companhia é parceira da Fiat há mais de vinte anos e foi escolhida como fornecedora exclusiva da cor amarelo Interlagos pelo conhecimento na área de pintura, sendo homologada pela equipe de engenharia da montadora.

DAF chega aos 6 mil caminhões vendidos no Brasil

São Paulo – A DAF vendeu seu caminhão de número 6 mil produzido em Ponta Grossa, PR, modelo XF 105 versão 6×2, com 460 cv. A venda foi realizada pela concessionária DAF Vitória para a Dellmar Transporte Sustentável, do Espírito Santo, que opera desde 2011.

 

Com a compra a frota da Dellmar soma 94 caminhões DAF, sendo que outros 65 serão entregues até agosto, como parte de processo de expansão de frota. Dellano Scarpe, sócio diretor da transportadora, disse que a empresa comprou seu primeiro DAF em 2016 e nunca teve nenhum tipo de problema com a manutenção da frota.

 

Foto: Divulgação.

Kia e Volvo dominam vendas de importados no semestre

São Paulo – Kia e Volvo garantiram os cinco primeiros lugares do ranking de vendas de modelos importados no primeiro semestre, de acordo com a Abeifa. O Kia Sportage segue como o importado mais vendido no Brasil, com 2 mil 61 unidades vendidas — o único modelo a superar a casa dos 2 mil licenciamentos.

 

O segundo lugar também continua com o Volvo XC60, que licenciou 1 mil 547 unidades. Na terceira colocação aparece a primeira mudança do acumulado até junho: o Kia Bongo subiu duas posições e completa o pódio com 1 mil 208 licenciamentos.

 

O Volvo XC40, que até maio aparecia na terceira posição, caiu para quarto na somatória até junho, com 1 mil 184 emplacamentos. O Kia Cerato também caiu uma posição no período e aparece na quinta colocação com 957 unidades licenciadas. O Suzuki Vitara manteve a sexta posição — o primeiro modelo do ranking que não é da Kia e nem da Volvo, com 706 unidades comercializadas até junho.

 

Assim como no ranking por modelo, Kia e Volvo dominam as duas primeiras posições no ranking de marcas, com 4 mil 469 e 3 mil 556 unidades comercializadas. Na terceira posição aparece a BMW, que vendeu 2 mil 196 carros de janeiro a junho deste ano, seguida pela Land Rover, que licenciou 1 mil 213 veículos e, em quinto lugar, ficou a chinesa Jac, que vendeu 970 unidades no semestre.

 

Veja o ranking dos dez automóveis importados mais vendidos no primeiro semestre:

 

  1 Kia Sportage          2 061

  2 Volvo XC60            1 547

  3 Kia Bongo             1 208

  4 Volvo XC40           1 184

  5 Kia Cerato               957

  6 Suzuki Vitara           706

  7 BMW X2                  640

  8 JAC T40                  546

  9 Jaguar E-Pace         539

10 Land Rover Velar     518

 

Foto: Divulgação.

Lee Iacocca morre aos 94 anos

São Paulo — Vítima de complicações geradas pelo Mal de Alzheimer Lee Iacocca faleceu na terça-feira, 2, em sua casa no bairro de Bel-Air, em Los Angeles, Califórnia. Completaria 95 anos em outubro.

 

Tornou-se lenda no mundo do automóvel, particularmente nos Estados Unidos, pela liderança na criação do Ford Mustang, lançado em 1964. Ingressou na companhia em 1946, tornou-se CEO em 1970 e foi demitido por Henry Ford Segundo em 1978, na onda do fracasso do modelo Pinto.

 

No mesmo ano aceitou convite para dirigir a Chrysler, que vivia pântano financeiro e de produtos – e é considerado um dos seus salvadores. Aposentou-se em 1994.

 

Nasceu em Allentown, Pensilvânia, em 2 de julho de 1924.

 

Foto: NGEN Media, Inc.

Abeifa deposita menos otimismo para 2019

São Paulo – Os importadores de veículos iniciaram o ano com a expectativa de vender 50 mil unidades no mercado brasileiro. Mas, depois dos resultados apresentados no primeiro semestre, a Abeifa, associação que representa os importadores, decidiu rever suas projeções para o ano.

 

“Com a economia parada e o dólar acima de R$ 4 ficou impossível vender 50 mil carros”, afirmou o presidente José Luiz Gandini. “Nossa nova projeção é de 40 mil unidades para o ano, uma redução de 20% nas nossas expectativas”.

 

Em 2018 foram comercializados 37,5 mil veículos importados pelas associadas da Abeifa.

 

No primeiro semestre foram vendidas 16 mil 219 unidades, queda de 9,6% na comparação com o mesmo período do ano passado. Gandini tem a crença, porém, de que segundo semestre seja melhor: “Esperamos que a reforma da Previdência seja aprovada em meados de agosto e, com isto, acredito que a economia voltará a crescer em ritmo mais forte, o que refletirá também nas vendas de automóveis importados. O segundo semestre também terá sete dias úteis a mais, mais um fator positivo”.

 

A reforma da Previdência é considerada pela Abeifa a grande prioridade do atual governo e, segundo Gandini, sua aprovação ajudará também na vinda de novos investimentos externos. A reforma tributária também é considerada muito importante e aguardada para os próximos meses: “Essas duas reformas são essenciais para a retomada do crescimento. Sem isso não voltaremos a crescer como esperamos”.

 

Gandini também espera que o dólar recue ao longo do segundo semestre, o que ajudará no valor que as empresas pagarão para importar: “Os carros que estamos vendendo hoje e os que estão a caminho do País foram pagos com o dólar a mais de R$ 4, mas com o recuo que esperamos, para R$ 3,80, que ainda não é o valor ideal, pagaremos menos por novos lotes. Mas isso levará alguns meses para ter reflexos positivos nos negócios”.

 

Considerando apenas as vendas de junho foram licenciados 2 mil 679 automóveis, retração de 13,4% na comparação com o mês anterior e de 11,1% com relação a junho de 2018.

 

Acordo com a União Europeia — O presidente José Luiz Gandini disse que, a princípio, o acordo comercial fechado pelos representantes do Mercosul e da União Europeia é interessante para o setor de importados. Na sua opinião a redução de impostos de importação é sempre positiva, mas ainda é muito cedo para comentar o assunto: “Nós sabemos apenas que o governo assinou o acordo, mas não sabemos nenhuma das regras para o setor automotivo: estamos esperando os próximos capítulos da negociação”.

 

Regras como qual será a cota anual de importação, qual será o valor de impostos pagos, como funcionará a redução gradativa dos impostos que está sendo citada são pontos importantes para Gandini: “Precisamos saber dessas regras para entender como será o acordo e quais reflexos teremos nos nossos negócios”.

 

O presidente disse que espera um convite do verno para conversar sobre regras e normas para importação e exportação de veículos pelos dois blocos econômicos: “Queremos participar da criação das regras e normas do acordo para o nosso setor, mas até agora não tivemos nenhum contato do governo”.

 

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Fenabrave revisa para baixo suas projeções para o ano

São Paulo – A Fenabrave revisou para baixo suas projeções sobre a venda de veículos no País. Na terça-feira, 2, a entidade mostrou seu terceiro panorama para o ano – a expectativa de crescimento de 11% em termos de volumes, que daria um total de 2 milhões 852 mil 932 unidades licenciadas de automóveis, comerciais leves, caminhões e chassis de ônibus, foi reduzida para 8,3%, ou 2 milhões 781 mil 87 unidades.

 

A entidade levou em consideração no redesenho das suas projeções fatores ligados diretamente ao mercado de veículos, como confiança do consumidor em queda, diante de panorama político e econômico incerto a respeito das reformas. Considerou também o quadro macroeconômico, como redução sistêmica do PIB, recuo da atividade industrial e da concessão de crédito para empresas.

 

Por segmento a projeção de venda de automóveis passou de alta de 10,3%, divulgada em abril, para 7,4% sobre as vendas realizadas em 2018, o que configura um volume de 2 milhões 259 mil 150 unidades. No caso dos comerciais leves a projeção passou de alta de 14,5% para 10,9%, ou 409 mil 264 unidades. Redução também nas vendas de ônibus, de 20% para 19% de crescimento.

 

No caso dos caminhões, entretanto, a entidade elevou suas expectativas nas vendas: de alta de 15,4% para 17,6%, ou 89 mil 885 unidades licenciadas. Segundo Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, a concessão de crédito nesse segmento, ao contrário do que se espera nos demais, é maior e favorecerá a renovação de frota ao longo do ano.

 

Semestre – As vendas no primeiro semestre registraram crescimento em todos os segmentos, o que acabou culminando nos 12% de alta no resultado consolidado. Nos primeiros seis meses do ano foram vendidos 1 milhão 65 mil 888 automóveis, 11% a mais na comparação com o volume vendido no primeiro semestre de 2018. No caso dos comerciais leves foram 183 mil 11 unidades licenciadas, 8,5% a mais.

 

No segmento de caminhões, por sua vez, os emplacamentos chegaram a 46 mil 867 unidades até junho, o que representa crescimento de 45% sobre a mesma base um ano antes. As vendas de ônibus, por fim, somaram 12 mil 403 unidades, crescimento de 71% creditado às vendas para o programa federal Caminho da Escola e ao processo de renovação de frota de ônibus intermunicipais que está em curso.

 

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Os dez mais vendidos de junho são os mesmos dez mais vendidos de maio

São Paulo — Os dez automóveis e comerciais leves mais vendidos no mercado brasileiro, em junho, são os mesmos modelos mais licenciados em maio, com algumas diferenças na posição do ranking divulgado pela Fenabrave na terça-feira, 2, com base nos dados do Renavam. O degrau mais alto, entretanto, permaneceu com o Chevrolet Onix que, no mês passado, registrou 19,5 mil emplacamentos,

 

O volume de vendas do modelo produzido pela General Motors em Gravataí, RS, supera a soma do segundo do ranking, Ford Ka, 8 mil 398 emplacamentos, e o terceiro, Hyundai HB20, 8 mil 147 licenciamentos.

 

As mudanças com relação a maio começaram aí, com o Ka superando o HB20. O desempenho do Argo, 7 mil 539 unidades comercializadas, garantiu ao hatch da Fiat a quinta posição, um salto de cinco degraus — ficou em décimo no mês anterior. Trocou de posição com o Volkswagen Polo, que com 5 mil 428 emplacamentos caiu da quinta para a última posição no ranking dos dez mais vendidos no País.

 

O Volkswagen Gol caiu uma posição, de quinto para sexto, e o Chevrolet Prisma duas, de sexto para oitavo. A única picape do ranking, Fiat Strada, manteve o sétimo posto, assim como o SUV mais vendido do mercado, Jeep Renegade, nono modelo mais emplacado no Brasil em maio e em junho.

 

Veja o ranking:

 

1 Chevrolet Onix        19 mil 500

2 Ford Ka                    8 mil 398

3 Hyundai HB20          8 mil 147

4 Renault Kwid            7 mil 882

5 Fiat Argo                 7 mil 539

6 Volkswagen Gol       6 mil 656

7 Fiat Strada              6 mil 417

8 Chevrolet Prisma     6 mil 069

9 Jeep Renegade       5 mil 912

10 VW Polo               5 mil 428

 

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Ônibus M-B serão usados nos jogos Pan-Americanos

São Paulo – A Mercedes-Benz vendeu duzentos ônibus para a Divemotor, sua representante na Capital do Peru, Lima, que serão usados para transportar os atletas de diversas modalidades esportivas, torcedores e profissionais da imprensa nos jogos Pan-Americanos, que serão realizados na cidade de 26 de julho a 11 de agosto. Todos usam o chassi urbano OF 1721 e carroceria Caio.

 

As entregas já estão sendo feitas, em lotes, segundo Marcio Querichelli, diretor do Regional Center Daimler Latina Caminhões e Ônibus: “Até o dia 3 todas as unidades estarão no Peru, prontas para entrar em operação”.

 

A expectativa é a de que as unidades transportem mais de 15 mil pessoas durante os jogos. Depois do evento os duzentos ônibus serão utilizados no transporte público da cidade.

 

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Efeito Argentina turbinou vendas diretas

São Paulo – A participação das vendas diretas nos licenciamentos de automóveis e comerciais leves realizados no primeiro semestre chegou a 45%, porcentual que representa fatia recorde no mercado nacional: nunca, em toda a história, as vendas diretas chegaram tão perto de representar a metade do volume total no período. O índice incomodou a Fenabrave, que considerou, na terça-feira, 2, o cenário atual “insalubre ao principal negócio das concessionárias”.

 

As vendas diretas já vinham aumentando participação desde a consolidação das locadoras e frotistas no mercado, ao passar a obter mais receita revendendo carros seminovos do que nas demais áreas em que atuam — o aluguel de veículos e a gestão de frotas. Para se ter uma ideia do avanço, no primeiro semestre do ano passado foram vendidos via varejo 671 mil 706 automóveis e comerciais leves, e 455 mil 346 unidades de forma direta.

 

No primeiro semestre deste ano, por outro lado, as vendas diretas cresceram 23,5% ante o volume do ano passado, chegando a 562 mil 747 unidades, ao passo que as vendas realizadas nas concessionárias avançaram 2%, com 686 mil 152 unidades licenciadas.

 

A entidade atribuiu o aumento da participação ao fator Argentina – segundo o presidente Alarico Assumpção Júnior, com o mercado vizinho retraído e buscando formas de retomar as vendas, as montadoras passaram a destinar as unidades produzidas em princípio para o principal parceiro comercial para o mercado interno:

 

“Por causa da crise na Argentina houve uma oferta maior das montadoras no mercado doméstico. Os frotistas e as locadoras observaram oportunidade de negócio e houve esse crescimento, que não é saudável. O volume tem que ter um equilíbrio maior”.

 

Na prática, ele contou, o segmento de locação absorveu esse contingente que não foi vendido aos argentinos em condições especiais de preço: “Realmente houve mais oferta doméstica, mas não foi apenas a questão da oferta que incomodou também. Os descontos praticado consideramos ilegais e imorais porque existe uma lei [Ferrari] a ser cumprida”.

 

O porcentual de 45% contabiliza também as vendas diretas que passam pelas concessionárias, como PCD. Embora a entidade não tenha como aferir com precisão a quantidade de vendas diretas que são realizadas na rede, o presidente da Fenabrave afirmou que a fatia maior diz respeito ao modelo montadora-cliente final.

 

Até junho, segundo o balanço divulgado pela Fenabrave, a FCA foi a empresa que registrou maior faixa porcentual de vendas diretas de automóveis e comerciais leves considerando suas duas marcas, Fiat e Jeep, respectivamente 18% e 7,36%. A General Motors, por sua vez, apresentou participação de 19%, a Volkswagen de 16%, a Renault de 9,9% e a Ford de 9%.

 

Por modelo o mais vendido por via direta foi o Chevrolet Onix, com 52 mil 76 unidades licenciadas até junho. O Volkswagen Gol ficou em segundo lugar, com 26 mil 579 unidades. Jeep Renegade, 23 mil 587 unidades, Ford Ka, 21 mil 639 unidades, e Chevrolet Prisma, 19 mil 665 unidades, completam a lista dos cinco mais emplacados no primeiro semestre.

 

A projeção da Fenabrave é a de que o patamar de 45% nas vendas diretas seja mantido no segundo semestre do ano, uma vez que fica cada vez mais fraca no mercado e na indústria a crença de que o mercado vizinho se recupere ainda este ano, quadro que levou montadoras a buscarem novos mercados e até a diminuirem a produção, como foi o caso da Toyota nas unidades paulistas de Sorocaba e Porto Feliz.

 

A entidade reafirmou que não é contra a venda direta e que pouco se pode fazer de forma ativa a respeito do avanço das vendas diretas no setor, uma vez que as concessionárias mantém convenções negociadas em particular com as montadoras que representam, uma espécie de autoregulamentação do mercado. No entanto foi criado um grupo interno em 2017, composto por representantes das associadas e seus advogados, para tratar do tema em âmbito nacional.

 

Segundo o presidente da Fenabrave dos 26 estados, mais o DF, dezesseis fiscalizam e autuam empresas que praticam a revenda antes dos doze meses, como explicita a Lei Renato Ferrari, medidas que foram tomadas com o auxílio da entidade de classe.

 

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Hyundai Creta 2020 chega com nova versão limitada

São Paulo – A Hyundai anunciou a chegada da versão 2020 do seu SUV Creta ao mercado com uma edição limitada Launch Edition de 1,2 mil unidades. Ela é baseada na versão Pulse Plus 1.6 AT, mas, segundo a empresa, oferece uma maior lista de itens de série, com equipamentos como rodas de liga leve, faróis de neblina, luzes de condução diurna, kit multimídia, chave presencial e sistema start-stop.

 

Em sua nova versão o SUV recebeu leves mudanças visuais: na dianteira o para-choque tem novos vincos, a grade tem algumas alterações e as luzes de condução diurna foram reposicionadas. Na traseira o para-choque também é novo e, na versão topo de linha, as lanternas são de LED.

 

Este é o terceiro ano de vendas do SUV no Brasil, que já ultrapassou a marca de 115 mil unidades comercializadas desde o seu lançamento — no ano passado foi o líder de vendas no segmento dos SUVs compactos. Em 2019 o Creta é quarto SUVA mais vendido no Brasil até junho, 24 mil 247 unidades.

 

Veja abaixo a lista de versões e preços do Hyundai Creta 2020:

 

Hyundai Creta Attitude 1.6 6MT           R$  80 mil 990

Hyundai Creta Smart 1.6 6AT              R$  86 mil 490

Hyundai Creta Pulse Plus 1.6 6AT         R$  94 mil 990

Hyundai Creta Launch Edition 1.6 6AT  R$  99 mil 990

Hyundai Creta Prestige 2.0 6AT           R$ 107 mil 990

 

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